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Ressonância magnética de 1,5 e 3,0 tesla na Doença de Ménière

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Duarte, Juliana Antoniolli [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002wjkr
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9955112
https://hdl.handle.net/11600/64239
Resumo: Introdução: A doença de Ménière (DM) cursa com crises de vertigem acompanhadas de sintomas auditivos. Nenhum marcador biológico para o diagnóstico foi identificado até o momento. A ressonância magnética (RM) de orelha interna(OI) de 3 tesla (3T) tem sido usada para a identificação da hidropisia endolinfática (HE). O aparelho de RM de 1,5 tesla (1,5T) é o mais comumente encontrado e tem menor custo. Desta maneira, a padronização de um protocolo de identificação de HE em RM de 1,5T tornaria este recurso diagnóstico mais acessível. Objetivos: comparar os achados à RM de OI de 1,5T àqueles obtidos à RM de OI de 3T em pacientes com DM. Método: estudo transversal, cego, foram incluídos 30 pacientes com diagnóstico clínico de DM definida unilateral. Os parâmetros clínicos avaliados foram: número de crises ao ano no último ano, tempo de doença desde os primeiros sintomas, estadiamento clínico, tratamento realizado e possível caracterização de fenótipos da DM. Estes pacientes realizaram os 2 exames de RM (1,5T e 3T) de OI com intervalo de 1 semana entre eles que foram avaliadas por 2 radiologistas. Foi realizado uma análise de concordância pelo coeficiente kappa entre os radiologistase e entre os resultados encontrados à RM de 1,5T e àqueles da RM de 3,0T, e realizada associação entre as variáveis clínicas e os achados de hidropsia coclear(HC) e vestibular (HV). Resultados: Conclusão: As RM de 1,5T e de 3,0T mostraram-se concordantes na detecção da HE, com alta concordância entre os radiologistas, contudo, não para inferir grau de impacto da HE na perda auditiva e gravidade de sintomas em pacientes com DM.
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