Envelhecer de migrantes no ambiente rural de Chapecó: “solo noi sapemo le cose que habemo passato"
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9456 |
Resumo: | No Brasil, o envelhecimento populacional é um fenômeno relativamente novo e vem sendo colocado pela área das ciências humanas e sociais como um tema contemporâneo, desafiador e heterogêneo, visto que todos os fatores que interferem no âmbito da vida do ser humano, como sua história, seu aporte genético, sua cultura, meio ambiente e a sociedade onde viveu e conviveu constituem o processo de viver e envelhecer. Historicamente, as diversas sociedades construíram diferentes representações sobre a velhice e a posição social dos velhos, bem como, sobre o tratamento que lhes deve ser dispensado. Esses fatores fazem com que a velhice se constitua com significados distintos para cada ser humano, também dependendo do ambiente, seja rural ou urbano, no qual ele viveu. Esse estudo teve como tema a velhice no contexto rural de Chapecó, no oeste catarinense e os seguintes objetivos: Compreender os significados do processo de envelhecer no contexto rural da região de Chapecó por meio dos relatos de vida de migrantes rio-grandenses idosos e descrever o processo de migrar e colonizar o oeste catarinense a partir da década de 40, segundo as histórias de vida destes colonizadores. As opções metodológicas se deram mediante a relação e o tensionamento entre o campo e o objeto de pesquisa, nesse caso, respectivamente, o contexto rural do oeste catarinense e a velhice dos migrantes rio-grandense, colonizadores dessa região. Nesse sentido, a presente pesquisa foi realizada por meio da utilização do método história oral, do tipo História Oral de Vida. Observamos que a colonização em Santa Catarina se deu motivada essencialmente pelo acesso à terra, e que as empresas colonizadoras, atendendo aos objetivos do estado, buscavam, de alguma forma, trazer ordem e progresso para territórios esquecidos por ele. Essa tarefa foi confiada aos migrantes rio-grandenses que tinham uma organização de trabalho familiar para a produção de bens, especialmente, alimentos e matéria-prima para o mercado interno. O trabalho com a terra se constituía no elemento central da organização das vidas desses desbravadores. Nesse processo de colonizar, outras populações foram excluídas, nesse caso caboclos e indígenas. Entre os significados construídos em torno de viver e envelhecer nesse território estão o trabalho, enquanto marca central da identidade do desbravador e desbravadora, a saúde, enquanto um bem necessário para viver a velhice de forma plena, a família, a vizinhança e os amigos, enquanto rede de apoio que favoreceu a permanência dos idosos no meio rural, a religiosidade, enquanto uma dimensão central da vida dos desbravadores e a necessidade de conviver com a percepção de velho que está no olhar do outro. Os idosos desse estudo viveram no ambiente rural com reconhecimento pelo progresso que trouxeram à região, o lhes confere um papel social até os dias de hoje e impregna sua vida de sentidos e significados positivos. |
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Tombini, Fátima Ferretti [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Bretas, Ana Cristina Passarella [UNIFESP]2015-07-22T20:50:01Z2015-07-22T20:50:01Z2011-02-22No Brasil, o envelhecimento populacional é um fenômeno relativamente novo e vem sendo colocado pela área das ciências humanas e sociais como um tema contemporâneo, desafiador e heterogêneo, visto que todos os fatores que interferem no âmbito da vida do ser humano, como sua história, seu aporte genético, sua cultura, meio ambiente e a sociedade onde viveu e conviveu constituem o processo de viver e envelhecer. Historicamente, as diversas sociedades construíram diferentes representações sobre a velhice e a posição social dos velhos, bem como, sobre o tratamento que lhes deve ser dispensado. Esses fatores fazem com que a velhice se constitua com significados distintos para cada ser humano, também dependendo do ambiente, seja rural ou urbano, no qual ele viveu. Esse estudo teve como tema a velhice no contexto rural de Chapecó, no oeste catarinense e os seguintes objetivos: Compreender os significados do processo de envelhecer no contexto rural da região de Chapecó por meio dos relatos de vida de migrantes rio-grandenses idosos e descrever o processo de migrar e colonizar o oeste catarinense a partir da década de 40, segundo as histórias de vida destes colonizadores. As opções metodológicas se deram mediante a relação e o tensionamento entre o campo e o objeto de pesquisa, nesse caso, respectivamente, o contexto rural do oeste catarinense e a velhice dos migrantes rio-grandense, colonizadores dessa região. Nesse sentido, a presente pesquisa foi realizada por meio da utilização do método história oral, do tipo História Oral de Vida. Observamos que a colonização em Santa Catarina se deu motivada essencialmente pelo acesso à terra, e que as empresas colonizadoras, atendendo aos objetivos do estado, buscavam, de alguma forma, trazer ordem e progresso para territórios esquecidos por ele. Essa tarefa foi confiada aos migrantes rio-grandenses que tinham uma organização de trabalho familiar para a produção de bens, especialmente, alimentos e matéria-prima para o mercado interno. O trabalho com a terra se constituía no elemento central da organização das vidas desses desbravadores. Nesse processo de colonizar, outras populações foram excluídas, nesse caso caboclos e indígenas. Entre os significados construídos em torno de viver e envelhecer nesse território estão o trabalho, enquanto marca central da identidade do desbravador e desbravadora, a saúde, enquanto um bem necessário para viver a velhice de forma plena, a família, a vizinhança e os amigos, enquanto rede de apoio que favoreceu a permanência dos idosos no meio rural, a religiosidade, enquanto uma dimensão central da vida dos desbravadores e a necessidade de conviver com a percepção de velho que está no olhar do outro. Os idosos desse estudo viveram no ambiente rural com reconhecimento pelo progresso que trouxeram à região, o lhes confere um papel social até os dias de hoje e impregna sua vida de sentidos e significados positivos.TEDEBV UNIFESP: Teses e dissertações283 p.TOMBINI, Fátima Ferretti. Envelhecer de migrantes no ambiente rural de chapecó: “solo noi sapemo le cose que habemo passato". 2011. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2011.Publico-12676a.pdfPublico-12676b.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9456ark:/48912/001300002cmrrporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessGrupo com ancestrais do continente europeuIdosoMigrantes/históriaPopulação ruralEnvelhecimentoAgedMigrants/historyEuropean continental ancestry groupRural populationAgingEnvelhecer de migrantes no ambiente rural de Chapecó: “solo noi sapemo le cose que habemo passato"Envelhecer de migrantes no ambiente rural de Chapecó: “solo noi sapemo le cose que habemo passato"info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Saúde ColetivaORIGINALPublico-12676a.pdfPublico-12676a.pdfapplication/pdf1938613https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/4cf9d939-67bb-4d22-b4ab-1fc81f2226d2/downloadb7937aed4377e713a37e83330c7eca95MD51Publico-12676b.pdfPublico-12676b.pdfapplication/pdf2008483https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9636e510-7f97-40e6-85fc-4611a347340c/downloadcf9c42ce66fa63053aec32af22566b61MD52TEXTRetido-12676a.pdf.txtRetido-12676a.pdf.txtExtracted texttext/plain306117https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/c2959dcc-132f-4541-9378-869f0085c351/download4fb8355d4115917bfe9350a6e56c86b6MD53Retido-12676b.pdf.txtRetido-12676b.pdf.txtExtracted texttext/plain345628https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/7e51ab77-fd35-40d2-a04f-6930200ec264/downloadd98f3bf3288416c0ebc55903edb90d74MD54Publico-12676a.pdf.txtPublico-12676a.pdf.txtExtracted texttext/plain102624https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/79786596-7f35-484b-bc09-4f8e25b57e34/download27e4be64d86b362b21180b8a4b4861c6MD57Publico-12676b.pdf.txtPublico-12676b.pdf.txtExtracted texttext/plain102956https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/09ddf183-70b1-4988-be7b-308427f7b398/downloadef6023f3c96145efb8d7e7c591a9f9e1MD59THUMBNAILPublico-12676a.pdf.jpgPublico-12676a.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2849https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/2abada4b-d78b-42a2-b54e-c54c9c34d25e/download326ed0e724153fee6ede810d7bd30652MD58Publico-12676b.pdf.jpgPublico-12676b.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4870https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0eb79130-653f-4452-ad0b-9d6a853b647b/download0cdc665f66f84429226a4dee511daf64MD51011600/94562024-08-03 10:51:50.719oai:repositorio.unifesp.br:11600/9456https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T10:51:50Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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