Consórcio nacional para a caracterização microbiológica de isolados de Trichosporon spp. no Brasil
| Ano de defesa: | 2020 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Leveduras do gênero Trichosporon causam diferentes síndromes clínicas e relatos de infecções invasivas por estes agentes têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. A taxonomia do gênero tem sido constantemente revisitada em função dos avanços da genômica, e atualmente compreende 20 espécies, muitas delas com grande variabilidade intraespecífica, tal como já reportado para T. asahii e T. faecale. Nos últimos anos, nosso grupo estruturou um Consórcio Nacional, intitulado “Rede Trichosporon Brasil”, para analisar aspectos clínicos e epidemiológicos das infecções por tais agentes, assim como explorar sua variabilidade genética e peculiaridades biológicas de seus diferentes genótipos. Artigo 1: O objetivo deste trabalho foi fornecer perfis de distribuição de espécies e susceptibilidade a antifúngicos de 358 isolados clínicos de Trichosporon coletados em 24 hospitais terciários. As espécies foram identificadas por sequenciamento da região IGS1 do rDNA. A avaliação do perfil de susceptibilidade in vitro para anfotericina B, fluconazol, voriconazol e posaconazol foi realizada conforme documento M27-4ed do CLSI. Valores de corte epidemiológicos aos antifúngicos testados (97,5% ECVs) para T. asahii também foram calculados. Os isolados foram cultivados principalmente de amostras de urina (155/358, 43.3%) e sangue (82/358, 23%). Trichosporon asahii foi espécie prevalente (273/358, 76.3%), seguida por T. inkin (35/358, 9.7%). Isolamento de espécies não-T. asahii aumentaram nos últimos 11 anos [11/77 (14.2%) de 1997 a 2007 vs. 74/281 (26.3%) de 2008 a 2018, p.03]. Quanto aos testes de susceptibilidade, isolados de Trichosporon apresentaram altos valores de CIMs para anfotericina B, enquanto que o voriconazol mostrou maior atividade in vitro entre os derivados triazólicos. Os valores de ECV de T. asahii foram: 4 mg/mL para AMB, 8 mg/mL para FLC, 0,5 mg/mL para POS e 0,125 mg/mL para VOR. A diversidade no isolamento de espécies de Trichosporon aumentou ao longo dos anos entre as amostras clínicas testadas, e o perfil de susceptibilidade antifúngica mostrou-se ser espécie-específico. ECVs antifúngicos de T. asahii foram propostos, o que pode ser útil para orientar a terapia antifúngica. Artigo 2: Apesar dos derivados azólicos serem considerados a melhor terapia para infecções invasivas causadas por T. asahii, isolados resistentes a azólicos tem sido relatados em diferentes centros. Para investigar o surgimento de resistência antifúngica entre isolados clínicos de T. asahii, analisamos a distribuição de genótipos e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos em 283 isolados clínicos coletados em diferentes centros brasileiros entre 1997 e 2019. De acordo com os resultados do sequenciamento da região IGS1, foram encontrados isolados pertencentes aos genótipos G1 (76%), G3 (9.8%), G4 (2.8%), G5 (7.5%) e G7 (7.5%). Diferença significativa foi encontrada no perfil de susceptibilidade entre diferentes genótipos foi que isolados G7 apresentaram maiores valores de CIM a triazólicos e anfotericina B. Vale mencionar que isolados de G7 foram recuperados apenas em isolados obtidos após 2013. O monitoramento da distribuição de T. asahii e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos são necessários para reconhecer precocemente e estabelecer estratégias de controle da disseminação de genótipos resistentes de T. asahii a azólicos. |
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Doutoradohttp://lattes.cnpq.br/4512261018429681Francisco, Elaine Cristina [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/6620829106814744Universidade Federal de São PauloColombo, Arnaldo Lopes [UNIFESP]São Paulo2022-07-21T16:17:31Z2022-07-21T16:17:31Z2020-03-26Leveduras do gênero Trichosporon causam diferentes síndromes clínicas e relatos de infecções invasivas por estes agentes têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. A taxonomia do gênero tem sido constantemente revisitada em função dos avanços da genômica, e atualmente compreende 20 espécies, muitas delas com grande variabilidade intraespecífica, tal como já reportado para T. asahii e T. faecale. Nos últimos anos, nosso grupo estruturou um Consórcio Nacional, intitulado “Rede Trichosporon Brasil”, para analisar aspectos clínicos e epidemiológicos das infecções por tais agentes, assim como explorar sua variabilidade genética e peculiaridades biológicas de seus diferentes genótipos. Artigo 1: O objetivo deste trabalho foi fornecer perfis de distribuição de espécies e susceptibilidade a antifúngicos de 358 isolados clínicos de Trichosporon coletados em 24 hospitais terciários. As espécies foram identificadas por sequenciamento da região IGS1 do rDNA. A avaliação do perfil de susceptibilidade in vitro para anfotericina B, fluconazol, voriconazol e posaconazol foi realizada conforme documento M27-4ed do CLSI. Valores de corte epidemiológicos aos antifúngicos testados (97,5% ECVs) para T. asahii também foram calculados. Os isolados foram cultivados principalmente de amostras de urina (155/358, 43.3%) e sangue (82/358, 23%). Trichosporon asahii foi espécie prevalente (273/358, 76.3%), seguida por T. inkin (35/358, 9.7%). Isolamento de espécies não-T. asahii aumentaram nos últimos 11 anos [11/77 (14.2%) de 1997 a 2007 vs. 74/281 (26.3%) de 2008 a 2018, p.03]. Quanto aos testes de susceptibilidade, isolados de Trichosporon apresentaram altos valores de CIMs para anfotericina B, enquanto que o voriconazol mostrou maior atividade in vitro entre os derivados triazólicos. Os valores de ECV de T. asahii foram: 4 mg/mL para AMB, 8 mg/mL para FLC, 0,5 mg/mL para POS e 0,125 mg/mL para VOR. A diversidade no isolamento de espécies de Trichosporon aumentou ao longo dos anos entre as amostras clínicas testadas, e o perfil de susceptibilidade antifúngica mostrou-se ser espécie-específico. ECVs antifúngicos de T. asahii foram propostos, o que pode ser útil para orientar a terapia antifúngica. Artigo 2: Apesar dos derivados azólicos serem considerados a melhor terapia para infecções invasivas causadas por T. asahii, isolados resistentes a azólicos tem sido relatados em diferentes centros. Para investigar o surgimento de resistência antifúngica entre isolados clínicos de T. asahii, analisamos a distribuição de genótipos e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos em 283 isolados clínicos coletados em diferentes centros brasileiros entre 1997 e 2019. De acordo com os resultados do sequenciamento da região IGS1, foram encontrados isolados pertencentes aos genótipos G1 (76%), G3 (9.8%), G4 (2.8%), G5 (7.5%) e G7 (7.5%). Diferença significativa foi encontrada no perfil de susceptibilidade entre diferentes genótipos foi que isolados G7 apresentaram maiores valores de CIM a triazólicos e anfotericina B. Vale mencionar que isolados de G7 foram recuperados apenas em isolados obtidos após 2013. O monitoramento da distribuição de T. asahii e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos são necessários para reconhecer precocemente e estabelecer estratégias de controle da disseminação de genótipos resistentes de T. asahii a azólicos.Trichosporon spp. may cause a large variability of clinical syndromes and reports of invasive infections by these agents have increased in recent years. The taxonomy of this genus has been constantly revisited as result of the advances in genomics and currently this genus comprises 20 species, many of them with great intraspecific variability, as already reported for T. asahii and T. faecale. Recently, our group organized the Trichosporon Brazil Network to establish partnerships to analyze clinical and epidemiological aspects of Trichosporon infections, as well as to explore the genetic variability and biological peculiarities of different genotypes. Article 1: To provide species distribution and antifungal susceptibility profiles of 358 Trichosporon clinical isolates collected from 24 tertiary-care hospitals. Species identification was performed by sequencing the IGS1 region of rDNA. Antifungal susceptibility testing for amphotericin B, fluconazole, voriconazole and posaconazole followed the Clinical and Laboratory Standards Institute reference method. Tentative epidemiologic cutoff values (97.5% ECVs) of antifungals for Trichosporon asahii were also calculated. Isolates were cultured mostly from urine (155/358, 43.3%) and blood (82/358, 23%) samples. Trichosporon asahii was the most common species (273/358, 76.3%), followed by T. inkin (35/358, 9.7%). The isolation of non-T. asahii species increased substantially over the last 11 years [11/77 (14.2%) from 1997 to 2007 vs. 74/281, (26.3%) from 2008 to 2018, p= 0.03]. Antifungal susceptibility testing showed high amphotericin B minimum inhibitory concentrations against Trichosporon isolates, with higher values for T. faecale. The ECV for amphotericin B and T. asahii was set at 4 mg/mL. Among the triazoles derivatives, fluconazole was the least active drug. The ECVs for fluconazole and posaconazole against T. asahii were set at 8 and 0.5 mg/mL, respectively. Voriconazole showed the strongest in vitro activity against the Trichosporon isolates; its ECV for T. asahii was set at 0.125 mg/mL after 48 hours of incubation. Trichosporon species diversity has increased over the years in human samples, and antifungal susceptibility profiles were species specific. Trichosporon asahii antifungal ECVs were proposed, which may be helpful to guide antifungal therapy. Article 2: Trichosporon asahii is among the opportunistic pathogens that cause severe infections with high mortality rates. Azoles derivatives are considered the best-targeted therapy for T. asahii invasive infections, but azole-resistant isolates have been reported in different centers. In order to investigate the emergence of antifungal resistance among clinical isolates of T. asahii, we analyzed the genotypes distribution and the antifungal susceptibility profile among 283 isolates collected from different Brazilian centers between 1997 and 2019. According to intergenic spacer rDNA sequencing results, isolates of the genotypes G1 (76%), G3 (9.8%), G4 (2.8%), G5 (7.5%) and G7 (7.5%) were found. Significant differences were found in the susceptibility profile between different genotypes and G7 isolates showed higher MIC values for all triazoles and amphotericin B. Of note, G7 genotype was only recovered in isolates obtained after 2013. Monitoring the distribution of T. asahii and its susceptibility profile to antifungals are necessary to recognize early and establish strategies to control the spread of resistant T. asahii genotypes to azoles.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)CNPq: 65230/2015-086 p.FRANCISCO, Elaine Cristina. Consórcio nacional para a caracterização microbiológica de isolados de Trichosporon spp. no Brasil. São Paulo, 2020. [86] p. Tese (Doutorado em Infectologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64315https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8905360ark:/48912/001300001zjggporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessTrichosporonEpidemiologiaGenótiposSusceptibilidade antifúngicaInfecções oportunistasVariação genéticaTricosporonoseTrichosporonEpidemiologyGenotypesAntifungal susceptibilityOpportunistic infectionsGenetic variationTrichosporonosisConsórcio nacional para a caracterização microbiológica de isolados de Trichosporon spp. no BrasilNational consortium for the microbiological characterization of Trichosporon spp. isolates in Brazilinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)InfectologiaEpidemiologia, mecanismos de doenças infecciosas e evolução microbianaEvolução microbiana, patógenos emergentes e resistência a fármacosORIGINALTese.pdfapplication/pdf8618486https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ff235906-9be2-449a-9797-f0b8a0d6ad11/download43428284618364b00cdb9935097b4ac7MD5111600/643152025-04-01 14:14:51.821oai:repositorio.unifesp.br:11600/64315https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-04-01T14:14:51Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Leveduras do gênero Trichosporon causam diferentes síndromes clínicas e relatos de infecções invasivas por estes agentes têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. A taxonomia do gênero tem sido constantemente revisitada em função dos avanços da genômica, e atualmente compreende 20 espécies, muitas delas com grande variabilidade intraespecífica, tal como já reportado para T. asahii e T. faecale. Nos últimos anos, nosso grupo estruturou um Consórcio Nacional, intitulado “Rede Trichosporon Brasil”, para analisar aspectos clínicos e epidemiológicos das infecções por tais agentes, assim como explorar sua variabilidade genética e peculiaridades biológicas de seus diferentes genótipos. Artigo 1: O objetivo deste trabalho foi fornecer perfis de distribuição de espécies e susceptibilidade a antifúngicos de 358 isolados clínicos de Trichosporon coletados em 24 hospitais terciários. As espécies foram identificadas por sequenciamento da região IGS1 do rDNA. A avaliação do perfil de susceptibilidade in vitro para anfotericina B, fluconazol, voriconazol e posaconazol foi realizada conforme documento M27-4ed do CLSI. Valores de corte epidemiológicos aos antifúngicos testados (97,5% ECVs) para T. asahii também foram calculados. Os isolados foram cultivados principalmente de amostras de urina (155/358, 43.3%) e sangue (82/358, 23%). Trichosporon asahii foi espécie prevalente (273/358, 76.3%), seguida por T. inkin (35/358, 9.7%). Isolamento de espécies não-T. asahii aumentaram nos últimos 11 anos [11/77 (14.2%) de 1997 a 2007 vs. 74/281 (26.3%) de 2008 a 2018, p.03]. Quanto aos testes de susceptibilidade, isolados de Trichosporon apresentaram altos valores de CIMs para anfotericina B, enquanto que o voriconazol mostrou maior atividade in vitro entre os derivados triazólicos. Os valores de ECV de T. asahii foram: 4 mg/mL para AMB, 8 mg/mL para FLC, 0,5 mg/mL para POS e 0,125 mg/mL para VOR. A diversidade no isolamento de espécies de Trichosporon aumentou ao longo dos anos entre as amostras clínicas testadas, e o perfil de susceptibilidade antifúngica mostrou-se ser espécie-específico. ECVs antifúngicos de T. asahii foram propostos, o que pode ser útil para orientar a terapia antifúngica. Artigo 2: Apesar dos derivados azólicos serem considerados a melhor terapia para infecções invasivas causadas por T. asahii, isolados resistentes a azólicos tem sido relatados em diferentes centros. Para investigar o surgimento de resistência antifúngica entre isolados clínicos de T. asahii, analisamos a distribuição de genótipos e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos em 283 isolados clínicos coletados em diferentes centros brasileiros entre 1997 e 2019. De acordo com os resultados do sequenciamento da região IGS1, foram encontrados isolados pertencentes aos genótipos G1 (76%), G3 (9.8%), G4 (2.8%), G5 (7.5%) e G7 (7.5%). Diferença significativa foi encontrada no perfil de susceptibilidade entre diferentes genótipos foi que isolados G7 apresentaram maiores valores de CIM a triazólicos e anfotericina B. Vale mencionar que isolados de G7 foram recuperados apenas em isolados obtidos após 2013. O monitoramento da distribuição de T. asahii e seu perfil de susceptibilidade a antifúngicos são necessários para reconhecer precocemente e estabelecer estratégias de controle da disseminação de genótipos resistentes de T. asahii a azólicos. |
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