Ação da epiafzeliquina isolada da Bauhinia forficata (Fabaceae) na via sinalização da insulina em células ß pancreáticas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Proenca, Neli Leite [UNIFESP]
Orientador(a): Caperuto, Luciana Chagas [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000027n5k
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1356560
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46636
Resumo: O diabetes é reconhecido como um grupo de distúrbios heterogêneos com os elementos comuns de hiperglicemia e intolerância à glicose, devido à deficiência de insulina, à efetividade prejudicada da ação da insulina ou ambas, sendo a doença não transmissível mais comum globalmente. O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é caracterizado por resistência à insulina e deficiência de insulina relativa, sendo que as razões específicas para o desenvolvimento destas anormalidades ainda não são conhecidas. A insulina é um hormônio pleiotrópico produzido pelas células β pancreáticas, com efeitos metabólicos e que também age na proliferação e diferenciação celular. A via de ação intracelular deste hormônio é bastante complexa e envolve um grande número de proteínas. A oferta de drogas sintéticas para o tratamento do DM2 é bastante ampla atualmente. Apesar desse fato, a possibilidade de utilização de um composto natural seria de grande utilidade e talvez pudesse aumentar a aderência ao tratamento da doença. A Bauhinia forficata é a espécie que apresenta maior número de estudos quanto à atividade hipoglicemiante, sendo muito usada na forma de chás e outras preparações fitoterápicas. No entanto, o exato mecanismo de ação celular de muitos extratos e compostos naturais ainda é obscuro. Portanto, os objetivos deste trabalho foram investigar a atividade antioxidante do composto epiafzelequina (EEE), isolado do extrato das folhas da Bauhinia forficata (Fabaceae), obtido em AcOEt (acetato de etila), no metabolismo de glicose e seus possíveis mecanismos. A toxicidade da EEE foi avaliada por citometria de fluxo com 150 ƞM, 15 µM e 150 µM, após 1 ou 24 h de tratamento. Western Blotting foi utilizada para avaliar nível de fosforilação da AKT e JNK. Células INS1-E foram utilizadas em todos os experimentos. Usando d-Ribose 15 mM e 50 mM para causar estresse oxidativo, observou-se que o estímulo para o estresse oxidativo com 15 mM de d-Ribose não apresentou alterações na fosforilação da AKT e da JNK. Já o estímulo com 50 mM de d-Ribose levou à diminuição da fosforilação da AKT e aumento da JNK, sendo a EEE, na concentração de 150 ƞM, capaz de reverter a diminuição na fosforilação da AKT, sem alterar o aumento da fosforilação da JNK. Nossos resultados permitem concluir que: 1) EEE não altera a viabilidade celular e aumenta a porcentagem de morte celular na concentração de 150 µM; 2) a EEE, na concentração de 150 ƞM é capaz de reverter a diminuição da fosforilação da AKT, mas, não reverte o aumento na fosforilação da JNK, induzidos pela d-Ribose 50 mM. Portanto, a EEE parece atuar na via metabólica enquanto parece não exercer efeito na via inflamatória.
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spelling Proenca, Neli Leite [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Caperuto, Luciana Chagas [UNIFESP]2018-07-27T15:50:36Z2018-07-27T15:50:36Z2014-07-03O diabetes é reconhecido como um grupo de distúrbios heterogêneos com os elementos comuns de hiperglicemia e intolerância à glicose, devido à deficiência de insulina, à efetividade prejudicada da ação da insulina ou ambas, sendo a doença não transmissível mais comum globalmente. O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é caracterizado por resistência à insulina e deficiência de insulina relativa, sendo que as razões específicas para o desenvolvimento destas anormalidades ainda não são conhecidas. A insulina é um hormônio pleiotrópico produzido pelas células β pancreáticas, com efeitos metabólicos e que também age na proliferação e diferenciação celular. A via de ação intracelular deste hormônio é bastante complexa e envolve um grande número de proteínas. A oferta de drogas sintéticas para o tratamento do DM2 é bastante ampla atualmente. Apesar desse fato, a possibilidade de utilização de um composto natural seria de grande utilidade e talvez pudesse aumentar a aderência ao tratamento da doença. A Bauhinia forficata é a espécie que apresenta maior número de estudos quanto à atividade hipoglicemiante, sendo muito usada na forma de chás e outras preparações fitoterápicas. No entanto, o exato mecanismo de ação celular de muitos extratos e compostos naturais ainda é obscuro. Portanto, os objetivos deste trabalho foram investigar a atividade antioxidante do composto epiafzelequina (EEE), isolado do extrato das folhas da Bauhinia forficata (Fabaceae), obtido em AcOEt (acetato de etila), no metabolismo de glicose e seus possíveis mecanismos. A toxicidade da EEE foi avaliada por citometria de fluxo com 150 ƞM, 15 µM e 150 µM, após 1 ou 24 h de tratamento. Western Blotting foi utilizada para avaliar nível de fosforilação da AKT e JNK. Células INS1-E foram utilizadas em todos os experimentos. Usando d-Ribose 15 mM e 50 mM para causar estresse oxidativo, observou-se que o estímulo para o estresse oxidativo com 15 mM de d-Ribose não apresentou alterações na fosforilação da AKT e da JNK. Já o estímulo com 50 mM de d-Ribose levou à diminuição da fosforilação da AKT e aumento da JNK, sendo a EEE, na concentração de 150 ƞM, capaz de reverter a diminuição na fosforilação da AKT, sem alterar o aumento da fosforilação da JNK. Nossos resultados permitem concluir que: 1) EEE não altera a viabilidade celular e aumenta a porcentagem de morte celular na concentração de 150 µM; 2) a EEE, na concentração de 150 ƞM é capaz de reverter a diminuição da fosforilação da AKT, mas, não reverte o aumento na fosforilação da JNK, induzidos pela d-Ribose 50 mM. Portanto, a EEE parece atuar na via metabólica enquanto parece não exercer efeito na via inflamatória.Diabetes is recognized as a heterogeneous group of disorders with the common elements of hyperglycaemia and glucose intolerance due to insulin deficiency, impaired effectiveness of insulin action or both, being the most common non-communicable disease globally. The diabetes mellitus type 2 (DM2) is characterized by insulin resistance and relative insulin deficiency, and the specific reasons for the development of these abnormalities remain unknown. Insulin is a pleiotropic hormone produced by the pancreatic β cells, which also have metabolic effects on cell proliferation and differentiation. The intracellular action of this hormone is quite complex and involves a large number of proteins. The supply of synthetic drugs for the treatment of DM2 is currently quite wide. Despite this fact, the possibility of using a natural compound would be useful and perhaps could increase adherence to treatment of the disease. The Bauhinia forficata is the species that has the highest number of studies of the hypoglycemic activity and is widely used as teas and other herbal preparations. However, the exact mechanism of action of many cellular extracts and natural compounds remains unclear. Therefore, the objectives of this study were to investigate the antioxidant activity of the compound epiafzelechin (EEE), isolated from the leaf extract of Bauhinia forficata (Fabaceae), obtained in AcOEt (ethyl acetate) on glucose metabolism and its possible mechanisms. The toxicity of EEE was assessed by flow cytometry with 150 ƞM, 15 µM and 150 µM, after 1 or 24 h of treatment. Western blotting was used to assess the level of phosphorylation of JNK and AKT. Ins1-E cells were used in all experiments. Using dRibose 15 mM and 50 mM to cause oxidative stress, it was observed that the stimulus for oxidative stress with 15 mM d-Ribose showed no changes in the phosphorylation of AKT and JNK. Since the stimulation with 50 mM D-ribose leads to decreased phosphorylation of AKT and increased JNK, with an EEE concentration of 150 ƞM, can reverse the decrease in AKT phosphorylation, without altering JNK phosphorylation increased . Our results show that: 1) EEE does not alter cell viability and increases the percentage of cell death at a concentration of 150 µM, 2) EEE, at the concentration of 150 ƞM is able to reverse the reduction in phosphorylation of AKT, but does not reverse the increase in JNK phosphorylation induced by 50 mM D- ribose. Therefore, the EEE appears to be important in the metabolic pathway while it seems to have no effect on the inflammatory pathway.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)58 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1356560PROENCA, Neli Leite. Ação da epiafzeliquina isolada da Bauhinia forficata (Fabaceae) na via sinalização da insulina em células ß pancreáticas. 2014. 58 f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Diadema, 2014.2014-0037.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46636ark:/48912/0013000027n5kporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessDiabetes melitos tipo 2Pata-de-vacaEstresse oxidativoINS 1-EAntioxidanteDiabetes mellitus type 2Pata-de-vacaOxidative stressINS 1-EAntioxidantAção da epiafzeliquina isolada da Bauhinia forficata (Fabaceae) na via sinalização da insulina em células ß pancreáticasAction epiafzelechin isolated from Bauhinia forficata (Fabaceae) in the insulin signaling pathway in pancreatic-cellsinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)Biologia QuímicaBiologia QuímicaBiologia Química de SistemasORIGINALDissertação Neli Leite Proença.pdfDissertação Neli Leite Proença.pdfapplication/pdf669918https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/50680be4-24c2-4cf1-b8ab-999281cec84e/downloada1219c2970590cba65812625d387d0ccMD51TEXTDissertação Neli Leite Proença.pdf.txtDissertação Neli Leite Proença.pdf.txtExtracted texttext/plain102546https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0f506d73-6af7-476a-9dde-9c3af04e05e9/download6ff5708854afd85d76d277d188e1ff4eMD52THUMBNAILDissertação Neli Leite Proença.pdf.jpgDissertação Neli Leite Proença.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3554https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/967ac37c-329b-4e50-8d2e-db217ee089fb/download7dee9fdd91fab1d8863fc01032ed11a4MD5311600/466362024-08-08 21:16:17.266oai:repositorio.unifesp.br:11600/46636https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-08T21:16:17Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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