Pesquisa imuno-histoquímica de ini1 e de p53 em tumores do plexo coroide e teratóide rabdóide atípicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Lins, Andrea Gadelha Nobrega [UNIFESP]
Orientador(a): Caran, Eliana Maria Monteiro Caran [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000024czh
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=809884
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46450
Resumo: Objetivo: Avaliar acurácia no diagnóstico dos pacientes pediátricos portadores de tumor do plexo coroide realizado pelo departamento de Patologia da UNIFESP/EPM; relacionando o diagnóstico prévio ao resultado do marcador imuno-histoquímico INI1 e proteína p53. Métodos: Levantamento dos casos clínicos no Departamento de Patologia da UNIFESP/EPM; Estudo retrospectivo de prontuários dos pacientes com tumor de plexo coroide do Instituto de oncologia Pediátrico (IOP) da EPM, no período de 1992 a 2012, a fim de coletar dados epidemiológicos, dados clínicos relevantes, forma de tratamento, seguimento; Realização do marcador INI1 e pesquisa da proteína p53 por imuno-histoquímica nos blocos de parafina arquivados pelo Departamento de Patologia da UNIFESP/EPM. Resultados: De 50 casos identificados como tumor do plexo coróide, foi possível obter amostra de tumor em 36 pacientes, sendo que 12 casos (33,33%) foram encaminhados por outro serviço apenas para revisão histopatológica e 24 casos (66,66%) tiveram acompanhamento oncológico no IOP. Após revisão histopatológica, foram realizados exames de imuno-histoquímica em todos os casos, com INI1 para conclusão diagnóstica e expressão da proteína p53. O índice de acerto no diagnóstico de carcinoma de plexo coroide foi de 80% (8/10 casos) enquanto que para tumor teratoide rabdoide atípico foi de 41,7% (5/12 casos). Identificamos alguns óbitos, sendo 50% nos CPC e 75% nos AR/TR. Comparando esses dois tipos de tumores, que até pouco tempo era muito difícil de diferenciar, e calculando o Odds Ratio (OR= 3,0), verificamos que os pacientes com AR/TR têm 3 vezes mais chances de morrer que os portadores de CPC, com um aumento relativo do risco de 25%. Houve significância estatística para expressão positiva do gene TP53, dentre os pacientes avaliados nos diferentes diagnósticos. Conclusões: Fizemos a correlação entre o diagnóstico e a sobrevida dos casos analisados, porém identificamos muitas variáveis preditoras de óbito, não sendo possível inferir o desfecho apenas ao diagnóstico e a expressão do TP53. No contexto do presente trabalho mostramos que se faz necessária a realização da imuno-histoquímica com o gene INI1 para o diagnóstico preciso, não sendo suficiente apenas o exame histopatológico. Evidenciamos que o número reduzido de nossos casos, bem como da literatura, faz com que pensemos em consórcio de serviços oncológicos para tentarmos normatizar protocolos de tratamento visando maiores chances de cura.
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spelling http://lattes.cnpq.br/1783139918188371Lins, Andrea Gadelha Nobrega [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/5887402050713552Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Caran, Eliana Maria Monteiro Caran [UNIFESP]2018-07-27T15:50:15Z2018-07-27T15:50:15Z2013-03-27Objetivo: Avaliar acurácia no diagnóstico dos pacientes pediátricos portadores de tumor do plexo coroide realizado pelo departamento de Patologia da UNIFESP/EPM; relacionando o diagnóstico prévio ao resultado do marcador imuno-histoquímico INI1 e proteína p53. Métodos: Levantamento dos casos clínicos no Departamento de Patologia da UNIFESP/EPM; Estudo retrospectivo de prontuários dos pacientes com tumor de plexo coroide do Instituto de oncologia Pediátrico (IOP) da EPM, no período de 1992 a 2012, a fim de coletar dados epidemiológicos, dados clínicos relevantes, forma de tratamento, seguimento; Realização do marcador INI1 e pesquisa da proteína p53 por imuno-histoquímica nos blocos de parafina arquivados pelo Departamento de Patologia da UNIFESP/EPM. Resultados: De 50 casos identificados como tumor do plexo coróide, foi possível obter amostra de tumor em 36 pacientes, sendo que 12 casos (33,33%) foram encaminhados por outro serviço apenas para revisão histopatológica e 24 casos (66,66%) tiveram acompanhamento oncológico no IOP. Após revisão histopatológica, foram realizados exames de imuno-histoquímica em todos os casos, com INI1 para conclusão diagnóstica e expressão da proteína p53. O índice de acerto no diagnóstico de carcinoma de plexo coroide foi de 80% (8/10 casos) enquanto que para tumor teratoide rabdoide atípico foi de 41,7% (5/12 casos). Identificamos alguns óbitos, sendo 50% nos CPC e 75% nos AR/TR. Comparando esses dois tipos de tumores, que até pouco tempo era muito difícil de diferenciar, e calculando o Odds Ratio (OR= 3,0), verificamos que os pacientes com AR/TR têm 3 vezes mais chances de morrer que os portadores de CPC, com um aumento relativo do risco de 25%. Houve significância estatística para expressão positiva do gene TP53, dentre os pacientes avaliados nos diferentes diagnósticos. Conclusões: Fizemos a correlação entre o diagnóstico e a sobrevida dos casos analisados, porém identificamos muitas variáveis preditoras de óbito, não sendo possível inferir o desfecho apenas ao diagnóstico e a expressão do TP53. No contexto do presente trabalho mostramos que se faz necessária a realização da imuno-histoquímica com o gene INI1 para o diagnóstico preciso, não sendo suficiente apenas o exame histopatológico. Evidenciamos que o número reduzido de nossos casos, bem como da literatura, faz com que pensemos em consórcio de serviços oncológicos para tentarmos normatizar protocolos de tratamento visando maiores chances de cura.Objective: To evaluate the accuracy in diagnosing pediatric patients with choroid plexus tumors conducted by the Department of Pathology, UNIFESP / EPM, correlating the previous diagnosis with new results after the use of immunohistochemical markers: INI1 and p53 protein. Methods: Methods: Survey of clinical cases in the Department of Pathology, UNIFESP/EPM; Retrospective study of medical records of patients with choroid plexus tumors of the Institute of Pediatric Oncology (IOP) of EPM in the period 1992-2012, with the purpose of collecting epidemiological data, relevant clinical data, types of treatment, follow-up; Realization marker INI1 and research of p53 protein by immunohistochemistry in paraffin blocks archived by the Department of Pathology, UNIFESP/EPM. Results: Were identified 50 cases as choroid plexus tumors. It was possible to obtain tumor sample in 36 patient: 12 cases (33.33%) were referred by another services just for histopathological review and 24 cases (66.66%) were followed in IOP. After histopathological review, we performed immunohistochemical in all cases to evaluate expression of INI1 and p53 protein. The hit rate for the diagnosis of carcinoma of the choroid plexus was 80% (8/10 cases) whereas for atypical teratoid rhabdoid tumor was 41.7% (5/12 cases). We identify some deaths, 50% and 75% in CPC in AR / TR. Comparing these two tumor types that until recently it was very difficult to differentiate, and calculating the odds ratio (OR = 3.0), we found that patients with AR / TR are 3 times more likely to die than those with CPC with a relative risk increase of 25%. The positive expression of the TP53 gene was statistically significant among the patients evaluated in different diagnoses. Conclusions: We made a correlation between the diagnosis and the survival of the cases analyzed and identified many predictors of death, so we could not relate the outcome only by diagnosis and expression of TP53. This research shows that is necessary to perform immunohistochemistry with the INI1 gene for accurate diagnosis and only the histopathological examination isn't sufficient. We demonstrated that the small number of our cases and the literature, make us think in a consortium of cancer services to try standardized treatment protocols aiming higher chances of healing.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)50 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=809884LINS, Andrea Gadelha Nobrega. Pesquisa imuno-histoquímica de ini1 e de p53 em tumores do plexo coroide e teratóide rabdóide atípicos. 2013. 50 f. Dissertação (Mestrado em Pediatria) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2013.tese completa Andrea - PDF A.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46450ark:/48912/0013000024czhporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccesscriançaplexo coroideimuno-histoquímicatumor cerebralchildchoroid plexusimmunohistochemistrybrain tumorPesquisa imuno-histoquímica de ini1 e de p53 em tumores do plexo coroide e teratóide rabdóide atípicosImmunohistochemistry research of INI1 and p53 in choroid plexus tumors and atypical teratoid rhabdoid tumorsinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Pediatria e Ciências Aplicadas à PediatriaCiências da saúdeMedicinaORIGINALtese completa Andrea - PDF A.pdfapplication/pdf1200910https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ce207f9d-7a66-49e3-af31-adb52afd4935/download9130e1d354d244b76a5eff51b70b9defMD5111600/464502025-07-07 15:12:14.033oai:repositorio.unifesp.br:11600/46450https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-07-07T15:12:14Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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