Efeitos da manipulação da pelve no tronco e na função dos membros superiores em crianças e adolescentes hipertônicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Silva, Nathalia Trasmonte da [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000025ss0
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/72612
Resumo: Esta tese teve como objetivo investigar o efeito da manipulação da pelve no alinhamento postural e na função dos membros superiores em crianças e adolescentes com hipertonia e com desenvolvimento típico. O estudo foi dividido em dois capítulos. O primeiro capítulo consistiu em uma revisão sistemática da literatura sobre a influência da inclinação pélvica na postura sentada e na função motora dos membros superiores em crianças com PC. A revisão destacou que a inclinação da pelve pode afetar o controle postural, especialmente em crianças com hipertonia, porém os efeitos variam de acordo com a condição clínica e o tipo de inclinação aplicada. Estudos incluídos na revisão mostraram que a inclinação do assento influencia a atividade muscular postural de forma assimétrica, especialmente em crianças com PC. A inclinação para frente aumentou a atividade muscular nessas crianças, enquanto a inclinação para trás teve efeitos opostos em crianças com desenvolvimento típico. A personalização das intervenções, considerando o tipo de PC e o envolvimento muscular, é recomendada para melhorar a postura sentada. O segundo capítulo apresentou um estudo laboratorial comparando o desempenho motor de crianças e adolescentes com hipertonia e desenvolvimento típico durante tarefas de alcance e manipulação, em diferentes condições de inclinação da pelve (neutro, anteroversão e retroversão). A amostra foi composta por 11 crianças do grupo controle e 6 crianças do grupo hipertonia. Espasticidade, presenção de contratura dos quadris, discrepância femoral, extensibilidade dos isquiotibiais, ângulo da patela, obriliquidade pélvica, posicionamento do sacro, alinhamento da coluna, nível de controle de tronco, tempo de execução de tarefas de manipulação, e durante a execução do movimento de alcance, foram as avaliadas as variáveis de ângulos torácico, lombar, de ombro, cotovelo, punho. Além disso, para o movimento de alcance, foram avaliadas a duração do movimento, pico de velocidade, tempo para o pico de velocidade, índice de desaceleração, índice de retidão, trajetória, velocidade médica e trajetória do ponto do acrômio. Os resultados indicaram que a manipulação da pelve não influenciou significativamente a trajetória e a amplitude dos movimentos de alcance, sugerindo que a postura pélvica tem um impacto limitado na eficiência de tais movimentos. No entanto, o grupo PC apresentou maior variabilidade no controle postural torácico, o que pode ter contribuído para os tempos de execução mais longos em tarefas de manipulação de objetos. O grupo controle demonstrou maior pico de velocidade e tempos de execução mais curtos, reforçando a hipótese de que crianças com PC apresentam limitações motoras associadas à hipertonia e à instabilidade postural. Os achados sugerem que intervenções voltadas exclusivamente para a manipulação da pelve podem não ser suficientes para melhorar a função dos membros superiores em crianças com PC. A instabilidade postural e a variabilidade no controle torácico parecem desempenhar um papel mais significativo na limitação do desempenho motor, indicando a necessidade de abordagens terapêuticas mais abrangentes que integrem o controle postural global e a redução da variabilidade torácica. Futuros estudos devem considerar intervenções que não apenas manipulem a postura pélvica, mas também trabalhem o fortalecimento muscular e o controle postural dinâmico, com o objetivo de otimizar o desempenho funcional em tarefas diárias.
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A revisão destacou que a inclinação da pelve pode afetar o controle postural, especialmente em crianças com hipertonia, porém os efeitos variam de acordo com a condição clínica e o tipo de inclinação aplicada. Estudos incluídos na revisão mostraram que a inclinação do assento influencia a atividade muscular postural de forma assimétrica, especialmente em crianças com PC. A inclinação para frente aumentou a atividade muscular nessas crianças, enquanto a inclinação para trás teve efeitos opostos em crianças com desenvolvimento típico. A personalização das intervenções, considerando o tipo de PC e o envolvimento muscular, é recomendada para melhorar a postura sentada. O segundo capítulo apresentou um estudo laboratorial comparando o desempenho motor de crianças e adolescentes com hipertonia e desenvolvimento típico durante tarefas de alcance e manipulação, em diferentes condições de inclinação da pelve (neutro, anteroversão e retroversão). A amostra foi composta por 11 crianças do grupo controle e 6 crianças do grupo hipertonia. Espasticidade, presenção de contratura dos quadris, discrepância femoral, extensibilidade dos isquiotibiais, ângulo da patela, obriliquidade pélvica, posicionamento do sacro, alinhamento da coluna, nível de controle de tronco, tempo de execução de tarefas de manipulação, e durante a execução do movimento de alcance, foram as avaliadas as variáveis de ângulos torácico, lombar, de ombro, cotovelo, punho. Além disso, para o movimento de alcance, foram avaliadas a duração do movimento, pico de velocidade, tempo para o pico de velocidade, índice de desaceleração, índice de retidão, trajetória, velocidade médica e trajetória do ponto do acrômio. Os resultados indicaram que a manipulação da pelve não influenciou significativamente a trajetória e a amplitude dos movimentos de alcance, sugerindo que a postura pélvica tem um impacto limitado na eficiência de tais movimentos. No entanto, o grupo PC apresentou maior variabilidade no controle postural torácico, o que pode ter contribuído para os tempos de execução mais longos em tarefas de manipulação de objetos. O grupo controle demonstrou maior pico de velocidade e tempos de execução mais curtos, reforçando a hipótese de que crianças com PC apresentam limitações motoras associadas à hipertonia e à instabilidade postural. Os achados sugerem que intervenções voltadas exclusivamente para a manipulação da pelve podem não ser suficientes para melhorar a função dos membros superiores em crianças com PC. A instabilidade postural e a variabilidade no controle torácico parecem desempenhar um papel mais significativo na limitação do desempenho motor, indicando a necessidade de abordagens terapêuticas mais abrangentes que integrem o controle postural global e a redução da variabilidade torácica. Futuros estudos devem considerar intervenções que não apenas manipulem a postura pélvica, mas também trabalhem o fortalecimento muscular e o controle postural dinâmico, com o objetivo de otimizar o desempenho funcional em tarefas diárias. This thesis aimed to investigate the effect of pelvic manipulation on postural alignment and upper limb function in children and adolescents with hypertonia and typical development. The study was divided into two chapters. The first chapter consisted of a systematic literature review on the influence of pelvic tilt on seated posture and upper limb motor function in children with cerebral palsy (CP). The review highlighted that pelvic tilt can affect postural control, especially in children with hypertonia, although the effects vary according to the clinical condition and the type of tilt applied. Studies included in the review showed that seat tilt influences postural muscle activity asymmetrically, especially in children with CP. Forward tilt increased muscle activity in these children, while backward tilt had opposite effects in typically developing children. Personalized interventions, considering the type of CP and muscle involvement, are recommended to improve seated posture. The second chapter presented a laboratory study comparing the motor performance of children and adolescents with hypertonia and typical development during reaching and manipulation tasks under different pelvic tilt conditions (neutral, anterior tilt, and posterior tilt). The sample consisted of 11 children in the control group and 6 children in the hypertonia group. The analyzed variables included joint angles, hand and acromion trajectory, fine motor task execution times, peak velocity, and deceleration index. The results indicated that pelvic manipulation did not significantly influence the trajectory and amplitude of reaching movements, suggesting that pelvic posture has a limited impact on the efficiency of such movements. However, the CP group showed greater variability in thoracic postural control, which may have contributed to longer execution times in object manipulation tasks. The control group demonstrated higher peak velocity and shorter execution times, reinforcing the hypothesis that children with CP have motor limitations associated with hypertonia and postural instability. The findings suggest that interventions focused solely on pelvic manipulation may not be sufficient to improve upper limb function in children with CP. Postural instability and variability in thoracic control seem to play a more significant role in limiting motor performance, indicating the need for more comprehensive therapeutic approaches that integrate global postural control and reduce thoracic variability. Future studies should consider interventions that not only manipulate pelvic posture but also work on muscle strengthening and dynamic postural control to optimize functional performance in daily tasks.Universidade Federal de São PauloCarvalho, Raquel de Paula [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/7980384093582831https://lattes.cnpq.br/3897393425193204Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Silva, Nathalia Trasmonte da [UNIFESP]2024-12-10T19:14:29Z2024-12-10T19:14:29Z2024-09-18info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion94 f.application/pdfSILVA, Nathalia Trasmonte da. Efeitos da manipulação da pelve no tronco e na função dos membros superiores em crianças e adolescentes hipertônicos. 2024. 94 f. Tese (Doutorado Interdisciplinar em Ciências da Saúde) – Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2024.Processo SEI 23089.027308/2024-51https://hdl.handle.net/11600/72612ark:/48912/0013000025ss0porSantos, SPinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2024-12-11T04:03:44Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/72612Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-12-11T04:03:44Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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