Formação de verbos manuais na libras
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001xhcg |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/62072 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo geral realizar a descrição da formação dos verbos manuais da língua Brasileira de Sinais (libras). Para Padden (1988), os verbos nas línguas de sinais são divididos em três categorias: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais ou manuais. Sobre os verbos manuais, Ferreira (2013) afirma que eles são formados pelo processo de derivação, pois, segundo a autora, o verbo não possui sinal próprio e um instrumento assume o papel do verbo numa sentença. Já Lourenço e Silva (2015) afirmam que os verbos manuais são formados a partir da incorporação. O nosso objetivo específico é analisar a formação dos verbos manuais na libras. Para a realização desta pesquisa, utilizamos um modelo teórico dentro da Linguística Gerativa: a Morfologia Distribuída que foi postulada por Halle e Marantz (1993). O modelo da MD pode ser tomado para análise de qualquer língua, seja ela oral ou viso-gestual, como a libras. Minussi e Rodero-Takahira (2013) afirmam que os cinco parâmetros da libras podem constituir parte de uma raiz abstrata e os parâmetros abstratos podem ter informações específicas e determinar a semântica de um sinal, logo, os parâmetros podem ser considerados traços. Com isso, investigamos se a formação dos verbos manuais é através do processo de derivação, incorporação, composição ou fusão, conforme apresentado por Xavier e Neves (2016). Para isso, descrevemos os sinais e os inserimos, a princípio, em três categorias: verbos locativos, verbos classificadores de entidade e verbos classificadores de instrumentos. Após a análise, propomos uma nova categoria de verbos chamada de verbos com a configuração de mão classificadora, no qual, não há o uso de um instrumento na realização desses verbos. Além disso, notamos que nem todos os verbos manuais apresentam incorporação, conforme sugerido por alguns autores. Observamos, também, que a maioria deles são formados a partir do processo de composição e a quarta classe, proposta neste trabalho, é formada por blend. |
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http://lattes.cnpq.br/4273179791642866Mak, Jessica Kwan Wah [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/6456384727236520Minussi, Rafael DiasUniversidade Federal de São Paulo - Campus Guarulhos2021-10-08T16:25:53Z2021-10-08T16:25:53Z2021-07-23Este trabalho tem como objetivo geral realizar a descrição da formação dos verbos manuais da língua Brasileira de Sinais (libras). Para Padden (1988), os verbos nas línguas de sinais são divididos em três categorias: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais ou manuais. Sobre os verbos manuais, Ferreira (2013) afirma que eles são formados pelo processo de derivação, pois, segundo a autora, o verbo não possui sinal próprio e um instrumento assume o papel do verbo numa sentença. Já Lourenço e Silva (2015) afirmam que os verbos manuais são formados a partir da incorporação. O nosso objetivo específico é analisar a formação dos verbos manuais na libras. Para a realização desta pesquisa, utilizamos um modelo teórico dentro da Linguística Gerativa: a Morfologia Distribuída que foi postulada por Halle e Marantz (1993). O modelo da MD pode ser tomado para análise de qualquer língua, seja ela oral ou viso-gestual, como a libras. Minussi e Rodero-Takahira (2013) afirmam que os cinco parâmetros da libras podem constituir parte de uma raiz abstrata e os parâmetros abstratos podem ter informações específicas e determinar a semântica de um sinal, logo, os parâmetros podem ser considerados traços. Com isso, investigamos se a formação dos verbos manuais é através do processo de derivação, incorporação, composição ou fusão, conforme apresentado por Xavier e Neves (2016). Para isso, descrevemos os sinais e os inserimos, a princípio, em três categorias: verbos locativos, verbos classificadores de entidade e verbos classificadores de instrumentos. Após a análise, propomos uma nova categoria de verbos chamada de verbos com a configuração de mão classificadora, no qual, não há o uso de um instrumento na realização desses verbos. Além disso, notamos que nem todos os verbos manuais apresentam incorporação, conforme sugerido por alguns autores. Observamos, também, que a maioria deles são formados a partir do processo de composição e a quarta classe, proposta neste trabalho, é formada por blend.The aim of this research is to describe the formation of signs in the Brazilian Sign Language (libras). According to Padden (1988), verbs in sign languages are divided into three categories: simple verbs, agreement verbs and spatial or manual verbs. Ferreira (2013), when referring to manual verbs, states that they are formed by the derivation process, because, according to the author, the verb does not have its own sign and an instrument assumes the role of the verb in a sentence. Lourenço and Silva (2015), on the other hand, state that manual verbs are formed from incorporation. Our main objective is to analyze the formation of manual verbs in libras. To carry out this research, we used a theoretical model within Generative Linguistics: the Distributed Morphology that was postulated by Halle and Marantz (1993). The MD model can be used to analyze any language, whether auditory-oral or visual-gestural, such as libras. Minussi and Rodero-Takahira (2013) state that the five parameters of libras can form part of an abstract root and the abstract parameters can have specific information and determine the semantics of a sign, so the parameters can be considered features. Hence, we investigate whether the formation of manual verbs is through the derivation process, incorporation, composition or fusion, as presented by Xavier and Neves (2016). For this, we describe the signs and insert them, in principle, into three categories: locative verbs, entity classifier verbs and instrument classifier verbs. After the analysis, we propose a new category of verbs called verbs with the classifier handshape, in which there is no use of an instrument in the realization of these verbs. Furthermore, we note that not all manual verbs have incorporation, as suggested by some authors. We also observe that most of them are formed from the composition process and the fourth class, proposed in this work, is formed by blend.Não recebi financiamento137 f.MAK, Jessica Kwan Wah. Formação de verbos manuais na libras. (Dissertação de mestrado) - Universidade Federal de São Paulo, 2021.https://hdl.handle.net/11600/62072ark:/48912/001300001xhcgporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccesslibrasmorfologia distribuídaverbos manuaisverbs of motiondistributed morphologybrazilian sign languageFormação de verbos manuais na librasManual verbs formation in librasinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)LetrasEstudos linguísticosLinguagem e cogniçãoORIGINAL_OFICIAL FORMAÇÃO DE VERBOS MANUAIS NA LIBRAS.docx.pdf_OFICIAL FORMAÇÃO DE VERBOS MANUAIS NA LIBRAS.docx.pdfdissertação de mestradoapplication/pdf11188204https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/63f855bf-e679-4f49-876b-d4a79f4f2ec4/downloadd6715716af2e72bbca28ac8ea610ba30MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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(UNIFESP)falseVEVSTU9TIEUgQ09OREnDh8OVRVMgUEFSQSBPIExJQ0VOQ0lBTUVOVE8gRE8gQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIE5PIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVOSUZFU1AKCjEuIEV1LCBKZXNzaWNhIEt3YW4gV2FoIE1hayAoamVzc2ljYWt3bWFrQGdtYWlsLmNvbSksIHJlc3BvbnPDoXZlbCBwZWxvIHRyYWJhbGhvIOKAnEZvcm1hw6fDo28gZGUgdmVyYm9zIG1hbnVhaXMgbmEgbGlicmFz4oCdIGUvb3UgdXN1w6FyaW8tZGVwb3NpdGFudGUgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCxhc3NlZ3VybyBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8gcXVlIHNvdSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCBhc3NlZ3VybyB0ZXIgb2J0aWRvIGRpcmV0YW1lbnRlIGRvcyBkZXZpZG9zIHRpdHVsYXJlcyBhdXRvcml6YcOnw6NvIHByw6l2aWEgZSBleHByZXNzYSBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgcGFyYSBhIGRpdnVsZ2HDp8OjbyBkYSBPYnJhLCBhYnJhbmdlbmRvIHRvZG9zIG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGUgY29uZXhvcyBhZmV0YWRvcyBwZWxhIGFzc2luYXR1cmEgZG8gcHJlc2VudGUgdGVybW8gZGUgbGljZW5jaWFtZW50bywgZGUgbW9kbyBhIGVmZXRpdmFtZW50ZSBpc2VudGFyIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgcG9yIG1laW8gZGUgc2V1cyBzaXN0ZW1hcyBpbmZvcm1hdGl6YWRvcy4KCjIuIEEgY29uY29yZMOibmNpYSBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSB0ZW0gY29tbyBjb25zZXF1w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCBkZSByZXByb2R1emlyIGUgZGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkuCgo0LiBFc3RhIGxpY2Vuw6dhIGFicmFuZ2UsIGFpbmRhLCBub3MgbWVzbW9zIHRlcm1vcyBlc3RhYmVsZWNpZG9zIG5vIGl0ZW0gMiwgc3VwcmEsIHRvZG9zIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbmV4b3MgZGUgYXJ0aXN0YXMgaW50w6lycHJldGVzIG91IGV4ZWN1dGFudGVzLCBwcm9kdXRvcmVzIGZvbm9ncsOhZmljb3Mgb3UgZW1wcmVzYXMgZGUgcmFkaW9kaWZ1c8OjbyBxdWUgZXZlbnR1YWxtZW50ZSBzZWphbSBhcGxpY8OhdmVpcyBlbSByZWxhw6fDo28gw6Agb2JyYSBkZXBvc2l0YWRhLCBlbSBjb25mb3JtaWRhZGUgY29tIG8gcmVnaW1lIGZpeGFkbyBubyBUw610dWxvIFYgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LgoKNS4gU2UgYSBPYnJhIGRlcG9zaXRhZGEgZm9pIG91IMOpIG9iamV0byBkZSBmaW5hbmNpYW1lbnRvIHBvciBpbnN0aXR1acOnw7VlcyBkZSBmb21lbnRvIMOgIHBlc3F1aXNhIG91IHF1YWxxdWVyIG91dHJhIHNlbWVsaGFudGUsIHZvY8OqIG91IG8gdGl0dWxhciBhc3NlZ3VyYSBxdWUgY3VtcHJpdSB0b2RhcyBhcyBvYnJpZ2HDp8O1ZXMgcXVlIGxoZSBmb3JhbSBpbXBvc3RhcyBwZWxhIGluc3RpdHVpw6fDo28gZmluYW5jaWFkb3JhIGVtIHJhesOjbyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvLCBlIHF1ZSBuw6NvIGVzdMOhIGNvbnRyYXJpYW5kbyBxdWFscXVlciBkaXNwb3Npw6fDo28gY29udHJhdHVhbCByZWZlcmVudGUgw6AgcHVibGljYcOnw6NvIGRvIGNvbnRlw7pkbyBvcmEgc3VibWV0aWRvIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVOSUZFU1AuCiAKNi4gQXV0b3JpemEgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgYSBvYnJhIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVOSUZFU1AgZGUgZm9ybWEgZ3JhdHVpdGEsIGRlIGFjb3JkbyBjb20gYSBsaWNlbsOnYSBww7pibGljYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zOiBBdHJpYnVpw6fDo28tU2VtIERlcml2YcOnw7Vlcy1TZW0gRGVyaXZhZG9zIDQuMCBJbnRlcm5hY2lvbmFsIChDQyBCWS1OQy1ORCksIHBlcm1pdGluZG8gc2V1IGxpdnJlIGFjZXNzbywgdXNvIGUgY29tcGFydGlsaGFtZW50bywgZGVzZGUgcXVlIGNpdGFkYSBhIGZvbnRlLiBBIG9icmEgY29udGludWEgcHJvdGVnaWRhIHBvciBEaXJlaXRvcyBBdXRvcmFpcyBlL291IHBvciBvdXRyYXMgbGVpcyBhcGxpY8OhdmVpcy4gUXVhbHF1ZXIgdXNvIGRhIG9icmEsIHF1ZSBuw6NvIG8gYXV0b3JpemFkbyBzb2IgZXN0YSBsaWNlbsOnYSBvdSBwZWxhIGxlZ2lzbGHDp8OjbyBhdXRvcmFsLCDDqSBwcm9pYmlkby4gIAoKNy4gQXRlc3RhIHF1ZSBhIE9icmEgc3VibWV0aWRhIG7Do28gY2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Este trabalho tem como objetivo geral realizar a descrição da formação dos verbos manuais da língua Brasileira de Sinais (libras). Para Padden (1988), os verbos nas línguas de sinais são divididos em três categorias: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais ou manuais. Sobre os verbos manuais, Ferreira (2013) afirma que eles são formados pelo processo de derivação, pois, segundo a autora, o verbo não possui sinal próprio e um instrumento assume o papel do verbo numa sentença. Já Lourenço e Silva (2015) afirmam que os verbos manuais são formados a partir da incorporação. O nosso objetivo específico é analisar a formação dos verbos manuais na libras. Para a realização desta pesquisa, utilizamos um modelo teórico dentro da Linguística Gerativa: a Morfologia Distribuída que foi postulada por Halle e Marantz (1993). O modelo da MD pode ser tomado para análise de qualquer língua, seja ela oral ou viso-gestual, como a libras. Minussi e Rodero-Takahira (2013) afirmam que os cinco parâmetros da libras podem constituir parte de uma raiz abstrata e os parâmetros abstratos podem ter informações específicas e determinar a semântica de um sinal, logo, os parâmetros podem ser considerados traços. Com isso, investigamos se a formação dos verbos manuais é através do processo de derivação, incorporação, composição ou fusão, conforme apresentado por Xavier e Neves (2016). Para isso, descrevemos os sinais e os inserimos, a princípio, em três categorias: verbos locativos, verbos classificadores de entidade e verbos classificadores de instrumentos. Após a análise, propomos uma nova categoria de verbos chamada de verbos com a configuração de mão classificadora, no qual, não há o uso de um instrumento na realização desses verbos. Além disso, notamos que nem todos os verbos manuais apresentam incorporação, conforme sugerido por alguns autores. Observamos, também, que a maioria deles são formados a partir do processo de composição e a quarta classe, proposta neste trabalho, é formada por blend. |
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2021 |
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