Da multidão ao império: o ceticismo teórico de Antonio Negri

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Rios, Valdir Lemos [UNIFESP]
Orientador(a): Amadeo, Javier [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001q2z3
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3350706
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46724
Resumo: Com o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), emergiram duas potências que disputariam a hegemonia mundial quando da Guerra Fria (1947-1991): Estados Unidos, liderando o bloco capitalista, e União Soviética, liderando o bloco socialista. Logo após esse período de Guerra Fria, a obra Império ecoou de forma polêmica nos círculos acadêmicos e na mídia com suas teses provocantes. Os autores de Império defendem o fim do imperialismo e, no seu lugar, defendem o surgimento do império, fundamentado na ideia central do declínio da soberania do Estado-nação e na ideia secundária de multidão. Entretanto, consideramos que o surgimento do novo sujeito político ao qual Hardt e Negri se referem é a ideia que dá forma ao império e que o declínio da soberania do Estado-nação é um pressuposto secundário na construção dessa obra. A perspectiva de Hardt e Negri, especialmente do segundo, se deve à experiência política no movimento italiano conhecido como operarismo durante as décadas de 1970 e 1980, período em que o conceito de multidão estava em processo de germinação, e quando uma ruptura teórica levou ao ceticismo teórico
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