Desempenho muscular e amplitude de movimento de atletas com diagnóstico de pubalgia
| Ano de defesa: | 2020 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001r3m1 |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/61355 https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10839703 |
Resumo: | INTRODUÇÃO: Dores na região púbica e inguinal representam uma importante causa de afastamento dos atletas das sessões de treino e das competições, especialmente em modalidades que demandam contrações musculares intensas e multidirecionais. A identificação de fatores associados à pubalgia poderia direcionar o desenvolvimento de estratégias preventivas e de tratamentos mais assertivos. A redução da amplitude de movimento, a fraqueza ou o desequilíbrio muscular têm sido discutidos como possivelmente associados ao desenvolvimento desta lesão. OBJETIVO: O objetivo do estudo foi comparar a amplitude de movimento, o pico de torque e o equilíbrio entre os músculos adutores e abdutores do quadril entre atletas com e sem diagnóstico de pubalgia. MÉTODOS: Foram avaliados 18 atletas (9 sem diagnóstico de pubalgia - grupo controle e 9 com diagnóstico de pubalgia – grupo experimental). Os participantes foram submetidos a uma avaliação muscular isocinética dos músculos abdutores e adutores dos quadris nas velocidades de 30 e 150º/s e avaliação da amplitude de movimento do quadril. RESULTADOS: O grupo experimental apresentou pico de torque significativamente menor do que do grupo controle na avaliação de adutores a 30°/s tanto entre o membro dominante (136,61±37,25;184,92±57,14Nm, respectivamente, p=0,049) como no não dominante (139,05±33,44;182,34±46,63Nm, p=0,037). Já a 150°/s tal diferença não foi observada (113,26±44,24;139,32±42,55Nm, p=0,221) no membro dominante, mas no não dominante sim (117,82±27,19;154,56±38,80Nm, p=0,033). A avaliação entre os abdutores não revelou diferença estatística tanto a 30°/s (132,65±58,28;144,66±58,93Nm, p=0,0618), como a 150°/s (103,58±38,44;114,16±41,49Nm, p=0,264) entre os membros dominantes. CONCLUSÃO: Atletas com diagnóstico de pubalgia apresentam menor pico de toque dos músculos adutores do quadril. Os dados apresentados neste estudo podem auxiliar técnicos e profissionais de medicina esportiva na prevenção e tratamento da pubalgia. |
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http://lattes.cnpq.br/8618739762906389Murara, Pedro Bruno Costa [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/9305313580561829Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Andrade, Marilia dos Santos [UNIFESP]São Paulo2021-07-30T18:23:14Z2021-07-30T18:23:14Z2020INTRODUÇÃO: Dores na região púbica e inguinal representam uma importante causa de afastamento dos atletas das sessões de treino e das competições, especialmente em modalidades que demandam contrações musculares intensas e multidirecionais. A identificação de fatores associados à pubalgia poderia direcionar o desenvolvimento de estratégias preventivas e de tratamentos mais assertivos. A redução da amplitude de movimento, a fraqueza ou o desequilíbrio muscular têm sido discutidos como possivelmente associados ao desenvolvimento desta lesão. OBJETIVO: O objetivo do estudo foi comparar a amplitude de movimento, o pico de torque e o equilíbrio entre os músculos adutores e abdutores do quadril entre atletas com e sem diagnóstico de pubalgia. MÉTODOS: Foram avaliados 18 atletas (9 sem diagnóstico de pubalgia - grupo controle e 9 com diagnóstico de pubalgia – grupo experimental). Os participantes foram submetidos a uma avaliação muscular isocinética dos músculos abdutores e adutores dos quadris nas velocidades de 30 e 150º/s e avaliação da amplitude de movimento do quadril. RESULTADOS: O grupo experimental apresentou pico de torque significativamente menor do que do grupo controle na avaliação de adutores a 30°/s tanto entre o membro dominante (136,61±37,25;184,92±57,14Nm, respectivamente, p=0,049) como no não dominante (139,05±33,44;182,34±46,63Nm, p=0,037). Já a 150°/s tal diferença não foi observada (113,26±44,24;139,32±42,55Nm, p=0,221) no membro dominante, mas no não dominante sim (117,82±27,19;154,56±38,80Nm, p=0,033). A avaliação entre os abdutores não revelou diferença estatística tanto a 30°/s (132,65±58,28;144,66±58,93Nm, p=0,0618), como a 150°/s (103,58±38,44;114,16±41,49Nm, p=0,264) entre os membros dominantes. CONCLUSÃO: Atletas com diagnóstico de pubalgia apresentam menor pico de toque dos músculos adutores do quadril. Os dados apresentados neste estudo podem auxiliar técnicos e profissionais de medicina esportiva na prevenção e tratamento da pubalgia. INTRODUCTION: Hip and groin pain represent an important cause of missing training and competition in sports, mostly in modalities requiring intense and multidirectional muscular contractions. Identifying groin pain associated factors could lead to developing preventive strategies and more accurate treatment. It has been discussed that hip limited range of motion, muscular weakness or strength imbalance may be associated with the development of those injuries. OBJECTIVE: The objective of the study was to compare range of motion, peak torque and peak torque ratio between hip adductors and abductors muscles among athletes with groin pain diagnosis and controls. METHODS: 18 athletes were evaluated (9 with no groin paincontrol group and 9 with groin pain diagnosis – experimental group). Participants were submitted to a hip adductor and abductor isokinetic muscular assessment at 30 and 150º/s velocities and hip range of motion evaluation. RESULTS: The experimental group presented significantly lower hip adductors peak torque at 30°/s for both dominant (136,61±37,25;184,92±57,14Nm, respectively, p=0,049) and nondominant member (139,05±33,44;182,34±46,63Nm, p=0,037) comparing to control group. However, at 150°/s such difference was not observed for dominant (113,26±44,24;139,32±42,55Nm, p=0,221), but only for non-dominant member (117,82±27,19;154,56±38,80Nm, p=0,033). Abductors assessment didn´t reveal statistics difference both at 30°/s (132,65±58,28;144,66±58,93Nm, p=0,0618), and at 150°/s (103,58±38,44;114,16±41,49Nm, p=0,264) for the dominant member. CONCLUSION: Athletes with groin pain present lower adductor hip muscles peak torque. Data presented in this study could support coaches and sports medicine professional in preventing and treating groin pain.84 f.MURARA, Pedro Bruno Costa. Desempenho muscular e amplitude de movimento de atletas com diagnóstico de pubalgia. São Paulo, 2020. 84 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Translacional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/61355https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10839703ark:/48912/001300001r3m1porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessPubalgiaForça muscularDesequilíbrio muscularLesão esportivaArco de movimentoAmplitude de movimento articularDor crônicaVirilhaContração muscularTraumatismos em atletasDesempenho muscular e amplitude de movimento de atletas com diagnóstico de pubalgiaMuscular performance and range of motion in athletes with chronic groin paininfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina 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INTRODUÇÃO: Dores na região púbica e inguinal representam uma importante causa de afastamento dos atletas das sessões de treino e das competições, especialmente em modalidades que demandam contrações musculares intensas e multidirecionais. A identificação de fatores associados à pubalgia poderia direcionar o desenvolvimento de estratégias preventivas e de tratamentos mais assertivos. A redução da amplitude de movimento, a fraqueza ou o desequilíbrio muscular têm sido discutidos como possivelmente associados ao desenvolvimento desta lesão. OBJETIVO: O objetivo do estudo foi comparar a amplitude de movimento, o pico de torque e o equilíbrio entre os músculos adutores e abdutores do quadril entre atletas com e sem diagnóstico de pubalgia. MÉTODOS: Foram avaliados 18 atletas (9 sem diagnóstico de pubalgia - grupo controle e 9 com diagnóstico de pubalgia – grupo experimental). Os participantes foram submetidos a uma avaliação muscular isocinética dos músculos abdutores e adutores dos quadris nas velocidades de 30 e 150º/s e avaliação da amplitude de movimento do quadril. RESULTADOS: O grupo experimental apresentou pico de torque significativamente menor do que do grupo controle na avaliação de adutores a 30°/s tanto entre o membro dominante (136,61±37,25;184,92±57,14Nm, respectivamente, p=0,049) como no não dominante (139,05±33,44;182,34±46,63Nm, p=0,037). Já a 150°/s tal diferença não foi observada (113,26±44,24;139,32±42,55Nm, p=0,221) no membro dominante, mas no não dominante sim (117,82±27,19;154,56±38,80Nm, p=0,033). A avaliação entre os abdutores não revelou diferença estatística tanto a 30°/s (132,65±58,28;144,66±58,93Nm, p=0,0618), como a 150°/s (103,58±38,44;114,16±41,49Nm, p=0,264) entre os membros dominantes. CONCLUSÃO: Atletas com diagnóstico de pubalgia apresentam menor pico de toque dos músculos adutores do quadril. Os dados apresentados neste estudo podem auxiliar técnicos e profissionais de medicina esportiva na prevenção e tratamento da pubalgia. |
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