Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
| Ano de defesa: | 2019 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT. |
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Mestradohttp://lattes.cnpq.br/0042599401990936http://lattes.cnpq.br/4573937787386111Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8141204895494667Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Rangel, Érika Bevilaqua [UNIFESP]Sá, João Roberto de [UNIFESP]2021-01-19T16:37:59Z2021-01-19T16:37:59Z2019-09-26Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT.Introduction: Post-transplant diabetes mellitus (DMPT) has been an important complication of kidney transplantation and has been associated with increased medical costs and death. Risk factors may be related to glucose metabolism or patient demographic characteristics, and these variables may be modifiable and nonmodifiable. Aim: To verify the prevalence of DMPT, as well as its risk factors, within three years after renal transplantation. Methodology: Modifiable and non-modifiable variables were evaluated and tested for the risk of DMPT in 450 patients undergoing renal transplantation and followed up for three years. Fisher's exact test and analysis of variances with Tukey tests for multiple comparison were performed for continuous or numerical variables and Pearson's chi-square test was used for categorical or nominal variables, P <0.05 was considered statistically significant. The immunosuppressive regimen was mainly based on tacrolimus (85%), prednisone (100%) and mycophenolate (53%). Azathioprine and imTOR were used in 41% and 10.2% of recipients, respectively. Results: In the study population, 60% were male, 47.2% were black, and 57.8% received deceased donor kidney. Sixty-one (13.5%) of the 450 recipients developed DMPT. The risk factors identified were: age of the recipient (46.2 ± 1.3 vs 40.7 ± 0.6, P = 0.001), pretransplantation dysglycemia (32.8% vs 21.6%, P = 0.032), BMI ≥ 25 kg / m2 (57.4% vs 27.7%, P <0.0001), as well as transient hyperglycemia (P = 0.0001), acute rejection (P = 0.021), inhibitor use (P = 0.014), Tg / HDL ratio ≥ 3.5 (P = 0.0001) and serum FK at months 1, 3 and 6 (P = 0.0001). Conclusion: There was a significant prevalence of DMPT, with a higher incidence in the first six months after renal transplantation, even when higher serum levels of FK were detected. It was also observed the importance of early identification of risk factors associated with increased insulin resistance, such as overweight, obesity, pretransplantation hyperglycemia, transient hyperglycemia, FK level and TG / HDL ratio, since they may be useful for risk stratification of patients to determine the appropriate strategies, in order to reduce or avoid the occurrence of DMPT.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8133279LUCENA, Débora Dias de. Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós transplante renal. 2019. 49f. Dissertação (Mestrado em Nefrologia ) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.Débora Dias de Lucena-A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60055ark:/48912/001300002fz6sporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessDiabetes Mellitus Pós-TransplanteTransplante RenalResistência InsulínicaDiabetes Mellitus Post TransplantationKidney TransplantationInsulin Resistance.Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renalPrevalence and risk factors for diabetes mellitus after kidney transplantationinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaMedicina (Nefrologia)Nefrologia ClínicaTransplante Renal ClínicoORIGINALDébora Dias de Lucena-A.pdfapplication/pdf501298https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b1007f22-eda3-4435-8d5a-24302396b44d/downloadd99e0fe53b27fcac399e9c36e61c4cc4MD51TEXTDébora Dias de Lucena-A.pdf.txtDébora Dias de Lucena-A.pdf.txtExtracted texttext/plain117113https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b8244d22-697a-4c98-93e3-06cbaff94923/downloadf7af84e2d2b0657529601304855f6a78MD52THUMBNAILDébora Dias de Lucena-A.pdf.jpgDébora Dias de Lucena-A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2910https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9e712167-e483-41cd-a133-11b97f7e88ac/download4388d90cb5979c9b9226e8695da0b3d6MD5311600/600552024-08-01 11:15:28.523oai:repositorio.unifesp.br:11600/60055https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-01T11:15:28Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT. |
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