Escherichia coli na cavidade oral: Frequência na creche como fator de risco
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9471 |
Resumo: | Objetivo: investigar a ocorrência de Escherichia coli (E.coli) em amostras de saliva em crianças de até 36 meses após a exposição da criança em creche pública e ambientes domésticos. Métodos: Nós investigamos a presença de E. coli, considerando como um indicador de contaminação fecal, em amostras de saliva de 141 crianças, 53 não frequentadoras e 88 frequentando creche infantil. Duas amostras de cada criança foram coletadas no mesmo dia, às 7h e 15h e semeadas em Agar MacConkey para posterior identificação de E. coli. As seguintes características da creche, foram avaliados: presença em tempo integral apenas crianças de até 36 meses, treinamento de pessoal, área de troca de fraldas e banheiros apenas para uso das crianças. Resultados: As amostras E.coli negativo na parte da manhã e positivo no período da tarde foram estatisticamente associados com a condição da criança frequentando creche (Odds ratio = 2,72; intervalo de confiança 95% = 1.15/6.46). Não houve associação estatisticamente significativa entre sexo, idade superior a 12 meses, a mamadeira, o uso de fralda e chupeta, e de escovação dentária. Conclusão: A exposição ao ambiente de creche favoreceu o risco potencial de transmissão de enteropatógenos, como demonstrado pela presença de E. coli em saliva, mesmo que a creche desde práticas de cuidado adequado da criança e tinha condição de higiene. O método mostrou ser de fácil amostragem, não-invasiva e viável em crianças pequenas. Como se sabe quanto tempo de E. coli podem sobreviver na cavidade oral, que pode ter impedido a descoberta de associações entre amostras positivas e alguns fatores de risco, dependendo da época da amostragem. |
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Oliveira, Ageane Monteiro [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Morais, Tania Beninga de [UNIFESP]2015-07-22T20:50:02Z2015-07-22T20:50:02Z2011-05-25Objetivo: investigar a ocorrência de Escherichia coli (E.coli) em amostras de saliva em crianças de até 36 meses após a exposição da criança em creche pública e ambientes domésticos. Métodos: Nós investigamos a presença de E. coli, considerando como um indicador de contaminação fecal, em amostras de saliva de 141 crianças, 53 não frequentadoras e 88 frequentando creche infantil. Duas amostras de cada criança foram coletadas no mesmo dia, às 7h e 15h e semeadas em Agar MacConkey para posterior identificação de E. coli. As seguintes características da creche, foram avaliados: presença em tempo integral apenas crianças de até 36 meses, treinamento de pessoal, área de troca de fraldas e banheiros apenas para uso das crianças. Resultados: As amostras E.coli negativo na parte da manhã e positivo no período da tarde foram estatisticamente associados com a condição da criança frequentando creche (Odds ratio = 2,72; intervalo de confiança 95% = 1.15/6.46). Não houve associação estatisticamente significativa entre sexo, idade superior a 12 meses, a mamadeira, o uso de fralda e chupeta, e de escovação dentária. Conclusão: A exposição ao ambiente de creche favoreceu o risco potencial de transmissão de enteropatógenos, como demonstrado pela presença de E. coli em saliva, mesmo que a creche desde práticas de cuidado adequado da criança e tinha condição de higiene. O método mostrou ser de fácil amostragem, não-invasiva e viável em crianças pequenas. Como se sabe quanto tempo de E. coli podem sobreviver na cavidade oral, que pode ter impedido a descoberta de associações entre amostras positivas e alguns fatores de risco, dependendo da época da amostragem.Objective: To investigate the ocurrence of Escherichia coli (E.coli) in samples of saliva in children up to 36 months after exposure to child public daycare center and home environments. Methods: We investigated the presence of E. coli, considered as an indicator of fecal contamination, in saliva samples from 141 children, 53 non-attending and 88 attending child daycare center. Two samples of each child were collected on the same day at 7:00 am and 3:00 pm and plated on MacConkey Agar for further identification of E. coli. The following characteristics of the daycare center were evaluated: attended full-time only children up to 36 months, staff training, diaper changing area and toilets only for children’s use. Results: Samples E. coli negative in the morning and positive in the afternoon were statistically associated with the condition of the child attending day care center (Odds ratio= 2.72; 95% confidence interval= 1.15/6.46). There were no statistically significant associations between gender, age over 12 months, bottle feeding, use of diaper and pacifier, and tooth brushing.Conclusion: Exposure to the daycare center environment favored the potential risk of transmission of enteropathogens, as demonstrated by the presence of E. coli in saliva, even though the daycare center provided adequate child care practices and had good hygiene condition. The method proved to be easy to sampling, non-invasive and feasible in young children. As is unknown how long E. coli can survive in oral cavity that may have prevented the finding of associations between positive samples and some risk factors depending upon the time of the sampling.TEDEBV UNIFESP: Teses e dissertações51 p.OLIVEIRA, Ageane Monteiro. Escherichia coli na cavidade oral: Frequencia na creche como fator de risco. 2011. 51 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2011.Publico-12638.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9471ark:/48912/001300002b94rporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessEscherichia coliPré-escolarSalivaCrechesFatores de riscoTransmissão de doença infecciosaChild, preschoolEscherichia coliInfantLactenteSalivaChild day care centersRisk factorsDisease transmission, infectiousEscherichia coli na cavidade oral: Frequência na creche como fator de riscoEscherichia coli in oral cavity: attendance to child day care center as a risk factorinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Nutrição – São PauloORIGINALPublico-12638.pdfPublico-12638.pdfapplication/pdf564571https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/87c79f58-323b-4584-9ffa-8288f7a4e813/download4e0718ba84779baff4926aa8c07844a9MD51TEXTPublico-12638.pdf.txtPublico-12638.pdf.txtExtracted texttext/plain61108https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/28273767-5557-44fc-8999-eb67737c4e99/download0546b4c2a219def5cef8878191efd84bMD53THUMBNAILPublico-12638.pdf.jpgPublico-12638.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2853https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/8ff92edc-0b69-4851-8877-97f33755b55d/download1847aac304d499bddc076851ce9eed61MD5411600/94712024-07-30 10:10:24.749oai:repositorio.unifesp.br:11600/9471https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-30T10:10:24Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Objetivo: investigar a ocorrência de Escherichia coli (E.coli) em amostras de saliva em crianças de até 36 meses após a exposição da criança em creche pública e ambientes domésticos. Métodos: Nós investigamos a presença de E. coli, considerando como um indicador de contaminação fecal, em amostras de saliva de 141 crianças, 53 não frequentadoras e 88 frequentando creche infantil. Duas amostras de cada criança foram coletadas no mesmo dia, às 7h e 15h e semeadas em Agar MacConkey para posterior identificação de E. coli. As seguintes características da creche, foram avaliados: presença em tempo integral apenas crianças de até 36 meses, treinamento de pessoal, área de troca de fraldas e banheiros apenas para uso das crianças. Resultados: As amostras E.coli negativo na parte da manhã e positivo no período da tarde foram estatisticamente associados com a condição da criança frequentando creche (Odds ratio = 2,72; intervalo de confiança 95% = 1.15/6.46). Não houve associação estatisticamente significativa entre sexo, idade superior a 12 meses, a mamadeira, o uso de fralda e chupeta, e de escovação dentária. Conclusão: A exposição ao ambiente de creche favoreceu o risco potencial de transmissão de enteropatógenos, como demonstrado pela presença de E. coli em saliva, mesmo que a creche desde práticas de cuidado adequado da criança e tinha condição de higiene. O método mostrou ser de fácil amostragem, não-invasiva e viável em crianças pequenas. Como se sabe quanto tempo de E. coli podem sobreviver na cavidade oral, que pode ter impedido a descoberta de associações entre amostras positivas e alguns fatores de risco, dependendo da época da amostragem. |
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