As redes da conservação socioambiental: compreendendo a governança e a gestão de Mosaicos de Áreas Marinhas Protegidas no litoral de São Paulo
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300002hgjw |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/74539 |
Resumo: | O mosaico de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) é uma ferramenta importante para promover a conectividade das áreas ecologicamente críticas com a participação dos atores locais e instituições relacionadas à gestão. No Brasil, os mosaicos de AMPs possuem base legal federal a partir da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e também pelo arcabouço legal estadual, no caso do Mosaico de Ilhas e Áreas Marinhas Protegidas (MIAMP), que foi instituído por um Decreto Estadual e tem como objetivo a integração do litoral do Estado de São Paulo. Visando compreender como esse território está conectado, essa pesquisa buscou discutir quais são as melhores estratégias de gestão para o MIAMP, considerando as relações socioecológicas no território, a partir de (i) obter lições aprendidas na gestão e na governança de mosaicos de AMPs no mundo e analisar estratégias multissetoriais e participativas para a gestão, (ii) mapear os desafios e problemas da gestão das UCs no território e (iii) mapear as relações sociais entre os atores e partes interessadas do território. Para isso, foram realizadas a revisão sistemática da literatura e oficinas participativas com os gestores complementadas pela aplicação de questionários. Na revisão da literatura, pode-se perceber a necessidade de mais estudos, especialmente os que analisem e discutem os aspectos sócio-ecológicos dos mosaicos. Ao todo participaram da pesquisa 23 UCs de norte a sul do litoral paulista que compartilharam quais são os problemas e temáticas específicas do seu território, além dos problemas que ultrapassam a barreira geográfica e se repetem em mais de uma UC. Foram identificados pontos em comum entre as UCs e também conexões já existentes entre elas, além de possíveis interações para o estabelecimento de estratégias integradas no território. Dentre os problemas com setores, foi observado que a pesca e o turismo interagem muito com a gestão, além de temáticas como direito ao território tradicional e as mudanças climáticas. Na análise dos atores envolvidos na gestão (de forma positiva e/ou negativa), ficou clara a dualidade de papéis de diversos atores, em especial entes governamentais. Os interesses com mais atores mencionados e níveis de influência foram com a Gestão em si (especialmente atores do governo), Social e Conservação (ambos aparecendo as OSCs como importantes). Compreende-se que a gestão e governança de mosaicos é complexa e que deve-se analisar se para o litoral paulista é mais cabível a atualização e implementação do mosaico ou de uma rede. Deve-se considerar os diversos arranjos institucionais, o envolvimento de atores locais, processos de participação social estabelecidos e capacidade institucional para sustentabilidade da gestão e assimilação de novas pressões no território com novos processos e estratégias adaptativas. |
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http://lattes.cnpq.br/8461942312318325Lopes, Giovanna Santini Ruta [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/1546277963147774Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Gonçalves, Leandra Regina [UNIFESP]Santos, SP2025-07-22T23:13:29Z2025-07-22T23:13:29Z2025-03-27O mosaico de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) é uma ferramenta importante para promover a conectividade das áreas ecologicamente críticas com a participação dos atores locais e instituições relacionadas à gestão. No Brasil, os mosaicos de AMPs possuem base legal federal a partir da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e também pelo arcabouço legal estadual, no caso do Mosaico de Ilhas e Áreas Marinhas Protegidas (MIAMP), que foi instituído por um Decreto Estadual e tem como objetivo a integração do litoral do Estado de São Paulo. Visando compreender como esse território está conectado, essa pesquisa buscou discutir quais são as melhores estratégias de gestão para o MIAMP, considerando as relações socioecológicas no território, a partir de (i) obter lições aprendidas na gestão e na governança de mosaicos de AMPs no mundo e analisar estratégias multissetoriais e participativas para a gestão, (ii) mapear os desafios e problemas da gestão das UCs no território e (iii) mapear as relações sociais entre os atores e partes interessadas do território. Para isso, foram realizadas a revisão sistemática da literatura e oficinas participativas com os gestores complementadas pela aplicação de questionários. Na revisão da literatura, pode-se perceber a necessidade de mais estudos, especialmente os que analisem e discutem os aspectos sócio-ecológicos dos mosaicos. Ao todo participaram da pesquisa 23 UCs de norte a sul do litoral paulista que compartilharam quais são os problemas e temáticas específicas do seu território, além dos problemas que ultrapassam a barreira geográfica e se repetem em mais de uma UC. Foram identificados pontos em comum entre as UCs e também conexões já existentes entre elas, além de possíveis interações para o estabelecimento de estratégias integradas no território. Dentre os problemas com setores, foi observado que a pesca e o turismo interagem muito com a gestão, além de temáticas como direito ao território tradicional e as mudanças climáticas. Na análise dos atores envolvidos na gestão (de forma positiva e/ou negativa), ficou clara a dualidade de papéis de diversos atores, em especial entes governamentais. Os interesses com mais atores mencionados e níveis de influência foram com a Gestão em si (especialmente atores do governo), Social e Conservação (ambos aparecendo as OSCs como importantes). Compreende-se que a gestão e governança de mosaicos é complexa e que deve-se analisar se para o litoral paulista é mais cabível a atualização e implementação do mosaico ou de uma rede. Deve-se considerar os diversos arranjos institucionais, o envolvimento de atores locais, processos de participação social estabelecidos e capacidade institucional para sustentabilidade da gestão e assimilação de novas pressões no território com novos processos e estratégias adaptativas.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)goncalves.leandra@unifesp.br159 f.LOPES, Giovanna Santini Ruta. As redes da conservação socioambiental: compreendendo a governança e a gestão de Mosaicos de Áreas Marinhas Protegidas no litoral de São Paulo. 2025. 159 f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia do Mar) - Instituto do Mar, Universidade Federal de São Paulo. Santos, 2025.Processo SEI 23089.020703/2023-21https://hdl.handle.net/11600/74539ark:/48912/001300002hgjwporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccess14. Vida na águaMosaico de Áreas Marinhas ProtegidasGovernançaGestãoSocioecológicoAs redes da conservação socioambiental: compreendendo a governança e a gestão de Mosaicos de Áreas Marinhas Protegidas no litoral de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto do Mar (IMar)Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia do MarORIGINALDissertação_Giovanna Santini Ruta Lopes_PDFA.pdfDissertação_Giovanna Santini Ruta Lopes_PDFA.pdfDissertação de mestradoapplication/pdf2072619https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/4537d2fe-2252-4f67-9904-12aa648128fd/downloadd34aed39318df3524bd3e79ceab7e2c1MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/73bcc0b5-02bb-4876-9470-a32301e281fc/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD52TEXTDissertação_Giovanna Santini Ruta 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As redes da conservação socioambiental: compreendendo a governança e a gestão de Mosaicos de Áreas Marinhas Protegidas no litoral de São Paulo Lopes, Giovanna Santini Ruta [UNIFESP] Mosaico de Áreas Marinhas Protegidas Governança Gestão Socioecológico 14. Vida na água |
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Mosaico de Áreas Marinhas Protegidas Governança Gestão Socioecológico 14. Vida na água |
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O mosaico de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) é uma ferramenta importante para promover a conectividade das áreas ecologicamente críticas com a participação dos atores locais e instituições relacionadas à gestão. No Brasil, os mosaicos de AMPs possuem base legal federal a partir da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e também pelo arcabouço legal estadual, no caso do Mosaico de Ilhas e Áreas Marinhas Protegidas (MIAMP), que foi instituído por um Decreto Estadual e tem como objetivo a integração do litoral do Estado de São Paulo. Visando compreender como esse território está conectado, essa pesquisa buscou discutir quais são as melhores estratégias de gestão para o MIAMP, considerando as relações socioecológicas no território, a partir de (i) obter lições aprendidas na gestão e na governança de mosaicos de AMPs no mundo e analisar estratégias multissetoriais e participativas para a gestão, (ii) mapear os desafios e problemas da gestão das UCs no território e (iii) mapear as relações sociais entre os atores e partes interessadas do território. Para isso, foram realizadas a revisão sistemática da literatura e oficinas participativas com os gestores complementadas pela aplicação de questionários. Na revisão da literatura, pode-se perceber a necessidade de mais estudos, especialmente os que analisem e discutem os aspectos sócio-ecológicos dos mosaicos. Ao todo participaram da pesquisa 23 UCs de norte a sul do litoral paulista que compartilharam quais são os problemas e temáticas específicas do seu território, além dos problemas que ultrapassam a barreira geográfica e se repetem em mais de uma UC. Foram identificados pontos em comum entre as UCs e também conexões já existentes entre elas, além de possíveis interações para o estabelecimento de estratégias integradas no território. Dentre os problemas com setores, foi observado que a pesca e o turismo interagem muito com a gestão, além de temáticas como direito ao território tradicional e as mudanças climáticas. Na análise dos atores envolvidos na gestão (de forma positiva e/ou negativa), ficou clara a dualidade de papéis de diversos atores, em especial entes governamentais. Os interesses com mais atores mencionados e níveis de influência foram com a Gestão em si (especialmente atores do governo), Social e Conservação (ambos aparecendo as OSCs como importantes). Compreende-se que a gestão e governança de mosaicos é complexa e que deve-se analisar se para o litoral paulista é mais cabível a atualização e implementação do mosaico ou de uma rede. Deve-se considerar os diversos arranjos institucionais, o envolvimento de atores locais, processos de participação social estabelecidos e capacidade institucional para sustentabilidade da gestão e assimilação de novas pressões no território com novos processos e estratégias adaptativas. |
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