Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]
Orientador(a): Rangel, Érika Bevilaqua [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002fz6s
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8133279
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60055
Resumo: Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT.
id UFSP_37d6efe8efc15465abd5e9eeeb2f7395
oai_identifier_str oai:repositorio.unifesp.br:11600/60055
network_acronym_str UFSP
network_name_str Repositório Institucional da UNIFESP
repository_id_str
spelling Mestradohttp://lattes.cnpq.br/0042599401990936http://lattes.cnpq.br/4573937787386111Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8141204895494667Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Rangel, Érika Bevilaqua [UNIFESP]Sá, João Roberto de [UNIFESP]2021-01-19T16:37:59Z2021-01-19T16:37:59Z2019-09-26Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT.Introduction: Post-transplant diabetes mellitus (DMPT) has been an important complication of kidney transplantation and has been associated with increased medical costs and death. Risk factors may be related to glucose metabolism or patient demographic characteristics, and these variables may be modifiable and nonmodifiable. Aim: To verify the prevalence of DMPT, as well as its risk factors, within three years after renal transplantation. Methodology: Modifiable and non-modifiable variables were evaluated and tested for the risk of DMPT in 450 patients undergoing renal transplantation and followed up for three years. Fisher's exact test and analysis of variances with Tukey tests for multiple comparison were performed for continuous or numerical variables and Pearson's chi-square test was used for categorical or nominal variables, P <0.05 was considered statistically significant. The immunosuppressive regimen was mainly based on tacrolimus (85%), prednisone (100%) and mycophenolate (53%). Azathioprine and imTOR were used in 41% and 10.2% of recipients, respectively. Results: In the study population, 60% were male, 47.2% were black, and 57.8% received deceased donor kidney. Sixty-one (13.5%) of the 450 recipients developed DMPT. The risk factors identified were: age of the recipient (46.2 ± 1.3 vs 40.7 ± 0.6, P = 0.001), pretransplantation dysglycemia (32.8% vs 21.6%, P = 0.032), BMI ≥ 25 kg / m2 (57.4% vs 27.7%, P <0.0001), as well as transient hyperglycemia (P = 0.0001), acute rejection (P = 0.021), inhibitor use (P = 0.014), Tg / HDL ratio ≥ 3.5 (P = 0.0001) and serum FK at months 1, 3 and 6 (P = 0.0001). Conclusion: There was a significant prevalence of DMPT, with a higher incidence in the first six months after renal transplantation, even when higher serum levels of FK were detected. It was also observed the importance of early identification of risk factors associated with increased insulin resistance, such as overweight, obesity, pretransplantation hyperglycemia, transient hyperglycemia, FK level and TG / HDL ratio, since they may be useful for risk stratification of patients to determine the appropriate strategies, in order to reduce or avoid the occurrence of DMPT.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8133279LUCENA, Débora Dias de. Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós transplante renal. 2019. 49f. Dissertação (Mestrado em Nefrologia ) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.Débora Dias de Lucena-A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60055ark:/48912/001300002fz6sporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessDiabetes Mellitus Pós-TransplanteTransplante RenalResistência InsulínicaDiabetes Mellitus Post TransplantationKidney TransplantationInsulin Resistance.Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renalPrevalence and risk factors for diabetes mellitus after kidney transplantationinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaMedicina (Nefrologia)Nefrologia ClínicaTransplante Renal ClínicoORIGINALDébora Dias de Lucena-A.pdfapplication/pdf501298https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b1007f22-eda3-4435-8d5a-24302396b44d/downloadd99e0fe53b27fcac399e9c36e61c4cc4MD51TEXTDébora Dias de Lucena-A.pdf.txtDébora Dias de Lucena-A.pdf.txtExtracted texttext/plain117113https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b8244d22-697a-4c98-93e3-06cbaff94923/downloadf7af84e2d2b0657529601304855f6a78MD52THUMBNAILDébora Dias de Lucena-A.pdf.jpgDébora Dias de Lucena-A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2910https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9e712167-e483-41cd-a133-11b97f7e88ac/download4388d90cb5979c9b9226e8695da0b3d6MD5311600/600552024-08-01 11:15:28.523oai:repositorio.unifesp.br:11600/60055https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-01T11:15:28Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
dc.title.alternative.none.fl_str_mv Prevalence and risk factors for diabetes mellitus after kidney transplantation
title Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
spellingShingle Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]
Diabetes Mellitus Pós-Transplante
Transplante Renal
Resistência Insulínica
Diabetes Mellitus Post Transplantation
Kidney Transplantation
Insulin Resistance.
title_short Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
title_full Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
title_fullStr Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
title_full_unstemmed Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
title_sort Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós-transplante renal
author Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]
author_facet Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]
author_role author
dc.contributor.advisor-coLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/0042599401990936
dc.contributor.advisorLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/4573937787386111
dc.contributor.authorLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/8141204895494667
dc.contributor.institution.pt_BR.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.author.fl_str_mv Lucena, Debora Dias De [UNIFESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Rangel, Érika Bevilaqua [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv Sá, João Roberto de [UNIFESP]
contributor_str_mv Rangel, Érika Bevilaqua [UNIFESP]
Sá, João Roberto de [UNIFESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Diabetes Mellitus Pós-Transplante
Transplante Renal
Resistência Insulínica
topic Diabetes Mellitus Pós-Transplante
Transplante Renal
Resistência Insulínica
Diabetes Mellitus Post Transplantation
Kidney Transplantation
Insulin Resistance.
dc.subject.eng.fl_str_mv Diabetes Mellitus Post Transplantation
Kidney Transplantation
Insulin Resistance.
description Introdução: Diabetes mellitus pós-transplante (DMPT) tem sido uma importante complicação do transplante renal e tem sido associado a piores desfechos, como complicações infecciosas e cardiovasculares, perda do enxerto, aumento do custo médico e morte. Seus fatores de risco podem ser relacionados ao metabolismo da glicose ou às características demográficas do paciente, sendo estas divididas em modificáveis e não modificáveis. Objetivo: Verificar a prevalência de DMPT, bem como seus fatores de risco, no período de três anos após o transplante renal. Metodologia: Variáveis modificáveis e não modificáveis foram avaliadas e testadas quanto ao risco de DMPT em 450 pacientes submetidos a transplante renal e acompanhados por três anos. O teste exato de Fisher e a análise de variâncias com testes de Tukey para comparação múltiplas foram realizados para variáveis contínuas ou numéricas e o teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para variáveis categóricas ou nominais, P< 0,05 foi considerado estatisticamente significante. O regime imunossupressor baseou-se principalmente no tacrolimo (85%), prednisona (100%) e micofenolato (53%). Azatioprina e imTOR foram utilizados em 41% e 10,2% dos receptores, respectivamente. Resultados: Na população de estudo, 60% eram do sexo masculino, 47,2% eram negros e 57,8% receberam rim de doador falecido. Sessenta e um (13,5%) dos 450 receptores desenvolveram DMPT. Os fatores de risco identificados foram: idade do receptor (46,2 ± 1,3 vs 40,7 ± 0,6, P=0,001), disglicemia pré-transplante (32,8% vs 21,6%; P=0,032), IMC ≥ 25kg / m2 (57,4% vs 27,7%; P<0,0001), bem como hiperglicemia transitória (P=0,0001), ocorrência de rejeição aguda (P=0,021), uso de inibidores de canais de cálcio (P=0,014), relação Tg/HDL ≥ 3.5 (P=0,0001) e nível sérico de FK nos meses 1, 3 e 6 (P=0,0001). Conclusão: Houve prevalência significativa de DMPT, com maior a incidência nos seis primeiros meses após o transplante renal, mesmo período em que foram detectados níveis séricos mais altos de FK. Observou-se também a importância em identificar precocemente fatores de risco associados ao aumento da resistência insulínica, como sobrepeso, obesidade, hiperglicemia pré-transplante, hiperglicemia transitória, nível de FK e relação TG/HDL, pois podem ser úteis para estratificação de risco dos pacientes para determinar as estratégias adequadas, no intuito de reduzir ou evitar a ocorrência de DMPT.
publishDate 2019
dc.date.issued.fl_str_mv 2019-09-26
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-01-19T16:37:59Z
dc.date.available.fl_str_mv 2021-01-19T16:37:59Z
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.pt_BR.fl_str_mv https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8133279
dc.identifier.citation.fl_str_mv LUCENA, Débora Dias de. Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós transplante renal. 2019. 49f. Dissertação (Mestrado em Nefrologia ) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60055
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/48912/001300002fz6s
dc.identifier.file.none.fl_str_mv Débora Dias de Lucena-A.pdf
url https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8133279
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60055
identifier_str_mv LUCENA, Débora Dias de. Prevalência e fatores de risco para diabetes mellitus pós transplante renal. 2019. 49f. Dissertação (Mestrado em Nefrologia ) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.
Débora Dias de Lucena-A.pdf
ark:/48912/001300002fz6s
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNIFESP
instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron:UNIFESP
instname_str Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron_str UNIFESP
institution UNIFESP
reponame_str Repositório Institucional da UNIFESP
collection Repositório Institucional da UNIFESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b1007f22-eda3-4435-8d5a-24302396b44d/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b8244d22-697a-4c98-93e3-06cbaff94923/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9e712167-e483-41cd-a133-11b97f7e88ac/download
bitstream.checksum.fl_str_mv d99e0fe53b27fcac399e9c36e61c4cc4
f7af84e2d2b0657529601304855f6a78
4388d90cb5979c9b9226e8695da0b3d6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
repository.mail.fl_str_mv biblioteca.csp@unifesp.br
_version_ 1863846329199886336