Auto percepção do benefício auditivo e o reconhecimento de fala em usuários de implante coclear
| Ano de defesa: | 2017 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Objetivo: correlacionar o desempenho nos testes de percepção de fala no silêncio e no ruído com a auto-percepção do benefício auditivo em adultos usuários de Implante Coclear e correlacionar o desempenho nos testes com o tempo de uso do Implante Coclear. Métodos: foram selecionados 27 usuários de Implante Coclear entre 12 e 75 anos que tiveram a aquisição da deficiência auditiva no período pós-lingual, usavam predominantemente o código linguístico oral, faziam uso do dispositivo há, pelo menos, um ano e apresentaram limiar tonal em campo livre menor que 40 dBA. Todos os participantes foram submetidos à audiometria tonal em campo livre, responderam o questionário HISQUI19, que avalia a auto percepção da qualidade sonora do Implante Coclear e testes de percepção de fala no silêncio e no ruído. Resultados: a maioria dos participantes do estudo classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". A média de desempenho para os testes no silêncio foi de 46,06dBA e 79,65% de acertos. Para os testes do ruído a média foi de 78,69dBA e 29% de acertos. Foi possível observar que os participantes que classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "pobre" foram os que tiveram pior desempenho nos testes de fala, assim como aqueles que classificaram como "muito boa" são os que tiveram melhor desempenho. Para todos os testes de percepção de fala houve melhor desempenho daqueles que utilizam o dispositivo há mais tempo, porém só houve diferença estatisticamente significante para o teste de reconhecimento de fala no silêncio (p=0,047). Na comparação das respostas ao HISQUI19 em relação ao tempo de uso, os participantes que classificaram melhor a qualidade sonora do Implante Coclear são aqueles que usam o dispositivo há mais tempo, porém não houve diferença estatisticamente significante. Em relação à orelha implantada, 16 participantes usavam o dispositivo na orelha direita e 11 na orelha esquerda. Não houve diferença estatisticamente significante quando comparamos o lado implantando com o desempenho dos testes de percepção de fala. Conclusões: independentemente do tempo de uso do dispositivo e/ou do desempenho nos testes de percepção de fala a maioria dos participantes classificou a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". Os participantes que classificaram a qualidade sonora como "muito boa" são aqueles que obtiveram melhor desempenho nos testes de percepção de fala. É fundamental a avaliação contínua do desempenho dos usuários desse dispositivo para que seja possível mensurar suas habilidades de comunicação e também o que pode ser feito para melhorá-la. Além disso a aplicação de testes que possibilitem mensurar a satisfação e o benefício dos usuários deve fazer parte da rotina clínica dos centros de implante. Apesar de haver estudos que justificam a implantação na orelha direita devido ao cruzamento de informações no hemisfério cerebral, não pudemos observar melhor desempenho daqueles implantados à orelha direita. |
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Mestradohttp://lattes.cnpq.br/3118172851522969 Muller, Renata [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2348007820897194Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Chiari, Brasilia Maria [UNIFESP]São Paulo2020-03-25T12:10:50Z2020-03-25T12:10:50Z2017Objetivo: correlacionar o desempenho nos testes de percepção de fala no silêncio e no ruído com a auto-percepção do benefício auditivo em adultos usuários de Implante Coclear e correlacionar o desempenho nos testes com o tempo de uso do Implante Coclear. Métodos: foram selecionados 27 usuários de Implante Coclear entre 12 e 75 anos que tiveram a aquisição da deficiência auditiva no período pós-lingual, usavam predominantemente o código linguístico oral, faziam uso do dispositivo há, pelo menos, um ano e apresentaram limiar tonal em campo livre menor que 40 dBA. Todos os participantes foram submetidos à audiometria tonal em campo livre, responderam o questionário HISQUI19, que avalia a auto percepção da qualidade sonora do Implante Coclear e testes de percepção de fala no silêncio e no ruído. Resultados: a maioria dos participantes do estudo classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". A média de desempenho para os testes no silêncio foi de 46,06dBA e 79,65% de acertos. Para os testes do ruído a média foi de 78,69dBA e 29% de acertos. Foi possível observar que os participantes que classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "pobre" foram os que tiveram pior desempenho nos testes de fala, assim como aqueles que classificaram como "muito boa" são os que tiveram melhor desempenho. Para todos os testes de percepção de fala houve melhor desempenho daqueles que utilizam o dispositivo há mais tempo, porém só houve diferença estatisticamente significante para o teste de reconhecimento de fala no silêncio (p=0,047). Na comparação das respostas ao HISQUI19 em relação ao tempo de uso, os participantes que classificaram melhor a qualidade sonora do Implante Coclear são aqueles que usam o dispositivo há mais tempo, porém não houve diferença estatisticamente significante. Em relação à orelha implantada, 16 participantes usavam o dispositivo na orelha direita e 11 na orelha esquerda. Não houve diferença estatisticamente significante quando comparamos o lado implantando com o desempenho dos testes de percepção de fala. Conclusões: independentemente do tempo de uso do dispositivo e/ou do desempenho nos testes de percepção de fala a maioria dos participantes classificou a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". Os participantes que classificaram a qualidade sonora como "muito boa" são aqueles que obtiveram melhor desempenho nos testes de percepção de fala. É fundamental a avaliação contínua do desempenho dos usuários desse dispositivo para que seja possível mensurar suas habilidades de comunicação e também o que pode ser feito para melhorá-la. Além disso a aplicação de testes que possibilitem mensurar a satisfação e o benefício dos usuários deve fazer parte da rotina clínica dos centros de implante. Apesar de haver estudos que justificam a implantação na orelha direita devido ao cruzamento de informações no hemisfério cerebral, não pudemos observar melhor desempenho daqueles implantados à orelha direita.Objective: to correlate speech perception score in both silence and noise and self perception of Cochelar Implant benefit in adults with Cochelar Implant and to correlate speech perception score in both silence and noise with time of using Cochlear Implant. Methods: a cohort of 27 post-lingually deafned subjects between 12 and 75 years old who wear unilaterally Cochlear Implant and had tonal threshold minor than 40dBA. All the subjects were assessed using pure tone audiometry in free field, speech perception tests both in silence and noise and HISQUI19 questionnaire that evaluates self perception about Cochlear Implant Sound Quality. Results: the majority of the subjects derived a "moderate" sound quality level from their Cochlear Implant. The mean speech perception in silence score was 46,06dBA and 79,65%. The mean speech perception in noise score was 78,69dBA and 29%. The subjects who derived a "poor" sound quality level from their Cochlear Implant had the worst speech perception score, and those whor derived a "very good" sound quality level from their Cochlear Implant had the better speech perception score. Those who underwent Cochlear Implant a long time had a better speech perception score, but only statistically significant in silence tests (p=0,047). Comparing HISQUI19 score and time of using Cochlear Implant, the subjects who underwent Cochlear Implant before derived better the sound quality level from their Cochlear Implant, but without statistically significant. 16 subjects underwent Cochlear Implant in the right ear and 11 in the left ear. There was no statistically significant difference between speech perception score and the implanted ear. Conclusions: independently of the time using Cochlear Implant or the speech perception score the majority of the subjects derived a "moderate" sound quality level from their Cochlear Implant. Those who derived a "very good" sound qualitylevel from their Cochlear Implant had a better speech perception score. It is important to evaluate continuously the speech perception performance of Cochlear Implant users to know what can be done to improve their ability to hear better. The use of instruments to measure the satisfaction and the benefit of Cochlear Implant users should be part of the routine in the Cochlear Implant centers. Although there are studies that justify the implantation in the right ear we could not observe a better performance of those implanted in the right ear.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2018)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)81 f.MÜLLER, Renata. Auto percepção do benefício auditivo e o reconhecimento de fala em usuários de implante coclear. 2017. [81] f. Dissertação (Mestrado em Distúrbios da comunicação humana: fonoaudiologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2017.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/53007https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7428265ark:/48912/001300001w1z8porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessImplante coclearPercepção da falaRuídoInquéritos e questionáriosAudiçãoAutoavaliaçãoCochlear implantSpeech perceptionNoiseQuestionnaireHearingSelf-AssessmentAuto percepção do benefício auditivo e o reconhecimento de fala em usuários de implante coclearThe self perception of the hearing benefit and the speech recognition in cochlear implant usersinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP Escola Paulista de Medicina (EPM)Distúrbios da comunicação humana (Fonoaudiologia)Ciências da saúdeDiagnóstico, prevenção e intervenção nos distúrbios de linguagem e de falaORIGINALDissertação.pdfapplication/pdf864804https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/db96e2f2-de4c-4f00-ba84-7c8d1c8f78d7/download4d091bbfc43599f548442d035a5de4fcMD5111600/530072025-04-24 09:13:19.497oai:repositorio.unifesp.br:11600/53007https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-04-24T09:13:19Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Objetivo: correlacionar o desempenho nos testes de percepção de fala no silêncio e no ruído com a auto-percepção do benefício auditivo em adultos usuários de Implante Coclear e correlacionar o desempenho nos testes com o tempo de uso do Implante Coclear. Métodos: foram selecionados 27 usuários de Implante Coclear entre 12 e 75 anos que tiveram a aquisição da deficiência auditiva no período pós-lingual, usavam predominantemente o código linguístico oral, faziam uso do dispositivo há, pelo menos, um ano e apresentaram limiar tonal em campo livre menor que 40 dBA. Todos os participantes foram submetidos à audiometria tonal em campo livre, responderam o questionário HISQUI19, que avalia a auto percepção da qualidade sonora do Implante Coclear e testes de percepção de fala no silêncio e no ruído. Resultados: a maioria dos participantes do estudo classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". A média de desempenho para os testes no silêncio foi de 46,06dBA e 79,65% de acertos. Para os testes do ruído a média foi de 78,69dBA e 29% de acertos. Foi possível observar que os participantes que classificaram a qualidade sonora do Implante Coclear como "pobre" foram os que tiveram pior desempenho nos testes de fala, assim como aqueles que classificaram como "muito boa" são os que tiveram melhor desempenho. Para todos os testes de percepção de fala houve melhor desempenho daqueles que utilizam o dispositivo há mais tempo, porém só houve diferença estatisticamente significante para o teste de reconhecimento de fala no silêncio (p=0,047). Na comparação das respostas ao HISQUI19 em relação ao tempo de uso, os participantes que classificaram melhor a qualidade sonora do Implante Coclear são aqueles que usam o dispositivo há mais tempo, porém não houve diferença estatisticamente significante. Em relação à orelha implantada, 16 participantes usavam o dispositivo na orelha direita e 11 na orelha esquerda. Não houve diferença estatisticamente significante quando comparamos o lado implantando com o desempenho dos testes de percepção de fala. Conclusões: independentemente do tempo de uso do dispositivo e/ou do desempenho nos testes de percepção de fala a maioria dos participantes classificou a qualidade sonora do Implante Coclear como "moderada". Os participantes que classificaram a qualidade sonora como "muito boa" são aqueles que obtiveram melhor desempenho nos testes de percepção de fala. É fundamental a avaliação contínua do desempenho dos usuários desse dispositivo para que seja possível mensurar suas habilidades de comunicação e também o que pode ser feito para melhorá-la. Além disso a aplicação de testes que possibilitem mensurar a satisfação e o benefício dos usuários deve fazer parte da rotina clínica dos centros de implante. Apesar de haver estudos que justificam a implantação na orelha direita devido ao cruzamento de informações no hemisfério cerebral, não pudemos observar melhor desempenho daqueles implantados à orelha direita. |
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