Percepção de fatores de risco de quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular: intervenção educativa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Lopes, Amanda Miranda [UNIFESP]
Orientador(a): Branco-Barreiro, Fátima Cristina Alves [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000027qsx
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/73668
Resumo: Introdução: Intervenções educativas são ferramentas importantes para conscientizar a população sobre o risco de quedas. Poucos estudos avaliam o impacto de intervenções educativas na percepção de risco de quedas em idosos com tontura vestibular, uma população vulnerável a acidentes. Objetivo: Investigar o efeito de intervenção educativa na percepção sobre fatores de risco para quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular e verificar se existe associação entre essa percepção, características sociodemográficas e de saúde. Métodos: Trata-se de um estudo de intervenção não controlado e quantitativo, com amostra de conveniência, realizado em um ambulatório de um hospital escola. Todas as pessoas idosas que estavam na lista de espera para reabilitação vestibular no ambulatório foram convidados a participar do estudo. Os critérios de inclusão foram: idade igual ou superior a 60 anos, sexo feminino e/ou masculino e diagnóstico médico de tontura de origem vestibular. Os critérios de exclusão da pesquisa foram: não ter deambulação independente, ter passado por reabilitação vestibular nos últimos seis meses, não adesão às sessões de intervenção educativa, não ter capacidade cognitiva, visual e/ou auditiva suficiente para a participação nos procedimentos do estudo. Foram realizadas três sessões de intervenção educativa em grupo com uma hora e meia de duração em três semanas consecutivas. Na sessão 1 foi discutido o equilíbrio corporal, os sistemas responsáveis (vestibular, visual e proprioceptivo) e os efeitos do envelhecimento; doenças que afetam esses sistemas; relação entre visão alterada e quedas, fatores de risco e consequências das quedas. Na sessão 2 o enfoque foi no tratamento da disfunção vestibular, destacando a reabilitação vestibular; orientações sobre mudanças no estilo de vida, incluindo sono, uso de medicamentos, alimentação, atividade física, saúde mental e cognição. Na sessão 3 foram identificados fatores de risco ambientais e não ambientais para quedas, com orientações práticas para a prevenção de quedas em casa e em espaços públicos. Antes da primeira sessão e imediatamente após a terceira, os participantes foram submetidos aos seguintes instrumentos: Escala visual analógica (EVA) para avaliação da severidade da tontura, DHI (Dizziness Handicap Inventory – Questionário de Handicap da Tontura) para avaliação do impacto da tontura na qualidade de vida e FRAQ-Brasil (Falls Risk Awareness Questionnaire - Questionário de Percepção dos Riscos de Queda) para avaliação da percepção de risco de quedas. Para comparar a pontuação no FRAQ-Brasil antes e depois da intervenção educativa, utilizou-se o modelo linear misto (Linear Mixed Model – LMM). Para controle da variabilidade individual, os indivíduos foram inseridos como efeitos aleatórios dos interceptos de cada modelo. Resultados: A amostra foi composta por 10 pessoas idosas com tontura de origem vestibular de uma lista de espera para reabilitação vestibular: (50,0%) indivíduos do sexo feminino e 5 (50,0%) do masculino, com idade variando de 60 a 86 anos (média de 74,77 anos).A média da pontuação total da EVA e do DHI foi respectivamente 8,20 e 55,80 antes e 8,00 e 52,00 depois da intervenção educativa. A pontuação total média da FRAQ-Brasil foi 17,30 antes e 22,60 após a intervenção. Houve aumento da pontuação do FRAQ-Brasil após a intervenção educativa (p< 0,001 e tamanho do efeito 0,966). Conclusão: Após a intervenção educativa, houve aumento significativo na percepção sobre fatores de risco de quedas nas pessoas idosas com tontura de origem vestibular. No entanto, não houve associação entre essa percepção e características sociodemográficas e de saúde. Embora os resultados sugiram um aumento na percepção de risco de quedas, as conclusões devem ser interpretadas com cautela devido ao pequeno tamanho da amostra e à ausência de grupo controle.
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spelling http://lattes.cnpq.br/5151016741471311Lopes, Amanda Miranda [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/4965808184767957Branco-Barreiro, Fátima Cristina Alves [UNIFESP]São Paulo2025-03-14T18:48:02Z2025-03-14T18:48:02Z2025-02-21Introdução: Intervenções educativas são ferramentas importantes para conscientizar a população sobre o risco de quedas. Poucos estudos avaliam o impacto de intervenções educativas na percepção de risco de quedas em idosos com tontura vestibular, uma população vulnerável a acidentes. Objetivo: Investigar o efeito de intervenção educativa na percepção sobre fatores de risco para quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular e verificar se existe associação entre essa percepção, características sociodemográficas e de saúde. Métodos: Trata-se de um estudo de intervenção não controlado e quantitativo, com amostra de conveniência, realizado em um ambulatório de um hospital escola. Todas as pessoas idosas que estavam na lista de espera para reabilitação vestibular no ambulatório foram convidados a participar do estudo. Os critérios de inclusão foram: idade igual ou superior a 60 anos, sexo feminino e/ou masculino e diagnóstico médico de tontura de origem vestibular. Os critérios de exclusão da pesquisa foram: não ter deambulação independente, ter passado por reabilitação vestibular nos últimos seis meses, não adesão às sessões de intervenção educativa, não ter capacidade cognitiva, visual e/ou auditiva suficiente para a participação nos procedimentos do estudo. Foram realizadas três sessões de intervenção educativa em grupo com uma hora e meia de duração em três semanas consecutivas. Na sessão 1 foi discutido o equilíbrio corporal, os sistemas responsáveis (vestibular, visual e proprioceptivo) e os efeitos do envelhecimento; doenças que afetam esses sistemas; relação entre visão alterada e quedas, fatores de risco e consequências das quedas. Na sessão 2 o enfoque foi no tratamento da disfunção vestibular, destacando a reabilitação vestibular; orientações sobre mudanças no estilo de vida, incluindo sono, uso de medicamentos, alimentação, atividade física, saúde mental e cognição. Na sessão 3 foram identificados fatores de risco ambientais e não ambientais para quedas, com orientações práticas para a prevenção de quedas em casa e em espaços públicos. Antes da primeira sessão e imediatamente após a terceira, os participantes foram submetidos aos seguintes instrumentos: Escala visual analógica (EVA) para avaliação da severidade da tontura, DHI (Dizziness Handicap Inventory – Questionário de Handicap da Tontura) para avaliação do impacto da tontura na qualidade de vida e FRAQ-Brasil (Falls Risk Awareness Questionnaire - Questionário de Percepção dos Riscos de Queda) para avaliação da percepção de risco de quedas. Para comparar a pontuação no FRAQ-Brasil antes e depois da intervenção educativa, utilizou-se o modelo linear misto (Linear Mixed Model – LMM). Para controle da variabilidade individual, os indivíduos foram inseridos como efeitos aleatórios dos interceptos de cada modelo. Resultados: A amostra foi composta por 10 pessoas idosas com tontura de origem vestibular de uma lista de espera para reabilitação vestibular: (50,0%) indivíduos do sexo feminino e 5 (50,0%) do masculino, com idade variando de 60 a 86 anos (média de 74,77 anos).A média da pontuação total da EVA e do DHI foi respectivamente 8,20 e 55,80 antes e 8,00 e 52,00 depois da intervenção educativa. A pontuação total média da FRAQ-Brasil foi 17,30 antes e 22,60 após a intervenção. Houve aumento da pontuação do FRAQ-Brasil após a intervenção educativa (p< 0,001 e tamanho do efeito 0,966). Conclusão: Após a intervenção educativa, houve aumento significativo na percepção sobre fatores de risco de quedas nas pessoas idosas com tontura de origem vestibular. No entanto, não houve associação entre essa percepção e características sociodemográficas e de saúde. Embora os resultados sugiram um aumento na percepção de risco de quedas, as conclusões devem ser interpretadas com cautela devido ao pequeno tamanho da amostra e à ausência de grupo controle. Introduction: Educational interventions are important tools for raising awareness about the risk of falls. Few studies evaluate the impact of educational interventions on the perception of fall risk in elderly individuals with vestibular dizziness, a population vulnerable to accidents. Objective: To investigate the effect of an educational intervention on the perception of risk factors for falls in elderly individuals with vestibular dizziness and to determine if there is an association between this perception and sociodemographic and health characteristics. Methods: This is an uncontrolled, quantitative intervention study with a convenience sample, conducted in an outpatient clinic of a teaching hospital. All elderly individuals on the waiting list for vestibular rehabilitation at the clinic were invited to participate in the study. Inclusion criteria were: age 60 years or older, male and/or female, and a medical diagnosis of vestibular dizziness. Exclusion criteria were: inability to walk independently, having undergone vestibular rehabilitation in the last six months, non-adherence to the educational intervention sessions, and insufficient cognitive, visual, and/or auditory capacity to participate in the study procedures. Three group educational intervention sessions, each lasting one and a half hours, were conducted over three consecutive weeks. In session 1, body balance, the responsible systems (vestibular, visual, and proprioceptive), and the effects of aging were discussed; diseases affecting these systems; the relationship between altered vision and falls; risk factors and consequences of falls. In session 2, the focus was on the treatment of vestibular dysfunction, highlighting vestibular rehabilitation; guidance on lifestyle changes, including sleep, medication use, diet, physical activity, mental health, and cognition. In session 3, environmental and non-environmental risk factors for falls were identified, with practical guidance for fall prevention at home and in public spaces. Before the first session and immediately after the third, participants were assessed using the following instruments: Visual Analog Scale (VAS) for dizziness severity, Dizziness Handicap Inventory (DHI) for the impact of dizziness on quality of life, and Falls Risk Awareness Questionnaire (FRAQ-Brazil) for the perception of fall risk. To compare FRAQ-Brazil scores before and after the educational intervention, the Linear Mixed Model (LMM) was used. To control for individual variability, participants were included as random intercept effects in each model. Results: The sample consisted of 10 elderly individuals with vestibular dizziness from a waiting list for vestibular rehabilitation: 5 (50.0%) females and 5 (50.0%) males, aged between 60 and 86 years (mean age of 74.77 years). The mean total scores for VAS and DHI were 8.20 and 55.80 before and 8.00 and 52.00 after the educational intervention, respectively. The mean total score for FRAQ-Brazil was 17.30 before and 22.60 after the intervention. There was an increase in FRAQ-Brazil scores after the educational intervention (p< 0.001 and effect size 0.966). Conclusion: After the educational intervention, there was a significant increase in the perception of fall risk factors among elderly individuals with vestibular dizziness. However, there was no association between this perception and sociodemographic and health characteristics. Although the results suggest an increase in the perception of fall risk, the conclusions should be interpreted with caution due to the small sample size and the absence of a control group.branco.fatima@unifesp.br94 f.LOPES, Amanda Miranda. Percepção de fatores de risco de quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular: intervenção educativa. 2025. 94 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/73668ark:/48912/0013000027qsxporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccess3. Saúde e bem-estarIdosoAcidente por quedasEducaçãoTonturaPercepção de fatores de risco de quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular: intervenção educativaPerception of fall risk factors in elderly people with dizziness of vestibular origin: educational interventioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia)FonoaudiologiaAvaliação audiológica, eletroacústica e eletrofisiológica da audição em diferentes distúrbios da audição e da comunicação, treinamento auditivo e triagem auditivaLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5c9c2246-44fd-406b-b211-a5eaa096af02/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD51ORIGINALDissertação_Amanda Miranda Lopes.pdfDissertação_Amanda Miranda 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description Introdução: Intervenções educativas são ferramentas importantes para conscientizar a população sobre o risco de quedas. Poucos estudos avaliam o impacto de intervenções educativas na percepção de risco de quedas em idosos com tontura vestibular, uma população vulnerável a acidentes. Objetivo: Investigar o efeito de intervenção educativa na percepção sobre fatores de risco para quedas em pessoas idosas com tontura de origem vestibular e verificar se existe associação entre essa percepção, características sociodemográficas e de saúde. Métodos: Trata-se de um estudo de intervenção não controlado e quantitativo, com amostra de conveniência, realizado em um ambulatório de um hospital escola. Todas as pessoas idosas que estavam na lista de espera para reabilitação vestibular no ambulatório foram convidados a participar do estudo. Os critérios de inclusão foram: idade igual ou superior a 60 anos, sexo feminino e/ou masculino e diagnóstico médico de tontura de origem vestibular. Os critérios de exclusão da pesquisa foram: não ter deambulação independente, ter passado por reabilitação vestibular nos últimos seis meses, não adesão às sessões de intervenção educativa, não ter capacidade cognitiva, visual e/ou auditiva suficiente para a participação nos procedimentos do estudo. Foram realizadas três sessões de intervenção educativa em grupo com uma hora e meia de duração em três semanas consecutivas. Na sessão 1 foi discutido o equilíbrio corporal, os sistemas responsáveis (vestibular, visual e proprioceptivo) e os efeitos do envelhecimento; doenças que afetam esses sistemas; relação entre visão alterada e quedas, fatores de risco e consequências das quedas. Na sessão 2 o enfoque foi no tratamento da disfunção vestibular, destacando a reabilitação vestibular; orientações sobre mudanças no estilo de vida, incluindo sono, uso de medicamentos, alimentação, atividade física, saúde mental e cognição. Na sessão 3 foram identificados fatores de risco ambientais e não ambientais para quedas, com orientações práticas para a prevenção de quedas em casa e em espaços públicos. Antes da primeira sessão e imediatamente após a terceira, os participantes foram submetidos aos seguintes instrumentos: Escala visual analógica (EVA) para avaliação da severidade da tontura, DHI (Dizziness Handicap Inventory – Questionário de Handicap da Tontura) para avaliação do impacto da tontura na qualidade de vida e FRAQ-Brasil (Falls Risk Awareness Questionnaire - Questionário de Percepção dos Riscos de Queda) para avaliação da percepção de risco de quedas. Para comparar a pontuação no FRAQ-Brasil antes e depois da intervenção educativa, utilizou-se o modelo linear misto (Linear Mixed Model – LMM). Para controle da variabilidade individual, os indivíduos foram inseridos como efeitos aleatórios dos interceptos de cada modelo. Resultados: A amostra foi composta por 10 pessoas idosas com tontura de origem vestibular de uma lista de espera para reabilitação vestibular: (50,0%) indivíduos do sexo feminino e 5 (50,0%) do masculino, com idade variando de 60 a 86 anos (média de 74,77 anos).A média da pontuação total da EVA e do DHI foi respectivamente 8,20 e 55,80 antes e 8,00 e 52,00 depois da intervenção educativa. A pontuação total média da FRAQ-Brasil foi 17,30 antes e 22,60 após a intervenção. Houve aumento da pontuação do FRAQ-Brasil após a intervenção educativa (p< 0,001 e tamanho do efeito 0,966). Conclusão: Após a intervenção educativa, houve aumento significativo na percepção sobre fatores de risco de quedas nas pessoas idosas com tontura de origem vestibular. No entanto, não houve associação entre essa percepção e características sociodemográficas e de saúde. Embora os resultados sugiram um aumento na percepção de risco de quedas, as conclusões devem ser interpretadas com cautela devido ao pequeno tamanho da amostra e à ausência de grupo controle.
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