Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Queiroz, Rosana
Orientador(a): Testa, Jose Ricardo Gurgel [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000232j7
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60856
Resumo: Objetivo: Avaliar os efeitos da Reabilitação Neuro Oclusal em pacientes com paralisia facial periférica crônica, observando a diminuição de sintomas da disfunção mastigatória. Métodos: Foram selecionados 65 pacientes do ambulatório da Disciplina de Otologia e Otoneurologia, setor de distúrbios do nervo facial da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com PFP crônica de ambos os gêneros com idade entre 18 e 60 anos; de acordo com os critérios de inclusão e exclusão, restaram 44 pacientes, entretanto, devido a problemas inerentes à pesquisa restaram 14 pacientes que foram randomizados em dois grupos: controle e tratamento. Sete fizeram parte do grupo controle, durante três meses e sete realizaram o tratamento. O grupo controle passou posteriormente para grupo tratamento após o período de controle, aumentando o número de pacientes, que foram analisados em extratos com características semelhantes no fator prognóstico, foi feito o cegamento, em ambos os grupos. No grupo de tratamento, foi aplicada a técnica de Reabilitação Neuro Oclusal e realizados modelos gnatostáticos antes e após o tratamento para contar os contatos dentários. A Escala Visual Analógica foi realizada nos dois grupos. Os resultados foram avaliados estatisticamente. O teste exato de Fisher verificou a homogeneidade da amostra. A comparação entre os grupos através da escala visual analógica foi pela análise de variância (ANOVA). A comparação entre os grupos, em cada período do estudo (inicial e final), foi através do teste t para duas amostras independentes. A comparação do número de contatos dentários entre a avaliação inicial e final, no grupo tratamento, também foi feita pelo teste t, para amostras relacionadas. Resultados: A amostra era homogênea entre os grupos, com relação à idade, ao gênero e agente etiológico. Na escala visual analógica, ocorreu diferença entre os grupos controle e tratamento. Comparando-se os grupos separadamente para cada período houve o a homogeneidade dos grupos de pacientes antes do tratamento, mas após o tratamento, ocorreu uma diminuição da EVA, indicando melhora. Houve um aumento no número de contatos dentários, após a realização do ajuste oclusal, e uma correlação entre a diminuição da escala analógica visual e o aumento do número de contatos dentários, e também uma associação entre a melhora clínica dos pacientes e o aumento de contatos dentários. Conclusão: A Reabilitação Neuro oclusal, contribuiu para a melhora clínica dos sintomas de disfunção mastigatória relatada pelos pacientes.
id UFSP_47283904201a43726a8b065e4feca34d
oai_identifier_str oai:repositorio.unifesp.br:11600/60856
network_acronym_str UFSP
network_name_str Repositório Institucional da UNIFESP
repository_id_str
spelling http://lattes.cnpq.br/8810488816785048http://lattes.cnpq.br/1154965263654209Queiroz, Rosanahttp://lattes.cnpq.br/2188114116352463Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Testa, Jose Ricardo Gurgel [UNIFESP]Santos, José Lazaro BarbosaSão Paulo2021-04-13T13:44:54Z2021-04-13T13:44:54Z2010-09-01Objetivo: Avaliar os efeitos da Reabilitação Neuro Oclusal em pacientes com paralisia facial periférica crônica, observando a diminuição de sintomas da disfunção mastigatória. Métodos: Foram selecionados 65 pacientes do ambulatório da Disciplina de Otologia e Otoneurologia, setor de distúrbios do nervo facial da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com PFP crônica de ambos os gêneros com idade entre 18 e 60 anos; de acordo com os critérios de inclusão e exclusão, restaram 44 pacientes, entretanto, devido a problemas inerentes à pesquisa restaram 14 pacientes que foram randomizados em dois grupos: controle e tratamento. Sete fizeram parte do grupo controle, durante três meses e sete realizaram o tratamento. O grupo controle passou posteriormente para grupo tratamento após o período de controle, aumentando o número de pacientes, que foram analisados em extratos com características semelhantes no fator prognóstico, foi feito o cegamento, em ambos os grupos. No grupo de tratamento, foi aplicada a técnica de Reabilitação Neuro Oclusal e realizados modelos gnatostáticos antes e após o tratamento para contar os contatos dentários. A Escala Visual Analógica foi realizada nos dois grupos. Os resultados foram avaliados estatisticamente. O teste exato de Fisher verificou a homogeneidade da amostra. A comparação entre os grupos através da escala visual analógica foi pela análise de variância (ANOVA). A comparação entre os grupos, em cada período do estudo (inicial e final), foi através do teste t para duas amostras independentes. A comparação do número de contatos dentários entre a avaliação inicial e final, no grupo tratamento, também foi feita pelo teste t, para amostras relacionadas. Resultados: A amostra era homogênea entre os grupos, com relação à idade, ao gênero e agente etiológico. Na escala visual analógica, ocorreu diferença entre os grupos controle e tratamento. Comparando-se os grupos separadamente para cada período houve o a homogeneidade dos grupos de pacientes antes do tratamento, mas após o tratamento, ocorreu uma diminuição da EVA, indicando melhora. Houve um aumento no número de contatos dentários, após a realização do ajuste oclusal, e uma correlação entre a diminuição da escala analógica visual e o aumento do número de contatos dentários, e também uma associação entre a melhora clínica dos pacientes e o aumento de contatos dentários. Conclusão: A Reabilitação Neuro oclusal, contribuiu para a melhora clínica dos sintomas de disfunção mastigatória relatada pelos pacientes.Propose: Accessing Neuro-Occlusal Rehabilitation effects in patients with chronic peripheral facial paralysis by observing the decrease of the symptoms in the masticatory dysfunction. Methods: There has been a selection of sixty five (65 PFP) traumatic and chronic idiopathic patients from the out-patient clinic of Otorhinolaryngology, sector of facial nerve disorders in UNIFESP. The patients were of both genders, aged between 18 and 60. They have been examined according to the criteria of inclusion and exclusion, resulting in forty-four remaining patients. However, due to inherent problems in the polls, a lasting fourteen-patient group was randomized (sub-divided) in 2 groups: control and treatment. Seven patients belonged to the control group during three months and seven patients had completed treatment. The control group subsequently was gathered together with the treatment group after the control period, increasing the number of patients which have been analyzed in extracts with similar characteristics in a prognostic factor. It was made the blinding in both groups. In the treatment group, we applied the technique of Rehabilitation and Neuro Occlusal, gnatostatics models made before and after treatment to count the dental contacts. The visual-analog scale was performed in both groups. The results were statistically evaluated. The Fisher exact test verified the homogeneity of the sample. The comparison between groups using a visual-analog scale was by analysis of variance (ANOVA). The comparison made between the groups in each study period (start and end), by t test for two independent samples. The comparison of the number of dental contacts between base-line and final, in the treatment group, was also performed by t test for related samples. Results: The sample was homogeneous between the groups regarding age, gender, and agent. On the visual analog scale, significant difference was seen between the treatment and the control groups. Comparing the groups separately, for each period there was homogeneity of the groups of patients before treatment, and after the treatment, a decrease in the VAS indicating improvement could be seen. There was an increase in the number of dental contacts after occlusal adjustment, a correction between the lower visual-analog scale, and the increased number of dental contacts, and the association between patients' clinical improvement and increase of dental contacts. Conclusion: Neuro-Rehabilitation Occlusal contributed to the improvement of clinical symptoms of masticatory dysfunction reported by patients.68 p.Queiroz R. ; TESTA, J. R. G. ; SANTOS, J. L. B. ; MACEDO, F. J. M. O ajuste oclusal no tratamento da paralisia facial-ensaio clínico randomizado controlado. Revista da APCD, v. 74, p. 145-154, 2020.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60856ark:/48912/00130000232j7porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessParalisia FacialReabilitaçãoOclusão DentariaAjuste OclusalTerapiaMá oclusãoReabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controladoNeuro oclusal hehabilitation in patient with peripheral facial paralysis - a randomized clinical trialinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPPró-reitoria de Pós-graduação e PesquisaEscola Paulista de Medicina (EPM)Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e PescoçoMedicina (Otorrinolaringologia)MultidisciplinarDisfunções Osteo Mucosas do Osso TemporalLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85475https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/02f06895-49d8-4f8a-b2cc-ed1fdb10f56e/downloadbcd5359dc8f8ae67123e5b6a075c4bc3MD56ORIGINALRosana_Dissertacao terminada (1).pdfRosana_Dissertacao terminada (1).pdfDissertação Terminadaapplication/pdf2937604https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/58e59eff-b3a5-4432-b7ec-5c3ba2c3ee33/downloaddc9a4c06787c71e26a1aa463f986568aMD55TEXTRosana_Dissertacao terminada (1).pdf.txtRosana_Dissertacao terminada (1).pdf.txtExtracted texttext/plain97110https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/02120ce4-dcb8-4666-a0a8-bd5b8c66e590/download7043783e2303b7a7f294b3c6983d3958MD57THUMBNAILRosana_Dissertacao terminada (1).pdf.jpgRosana_Dissertacao terminada (1).pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3176https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9525dc7e-a2e9-4019-9492-e73ec16b7e4b/download60d5551fd3deb4e59f4e98b321998ef9MD5811600/608562024-08-03 11:01:09.475oai:repositorio.unifesp.br:11600/60856https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T11:01:09Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)falseVEVSTU9TIEUgQ09OREnDh8OVRVMgUEFSQSBPIExJQ0VOQ0lBTUVOVE8gRE8gQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIE5PIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVOSUZFU1AgKHZlcnPDo28gMS4wKQoKMS4gRXUsIFJvc2FuYSBRdWVpcm96IChxdWVpcm96LnJvc2FuYUB1bmlmZXNwLmJyKSwgcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8g4oCcUmVhYmlsaXRhw6fDo28gTmV1cm8gT2N1c2FsIGVtIHBhY2llbnRlIGNvbSBwYXJhbGlzaWEgRmFjaWFsIFBlcmlmw6lyaWNhLSBFbnNhaW8gQ2xpbmljbyBSYW5kb21pemFkbyBDb250cm9sYWRv4oCdIGUvb3UgdXN1w6FyaW8tZGVwb3NpdGFudGUgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCwgYXNzZWd1cm8gbm8gcHJlc2VudGUgYXRvIHF1ZSBzb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGF0cmltb25pYWlzIGUvb3UgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHRvdGFsaWRhZGUgZGEgT2JyYSBvcmEgZGVwb3NpdGFkYSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwsIGJlbSBjb21vIGRlIHNldXMgY29tcG9uZW50ZXMgbWVub3JlcywgZW0gc2UgdHJhdGFuZG8gZGUgb2JyYSBjb2xldGl2YSwgY29uZm9ybWUgbyBwcmVjZWl0dWFkbyBwZWxhIExlaSA5LjYxMC85OCBlL291IExlaSA5LjYwOS85OC4gTsOjbyBzZW5kbyBlc3RlIG8gY2FzbywgYXNzZWd1cm8gdGVyIG9idGlkbyBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMgYXV0b3JpemHDp8OjbyBwcsOpdmlhIGUgZXhwcmVzc2EgcGFyYSBvIGRlcMOzc2l0byBlIHBhcmEgYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApIGUgc2V1cyBmdW5jaW9uw6FyaW9zIGRlIHF1YWxxdWVyIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgcGVsbyB1c28gbsOjby1hdXRvcml6YWRvIGRvIG1hdGVyaWFsIGRlcG9zaXRhZG8sIHNlamEgZW0gdmluY3VsYcOnw6NvIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVOSUZFU1AsIHNlamEgZW0gdmluY3VsYcOnw6NvIGEgcXVhaXNxdWVyIHNlcnZpw6dvcyBkZSBidXNjYSBlIGRlIGRpc3RyaWJ1acOnw6NvIGRlIGNvbnRlw7pkbyBxdWUgZmHDp2FtIHVzbyBkYXMgaW50ZXJmYWNlcyBlIGVzcGHDp28gZGUgYXJtYXplbmFtZW50byBwcm92aWRlbmNpYWRvcyBwZWxhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApIHBvciBtZWlvIGRlIHNldXMgc2lzdGVtYXMgaW5mb3JtYXRpemFkb3MuCgoyLiBBIGNvbmNvcmTDom5jaWEgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EgdGVtIGNvbW8gY29uc2VxdcOqbmNpYSBhIHRyYW5zZmVyw6puY2lhLCBhIHTDrXR1bG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZSBuw6NvLW9uZXJvc28sIGlzZW50YSBkbyBwYWdhbWVudG8gZGUgcm95YWx0aWVzIG91IHF1YWxxdWVyIG91dHJhIGNvbnRyYXByZXN0YcOnw6NvLCBwZWN1bmnDoXJpYSBvdSBuw6NvLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXJtYXplbmFyIGRpZ2l0YWxtZW50ZSwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlIGRlIGRpc3RyaWJ1aXIgbmFjaW9uYWwgZSBpbnRlcm5hY2lvbmFsbWVudGUgYSBPYnJhLCBpbmNsdWluZG8tc2UgbyBzZXUgcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0LCBwb3IgbWVpb3MgZWxldHLDtG5pY29zIGFvIHDDumJsaWNvIGVtIGdlcmFsLCBlbSByZWdpbWUgZGUgYWNlc3NvIGFiZXJ0by4KCjMuIEEgcHJlc2VudGUgbGljZW7Dp2EgdGFtYsOpbSBhYnJhbmdlLCBub3MgbWVzbW9zIHRlcm1vcyBlc3RhYmVsZWNpZG9zIG5vIGl0ZW0gMiwgc3VwcmEsIHF1YWxxdWVyIGRpcmVpdG8gZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBjYWLDrXZlbCBlbSByZWxhw6fDo28gw6AgT2JyYSBvcmEgZGVwb3NpdGFkYSwgaW5jbHVpbmRvLXNlIG9zIHVzb3MgcmVmZXJlbnRlcyDDoCByZXByZXNlbnRhw6fDo28gcMO6YmxpY2EgZS9vdSBleGVjdcOnw6NvIHDDumJsaWNhLCBiZW0gY29tbyBxdWFscXVlciBvdXRyYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGNvbXVuaWNhw6fDo28gYW8gcMO6YmxpY28gcXVlIGV4aXN0YSBvdSB2ZW5oYSBhIGV4aXN0aXIsIG5vcyB0ZXJtb3MgZG8gYXJ0aWdvIDY4IGUgc2VndWludGVzIGRhIExlaSA5LjYxMC85OCwgbmEgZXh0ZW5zw6NvIHF1ZSBmb3IgYXBsaWPDoXZlbCBhb3Mgc2VydmnDp29zIHByZXN0YWRvcyBhbyBww7pibGljbyBwZWxhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApLgoKNC4gRXN0YSBsaWNlbsOnYSBhYnJhbmdlLCBhaW5kYSwgbm9zIG1lc21vcyB0ZXJtb3MgZXN0YWJlbGVjaWRvcyBubyBpdGVtIDIsIHN1cHJhLCB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIGRlIGFydGlzdGFzIGludMOpcnByZXRlcyBvdSBleGVjdXRhbnRlcywgcHJvZHV0b3JlcyBmb25vZ3LDoWZpY29zIG91IGVtcHJlc2FzIGRlIHJhZGlvZGlmdXPDo28gcXVlIGV2ZW50dWFsbWVudGUgc2VqYW0gYXBsaWPDoXZlaXMgZW0gcmVsYcOnw6NvIMOgIG9icmEgZGVwb3NpdGFkYSwgZW0gY29uZm9ybWlkYWRlIGNvbSBvIHJlZ2ltZSBmaXhhZG8gbm8gVMOtdHVsbyBWIGRhIExlaSA5LjYxMC85OC4KCjUuIFNlIGEgT2JyYSBkZXBvc2l0YWRhIGZvaSBvdSDDqSBvYmpldG8gZGUgZmluYW5jaWFtZW50byBwb3IgaW5zdGl0dWnDp8O1ZXMgZGUgZm9tZW50byDDoCBwZXNxdWlzYSBvdSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBzZW1lbGhhbnRlLCB2b2PDqiBvdSBvIHRpdHVsYXIgYXNzZWd1cmEgcXVlIGN1bXByaXUgdG9kYXMgYXMgb2JyaWdhw6fDtWVzIHF1ZSBsaGUgZm9yYW0gaW1wb3N0YXMgcGVsYSBpbnN0aXR1acOnw6NvIGZpbmFuY2lhZG9yYSBlbSByYXrDo28gZG8gZmluYW5jaWFtZW50bywgZSBxdWUgbsOjbyBlc3TDoSBjb250cmFyaWFuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzcG9zacOnw6NvIGNvbnRyYXR1YWwgcmVmZXJlbnRlIMOgIHB1YmxpY2HDp8OjbyBkbyBjb250ZcO6ZG8gb3JhIHN1Ym1ldGlkbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTklGRVNQLgoKNi4gQ2FzbyBhIE9icmEgb3JhIGRlcG9zaXRhZGEgZW5jb250cmUtc2UgbGljZW5jaWFkYSBzb2IgdW1hIGxpY2Vuw6dhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgKHF1YWxxdWVyIHZlcnPDo28pLCBzb2IgYSBsaWNlbsOnYSBHTlUgRnJlZSBEb2N1bWVudGF0aW9uIExpY2Vuc2UgKHF1YWxxdWVyIHZlcnPDo28pLCBvdSBvdXRyYSBsaWNlbsOnYSBxdWFsaWZpY2FkYSBjb21vIGxpdnJlIHNlZ3VuZG8gb3MgY3JpdMOpcmlvcyBkYSBEZWZpbml0aW9uIG9mIEZyZWUgQ3VsdHVyYWwgV29ya3MgKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vZnJlZWRvbWRlZmluZWQub3JnL0RlZmluaXRpb24pIG91IEZyZWUgU29mdHdhcmUgRGVmaW5pdGlvbiAoZGlzcG9uw612ZWwgZW06IGh0dHA6Ly93d3cuZ251Lm9yZy9waGlsb3NvcGh5L2ZyZWUtc3cuaHRtbCksIG8gYXJxdWl2byByZWZlcmVudGUgw6AgT2JyYSBkZXZlIGluZGljYXIgYSBsaWNlbsOnYSBhcGxpY8OhdmVsIGVtIGNvbnRlw7pkbyBsZWfDrXZlbCBwb3Igc2VyZXMgaHVtYW5vcyBlLCBzZSBwb3Nzw612ZWwsIHRhbWLDqW0gZW0gbWV0YWRhZG9zIGxlZ8OtdmVpcyBwb3IgbcOhcXVpbmEuIEEgaW5kaWNhw6fDo28gZGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBkZXZlIHNlciBhY29tcGFuaGFkYSBkZSB1bSBsaW5rIHBhcmEgb3MgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8gb3Ugc3VhIGPDs3BpYSBpbnRlZ3JhbC4KCjcuIEF0ZXN0YSBxdWUgYSBPYnJhIHN1Ym1ldGlkYSBuw6NvIGNvbnTDqW0gcXVhbHF1ZXIgaW5mb3JtYcOnw6NvIGNvbmZpZGVuY2lhbCBzdWEgb3UgZGUgdGVyY2Vpcm9zLgoKOC4gQ29uY2VkZSDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLgoKQW8gY29uY2x1aXIgYXMgZXRhcGFzIGRvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28gZGUgYXJxdWl2b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCwgYXRlc3RvIHF1ZSBsaSBlIGNvbmNvcmRlaSBpbnRlZ3JhbG1lbnRlIGNvbSBvcyB0ZXJtb3MgYWNpbWEgZGVsaW1pdGFkb3MsIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcm8gb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbnMgbWVuY2lvbmFkb3MgYW50ZXJpb3JtZW50ZS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm9zIGl0ZW5zIGFudGVyaW9yZXMsIHZvY8OqIGRldmUgaW50ZXJyb21wZXIgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28uIEEgY29udGludWlkYWRlIGRvIHByb2Nlc3NvIGVxdWl2YWxlIMOgIGNvbmNvcmTDom5jaWEgZSDDoCBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RlIGRvY3VtZW50bywgY29tIHRvZGFzIGFzIGNvbnNlcXXDqm5jaWFzIG5lbGUgcHJldmlzdGFzLCBzdWplaXRhbmRvLXNlIG8gc2lnbmF0w6FyaW8gYSBzYW7Dp8O1ZXMgY2l2aXMgZSBjcmltaW5haXMgY2FzbyBuw6NvIHNlamEgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGF0cmltb25pYWlzIGUvb3UgY29uZXhvcyBhcGxpY8OhdmVpcyDDoCBPYnJhIGRlcG9zaXRhZGEgZHVyYW50ZSBlc3RlIHByb2Nlc3NvLCBvdSBjYXNvIG7Do28gdGVuaGEgb2J0aWRvIHByw6l2aWEgZSBleHByZXNzYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGRvIHRpdHVsYXIgcGFyYSBvIGRlcMOzc2l0byBlIHRvZG9zIG9zIHVzb3MgZGEgT2JyYSBlbnZvbHZpZG9zLgoKUGFyYSBhIHNvbHXDp8OjbyBkZSBxdWFscXVlciBkw7p2aWRhIHF1YW50byBhb3MgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8gZSBxdWFudG8gYW8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgZW52aWUgdW1hIG1lbnNhZ2VtIHBhcmEgbyBlbmRlcmXDp28gZGUgZS1tYWlsOiByZXBvc2l0b3Jpb0B1bmlmZXNwLmJyLgoKU8OjbyBQYXVsbywgTW9uIEFwciAxMiAxNToxODowMCBCUlQgMjAyMS4K
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv Neuro oclusal hehabilitation in patient with peripheral facial paralysis - a randomized clinical trial
title Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
spellingShingle Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
Queiroz, Rosana
Paralisia Facial
Reabilitação
Oclusão Dentaria
Ajuste Oclusal
Terapia
Má oclusão
title_short Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
title_full Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
title_fullStr Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
title_full_unstemmed Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
title_sort Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica - ensaio clínico randomizado controlado
author Queiroz, Rosana
author_facet Queiroz, Rosana
author_role author
dc.contributor.advisor-coLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/8810488816785048
dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/1154965263654209
dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/2188114116352463
dc.contributor.institution.pt_BR.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.author.fl_str_mv Queiroz, Rosana
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Testa, Jose Ricardo Gurgel [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv Santos, José Lazaro Barbosa
contributor_str_mv Testa, Jose Ricardo Gurgel [UNIFESP]
Santos, José Lazaro Barbosa
dc.subject.por.fl_str_mv Paralisia Facial
Reabilitação
Oclusão Dentaria
Ajuste Oclusal
Terapia
Má oclusão
topic Paralisia Facial
Reabilitação
Oclusão Dentaria
Ajuste Oclusal
Terapia
Má oclusão
description Objetivo: Avaliar os efeitos da Reabilitação Neuro Oclusal em pacientes com paralisia facial periférica crônica, observando a diminuição de sintomas da disfunção mastigatória. Métodos: Foram selecionados 65 pacientes do ambulatório da Disciplina de Otologia e Otoneurologia, setor de distúrbios do nervo facial da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com PFP crônica de ambos os gêneros com idade entre 18 e 60 anos; de acordo com os critérios de inclusão e exclusão, restaram 44 pacientes, entretanto, devido a problemas inerentes à pesquisa restaram 14 pacientes que foram randomizados em dois grupos: controle e tratamento. Sete fizeram parte do grupo controle, durante três meses e sete realizaram o tratamento. O grupo controle passou posteriormente para grupo tratamento após o período de controle, aumentando o número de pacientes, que foram analisados em extratos com características semelhantes no fator prognóstico, foi feito o cegamento, em ambos os grupos. No grupo de tratamento, foi aplicada a técnica de Reabilitação Neuro Oclusal e realizados modelos gnatostáticos antes e após o tratamento para contar os contatos dentários. A Escala Visual Analógica foi realizada nos dois grupos. Os resultados foram avaliados estatisticamente. O teste exato de Fisher verificou a homogeneidade da amostra. A comparação entre os grupos através da escala visual analógica foi pela análise de variância (ANOVA). A comparação entre os grupos, em cada período do estudo (inicial e final), foi através do teste t para duas amostras independentes. A comparação do número de contatos dentários entre a avaliação inicial e final, no grupo tratamento, também foi feita pelo teste t, para amostras relacionadas. Resultados: A amostra era homogênea entre os grupos, com relação à idade, ao gênero e agente etiológico. Na escala visual analógica, ocorreu diferença entre os grupos controle e tratamento. Comparando-se os grupos separadamente para cada período houve o a homogeneidade dos grupos de pacientes antes do tratamento, mas após o tratamento, ocorreu uma diminuição da EVA, indicando melhora. Houve um aumento no número de contatos dentários, após a realização do ajuste oclusal, e uma correlação entre a diminuição da escala analógica visual e o aumento do número de contatos dentários, e também uma associação entre a melhora clínica dos pacientes e o aumento de contatos dentários. Conclusão: A Reabilitação Neuro oclusal, contribuiu para a melhora clínica dos sintomas de disfunção mastigatória relatada pelos pacientes.
publishDate 2010
dc.date.issued.fl_str_mv 2010-09-01
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-04-13T13:44:54Z
dc.date.available.fl_str_mv 2021-04-13T13:44:54Z
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv Queiroz R. ; TESTA, J. R. G. ; SANTOS, J. L. B. ; MACEDO, F. J. M. O ajuste oclusal no tratamento da paralisia facial-ensaio clínico randomizado controlado. Revista da APCD, v. 74, p. 145-154, 2020.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60856
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/48912/00130000232j7
identifier_str_mv Queiroz R. ; TESTA, J. R. G. ; SANTOS, J. L. B. ; MACEDO, F. J. M. O ajuste oclusal no tratamento da paralisia facial-ensaio clínico randomizado controlado. Revista da APCD, v. 74, p. 145-154, 2020.
ark:/48912/00130000232j7
url https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60856
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 68 p.
dc.coverage.spatial.pt_BR.fl_str_mv São Paulo
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNIFESP
instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron:UNIFESP
instname_str Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron_str UNIFESP
institution UNIFESP
reponame_str Repositório Institucional da UNIFESP
collection Repositório Institucional da UNIFESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/02f06895-49d8-4f8a-b2cc-ed1fdb10f56e/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/58e59eff-b3a5-4432-b7ec-5c3ba2c3ee33/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/02120ce4-dcb8-4666-a0a8-bd5b8c66e590/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9525dc7e-a2e9-4019-9492-e73ec16b7e4b/download
bitstream.checksum.fl_str_mv bcd5359dc8f8ae67123e5b6a075c4bc3
dc9a4c06787c71e26a1aa463f986568a
7043783e2303b7a7f294b3c6983d3958
60d5551fd3deb4e59f4e98b321998ef9
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
repository.mail.fl_str_mv biblioteca.csp@unifesp.br
_version_ 1865648509164716032