Células endoteliais circulantes em diferentes tipos de tratamentos da Anemia Falciforme

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Souza, Claudia Regina Lustosa [UNIFESP]
Orientador(a): Figueiredo, Maria Stella [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002rx0f
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9761326
https://hdl.handle.net/11600/64744
Resumo: A Anemia Falciforme (AF) é caracterizada por anemia e por dor devido à hemólise crônica e episódios recorrentes de isquemia, respectivamente. Na presença de hipóxia, a hemoglobina (Hb) anômala, a HbS, desencadeia a oclusão microvascular, fenômeno potencializado pela adesão de eritrócitos e leucócitos ao endotélio vascular. Com isso, observa-se vasculopatia e inflamação características da AF, com a célula endotelial apresentando importante papel. O endotélio é um tecido dinâmico, em equilíbrio, onde o compartimento de circulação reflete tanto a lesão como a regeneração da árvore vascular. Neste compartimento identificam-se células endoteliais circulantes (CECs) liberadas a partir de lesão vascular e células endoteliais progenitoras (CEPs) envolvidas na regeneração vascular. Todavia, a importância dessas células na AF e sua relação com o tipo de tratamento ainda necessita de maiores esclarecimentos. Objetivos: Avaliar o fenótipo endotelial de indivíduos com anemia falciforme e determinar se o tipo de tratamento influencia nesta manifestação. Casuística: Analisados 45 portadores de AF, acompanhados no Ambulatório de Hemoglobinopatias da Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP). Foram distribuídos, segundo o tratamento, nos grupos: a) SS (N=11) – estado basal sem hidroxiuréia (HU); b) SS-HU (N=19) – uso de dose máxima tolerada de HU; c) SS-TF (N=15) – esquema transfusional crônico. Grupo controle (CN, N=13) constituído por indivíduos saudáveis. Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa e participantes assinaram TCLE. Critérios de exclusão: gestantes, puérperas, crise vaso-oclusiva nos últimos 3 meses, insuficiência renal crônica e úlcera de perna em atividade. Nos grupos SS e SS-HU foram excluídos aqueles que receberam transfusão de hemácias nos últimos 3 meses. Métodos: Avaliação laboratorial: hemograma, provas de hemólise e proteína C reativa (PCR). Identificação e quantificação das CECs e CEPs realizada por Citometria de Fluxo (FACSCantoII®). Resultados: O grupo SS apresentou maior número de CECs (mediana:2,73; min-max: 0 – 20,0) que o CN (0,39; 0 – 4,20) e o SS-TF (0,67; 0 – 2,99), p=0,016 e 0,013, respectivamente. O grupo SS-HU apresentou maior quantificação de CEPs (0; 0 – 6,62) que os grupos SS e SS-TF (0; 0 – 0 em ambos os grupos), p< 0,05. Não houve relação entre determinação de CECs e manifestações clínicas, no entanto os pacientes com priapismo apresentaram valores maiores (2,28; 0,74 – 6,09) do que os sem essa manifestação (0,68; 0 – 20,0) com p = 0,055. Não foi observada correlação significante entre os dados de CEPs e as manifestações clínicas. Discussão & Conclusão: Nossos resultados corroboram estudos anteriores que associam o aumento de CECs às complicações endoteliais da AF. A presença de menor número de CEPs nos grupos SS e SS-TF quando comparado ao grupo SS-HU sugere que a HU possa dar uma proteção endotelial e levanta a questão de sua indicação para todos os portadores de AF no sentido de prevenir manifestações graves relacionadas à disfunção endotelial.
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spelling DoutoradoSouza, Claudia Regina Lustosa [UNIFESP]Universidade Federal de São PauloFigueiredo, Maria Stella [UNIFESP]2022-07-22T13:50:27Z2022-07-22T13:50:27Z2020-12-15A Anemia Falciforme (AF) é caracterizada por anemia e por dor devido à hemólise crônica e episódios recorrentes de isquemia, respectivamente. Na presença de hipóxia, a hemoglobina (Hb) anômala, a HbS, desencadeia a oclusão microvascular, fenômeno potencializado pela adesão de eritrócitos e leucócitos ao endotélio vascular. Com isso, observa-se vasculopatia e inflamação características da AF, com a célula endotelial apresentando importante papel. O endotélio é um tecido dinâmico, em equilíbrio, onde o compartimento de circulação reflete tanto a lesão como a regeneração da árvore vascular. Neste compartimento identificam-se células endoteliais circulantes (CECs) liberadas a partir de lesão vascular e células endoteliais progenitoras (CEPs) envolvidas na regeneração vascular. Todavia, a importância dessas células na AF e sua relação com o tipo de tratamento ainda necessita de maiores esclarecimentos. Objetivos: Avaliar o fenótipo endotelial de indivíduos com anemia falciforme e determinar se o tipo de tratamento influencia nesta manifestação. Casuística: Analisados 45 portadores de AF, acompanhados no Ambulatório de Hemoglobinopatias da Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP). Foram distribuídos, segundo o tratamento, nos grupos: a) SS (N=11) – estado basal sem hidroxiuréia (HU); b) SS-HU (N=19) – uso de dose máxima tolerada de HU; c) SS-TF (N=15) – esquema transfusional crônico. Grupo controle (CN, N=13) constituído por indivíduos saudáveis. Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa e participantes assinaram TCLE. Critérios de exclusão: gestantes, puérperas, crise vaso-oclusiva nos últimos 3 meses, insuficiência renal crônica e úlcera de perna em atividade. Nos grupos SS e SS-HU foram excluídos aqueles que receberam transfusão de hemácias nos últimos 3 meses. Métodos: Avaliação laboratorial: hemograma, provas de hemólise e proteína C reativa (PCR). Identificação e quantificação das CECs e CEPs realizada por Citometria de Fluxo (FACSCantoII®). Resultados: O grupo SS apresentou maior número de CECs (mediana:2,73; min-max: 0 – 20,0) que o CN (0,39; 0 – 4,20) e o SS-TF (0,67; 0 – 2,99), p=0,016 e 0,013, respectivamente. O grupo SS-HU apresentou maior quantificação de CEPs (0; 0 – 6,62) que os grupos SS e SS-TF (0; 0 – 0 em ambos os grupos), p< 0,05. Não houve relação entre determinação de CECs e manifestações clínicas, no entanto os pacientes com priapismo apresentaram valores maiores (2,28; 0,74 – 6,09) do que os sem essa manifestação (0,68; 0 – 20,0) com p = 0,055. Não foi observada correlação significante entre os dados de CEPs e as manifestações clínicas. Discussão & Conclusão: Nossos resultados corroboram estudos anteriores que associam o aumento de CECs às complicações endoteliais da AF. A presença de menor número de CEPs nos grupos SS e SS-TF quando comparado ao grupo SS-HU sugere que a HU possa dar uma proteção endotelial e levanta a questão de sua indicação para todos os portadores de AF no sentido de prevenir manifestações graves relacionadas à disfunção endotelial.Sickle cell anemia (SCA) is characterized by anemia and pain due to chronic hemolysis and recurrent episodes of ischemia, respectively. In the presence of hypoxia, the anomalous hemoglobin (Hb), HbS, triggers microvascular occlusion, a phenomenon enhanced by the adhesion of erythrocytes and leukocytes to the vascular endothelium. As a result, vasculopathy and inflammation characteristic of SCA are observed, with the endothelial cell playing an important role. The endothelium is a dynamic, balanced tissue, where the circulation compartment reflects both the lesion and the regeneration of the vascular tree. In this compartment, circulating endothelial cells (CECs) released from vascular injury and progenitor endothelial cells (PECs) involved in vascular regeneration are identified. However, the importance of these cells in SCA and their relationship with the type of treatment still needs further clarification. Objectives: To evaluate the endothelial phenotype of individuals with sickle cell anemia and determine whether the type of treatment influences this manifestation. Casuistic: 45 patients with SCA were analyzed, followed up at the Hemoglobinopathies Outpatient Clinic of Escola Paulista de Medicina (EPM / UNIFESP). According to the treatment, the following groups were distributed: a) SS (N = 11) - steady state without hydroxyurea (HU); b) SS-HU (N = 19) – in use of maximum tolerated dose of HU; c) SS-TF (N = 15) - chronic transfusion regimen. Control group (CN, N = 13) consisting of healthy individuals. Work approved by Ethical Comittee and participants signed an informed consent form. Exclusion criteria: pregnant and puerperal women, vaso-occlusive crisis in the last 3 months, chronic renal failure and active leg ulcer. In the SS and SS-HU groups, those who received red blood cell transfusion in the last 3 months were also excluded. Methods: Laboratory evaluation: complete blood count, hemolysis tests and C-reactive protein (CRP). Identification and quantification of CECs and PECs performed by Flow Cytometry (FACSCantoII®). Results: The SS group had a higher number of CECs (median: 2.73; range: 0 - 20.0) than the CN (0.39; 0 - 4.20) and the SS-TF (0.67 ; 0 - 2.99), p = 0.016 and 0.013 respectively. The SS-HU group showed higher PECs quantification (0; 0 - 6.62) than the SS and SS-TF groups (0; 0 - 0 in both groups), p <0.05. There was no relationship between determination of CECs and clinical manifestations, however patients with priapism showed higher values (2.28; 0.74 - 6.09) than those without this manifestation (0.68; 0 - 20.0) with p = 0.055. There was no significant correlation between PECs data and clinical manifestations. Discussion & Conclusion: Our results corroborate previous studies that associate the increase in CECs with endothelial complications of SCA. The presence of fewer PECs in groups SS and SS-TF when compared to SS-HU group suggests that HU can provide endothelial protection and raises the question of its indication for all SCA patients in order to prevent serious manifestations related to endothelial dysfunction.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)62 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9761326CLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdfhttps://hdl.handle.net/11600/64744ark:/48912/001300002rx0fporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessCélulas EndoteliaisMarcadores EndoteliaisEndotélioCélulas Circulantes e ProgenitorasAnemia FalciformeEndothelial CellsEndothelial MarkersEndotheliumCirculating And Progenitor CellsSickle Cell AnemiaCélulas endoteliais circulantes em diferentes tipos de tratamentos da Anemia Falciformeinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Hematologia e Oncologia)HematologiaAnemias Adquiridas E HereditáriasORIGINALCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdfCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdfapplication/pdf1404925https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6c56ba7b-3f56-4f5a-859c-9df6ebc53930/downloadb1f1a9c50dfab563eac7f0052f44d78eMD51TEXTCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdf.txtCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdf.txtExtracted texttext/plain102945https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3554b440-4ade-4245-be5c-b30efccc268f/downloadbf31fbfbe07daf023e7f9a18599772ecMD534THUMBNAILCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdf.jpgCLAUDIA REGINA LUSTOSA SOUZA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2735https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/25afb7db-b638-4f4a-97a5-c030208230c9/download04a87292b9b398a6d93781279fdea716MD53511600/647442024-07-27 03:17:52.734oai:repositorio.unifesp.br:11600/64744https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-27T03:17:52Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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