Papel dos hormônios estrogênio e progesterona durante o status epilepticus no modelo de lítio-pilocarpina em Proechimys

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Calvo, Viviam Sofia Sanabria [UNIFESP]
Orientador(a): Scerni, Debora Amado [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001qzw3
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8001257
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59905
Resumo: O roedor neotropical Proechimys guyannensis (P. guyannensis), tem despertado interesse em neurociência uma vez que estudos sugerem a resistência desses animais ao desenvolvimento da epilepsia em modelos experimentais de epilepsia do lobo temporal. Porém, a sua fisiologia ainda é pouco conhecida e os estudos têm sido realizados principalmente em machos. Incluir animais fêmeas em estudos básicos é relevante para tornar um estudo em translacional. Objetivos: Na primeira parte do estudo, nosso objetivo foi caracterizar o ciclo estral dos roedores P. guyannensis. Numa segunda parte, nosso objetivo foi verificar, em níveis bioquímicos, hormonais e citoquímicos, os efeitos da pilocarpina na indução do status epilepticus (SE) em P.guyannensis fêmeas. Metodologia: Na primeira parte, lavados vaginais e caracterização dos estados da membrana vaginal foram utilizados para determinar o ciclo estral. Foi realizada a análise hormonal e isolamento de fêmeas a fim de verificar a relação com o ciclo estral. Na segunda etapa do trabalho, realizamos indução de SE com lítio-pilocarpina “ramp-up” e coletamos soro sanguíneo nos períodos 30 e 90 minutos em SE. Em paralelo, analisamos P.guyannensis ooforectomizadas (OVX) para realizar análises comparativas com a fêmeas sham não-ooforectomizadas (NOVX). Adicionalmente, avaliamos a expressão e as colocalizações de receptores de estrógeno (alfa e beta), progesterona, GABAB e mGluR2/3. Resultados: As P. guyannensis, têm ciclos estrais com duração de 9 a 10 dias, sendo a fase estro mais curta (1 dia) e metaestro a mais longa (3-4 dias). Essas fêmeas são capazes de ciclar mesmo na ausência de machos, e suas membranas vaginais não acompanham o ciclo, podendo estar fechada durante os períodos férteis (fase estro). Os níveis de progesterona e estrogênio estão mais elevados na fase proestro. Na segunda parte do estudo, nossos dados mostram que a latência para o SE foi similar a observada para outros roedores, porém a quantidade de pilocarpina necessária para induzir o SE nas Proechimys femêas foi maior (100 vezes ou mais). Durante o SE, as Proechimys evoluíram apenas até o estágio 2 na escala de Racine. Esses dados sugerem uma certa resistência das Proechimys femêas a indução do SE. Com xvii relação às análises bioquímicas e hormonais, houve aumento de glicose e progesterona aos 30 min em SE, que retornaram aos níveis basais aos 90 min. em SE. A expressão de receptores de estrógeno alfa no hipocampo das Proechimys controle foi maior do que a expressão dos receptores beta nos animais do grupo controle, mas aos 90 min em SE, maior expressão dos receptores beta foi observada. Conclusão: Nosso estudo é o primeiro a induzir o SE em P. guyannensis fêmeas e analisar parâmetros hormonais e bioquímicos nessas roedoras aos 30 e 90 min após o SE .As fêmeas são mais resistentes à indução do SE do que os machos .Podemos especular que os aumentos da progesterona e/ou glicose durante o SE fazem parte de mecanismos compensatórios do organismo desses animais.
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spelling Doutoradohttp://lattes.cnpq.br/1780763516426752http://lattes.cnpq.br/3964840204818021Calvo, Viviam Sofia Sanabria [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/5349693565235430Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Scerni, Debora Amado [UNIFESP]Scorza, Carla Alessandra2021-01-19T16:37:03Z2021-01-19T16:37:03Z2019-10-31O roedor neotropical Proechimys guyannensis (P. guyannensis), tem despertado interesse em neurociência uma vez que estudos sugerem a resistência desses animais ao desenvolvimento da epilepsia em modelos experimentais de epilepsia do lobo temporal. Porém, a sua fisiologia ainda é pouco conhecida e os estudos têm sido realizados principalmente em machos. Incluir animais fêmeas em estudos básicos é relevante para tornar um estudo em translacional. Objetivos: Na primeira parte do estudo, nosso objetivo foi caracterizar o ciclo estral dos roedores P. guyannensis. Numa segunda parte, nosso objetivo foi verificar, em níveis bioquímicos, hormonais e citoquímicos, os efeitos da pilocarpina na indução do status epilepticus (SE) em P.guyannensis fêmeas. Metodologia: Na primeira parte, lavados vaginais e caracterização dos estados da membrana vaginal foram utilizados para determinar o ciclo estral. Foi realizada a análise hormonal e isolamento de fêmeas a fim de verificar a relação com o ciclo estral. Na segunda etapa do trabalho, realizamos indução de SE com lítio-pilocarpina “ramp-up” e coletamos soro sanguíneo nos períodos 30 e 90 minutos em SE. Em paralelo, analisamos P.guyannensis ooforectomizadas (OVX) para realizar análises comparativas com a fêmeas sham não-ooforectomizadas (NOVX). Adicionalmente, avaliamos a expressão e as colocalizações de receptores de estrógeno (alfa e beta), progesterona, GABAB e mGluR2/3. Resultados: As P. guyannensis, têm ciclos estrais com duração de 9 a 10 dias, sendo a fase estro mais curta (1 dia) e metaestro a mais longa (3-4 dias). Essas fêmeas são capazes de ciclar mesmo na ausência de machos, e suas membranas vaginais não acompanham o ciclo, podendo estar fechada durante os períodos férteis (fase estro). Os níveis de progesterona e estrogênio estão mais elevados na fase proestro. Na segunda parte do estudo, nossos dados mostram que a latência para o SE foi similar a observada para outros roedores, porém a quantidade de pilocarpina necessária para induzir o SE nas Proechimys femêas foi maior (100 vezes ou mais). Durante o SE, as Proechimys evoluíram apenas até o estágio 2 na escala de Racine. Esses dados sugerem uma certa resistência das Proechimys femêas a indução do SE. Com xvii relação às análises bioquímicas e hormonais, houve aumento de glicose e progesterona aos 30 min em SE, que retornaram aos níveis basais aos 90 min. em SE. A expressão de receptores de estrógeno alfa no hipocampo das Proechimys controle foi maior do que a expressão dos receptores beta nos animais do grupo controle, mas aos 90 min em SE, maior expressão dos receptores beta foi observada. Conclusão: Nosso estudo é o primeiro a induzir o SE em P. guyannensis fêmeas e analisar parâmetros hormonais e bioquímicos nessas roedoras aos 30 e 90 min após o SE .As fêmeas são mais resistentes à indução do SE do que os machos .Podemos especular que os aumentos da progesterona e/ou glicose durante o SE fazem parte de mecanismos compensatórios do organismo desses animais.The neotropical rodent Proechimys guyannensis (P. guyannensis) has aroused interest in neuroscience due to scientific studies suggesting resistance of these animals to the development of epilepsy in experimental models of temporal lobe epilepsy. However, their physiology is still unknown and studies are mostly done on males. Including female animals in basic studies is relevant to make a study translational. Aims: In the first part of the study, our objective was to characterize the estrous cycle of P. guyannensis rodents. In a second part, our objective was to verify at biochemical, hormonal and cytochemical levels, the effect of pilocarpine on the induction of status epilepticus (SE) in female P. guyannensis. Methodology: In the first part, vaginal smears and characterization of vaginal membrane states were used to determine the estrous cycle. Hormonal analysis and isolation of females were performed to verify the relationship with the estrous cycle. In a second stage of the study, we performed lithium-pilocarpine ramp-up SE induction and collected blood serum at 30 and 90 minutes in SE. In parallel, we analyzed oophorectomized (OVX) P.guyannensis to perform comparative analyzes with non- oophorectomized sham females (NOVX). Additionally, we evaluated the expression and colocalization of estrogen receptors (alpha and beta), progesterone, GABAB and mGluR2 / 3. Results: P.guyannensis have estrous cycles lasting 9 to 10 days, with the shortest estrous phase (1 day) and the longest metestrus (3-4 days). These females are able to cycle even in the absence of males, and their vaginal membranes do not follow the cycles and may be closed during fertile periods (estrus phase). Progesterone and estrogen levels are higher in the proestrus phase. In the second part of the study, our data show that SE latency was similar to that observed in other rodents, but the amount of pilocarpine required to induce SE in female Proechimys was higher (100 times or more). During SE, Proechimys evolved only to stage 2 on the Racine scale. These data may suggest some resistance of female Proechimys to SE induction. Regarding biochemical and hormonal analyzes, glucose and progesterone increased at 30 min in SE and returned to normal levels xix at 90 min in SE. The estrogen receptor alpha expression in the Proechimys hippocampus was higher than the beta receptor expression in control animals, but at 90 min in SE, a higher beta expression was observed. Conclusion: Our study is the first to induce SE in female P. guyannensis. and in analyze hormonal and biochemical parameters in these rodents at 30 and 90 min after SE. Females are more resistant to SE than males. We can speculate if the increases in progesterone and/or glucose during SE are part of compensatory mechanism of the organism of these animals.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ( FAPESP)124 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8001257CALVO, Viviam Sofia Sanabria. Papel dos hormônios estrogênio e progesterona durante o status epilepticus no modelo de lítiopilocarpina em Proechimys.. 2019. 124f. Tese (Doutorado em Neurologia e Neurociências) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.Viviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59905ark:/48912/001300001qzw3porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessCiclo EstralHormôniosEpilepsiaPilocarpinaProechimysEstrous CycleHormonesEpilepsyPilocarpineProechimysPapel dos hormônios estrogênio e progesterona durante o status epilepticus no modelo de lítio-pilocarpina em ProechimysRole of estrogen and progesterone during status epilepticus in the lithiumpilocarpine model in Proechimys.info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaNeurologia - NeurociênciasNeurocienciaNeurociência ExperimentalORIGINALViviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdfapplication/pdf2458936https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/429b9254-a047-40f8-a9d6-73cfade0f349/downloadf39bd241852cbb4fcdb074d6eb93ca84MD51TEXTViviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdf.txtViviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdf.txtExtracted texttext/plain116121https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3ec0b12d-308b-4cff-a24d-f60bf9cca479/downloade898ec79e6f95efc0d02cb86b62dbdd9MD52THUMBNAILViviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdf.jpgViviam Sofía Sanabria Calvo-A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2752https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/2958870b-1f46-47f8-8b7d-6a5b4ca791c6/downloadba7e08d67cb1253091946564b0383a73MD5311600/599052024-08-05 14:41:22.774oai:repositorio.unifesp.br:11600/59905https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-05T14:41:22Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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