Ressonância magnética de 1,5 e 3,0 tesla na Doença de Ménière
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Introdução: A doença de Ménière (DM) cursa com crises de vertigem acompanhadas de sintomas auditivos. Nenhum marcador biológico para o diagnóstico foi identificado até o momento. A ressonância magnética (RM) de orelha interna(OI) de 3 tesla (3T) tem sido usada para a identificação da hidropisia endolinfática (HE). O aparelho de RM de 1,5 tesla (1,5T) é o mais comumente encontrado e tem menor custo. Desta maneira, a padronização de um protocolo de identificação de HE em RM de 1,5T tornaria este recurso diagnóstico mais acessível. Objetivos: comparar os achados à RM de OI de 1,5T àqueles obtidos à RM de OI de 3T em pacientes com DM. Método: estudo transversal, cego, foram incluídos 30 pacientes com diagnóstico clínico de DM definida unilateral. Os parâmetros clínicos avaliados foram: número de crises ao ano no último ano, tempo de doença desde os primeiros sintomas, estadiamento clínico, tratamento realizado e possível caracterização de fenótipos da DM. Estes pacientes realizaram os 2 exames de RM (1,5T e 3T) de OI com intervalo de 1 semana entre eles que foram avaliadas por 2 radiologistas. Foi realizado uma análise de concordância pelo coeficiente kappa entre os radiologistase e entre os resultados encontrados à RM de 1,5T e àqueles da RM de 3,0T, e realizada associação entre as variáveis clínicas e os achados de hidropsia coclear(HC) e vestibular (HV). Resultados: Conclusão: As RM de 1,5T e de 3,0T mostraram-se concordantes na detecção da HE, com alta concordância entre os radiologistas, contudo, não para inferir grau de impacto da HE na perda auditiva e gravidade de sintomas em pacientes com DM. |
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Ressonância magnética de 1,5 e 3,0 tesla na Doença de Ménière1,5 and 3 tesla Magnetic Resonance Imaging in the Ménière diseaseMeniere diseaseMagnetic resonance imagingEndolymphatic hydropsDoença de MénièreImagem por ressonância magnéticaHidropisia endolinfáticaIntrodução: A doença de Ménière (DM) cursa com crises de vertigem acompanhadas de sintomas auditivos. Nenhum marcador biológico para o diagnóstico foi identificado até o momento. A ressonância magnética (RM) de orelha interna(OI) de 3 tesla (3T) tem sido usada para a identificação da hidropisia endolinfática (HE). O aparelho de RM de 1,5 tesla (1,5T) é o mais comumente encontrado e tem menor custo. Desta maneira, a padronização de um protocolo de identificação de HE em RM de 1,5T tornaria este recurso diagnóstico mais acessível. Objetivos: comparar os achados à RM de OI de 1,5T àqueles obtidos à RM de OI de 3T em pacientes com DM. Método: estudo transversal, cego, foram incluídos 30 pacientes com diagnóstico clínico de DM definida unilateral. Os parâmetros clínicos avaliados foram: número de crises ao ano no último ano, tempo de doença desde os primeiros sintomas, estadiamento clínico, tratamento realizado e possível caracterização de fenótipos da DM. Estes pacientes realizaram os 2 exames de RM (1,5T e 3T) de OI com intervalo de 1 semana entre eles que foram avaliadas por 2 radiologistas. Foi realizado uma análise de concordância pelo coeficiente kappa entre os radiologistase e entre os resultados encontrados à RM de 1,5T e àqueles da RM de 3,0T, e realizada associação entre as variáveis clínicas e os achados de hidropsia coclear(HC) e vestibular (HV). Resultados: Conclusão: As RM de 1,5T e de 3,0T mostraram-se concordantes na detecção da HE, com alta concordância entre os radiologistas, contudo, não para inferir grau de impacto da HE na perda auditiva e gravidade de sintomas em pacientes com DM.Introduction: Ménière's disease (DM) develops with vertigo attacks accompanied by auditory symptoms. No biological marker for the diagnosis was identified until the time. 3 tesla (3T) inner ear magnetic resonance (MRI) has been used for the identification of endolymphatic hydrops (HE). The 1.5 tesla (1.5T) MRI machine is the most commonly found and has the lowest cost. In this way, the standardization of a HE identification protocol on 1.5T MRI would make this diagnostic resource more accessible. Objectives: to compare the findings on the MRI of OI of 1.5T to those obtained on the MRI of OI of 3T in patients with DM. Method: cross-sectional, blind study, 30 patients were included with clinical diagnosis of unilateral defined DM. The clinical parameters evaluated were: number of seizures per year in the last year, duration of illness since the first symptoms, clinical staging, treatment performed and possible characterization of DM phenotypes. These patients underwent 2 MRI exams (1.5T and 3T) of OI with an interval of 1 week among them that were evaluated by 2 radiologists. Agreement analysis was performed by the kappa coefficient among the radiologistase and among the results found at MRI of 1.5T and those of 3.0T MRI, and an association was made between clinical variables and findings of cochlear (HC) and vestibular (HV) hydrops. Results: Conclusion: The 1.5T and 3.0T proved to be concordant in the detection of HE, with high agreement between the radiologists, however, not to infer the degree of HE impact on hearing loss and severity of symptoms in patients with DM.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Gananca, Fernando Freitas [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulohttp://lattes.cnpq.br/8848299680215059http://lattes.cnpq.br/0831776469482702Duarte, Juliana Antoniolli [UNIFESP]2022-07-21T16:02:23Z2022-07-21T16:02:23Z2020-10-23info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion92 fapplication/pdfhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9955112DUARTE, Juliana Antoniolli. Ressonância magnética de 1,5 e 3,0 tesla na doença de Ménière. São Paulo, 2020. [92] f. Tese (Doutorado em Medicina: otorrinolaringologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64239ark:/48912/001300002wjkrporSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-10-03T14:30:17Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/64239Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-10-03T14:30:17Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Introdução: A doença de Ménière (DM) cursa com crises de vertigem acompanhadas de sintomas auditivos. Nenhum marcador biológico para o diagnóstico foi identificado até o momento. A ressonância magnética (RM) de orelha interna(OI) de 3 tesla (3T) tem sido usada para a identificação da hidropisia endolinfática (HE). O aparelho de RM de 1,5 tesla (1,5T) é o mais comumente encontrado e tem menor custo. Desta maneira, a padronização de um protocolo de identificação de HE em RM de 1,5T tornaria este recurso diagnóstico mais acessível. Objetivos: comparar os achados à RM de OI de 1,5T àqueles obtidos à RM de OI de 3T em pacientes com DM. Método: estudo transversal, cego, foram incluídos 30 pacientes com diagnóstico clínico de DM definida unilateral. Os parâmetros clínicos avaliados foram: número de crises ao ano no último ano, tempo de doença desde os primeiros sintomas, estadiamento clínico, tratamento realizado e possível caracterização de fenótipos da DM. Estes pacientes realizaram os 2 exames de RM (1,5T e 3T) de OI com intervalo de 1 semana entre eles que foram avaliadas por 2 radiologistas. Foi realizado uma análise de concordância pelo coeficiente kappa entre os radiologistase e entre os resultados encontrados à RM de 1,5T e àqueles da RM de 3,0T, e realizada associação entre as variáveis clínicas e os achados de hidropsia coclear(HC) e vestibular (HV). Resultados: Conclusão: As RM de 1,5T e de 3,0T mostraram-se concordantes na detecção da HE, com alta concordância entre os radiologistas, contudo, não para inferir grau de impacto da HE na perda auditiva e gravidade de sintomas em pacientes com DM. |
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