Influência da asma alérgica experimental nos aspectos morfoestruturais e imunológicos das glândulas salivares de camundongos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Hille, Filipe Stigliano [UNIFESP]
Orientador(a): Ferreira, Caroline Marcantonio [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001m2vk
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/67226
Resumo: Mucosas são constituídas por células epiteliais que revestem cavidades do corpo que se comunicam com o exterior. Atuam como barreira física e imunológica contra agressores ambientais. Sabe-se que a comunicação entre mucosas é possível. A comunicação entre mucosa intestinal e respiratória é extremamente estudada e discutida na literatura, contudo, a relação entre mucosa oral e respiratória tem sido pouco explorada. Considerando que a asma é uma doença inflamatória das vias aéreas, objetiva-se com este trabalho investigar a influência desta patologia sobre as glândulas salivares. Para atingir esse objetivo, utilizou-se um modelo de asma experimental em camundongos BALB/c induzida com ovalbumina (OVA). Camundongos foram sensibilizados intraperitonealmente com 200 µg de OVA e 1,3 mg hidróxido de alumínio nos dias 0 e 7. Nos dias 21, 22 e 23 estes foram desafiados por via intranasal com 30 µl de 100 µg de OVA em PBS. Utilizou-se três grupos de 5 animais — grupo naive (n= 5), grupo tratado com solução salina (n= 5) e grupo sensibilizado e desafiado (n= 5) — e, após a eutanásia, as glândulas salivares, os pulmões e o lavado broncoalveolar (LBA) foram coletados. O desenvolvimento da asma experimental, foi confirmado nos animais, através da análise da inflamação das vias aéreas. A celularidade do (LBA) aumentou no grupo OVA, comprovando a inflamação alérgica pulmonar e corroborando com os dados de PAS.  Posteriormente, analisou-se a presença de alterações morfoestruturais em H&E na porção secretora e ductal. Estudou-se também marcadores inflamatórios no pulmão e nas glândulas salivares. As glândulas salivares do grupo experimentalmente asmático apresentaram aumento do infiltrado eosinofílico e diminição na área e no perímetro de unidades secretoras terminais comparados ao grupo naive e desafiado com salina (grupo não asmático). A espessura da parede do ducto excretor das glândulas salivares, dos animais experimentalmente asmáticos, ficou reduzida apenas em relação ao grupo naive. Conclui-se que as glândulas salivares dos animais experimentalmente asmáticos apresentam um infiltrado eosinofílico e alterações morfológicas de unidades secretoras terminais e ductos salivares, permitindo-nos sugerir a existência de comunicação entre mucosa respiratória e mucosa oral contudo, mais estudos são necessários para compreender as alterações fisiológicas da saliva e as consequências para saúde oral.
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Camundongos foram sensibilizados intraperitonealmente com 200 µg de OVA e 1,3 mg hidróxido de alumínio nos dias 0 e 7. Nos dias 21, 22 e 23 estes foram desafiados por via intranasal com 30 µl de 100 µg de OVA em PBS. Utilizou-se três grupos de 5 animais — grupo naive (n= 5), grupo tratado com solução salina (n= 5) e grupo sensibilizado e desafiado (n= 5) — e, após a eutanásia, as glândulas salivares, os pulmões e o lavado broncoalveolar (LBA) foram coletados. O desenvolvimento da asma experimental, foi confirmado nos animais, através da análise da inflamação das vias aéreas. A celularidade do (LBA) aumentou no grupo OVA, comprovando a inflamação alérgica pulmonar e corroborando com os dados de PAS.  Posteriormente, analisou-se a presença de alterações morfoestruturais em H&E na porção secretora e ductal. Estudou-se também marcadores inflamatórios no pulmão e nas glândulas salivares. As glândulas salivares do grupo experimentalmente asmático apresentaram aumento do infiltrado eosinofílico e diminição na área e no perímetro de unidades secretoras terminais comparados ao grupo naive e desafiado com salina (grupo não asmático). A espessura da parede do ducto excretor das glândulas salivares, dos animais experimentalmente asmáticos, ficou reduzida apenas em relação ao grupo naive. Conclui-se que as glândulas salivares dos animais experimentalmente asmáticos apresentam um infiltrado eosinofílico e alterações morfológicas de unidades secretoras terminais e ductos salivares, permitindo-nos sugerir a existência de comunicação entre mucosa respiratória e mucosa oral contudo, mais estudos são necessários para compreender as alterações fisiológicas da saliva e as consequências para saúde oral. Mucous membranes are made up of epithelial cells that line body cavities that communicate with the outside. They act as a physical and immunological barrier against environmental aggressors. It is known that communication between mucous membranes is possible. The communication between intestinal and respiratory mucosa is extremely studied and discussed in the literature, however, the relationship between oral and respiratory mucosa has been little explored. Considering that asthma is an inflammatory disease of the airways, the objective of this work is to investigate the influence of this pathology on the salivary glands. To achieve this objective, a model of experimental asthma in mice induced with ovalbumin (OVA) in BALB/c mice was used. Mice were sensitized intraperitoneally with 200 µg OVA and 1.3 mg aluminum hydroxide on days 0 and 7. On days 21, 22 and 23 they were challenged intranasally with 30 µl of 100 µg OVA in PBS. Three groups of 5 animals were used — naive group (n= 5), saline-treated group (n= 5) and sensitized and challenged group (n= 5) — and, after euthanasia, the salivary glands, the lungs and bronchoalveolar lavage (BAL) were collected. The development of experimental asthma was confirmed in animals by analyzing airway inflammation. The (BAL) cellularity increased in the OVA group, confirming pulmonary allergic inflammation, and corroborating the PAS data. subsequently, the presence of morphostructural alterations in H&E in the secretory and ductal portion was analyzed. Inflammatory markers in the lung and salivary glands were also studied. The salivary glands of the experimentally asthmatic group showed an increase in the eosinophilic infiltrate and a decrease in the area and perimeter of terminal secretory units compared to the naive and saline-challenged group (non-asthmatic group). The thickness of the wall of the excretory duct of the salivary glands, in the experimentally asthmatic animals, was reduced only in relation to the naive group. It is concluded that the salivary glands of experimentally asthmatic animals present an eosinophilic infiltrate and morphological changes in the terminal secretory units and salivary ducts, allowing us to suggest the existence of communication between the respiratory and oral mucosa. physiological properties of saliva and the consequences for oral health.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 19/12324-1cferreira16@unifesp.br128 f.HILLE, F. S. Influência da asma alérgica experimental nos aspectos morfoestruturais e imunológicos das glândulas salivares de camundongos. 2022. 128 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Química) - Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas, Universidade Federal de São Paulo, Diadema, 2022.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/67226ark:/48912/001300001m2vkporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessGlândulas salivaresAsma alérgicaMucosa oralMucosa respiratóriaCavidade oralSalivary glandsAllergic asthmaOral mucosaRespiratory mucosaOral cavityInfluência da asma alérgica experimental nos aspectos morfoestruturais e imunológicos das glândulas salivares de camundongosInfluence of experimental allergic asthma on morphostructural and immunological aspects of mouse salivary glandsinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)Biologia QuímicaBiologia QuímicaBiologia Química de SistemasTEXTDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdf.txtDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdf.txtExtracted texttext/plain117485https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/e0cafc13-c1f5-4c3f-adbc-3862d7ad4124/download8a80b0dc85c3fe351ab851fa60137c45MD59THUMBNAILDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdf.jpgDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2939https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d40cfec4-db26-40c9-a2b8-57387bdb8eb7/download3e811790beeb03989c8e131898b291e9MD510ORIGINALDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdfDISSERTAÇÃO COM DOCUMENTOS 30.01.2023 PDF A.pdfapplication/pdf4892188https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/39006198-1a46-4e8d-a4fd-59fbcee8c80b/download60e1f1211ec9036948304fe17f1c25ceMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85878https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ed8e994c-dfa0-44c9-ac8e-ea69bce1cd10/download581b3339560c0516f74a0ea2b5f6244cMD5211600/672262025-03-28 13:19:38.073oai:repositorio.unifesp.br:11600/67226https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-03-28T13:19:38Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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Hille, Filipe Stigliano [UNIFESP]
Glândulas salivares
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Mucosa oral
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Cavidade oral
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Allergic asthma
Oral mucosa
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description Mucosas são constituídas por células epiteliais que revestem cavidades do corpo que se comunicam com o exterior. Atuam como barreira física e imunológica contra agressores ambientais. Sabe-se que a comunicação entre mucosas é possível. A comunicação entre mucosa intestinal e respiratória é extremamente estudada e discutida na literatura, contudo, a relação entre mucosa oral e respiratória tem sido pouco explorada. Considerando que a asma é uma doença inflamatória das vias aéreas, objetiva-se com este trabalho investigar a influência desta patologia sobre as glândulas salivares. Para atingir esse objetivo, utilizou-se um modelo de asma experimental em camundongos BALB/c induzida com ovalbumina (OVA). Camundongos foram sensibilizados intraperitonealmente com 200 µg de OVA e 1,3 mg hidróxido de alumínio nos dias 0 e 7. Nos dias 21, 22 e 23 estes foram desafiados por via intranasal com 30 µl de 100 µg de OVA em PBS. Utilizou-se três grupos de 5 animais — grupo naive (n= 5), grupo tratado com solução salina (n= 5) e grupo sensibilizado e desafiado (n= 5) — e, após a eutanásia, as glândulas salivares, os pulmões e o lavado broncoalveolar (LBA) foram coletados. O desenvolvimento da asma experimental, foi confirmado nos animais, através da análise da inflamação das vias aéreas. A celularidade do (LBA) aumentou no grupo OVA, comprovando a inflamação alérgica pulmonar e corroborando com os dados de PAS.  Posteriormente, analisou-se a presença de alterações morfoestruturais em H&E na porção secretora e ductal. Estudou-se também marcadores inflamatórios no pulmão e nas glândulas salivares. As glândulas salivares do grupo experimentalmente asmático apresentaram aumento do infiltrado eosinofílico e diminição na área e no perímetro de unidades secretoras terminais comparados ao grupo naive e desafiado com salina (grupo não asmático). A espessura da parede do ducto excretor das glândulas salivares, dos animais experimentalmente asmáticos, ficou reduzida apenas em relação ao grupo naive. Conclui-se que as glândulas salivares dos animais experimentalmente asmáticos apresentam um infiltrado eosinofílico e alterações morfológicas de unidades secretoras terminais e ductos salivares, permitindo-nos sugerir a existência de comunicação entre mucosa respiratória e mucosa oral contudo, mais estudos são necessários para compreender as alterações fisiológicas da saliva e as consequências para saúde oral.
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