Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]
Orientador(a): Jones, Anamaria [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001txtx
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Dor
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/72935
Resumo: Introdução: A fibromialgia (FM) é definida como uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética difusa e vários sintomas que refletem na capacidade funcional e qualidade de vida dos pacientes acometidos. Diferentes tipos de exercícios são recomendados no tratamento da FM. O Pilates é um método de condicionamento físico que tem sido frequentemente utilizado em programas de reabilitação, devido aos benefícios percebidos em distúrbios musculoesqueléticos, bem como em outras condições. Objetivo: Avaliar a efetividade do método Pilates na melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, qualidade de vida geral, capacidade funcional, cinesiofobia, catastrofização, satisfação ao tratamento e redução do consumo de medicação em mulheres com FM. Material e Métodos: Estudo controlado e randomizado com avaliador cego. Foram incluídos 66 pacientes do sexo feminino, com diagnóstico de FM, idade de 18 a 65 anos, apresentando dor entre 3 e 8 cm na escala numérica de dor (END). Pacientes com doenças reumáticas inflamatórias, doenças neurológicas, em tratamento psiquiátricos, ou aqueles que iniciaram ou mudaram atividades físicas ou medicações nos últimos três meses, pacientes com doenças cardiorrespiratórias ou cardiovasculares não controladas ou qualquer outra condição que poderia limitar a prática de exercícios, com diabetes Melittus não controlada e outras doenças musculoesqueléticas que poderiam impedir o uso deste método, não foram incluídas. Os pacientes foram randomizados através de uma tábua de randomização gerada eletronicamente em dois grupos: Pilates e controle. O grupo Pilates (GP) realizou sessões de Pilates três vezes por semana, durante 12 semanas. O grupo controle (GC) realizou caminhada na esteira três vezes por semana durante 12 semanas com duração de 50 minutos cada sessão de treinamento. Ambos os grupos foram instruídos a utilizar paracetamol 750 mg a cada oito horas em caso de dor e o consumo do medicamento foi controlado. Instrumentos de avaliação: Os dois grupos foram avaliados para: dor (END – Escala Numérica de Dor), qualidade de vida relacionada à saúde (FIQ – Fibromyalgia Impact Questionnaire), sintomas depressivos (BDI - Beck Depression Inventory), qualidade de vida geral (SF-36), capacidade funcional (teste de caminhada de seis minutos - TC6), cinesiofobia (Tampa) e a catastrofização (FABQ - Fear Avoidance Beliefs Questionnaire). Foi utilizada a escala de Likert para avaliar a satisfação do paciente com o tratamento. As avaliações foram realizadas por um avaliador cego imediatamente antes da randomização (T0), 45 dias (T45), 90 dias (T90) e 180 (T180) dias após o início do programa. Resultados: Foram randomizadas 34 pacientes para o GP e 32 para o GC. Na comparação entre os grupos ao longo do tempo, encontramos diferenças estatísticas com melhores resultados para o grupo GP na dor (p<0,001), qualidade de vida relacionada à doença (p<0,001), sintomas depressivos (p=0,026), alguns domínios do SF-36, dor (p=0,014) e estado geral de saúde (p<0,044), escala de cinesiofobia (p<0,001), redução do consumo de analgésico (p=0,042) e na escala Likert (p=0,003). Conclusão: Podemos concluir que o método Pilates é efetivo no tratamento de mulheres com FM apresentando melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, nos domínios do SF-36 (dor estado geral da saúde), na escala de cinesiofobia, redução do consumo de analgésico e na satisfação ao tratamento com melhores resultados quando comprado à caminhada.
id UFSP_be454f2df83951cfca11b5a4ca352ace
oai_identifier_str oai:repositorio.unifesp.br:11600/72935
network_acronym_str UFSP
network_name_str Repositório Institucional da UNIFESP
repository_id_str
spelling http://lattes.cnpq.br/4969546467649519http://lattes.cnpq.br/1110903849978130Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/0886152777870798Jones, Anamaria [UNIFESP]Natour, Jamil [UNIFESP]São Paulo2025-02-07T19:36:32Z2025-02-07T19:36:32Z2021-02-07Introdução: A fibromialgia (FM) é definida como uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética difusa e vários sintomas que refletem na capacidade funcional e qualidade de vida dos pacientes acometidos. Diferentes tipos de exercícios são recomendados no tratamento da FM. O Pilates é um método de condicionamento físico que tem sido frequentemente utilizado em programas de reabilitação, devido aos benefícios percebidos em distúrbios musculoesqueléticos, bem como em outras condições. Objetivo: Avaliar a efetividade do método Pilates na melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, qualidade de vida geral, capacidade funcional, cinesiofobia, catastrofização, satisfação ao tratamento e redução do consumo de medicação em mulheres com FM. Material e Métodos: Estudo controlado e randomizado com avaliador cego. Foram incluídos 66 pacientes do sexo feminino, com diagnóstico de FM, idade de 18 a 65 anos, apresentando dor entre 3 e 8 cm na escala numérica de dor (END). Pacientes com doenças reumáticas inflamatórias, doenças neurológicas, em tratamento psiquiátricos, ou aqueles que iniciaram ou mudaram atividades físicas ou medicações nos últimos três meses, pacientes com doenças cardiorrespiratórias ou cardiovasculares não controladas ou qualquer outra condição que poderia limitar a prática de exercícios, com diabetes Melittus não controlada e outras doenças musculoesqueléticas que poderiam impedir o uso deste método, não foram incluídas. Os pacientes foram randomizados através de uma tábua de randomização gerada eletronicamente em dois grupos: Pilates e controle. O grupo Pilates (GP) realizou sessões de Pilates três vezes por semana, durante 12 semanas. O grupo controle (GC) realizou caminhada na esteira três vezes por semana durante 12 semanas com duração de 50 minutos cada sessão de treinamento. Ambos os grupos foram instruídos a utilizar paracetamol 750 mg a cada oito horas em caso de dor e o consumo do medicamento foi controlado. Instrumentos de avaliação: Os dois grupos foram avaliados para: dor (END – Escala Numérica de Dor), qualidade de vida relacionada à saúde (FIQ – Fibromyalgia Impact Questionnaire), sintomas depressivos (BDI - Beck Depression Inventory), qualidade de vida geral (SF-36), capacidade funcional (teste de caminhada de seis minutos - TC6), cinesiofobia (Tampa) e a catastrofização (FABQ - Fear Avoidance Beliefs Questionnaire). Foi utilizada a escala de Likert para avaliar a satisfação do paciente com o tratamento. As avaliações foram realizadas por um avaliador cego imediatamente antes da randomização (T0), 45 dias (T45), 90 dias (T90) e 180 (T180) dias após o início do programa. Resultados: Foram randomizadas 34 pacientes para o GP e 32 para o GC. Na comparação entre os grupos ao longo do tempo, encontramos diferenças estatísticas com melhores resultados para o grupo GP na dor (p<0,001), qualidade de vida relacionada à doença (p<0,001), sintomas depressivos (p=0,026), alguns domínios do SF-36, dor (p=0,014) e estado geral de saúde (p<0,044), escala de cinesiofobia (p<0,001), redução do consumo de analgésico (p=0,042) e na escala Likert (p=0,003). Conclusão: Podemos concluir que o método Pilates é efetivo no tratamento de mulheres com FM apresentando melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, nos domínios do SF-36 (dor estado geral da saúde), na escala de cinesiofobia, redução do consumo de analgésico e na satisfação ao tratamento com melhores resultados quando comprado à caminhada.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)anamaria.jones@unifesp.br97 f.CAZOTTI, Luciana de Araújo. Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia. 2021. 97 f. Tese (Doutorado em Reumatologia) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2021.https://hdl.handle.net/11600/72935ark:/48912/001300001txtxporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessTerapêutica3. Saúde e bem-estarFibromialgiaDorExercícioQualidade de vidaEfetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgiaEffectiveness of the Pilates method in the treatment of women with fibromyalgiainfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Ciências da Saúde Aplicadas à ReumatologiaLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6ba5eb23-0725-4d4b-9940-1260de12baab/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD51ORIGINALTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdfTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdfapplication/pdf6906929https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d1b4139d-501e-4658-a9ef-727e176cde28/download2621524a29971ecd04a38d234dceb886MD52TEXTTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdf.txtTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdf.txtExtracted texttext/plain1449https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b8ae0e79-442d-43bd-933b-e4c03e0e12fa/download33f3e8e1ed0e698364a9815071ab1dd0MD53THUMBNAILTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdf.jpgTese_Luciana de Araújo Cazotti.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2951https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d68c94b7-7293-472c-8567-83a081b7bbbd/download3e633d2fd9c172e41c3cabbf689848c1MD5411600/729352025-04-04 10:10:46.153oai:repositorio.unifesp.br:11600/72935https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-04-04T10:10:46Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)falsePGgxPjxzdHJvbmc+TGljZW7Dp2EgZGlzdHJpYnXDrWRhPC9zdHJvbmc+PC9oMT4KPGJyPjxicj4KTm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVW5pZmVzcCwgcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgo8YnI+PGJyPgpQYXJhIGNvbmNlZGVyIGEgbGljZW7Dp2EgZGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gcGFkcsOjbywgYXDDs3MgYSBsZWl0dXJhIGRvcyB0ZXJtb3MsIHNlbGVjaW9uZTogIkV1IGNvbmNlZG8gYSBMaWNlbsOnYSIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KPGJyPjxicj4KVEVSTU9TIEUgQ09OREnDh8OVRVMgUEFSQSBPIExJQ0VOQ0lBTUVOVE8gRE8gQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIE5PIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVOSUZFU1AuCjxicj48YnI+CjEuIEV1LCByZXNwb25zw6F2ZWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyBlL291IHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVOSUZFU1AsIGFzc2VndXJvIG5vIHByZXNlbnRlIGF0byBxdWUgc291IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhdHJpbW9uaWFpcyBlL291IGRpcmVpdG9zIGNvbmV4b3MgcmVmZXJlbnRlcyDDoCB0b3RhbGlkYWRlIGRhIE9icmEgb3JhIGRlcG9zaXRhZGEgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBiZW0gY29tbyBkZSBzZXVzIGNvbXBvbmVudGVzIG1lbm9yZXMsIGVtIHNlIHRyYXRhbmRvIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEsIGNvbmZvcm1lIG8gcHJlY2VpdHVhZG8gcGVsYSBMZWkgOS42MTAvOTggZS9vdSBMZWkgOS42MDkvOTguIE7Do28gc2VuZG8gZXN0ZSBvIGNhc28sIGFzc2VndXJvIHRlciBvYnRpZG8gZGlyZXRhbWVudGUgZG9zIGRldmlkb3MgdGl0dWxhcmVzIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBwYXJhIGEgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRhIE9icmEsIGFicmFuZ2VuZG8gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZSBjb25leG9zIGFmZXRhZG9zIHBlbGEgYXNzaW5hdHVyYSBkbyBwcmVzZW50ZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvLCBkZSBtb2RvIGEgZWZldGl2YW1lbnRlIGlzZW50YXIgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBlIHNldXMgZnVuY2lvbsOhcmlvcyBkZSBxdWFscXVlciByZXNwb25zYWJpbGlkYWRlIHBlbG8gdXNvIG7Do28tYXV0b3JpemFkbyBkbyBtYXRlcmlhbCBkZXBvc2l0YWRvLCBzZWphIGVtIHZpbmN1bGHDp8OjbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTklGRVNQLCBzZWphIGVtIHZpbmN1bGHDp8OjbyBhIHF1YWlzcXVlciBzZXJ2acOnb3MgZGUgYnVzY2EgZSBkZSBkaXN0cmlidWnDp8OjbyBkZSBjb250ZcO6ZG8gcXVlIGZhw6dhbSB1c28gZGFzIGludGVyZmFjZXMgZSBlc3Bhw6dvIGRlIGFybWF6ZW5hbWVudG8gcHJvdmlkZW5jaWFkb3MgcGVsYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLiAKPGJyPjxicj4KMi4gQSBjb25jb3Jkw6JuY2lhIGNvbSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlcXXDqm5jaWEgYSB0cmFuc2ZlcsOqbmNpYSwgYSB0w610dWxvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGUgbsOjby1vbmVyb3NvLCBpc2VudGEgZG8gcGFnYW1lbnRvIGRlIHJveWFsdGllcyBvdSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBjb250cmFwcmVzdGHDp8OjbywgcGVjdW5pw6FyaWEgb3UgbsOjbywgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGFybWF6ZW5hciBkaWdpdGFsbWVudGUsIGRlIHJlcHJvZHV6aXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyIG5hY2lvbmFsIGUgaW50ZXJuYWNpb25hbG1lbnRlIGEgT2JyYSwgaW5jbHVpbmRvLXNlIG8gc2V1IHJlc3Vtby9hYnN0cmFjdCwgcG9yIG1laW9zIGVsZXRyw7RuaWNvcyBhbyBww7pibGljbyBlbSBnZXJhbCwgZW0gcmVnaW1lIGRlIGFjZXNzbyBhYmVydG8uCjxicj48YnI+CjMuIEEgcHJlc2VudGUgbGljZW7Dp2EgdGFtYsOpbSBhYnJhbmdlLCBub3MgbWVzbW9zIHRlcm1vcyBlc3RhYmVsZWNpZG9zIG5vIGl0ZW0gMiwgc3VwcmEsIHF1YWxxdWVyIGRpcmVpdG8gZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBjYWLDrXZlbCBlbSByZWxhw6fDo28gw6AgT2JyYSBvcmEgZGVwb3NpdGFkYSwgaW5jbHVpbmRvLXNlIG9zIHVzb3MgcmVmZXJlbnRlcyDDoCByZXByZXNlbnRhw6fDo28gcMO6YmxpY2EgZS9vdSBleGVjdcOnw6NvIHDDumJsaWNhLCBiZW0gY29tbyBxdWFscXVlciBvdXRyYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGNvbXVuaWNhw6fDo28gYW8gcMO6YmxpY28gcXVlIGV4aXN0YSBvdSB2ZW5oYSBhIGV4aXN0aXIsIG5vcyB0ZXJtb3MgZG8gYXJ0aWdvIDY4IGUgc2VndWludGVzIGRhIExlaSA5LjYxMC85OCwgbmEgZXh0ZW5zw6NvIHF1ZSBmb3IgYXBsaWPDoXZlbCBhb3Mgc2VydmnDp29zIHByZXN0YWRvcyBhbyBww7pibGljbyBwZWxhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApLgo8YnI+PGJyPgo0LiBFc3RhIGxpY2Vuw6dhIGFicmFuZ2UsIGFpbmRhLCBub3MgbWVzbW9zIHRlcm1vcyBlc3RhYmVsZWNpZG9zIG5vIGl0ZW0gMiwgc3VwcmEsIHRvZG9zIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbmV4b3MgZGUgYXJ0aXN0YXMgaW50w6lycHJldGVzIG91IGV4ZWN1dGFudGVzLCBwcm9kdXRvcmVzIGZvbm9ncsOhZmljb3Mgb3UgZW1wcmVzYXMgZGUgcmFkaW9kaWZ1c8OjbyBxdWUgZXZlbnR1YWxtZW50ZSBzZWphbSBhcGxpY8OhdmVpcyBlbSByZWxhw6fDo28gw6Agb2JyYSBkZXBvc2l0YWRhLCBlbSBjb25mb3JtaWRhZGUgY29tIG8gcmVnaW1lIGZpeGFkbyBubyBUw610dWxvIFYgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4Lgo8YnI+PGJyPgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUC4KPGJyPjxicj4KNi4gQXV0b3JpemEgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgYSBvYnJhIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVOSUZFU1AgZGUgZm9ybWEgZ3JhdHVpdGEsIGRlIGFjb3JkbyBjb20gYSBsaWNlbsOnYSBww7pibGljYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zOiBBdHJpYnVpw6fDo28tU2VtIERlcml2YcOnw7Vlcy1TZW0gRGVyaXZhZG9zIDQuMCBJbnRlcm5hY2lvbmFsIChDQyBCWS1OQy1ORCksIHBlcm1pdGluZG8gc2V1IGxpdnJlIGFjZXNzbywgdXNvIGUgY29tcGFydGlsaGFtZW50bywgZGVzZGUgcXVlIGNpdGFkYSBhIGZvbnRlLiBBIG9icmEgY29udGludWEgcHJvdGVnaWRhIHBvciBEaXJlaXRvcyBBdXRvcmFpcyBlL291IHBvciBvdXRyYXMgbGVpcyBhcGxpY8OhdmVpcy4gUXVhbHF1ZXIgdXNvIGRhIG9icmEsIHF1ZSBuw6NvIG8gYXV0b3JpemFkbyBzb2IgZXN0YSBsaWNlbsOnYSBvdSBwZWxhIGxlZ2lzbGHDp8OjbyBhdXRvcmFsLCDDqSBwcm9pYmlkby4gIAo8YnI+PGJyPgo3LiBBdGVzdGEgcXVlIGEgT2JyYSBzdWJtZXRpZGEgbsOjbyBjb250w6ltIHF1YWxxdWVyIGluZm9ybWHDp8OjbyBjb25maWRlbmNpYWwgc3VhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvcy4KPGJyPjxicj4KOC4gQXRlc3RhIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIGZvaSBlbGFib3JhZG8gcmVzcGVpdGFuZG8gb3MgcHJpbmPDrXBpb3MgZGEgbW9yYWwgZSBkYSDDqXRpY2EgZSBuw6NvIHZpb2xvdSBxdWFscXVlciBkaXJlaXRvIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGludGVsZWN0dWFsLCBzb2IgcGVuYSBkZSByZXNwb25kZXIgY2l2aWwsIGNyaW1pbmFsLCDDqXRpY2EgZSBwcm9maXNzaW9uYWxtZW50ZSBwb3IgbWV1cyBhdG9zOwo8YnI+PGJyPgo5LiBBdGVzdGEgcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbywgZW0gY2Fzb3MgZGUgdHJhYmFsaG9zIHF1ZSBleGlnaXJhbSBvcmllbnRhw6fDo28sIMOpIGEgdmVyc8OjbyBkZWZpbml0aXZhIHF1ZSBpbmNsdWkgYXMgYWx0ZXJhw6fDtWVzIGRlY29ycmVudGVzIGRhIGRlZmVzYSwgc29saWNpdGFkYXMgcGVsYSBiYW5jYSwgc2UgaG91dmUgYWxndW1hLCBvdSBzb2xpY2l0YWRhcyBwb3IgcGFydGUgZGUgb3JpZW50YcOnw6NvIGRvY2VudGUgcmVzcG9uc8OhdmVsLiBBdGVzdG8gYWluZGEgcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZGUgcHVibGljYcOnw6NvIGUgYWNlc3NvIGRvIChhKSBvcmllbnRhZG9yIChhKSBkZSBhY29yZG8gY29tIGFzIGluZm9ybWHDp8O1ZXMgYXF1aSBwcmVzdGFkYXM7Cjxicj48YnI+CjEwLiBDb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSByZWFsaXphciBxdWFpc3F1ZXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5hIG3DrWRpYSBvdSBubyBmb3JtYXRvIGRvIGFycXVpdm8gcGFyYSBwcm9ww7NzaXRvcyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIGRpZ2l0YWwsIGRlIGFjZXNzaWJpbGlkYWRlIGUgZGUgbWVsaG9yIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGRlc2RlIHF1ZSBuw6NvIHNlamEgYWx0ZXJhZG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbC4KPGJyPjxicj4KQW8gY29uY2x1aXIgYXMgZXRhcGFzIGRvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28gZGUgYXJxdWl2b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCwgYXRlc3RvIHF1ZSBsaSBlIGNvbmNvcmRlaSBpbnRlZ3JhbG1lbnRlIGNvbSBvcyB0ZXJtb3MgYWNpbWEgZGVsaW1pdGFkb3MsIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcm8gb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm9zIGl0ZW5zIG1lbmNpb25hZG9zIGFudGVyaW9ybWVudGUuCjxicj48YnI+CkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSBvdSBuw6NvIHNlIHZlcmlmaWNhbmRvIG8gZXhpZ2lkbyBub3MgaXRlbnMgYW50ZXJpb3Jlcywgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgY29uY29yZMOibmNpYSBlIMOgIGFzc2luYXR1cmEgZGVzdGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb20gdG9kYXMgYXMgY29uc2VxdcOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCjxicj48YnI+ClNlIHRpdmVyIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIHF1YW50byBhbyBwcm9jZXNzbyBkZSBzdWJtaXNzw6NvLCBlbnRyZSBlbSBjb250YXRvIGNvbSBhIGJpYmxpb3RlY2EgZG8gc2V1IGNhbXB1cyAoY29uc3VsdGUgZW06IDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vYmlibGlvdGVjYXMudW5pZmVzcC5ici9iaWJsaW90ZWNhcy1kYS1yZWRlIj5odHRwczovL2JpYmxpb3RlY2FzLnVuaWZlc3AuYnIvYmlibGlvdGVjYXMtZGEtcmVkZTwvYT4pIAo8YnI+PGJyPgpTw6NvIFBhdWxvLCBNb24gSmFuIDE4IDIxOjQ5OjE4IEJSU1QgMjAyMS4K
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Effectiveness of the Pilates method in the treatment of women with fibromyalgia
title Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
spellingShingle Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]
Terapêutica
Fibromialgia
Dor
Exercício
Qualidade de vida
3. Saúde e bem-estar
title_short Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
title_full Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
title_fullStr Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
title_full_unstemmed Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
title_sort Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia
author Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]
author_facet Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]
author_role author
dc.contributor.advisor-coLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/4969546467649519
dc.contributor.advisorLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/1110903849978130
dc.contributor.authorLattes.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/0886152777870798
dc.contributor.author.fl_str_mv Cazotti, Luciana de Araújo [UNIFESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Jones, Anamaria [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv Natour, Jamil [UNIFESP]
contributor_str_mv Jones, Anamaria [UNIFESP]
Natour, Jamil [UNIFESP]
dc.subject.pt_)BR.fl_str_mv Terapêutica
topic Terapêutica
Fibromialgia
Dor
Exercício
Qualidade de vida
3. Saúde e bem-estar
dc.subject.por.fl_str_mv Fibromialgia
Dor
Exercício
Qualidade de vida
dc.subject.ods.pt_BR.fl_str_mv 3. Saúde e bem-estar
description Introdução: A fibromialgia (FM) é definida como uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética difusa e vários sintomas que refletem na capacidade funcional e qualidade de vida dos pacientes acometidos. Diferentes tipos de exercícios são recomendados no tratamento da FM. O Pilates é um método de condicionamento físico que tem sido frequentemente utilizado em programas de reabilitação, devido aos benefícios percebidos em distúrbios musculoesqueléticos, bem como em outras condições. Objetivo: Avaliar a efetividade do método Pilates na melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, qualidade de vida geral, capacidade funcional, cinesiofobia, catastrofização, satisfação ao tratamento e redução do consumo de medicação em mulheres com FM. Material e Métodos: Estudo controlado e randomizado com avaliador cego. Foram incluídos 66 pacientes do sexo feminino, com diagnóstico de FM, idade de 18 a 65 anos, apresentando dor entre 3 e 8 cm na escala numérica de dor (END). Pacientes com doenças reumáticas inflamatórias, doenças neurológicas, em tratamento psiquiátricos, ou aqueles que iniciaram ou mudaram atividades físicas ou medicações nos últimos três meses, pacientes com doenças cardiorrespiratórias ou cardiovasculares não controladas ou qualquer outra condição que poderia limitar a prática de exercícios, com diabetes Melittus não controlada e outras doenças musculoesqueléticas que poderiam impedir o uso deste método, não foram incluídas. Os pacientes foram randomizados através de uma tábua de randomização gerada eletronicamente em dois grupos: Pilates e controle. O grupo Pilates (GP) realizou sessões de Pilates três vezes por semana, durante 12 semanas. O grupo controle (GC) realizou caminhada na esteira três vezes por semana durante 12 semanas com duração de 50 minutos cada sessão de treinamento. Ambos os grupos foram instruídos a utilizar paracetamol 750 mg a cada oito horas em caso de dor e o consumo do medicamento foi controlado. Instrumentos de avaliação: Os dois grupos foram avaliados para: dor (END – Escala Numérica de Dor), qualidade de vida relacionada à saúde (FIQ – Fibromyalgia Impact Questionnaire), sintomas depressivos (BDI - Beck Depression Inventory), qualidade de vida geral (SF-36), capacidade funcional (teste de caminhada de seis minutos - TC6), cinesiofobia (Tampa) e a catastrofização (FABQ - Fear Avoidance Beliefs Questionnaire). Foi utilizada a escala de Likert para avaliar a satisfação do paciente com o tratamento. As avaliações foram realizadas por um avaliador cego imediatamente antes da randomização (T0), 45 dias (T45), 90 dias (T90) e 180 (T180) dias após o início do programa. Resultados: Foram randomizadas 34 pacientes para o GP e 32 para o GC. Na comparação entre os grupos ao longo do tempo, encontramos diferenças estatísticas com melhores resultados para o grupo GP na dor (p<0,001), qualidade de vida relacionada à doença (p<0,001), sintomas depressivos (p=0,026), alguns domínios do SF-36, dor (p=0,014) e estado geral de saúde (p<0,044), escala de cinesiofobia (p<0,001), redução do consumo de analgésico (p=0,042) e na escala Likert (p=0,003). Conclusão: Podemos concluir que o método Pilates é efetivo no tratamento de mulheres com FM apresentando melhora da dor, qualidade de vida relacionada à doença, sintomas depressivos, nos domínios do SF-36 (dor estado geral da saúde), na escala de cinesiofobia, redução do consumo de analgésico e na satisfação ao tratamento com melhores resultados quando comprado à caminhada.
publishDate 2021
dc.date.issued.fl_str_mv 2021-02-07
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2025-02-07T19:36:32Z
dc.date.available.fl_str_mv 2025-02-07T19:36:32Z
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv CAZOTTI, Luciana de Araújo. Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia. 2021. 97 f. Tese (Doutorado em Reumatologia) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2021.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/11600/72935
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/48912/001300001txtx
identifier_str_mv CAZOTTI, Luciana de Araújo. Efetividade do método Pilates no tratamento de mulheres com fibromialgia. 2021. 97 f. Tese (Doutorado em Reumatologia) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2021.
ark:/48912/001300001txtx
url https://hdl.handle.net/11600/72935
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 97 f.
dc.coverage.spatial.none.fl_str_mv São Paulo
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNIFESP
instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron:UNIFESP
instname_str Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron_str UNIFESP
institution UNIFESP
reponame_str Repositório Institucional da UNIFESP
collection Repositório Institucional da UNIFESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6ba5eb23-0725-4d4b-9940-1260de12baab/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d1b4139d-501e-4658-a9ef-727e176cde28/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b8ae0e79-442d-43bd-933b-e4c03e0e12fa/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d68c94b7-7293-472c-8567-83a081b7bbbd/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 79881d6dea480587c66312d1102a8942
2621524a29971ecd04a38d234dceb886
33f3e8e1ed0e698364a9815071ab1dd0
3e633d2fd9c172e41c3cabbf689848c1
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
repository.mail.fl_str_mv biblioteca.csp@unifesp.br
_version_ 1863845991691583488