O custo da hegemonia: as relações entre os Governo Lula e Dilma (2003-2016) e o Grupo Globo
| Ano de defesa: | 2020 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | A presente pesquisa investigou a relação entre os Governos Lula (2003-2010) e Dilma (2011-2016) com o maior conglomerado de mídia no país, o Grupo Globo. Foi realizado um breve histórico da influência política dos meios de comunicação e estabelecida uma metodologia que envolveu introduções aos contextos políticos, pesquisas qualitativas com os índices de avaliação dos governos e com os resultados eleitorais obtidos, estudos sobre a cobertura midiática do Grupo, as principais políticas de comunicação apresentadas ou aprovadas, dados relativos à audiência e situação financeira do conglomerado empresarial, números do investimento em publicidade estatal e entrevistas com ex-ministros dos governos. A partir desta metodologia chegou-se a uma periodização, dividida pelos momentos: Aliança (2003 a 2005), Barganha (2005), Repactuação (2006 a 2013), Ruptura (2013 a 2016). Guiou-se pelas formulações de Antonio Gramsci e intelectuais brasileiros que utilizam de seus conceitos para perseguir respostas à pergunta: de que maneira o relacionamento entre os governos petistas e o Grupo Globo contribui para entender os momentos de estabilidade e instabilidade deste bloco de classes hegemônico no Brasil? A pesquisa concluiu que o Grupo Globo atuou como aparelho privado de hegemonia que foi fundamental para a manutenção e desagregação do bloco de classes hegemônico no país. |
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MestradoSouza, Fabio Nassif De [UNIFESP]Universidade Federal de São PauloSchlegel, Rogerio [UNIFESP]2022-07-21T18:43:00Z2022-07-21T18:43:00Z2020-09-16A presente pesquisa investigou a relação entre os Governos Lula (2003-2010) e Dilma (2011-2016) com o maior conglomerado de mídia no país, o Grupo Globo. Foi realizado um breve histórico da influência política dos meios de comunicação e estabelecida uma metodologia que envolveu introduções aos contextos políticos, pesquisas qualitativas com os índices de avaliação dos governos e com os resultados eleitorais obtidos, estudos sobre a cobertura midiática do Grupo, as principais políticas de comunicação apresentadas ou aprovadas, dados relativos à audiência e situação financeira do conglomerado empresarial, números do investimento em publicidade estatal e entrevistas com ex-ministros dos governos. A partir desta metodologia chegou-se a uma periodização, dividida pelos momentos: Aliança (2003 a 2005), Barganha (2005), Repactuação (2006 a 2013), Ruptura (2013 a 2016). Guiou-se pelas formulações de Antonio Gramsci e intelectuais brasileiros que utilizam de seus conceitos para perseguir respostas à pergunta: de que maneira o relacionamento entre os governos petistas e o Grupo Globo contribui para entender os momentos de estabilidade e instabilidade deste bloco de classes hegemônico no Brasil? A pesquisa concluiu que o Grupo Globo atuou como aparelho privado de hegemonia que foi fundamental para a manutenção e desagregação do bloco de classes hegemônico no país.This research investigated the relationship between the Lula (2003-2010) and Dilma (2011-2016) governments with the largest media conglomerate in the country, Grupo Globo. A brief history of the political influence of the media was carried out and a methodology was established that involved introductions to political contexts, qualitative research with the government's assessment indexes and the electoral results obtained, studies on the Group's media coverage, the main policies communications presented or approved, data on the audience and financial situation of the business conglomerate, figures on investment in state advertising and interviews with former government ministers. From this methodology, a periodization was reached, divided by the moments: Aliança (2003 to 2005), Bargain (2005), Repactuation (2006 to 2013), Break (2013 to 2016). It was guided by the formulations of Antonio Gramsci and Brazilian intellectuals who use their concepts to pursue answers to the question: how does the relationship between PT governments and Grupo Globo contribute to understanding the moments of stability and instability of this hegemonic block of classes in the Brazil? The research concluded that Grupo Globo acted as a private device of hegemony, which was fundamental for the maintenance and disaggregation of the hegemonic class bloc in the country.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)125 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9706228FABIO NASSIF DE SOUZA.pdfhttps://hdl.handle.net/11600/64698ark:/48912/001300002580xporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessHegemoniaGloboGovernos PetistasGloboPT GovernmentsHegemonyO custo da hegemonia: as relações entre os Governo Lula e Dilma (2003-2016) e o Grupo Globoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPGuarulhos, Escola de Filosofia, Letras e Ciências HumanasCiências SociaisCiências SociaisTerritórios, Trabalho, Políticas PúblicasORIGINALFABIO NASSIF DE SOUZA.pdfFABIO NASSIF DE SOUZA.pdfapplication/pdf5703522https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/fe3b2652-f9dd-4739-91f0-172bf7f51d68/downloada73a413a588abc35a62779a576dce79dMD51TEXTFABIO NASSIF DE SOUZA.pdf.txtFABIO NASSIF DE SOUZA.pdf.txtExtracted texttext/plain103289https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/74bcb8da-48d4-497b-825f-5603e2d6a874/downloadc8d4ee0baa042ff3a9b3e23c240bb44fMD513THUMBNAILFABIO NASSIF DE SOUZA.pdf.jpgFABIO NASSIF DE SOUZA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2693https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/93a98354-9473-464e-a1c3-c42330df46c3/downloadf2a1703be3863f96b0fccbb2d3c99380MD51411600/646982024-07-27 02:59:09.124oai:repositorio.unifesp.br:11600/64698https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-27T02:59:09Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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