Equilíbrio corporal e risco de queda em adultos e idosos com tontura crônica com e sem histórico de queda

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Lopes, Caroline Meneses [UNIFESP]
Orientador(a): Branco-Barreiro, Fátima Cristina Alves [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000207wq
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/73622
Resumo: Introdução: Considerando o impacto que o envelhecimento traz aos sistemas sensoriais responsáveis pela manutenção do equilíbrio corporal, agravado pela disfunção vestibular, bem como a alta prevalência de quedas nessa população, é importante identificar os fatores de risco que podem ocasionar quedas para planejar intervenção terapêutica focada na modificação desses fatores. Objetivo: investigar quais os fatores associados a um maior risco de quedas em adultos de meia-idade e idosos com tontura crônica com e sem histórico de quedas, bem como a associação com o desempenho em testes de equilíbrio corporal. Metodologia: Estudo observacional prospectivo, de corte transversal, descritivo e analítico. Foram incluídos no estudo 33 indivíduos com idade igual ou superior a 40 anos, de ambos os gêneros, com tontura de origem vestibular há pelo menos seis meses. Para a avaliação dos pacientes foram utilizados os instrumentos: Teste Timed Up and Go (TUGT) e Índice de Marcha Dinâmica (Dynamic Gait Index - DGI). Os indivíduos foram submetidos à posturografia estática com provas dinâmicas. Os participantes foram divididos em dois grupos: indivíduos com histórico de quedas no último ano (G1) e indivíduos sem histórico de quedas no último ano (G2). Resultados: A idade média dos participantes do G1 foi 67,41 anos e a do G2 foi 68,19 anos. A maioria dos participantes do G1 eram do sexo feminino (60,61%) e do G2 era do sexo masculino (62,5%) (p=0,008). Houve homogeneidade entre os grupos com relação à: presença de comorbidades, tempo de início da tontura, prática de atividades físicas, perda auditiva referida e uso de polifarmácia. Não houve diferença estatisticamente significativa no desempenho dos dois grupos no TUG e na posturografia estática. O desempenho do G1 foi significantemente pior na DGI em comparação ao G2 (p=0,030) e o risco de queda segundo a DGI foi significantemente maior no G1(p=0,02). Houve correlação negativa significante entre os resultados da DGI e do TUG. Conclusão: Não foram encontrados fatores associados a maior risco de quedas nos adultos de meia idade e idosos com e sem histórico de quedas com tontura crônica. O Índice de Marcha Dinâmica se mostrou uma ferramenta sensível para detectar risco de quedas em indivíduos com tontura crônica, pois tanto os participantes com histórico de quedas quanto os sem apresentaram maior risco de queda. Os participantes com e sem histórico de quedas eram na maioria mulheres idosas com baixo nível de escolaridade, com hipertensão arterial autorreferida e perda auditiva. A maior parte dos participantes que referiram uso de polifarmácia apresentavam histórico de quedas.
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Foram incluídos no estudo 33 indivíduos com idade igual ou superior a 40 anos, de ambos os gêneros, com tontura de origem vestibular há pelo menos seis meses. Para a avaliação dos pacientes foram utilizados os instrumentos: Teste Timed Up and Go (TUGT) e Índice de Marcha Dinâmica (Dynamic Gait Index - DGI). Os indivíduos foram submetidos à posturografia estática com provas dinâmicas. Os participantes foram divididos em dois grupos: indivíduos com histórico de quedas no último ano (G1) e indivíduos sem histórico de quedas no último ano (G2). Resultados: A idade média dos participantes do G1 foi 67,41 anos e a do G2 foi 68,19 anos. A maioria dos participantes do G1 eram do sexo feminino (60,61%) e do G2 era do sexo masculino (62,5%) (p=0,008). Houve homogeneidade entre os grupos com relação à: presença de comorbidades, tempo de início da tontura, prática de atividades físicas, perda auditiva referida e uso de polifarmácia. Não houve diferença estatisticamente significativa no desempenho dos dois grupos no TUG e na posturografia estática. O desempenho do G1 foi significantemente pior na DGI em comparação ao G2 (p=0,030) e o risco de queda segundo a DGI foi significantemente maior no G1(p=0,02). Houve correlação negativa significante entre os resultados da DGI e do TUG. Conclusão: Não foram encontrados fatores associados a maior risco de quedas nos adultos de meia idade e idosos com e sem histórico de quedas com tontura crônica. O Índice de Marcha Dinâmica se mostrou uma ferramenta sensível para detectar risco de quedas em indivíduos com tontura crônica, pois tanto os participantes com histórico de quedas quanto os sem apresentaram maior risco de queda. Os participantes com e sem histórico de quedas eram na maioria mulheres idosas com baixo nível de escolaridade, com hipertensão arterial autorreferida e perda auditiva. A maior parte dos participantes que referiram uso de polifarmácia apresentavam histórico de quedas.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)88887.928896/2023-00branco.fatima@unifesp.br62 f.LOPES, Caroline Meneses. Equilíbrio corporal e risco de queda em adultos e idosos com tontura crônica com e sem histórico de queda. 2025. 62 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/73622ark:/48912/00130000207wqporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccess3. 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Lopes, Caroline Meneses [UNIFESP]
Equilíbrio postural
Envelhecimento
Tontura
Doenças vestibulares
Acidente por quedas
3. Saúde e bem-estar
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description Introdução: Considerando o impacto que o envelhecimento traz aos sistemas sensoriais responsáveis pela manutenção do equilíbrio corporal, agravado pela disfunção vestibular, bem como a alta prevalência de quedas nessa população, é importante identificar os fatores de risco que podem ocasionar quedas para planejar intervenção terapêutica focada na modificação desses fatores. Objetivo: investigar quais os fatores associados a um maior risco de quedas em adultos de meia-idade e idosos com tontura crônica com e sem histórico de quedas, bem como a associação com o desempenho em testes de equilíbrio corporal. Metodologia: Estudo observacional prospectivo, de corte transversal, descritivo e analítico. Foram incluídos no estudo 33 indivíduos com idade igual ou superior a 40 anos, de ambos os gêneros, com tontura de origem vestibular há pelo menos seis meses. Para a avaliação dos pacientes foram utilizados os instrumentos: Teste Timed Up and Go (TUGT) e Índice de Marcha Dinâmica (Dynamic Gait Index - DGI). Os indivíduos foram submetidos à posturografia estática com provas dinâmicas. Os participantes foram divididos em dois grupos: indivíduos com histórico de quedas no último ano (G1) e indivíduos sem histórico de quedas no último ano (G2). Resultados: A idade média dos participantes do G1 foi 67,41 anos e a do G2 foi 68,19 anos. A maioria dos participantes do G1 eram do sexo feminino (60,61%) e do G2 era do sexo masculino (62,5%) (p=0,008). Houve homogeneidade entre os grupos com relação à: presença de comorbidades, tempo de início da tontura, prática de atividades físicas, perda auditiva referida e uso de polifarmácia. Não houve diferença estatisticamente significativa no desempenho dos dois grupos no TUG e na posturografia estática. O desempenho do G1 foi significantemente pior na DGI em comparação ao G2 (p=0,030) e o risco de queda segundo a DGI foi significantemente maior no G1(p=0,02). Houve correlação negativa significante entre os resultados da DGI e do TUG. Conclusão: Não foram encontrados fatores associados a maior risco de quedas nos adultos de meia idade e idosos com e sem histórico de quedas com tontura crônica. O Índice de Marcha Dinâmica se mostrou uma ferramenta sensível para detectar risco de quedas em indivíduos com tontura crônica, pois tanto os participantes com histórico de quedas quanto os sem apresentaram maior risco de queda. Os participantes com e sem histórico de quedas eram na maioria mulheres idosas com baixo nível de escolaridade, com hipertensão arterial autorreferida e perda auditiva. A maior parte dos participantes que referiram uso de polifarmácia apresentavam histórico de quedas.
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