Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]
Orientador(a): Ferraz, Fernando Antonio Patriani [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000028pfp
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22787
Resumo: Objetivos: Embora compreenda a mais prevalente desordem do movimento, a fisiopatologia do tremor essencial (TE) e ainda controversa. Conforme a hipotese mais aceita, trata-se de um tremor central causado por uma disfuncao do complexo olivar inferior, provavelmente secundario a uma hipofuncao do sistema GABAergico. Vilela Filho et al (2001), por outro lado, relataram o caso de uma paciente com TE da mao direita que foi completamente eliminado apos uma isquemia restrita ao putamen posterior contralateral e sugeriram que o TE poderia representar a manifestacao clinica da hiperatividade do putamen posterior. O presente estudo foi realizado para testar essa hipotese no mais frequentemente usado modelo animal de TE, o tremor induzido pela harmalina em ratos e, empregando-se o mapeamento fisiologico por estimulacao, melhor determinar a organizacao somatotopica do striatum no rato. Metodos: 54 ratos Wistar machos (peso=250-350g) foram aleatoriamente distribuidos em tres grupos: experimental-GE (n=26), controle cirurgico-GCC (n=18) e controle farmacologico-GCF (n=10). Animais do GE foram submetidos a estriatotomia posterior estereotaxica unilateral (coordenadas: 1.8mm posterior/4.6mm lateral/5.85mm inferior; eletrodo: 0.35mm em diametro externo e 1.0mm de ponta exposta; parametros da lesao eletrolitica: 5.0mA/6o/60Hz) apos estimulacao eletrica do alvo (parametros: 0.2, 0.5, 1.0 e 2.0mA/monopolar/6o/60Hz). Nos animais do GCC, o eletrodo foi introduzido no alvo e retirado, sem se proceder a estimulacao ou lesao. Animais do GCF serviram apenas como controles para os efeitos da harmalina, nao tendo sido operados. Todos os animais (7o dia pos-operatorio naqueles operados) receberam harmalina intraperitonial (20mg/kg/ml), tendo sido o tremor induzido filmado 45 e 110 minutos apos sua administracao. A intensidade do tremor apendicular foi avaliada, independentemente, por um observador ocegoo, enquanto a dos tremores axiais, bem como a latencia e duracao de todos os tremores, pelos pesquisadores. Apos o teste da harmalina, os animais do GE e GCC foram sacrificados e seus cerebros enviados para o exame histopatologico. Resultados: Conforme criterios estabelecidos, 13 animais foram excluidos do estudo. O tremor apendicular mostrou-se reduzido ipsolateralmente a cirurgia em 20/21 animais do GE e em 2/9 do GCC e assimetrico em 1/10 do GCF; tais diferencas foram estatisticamente significantes entre GE e GCC e GE e GCF, mas nao entre GCC e GCF. Curiosamente, a latencia e duracao dos tremores axiais foram menores no GCF que no GE e GCC. A percentagem de reducao media do tremor apendicular foi 43.70%±14.22, tendo sido maior nas patas anteriores que posteriores e apos a estriatotomia posterior direita que esquerda. Lesoes estriatais laterais proporcionaram melhores resultados que as mediais. Conclusoes: Esses resultados sao sugestivos de uma provavel participacao do striatum posterior no tremor induzido pela harmalina em ratos e reforcam a hipotese determinante da realizacao do presente estudo. Os resultados derivados do mapeamento fisiologico estriatal por estimulacao e da resposta do tremor a cirurgia, por sua vez, sugerem a seguinte organizacao somatotopica no striatum dorsal do rato: patas dianteiras (muito provavelmente superpostas), posteriores e ventrais; tronco e cauda, anteriores; e patas traseiras, em posicao intermediaria entre as duas anteriores, anterior e dorsalmente as patas dianteiras, situando-se a contralateral posteriormente a ipsolateral
id UFSP_96b08da1fdde4929ce69cdaf64873de6
oai_identifier_str oai:repositorio.unifesp.br:11600/22787
network_acronym_str UFSP
network_name_str Repositório Institucional da UNIFESP
repository_id_str
spelling Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Ferraz, Fernando Antonio Patriani [UNIFESP]2015-12-06T23:46:12Z2015-12-06T23:46:12Z2006Objetivos: Embora compreenda a mais prevalente desordem do movimento, a fisiopatologia do tremor essencial (TE) e ainda controversa. Conforme a hipotese mais aceita, trata-se de um tremor central causado por uma disfuncao do complexo olivar inferior, provavelmente secundario a uma hipofuncao do sistema GABAergico. Vilela Filho et al (2001), por outro lado, relataram o caso de uma paciente com TE da mao direita que foi completamente eliminado apos uma isquemia restrita ao putamen posterior contralateral e sugeriram que o TE poderia representar a manifestacao clinica da hiperatividade do putamen posterior. O presente estudo foi realizado para testar essa hipotese no mais frequentemente usado modelo animal de TE, o tremor induzido pela harmalina em ratos e, empregando-se o mapeamento fisiologico por estimulacao, melhor determinar a organizacao somatotopica do striatum no rato. Metodos: 54 ratos Wistar machos (peso=250-350g) foram aleatoriamente distribuidos em tres grupos: experimental-GE (n=26), controle cirurgico-GCC (n=18) e controle farmacologico-GCF (n=10). Animais do GE foram submetidos a estriatotomia posterior estereotaxica unilateral (coordenadas: 1.8mm posterior/4.6mm lateral/5.85mm inferior; eletrodo: 0.35mm em diametro externo e 1.0mm de ponta exposta; parametros da lesao eletrolitica: 5.0mA/6o/60Hz) apos estimulacao eletrica do alvo (parametros: 0.2, 0.5, 1.0 e 2.0mA/monopolar/6o/60Hz). Nos animais do GCC, o eletrodo foi introduzido no alvo e retirado, sem se proceder a estimulacao ou lesao. Animais do GCF serviram apenas como controles para os efeitos da harmalina, nao tendo sido operados. Todos os animais (7o dia pos-operatorio naqueles operados) receberam harmalina intraperitonial (20mg/kg/ml), tendo sido o tremor induzido filmado 45 e 110 minutos apos sua administracao. A intensidade do tremor apendicular foi avaliada, independentemente, por um observador ocegoo, enquanto a dos tremores axiais, bem como a latencia e duracao de todos os tremores, pelos pesquisadores. Apos o teste da harmalina, os animais do GE e GCC foram sacrificados e seus cerebros enviados para o exame histopatologico. Resultados: Conforme criterios estabelecidos, 13 animais foram excluidos do estudo. O tremor apendicular mostrou-se reduzido ipsolateralmente a cirurgia em 20/21 animais do GE e em 2/9 do GCC e assimetrico em 1/10 do GCF; tais diferencas foram estatisticamente significantes entre GE e GCC e GE e GCF, mas nao entre GCC e GCF. Curiosamente, a latencia e duracao dos tremores axiais foram menores no GCF que no GE e GCC. A percentagem de reducao media do tremor apendicular foi 43.70%±14.22, tendo sido maior nas patas anteriores que posteriores e apos a estriatotomia posterior direita que esquerda. Lesoes estriatais laterais proporcionaram melhores resultados que as mediais. Conclusoes: Esses resultados sao sugestivos de uma provavel participacao do striatum posterior no tremor induzido pela harmalina em ratos e reforcam a hipotese determinante da realizacao do presente estudo. Os resultados derivados do mapeamento fisiologico estriatal por estimulacao e da resposta do tremor a cirurgia, por sua vez, sugerem a seguinte organizacao somatotopica no striatum dorsal do rato: patas dianteiras (muito provavelmente superpostas), posteriores e ventrais; tronco e cauda, anteriores; e patas traseiras, em posicao intermediaria entre as duas anteriores, anterior e dorsalmente as patas dianteiras, situando-se a contralateral posteriormente a ipsolateralPurposes: Although the most prevalent movement disorder, the pathophysiology of essential tremor (ET) remains controversial. The most accepted hypothesis is that it is a central tremor caused by a dysfunction of the inferior olivary complex, probably secondary to GABAergic system malfunctioning. Evidence for the involvement of the basal ganglia had never been presented. Vilela Filho et al (2001), though, reported a case of a patient with unilateral hand ET which was completely relieved after a stroke restricted to the contralateral posterior putamen and suggested that ET could be the clinical manifestation of posterior putamen hyperactivity. The present study was designed to evaluate this hypothesis in the most used model of ET, harmaline-induced tremor in rats, and, by stimulation mapping, to better determine the somatotopic organization of the rat striatum. Methods: 54 male Wistar rats, 250-350g, were randomly distributed in three groups: experimental-EG (n=26), surgical control-SCG (n=18), and pharmacological control-PCG (n=10) groups. EG animals underwent stereotactic unilateral posterior striatotomy (coordinates: 1.8 posterior/4.6 lateral/5.85mm inferior; electrode: 0.35mm in external diameter and 1.0mm exposed tip; electrolytic lesion parameters: 0.5mA/6”/60Hz) after target stimulation (parameters: 0.2, 0.5, 1.0, and 2.0mA/monopolar/6”/60Hz). SCG rats underwent electrode placement at the target and withdrawn without stimulation or lesioning (sham lesion). PCG served exclusively as controls for harmaline effects. All animals received (7th postoperative day in those of EG and SCG) IP harmaline (20mg/kg/ml) and the induced-tremor was video recorded 45` and 110` after the injection. Limb tremor intensity was independently evaluated by a blind observer, while axial tremors intensity, as well as latency and duration of both limb and axial tremors, were evaluated by the researchers. Animals of EG and SCG were killed after harmaline test and their brains sent to histopathology. Results: Obeying predetermined criteria, 13 animals were excluded from the study. Limb tremor was reduced ipsolaterally to the operation in 20/21 rats of EG and in 2/9 of SCG, and was asymmetric in 1/10 of PCG. Comparisons between EG x SCG and EG x PCG were statistically significant, but not between SCG x PCG. None of the rats presented tremor reduction contralateral to the operation. Curiously, latency and duration of axial tremors, but not of limb tremor, were lesser in PCG than in EG and SCG. The mean percentage of limb tremor reduction in animals of EG was 43.7%±14.22, being greater in anterior than in posterior paws, and after right than left striatotomy. Lateral lesions yielded better results than medial lesions. Conclusions: These results suggest that the posterior striatum is possibly involved with harmaline-induced tremor in rats and give support to our hypothesis, according to which hyperactivity of the posterior putamen may play a role in the genesis of ET. Data provided by stimulation mapping and tremor response to operation suggest the following somatotopic organization in the rat dorsal striatum: forepaws (probably overlapped), caudal and ventral; trunk and tail, rostral; and hind paws, in an intermediary position, dorsal and rostral to the forepaws, being the contralateral one caudal to the ipsolateral.BV UNIFESP: Teses e dissertações252 f.VILELA FILHO, Osvaldo. Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos. 2006. 252 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2006.Publico-22787.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22787ark:/48912/0013000028pfpporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAnimaisAnimaisHarmalinaTremorTremor essencialCorpo estriadoEstimulação elétricaRatos WistarEfeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratosEffects of unilateral stereotactic posterior striatotomy on harmaline-induced tremor in ratsinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Neurologia/Neurociências - EPMORIGINALPublico-22787.pdfPublico-22787.pdfapplication/pdf1271592https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ac202f85-3778-42ea-b93f-959224bd7722/download0995fbc4c5d2bfcd83bbc0084c416f14MD51TEXTPublico-22787.pdf.txtPublico-22787.pdf.txtExtracted texttext/plain102647https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9aa90633-c3d6-4930-a35f-9a098dbe8bd0/download053cb5db172fe6458b6264c46554b96eMD53THUMBNAILPublico-22787.pdf.jpgPublico-22787.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3038https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0ba2376f-030e-43ce-97ea-a81c55e310d9/downloadcb0b7aa61a59762058491e69aa0ff3f1MD5411600/227872024-08-03 22:40:32.767oai:repositorio.unifesp.br:11600/22787https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T22:40:32Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
dc.title.pt.fl_str_mv Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Effects of unilateral stereotactic posterior striatotomy on harmaline-induced tremor in rats
title Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
spellingShingle Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]
Animais
Harmalina
Tremor
Tremor essencial
Corpo estriado
Estimulação elétrica
Ratos Wistar
Animais
title_short Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
title_full Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
title_fullStr Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
title_full_unstemmed Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
title_sort Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos
author Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]
author_facet Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]
author_role author
dc.contributor.institution.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.author.fl_str_mv Vilela Filho, Osvaldo [UNIFESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Ferraz, Fernando Antonio Patriani [UNIFESP]
contributor_str_mv Ferraz, Fernando Antonio Patriani [UNIFESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Animais
Harmalina
Tremor
Tremor essencial
Corpo estriado
Estimulação elétrica
Ratos Wistar
topic Animais
Harmalina
Tremor
Tremor essencial
Corpo estriado
Estimulação elétrica
Ratos Wistar
Animais
dc.subject.decs.pt.fl_str_mv Animais
description Objetivos: Embora compreenda a mais prevalente desordem do movimento, a fisiopatologia do tremor essencial (TE) e ainda controversa. Conforme a hipotese mais aceita, trata-se de um tremor central causado por uma disfuncao do complexo olivar inferior, provavelmente secundario a uma hipofuncao do sistema GABAergico. Vilela Filho et al (2001), por outro lado, relataram o caso de uma paciente com TE da mao direita que foi completamente eliminado apos uma isquemia restrita ao putamen posterior contralateral e sugeriram que o TE poderia representar a manifestacao clinica da hiperatividade do putamen posterior. O presente estudo foi realizado para testar essa hipotese no mais frequentemente usado modelo animal de TE, o tremor induzido pela harmalina em ratos e, empregando-se o mapeamento fisiologico por estimulacao, melhor determinar a organizacao somatotopica do striatum no rato. Metodos: 54 ratos Wistar machos (peso=250-350g) foram aleatoriamente distribuidos em tres grupos: experimental-GE (n=26), controle cirurgico-GCC (n=18) e controle farmacologico-GCF (n=10). Animais do GE foram submetidos a estriatotomia posterior estereotaxica unilateral (coordenadas: 1.8mm posterior/4.6mm lateral/5.85mm inferior; eletrodo: 0.35mm em diametro externo e 1.0mm de ponta exposta; parametros da lesao eletrolitica: 5.0mA/6o/60Hz) apos estimulacao eletrica do alvo (parametros: 0.2, 0.5, 1.0 e 2.0mA/monopolar/6o/60Hz). Nos animais do GCC, o eletrodo foi introduzido no alvo e retirado, sem se proceder a estimulacao ou lesao. Animais do GCF serviram apenas como controles para os efeitos da harmalina, nao tendo sido operados. Todos os animais (7o dia pos-operatorio naqueles operados) receberam harmalina intraperitonial (20mg/kg/ml), tendo sido o tremor induzido filmado 45 e 110 minutos apos sua administracao. A intensidade do tremor apendicular foi avaliada, independentemente, por um observador ocegoo, enquanto a dos tremores axiais, bem como a latencia e duracao de todos os tremores, pelos pesquisadores. Apos o teste da harmalina, os animais do GE e GCC foram sacrificados e seus cerebros enviados para o exame histopatologico. Resultados: Conforme criterios estabelecidos, 13 animais foram excluidos do estudo. O tremor apendicular mostrou-se reduzido ipsolateralmente a cirurgia em 20/21 animais do GE e em 2/9 do GCC e assimetrico em 1/10 do GCF; tais diferencas foram estatisticamente significantes entre GE e GCC e GE e GCF, mas nao entre GCC e GCF. Curiosamente, a latencia e duracao dos tremores axiais foram menores no GCF que no GE e GCC. A percentagem de reducao media do tremor apendicular foi 43.70%±14.22, tendo sido maior nas patas anteriores que posteriores e apos a estriatotomia posterior direita que esquerda. Lesoes estriatais laterais proporcionaram melhores resultados que as mediais. Conclusoes: Esses resultados sao sugestivos de uma provavel participacao do striatum posterior no tremor induzido pela harmalina em ratos e reforcam a hipotese determinante da realizacao do presente estudo. Os resultados derivados do mapeamento fisiologico estriatal por estimulacao e da resposta do tremor a cirurgia, por sua vez, sugerem a seguinte organizacao somatotopica no striatum dorsal do rato: patas dianteiras (muito provavelmente superpostas), posteriores e ventrais; tronco e cauda, anteriores; e patas traseiras, em posicao intermediaria entre as duas anteriores, anterior e dorsalmente as patas dianteiras, situando-se a contralateral posteriormente a ipsolateral
publishDate 2006
dc.date.issued.fl_str_mv 2006
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2015-12-06T23:46:12Z
dc.date.available.fl_str_mv 2015-12-06T23:46:12Z
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv VILELA FILHO, Osvaldo. Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos. 2006. 252 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2006.
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22787
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/48912/0013000028pfp
dc.identifier.file.none.fl_str_mv Publico-22787.pdf
identifier_str_mv VILELA FILHO, Osvaldo. Efeitos da estriatotomia posterior estereotáxica unilateral no tremor induzido pela harmalina em ratos. 2006. 252 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2006.
Publico-22787.pdf
ark:/48912/0013000028pfp
url http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22787
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 252 f.
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNIFESP
instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron:UNIFESP
instname_str Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron_str UNIFESP
institution UNIFESP
reponame_str Repositório Institucional da UNIFESP
collection Repositório Institucional da UNIFESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ac202f85-3778-42ea-b93f-959224bd7722/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9aa90633-c3d6-4930-a35f-9a098dbe8bd0/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0ba2376f-030e-43ce-97ea-a81c55e310d9/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 0995fbc4c5d2bfcd83bbc0084c416f14
053cb5db172fe6458b6264c46554b96e
cb0b7aa61a59762058491e69aa0ff3f1
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
repository.mail.fl_str_mv biblioteca.csp@unifesp.br
_version_ 1865648723541884928