Desenvolvimento do ligamento cruzado anterior e fossa intercondilar na população pediátrica: estudo por ressonância magnética

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Lima, Fernando Mesquita [UNIFESP]
Orientador(a): Fernandes, Artur da Rocha Correa [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001fx4f
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/64596
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10696140
Resumo: Objetivo: Avaliar as características do desenvolvimento do ligamento cruzado anterior (LCA) e da fossa intercondilar na população pediátrica, por meio de Ressonância Magnética (RM), salientando-se as diferenças entre os sexos. Material e métodos: Neste estudo retrospectivo, aprovado pelo comitê de ética médica da instituição, radiologistas musculoesqueléticos analisaram através de RM comprimento, área e inclinações coronal e sagital do LCA, distância bicondilar, largura da fossa intercondilar, inclinação do teto da fossa intercondilar e índice fossa intercondilar-distância bicondilar. Foram incluídos um total de 253 exames de RM (130 do sexo masculino e 123 do sexo feminino), com idade entre 6 e 18 anos. A associação entre as medidas aferidas com o sexo e idade dos pacientes foi realizada. Modelos de regressão polinomial linear e polinomial fracional foram utilizados para avaliar a relação entre as aferições realizadas. Resultados: Comprimento do LCA apresentou crescimento significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos, sem caracterização de picos de crescimento. A área do LCA em meninas demonstrou crescimento mais acentuado até 11 anos, com relativa estabilização dos 11 aos 14 anos e então sofreu discreta redução. Em meninos a área evidenciou crescimento mais acentuado até os 12 anos, estabilizou dos 12 aos 14 anos e sofreu, então, discreta redução. Inclinações coronal e sagital do LCA apresentaram aumento progressivo significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos, verticalizando-se progressivamente nas faixas etárias avaliadas. O ângulo de inclinação do teto da fossa intercondilar demonstrou redução progressiva significativa (p<0,001) com a idade em ambos os sexos. Distância bicondilar evidenciou aumento progressivo significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos. No sexo feminino apresentou um crescimento mais acentuado até os 12 anos. No sexo masculino observou-se um crescimento progressivo, no entanto, mais linear e homogêneo. Largura da fossa intercondilar demonstrou aumento até os 10 anos em meninas e 11 anos em meninos, com relativa estabilização até os 13 —14 anos e discreta redução dos seus valores nas idades subsequentes. Índice fossa intercondilar / distância bicondilar apresentou redução discreta, linear e homogênea com a idade em ambos os sexos. Conclusão: A área do LCA e largura da fossa intercondilar apresentam padrão de crescimento e desenvolvimento semelhantes, interrompendo o seu crescimento aos 10-11 no sexo feminino e 11-12 anos no sexo masculino, com relativa estabilização até os 13-14 anos e discreta redução das suas dimensões nas idades subsequentes. A área do LCA não acompanha o padrão de crescimento do seu comprimento longitudinal e crescimento estatural em crianças e adolescentes. Observou-se ainda verticalização progressiva do LCA, bem como do teto da fossa intercondilar nas idades avaliadas.
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Material e métodos: Neste estudo retrospectivo, aprovado pelo comitê de ética médica da instituição, radiologistas musculoesqueléticos analisaram através de RM comprimento, área e inclinações coronal e sagital do LCA, distância bicondilar, largura da fossa intercondilar, inclinação do teto da fossa intercondilar e índice fossa intercondilar-distância bicondilar. Foram incluídos um total de 253 exames de RM (130 do sexo masculino e 123 do sexo feminino), com idade entre 6 e 18 anos. A associação entre as medidas aferidas com o sexo e idade dos pacientes foi realizada. Modelos de regressão polinomial linear e polinomial fracional foram utilizados para avaliar a relação entre as aferições realizadas. Resultados: Comprimento do LCA apresentou crescimento significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos, sem caracterização de picos de crescimento. A área do LCA em meninas demonstrou crescimento mais acentuado até 11 anos, com relativa estabilização dos 11 aos 14 anos e então sofreu discreta redução. Em meninos a área evidenciou crescimento mais acentuado até os 12 anos, estabilizou dos 12 aos 14 anos e sofreu, então, discreta redução. Inclinações coronal e sagital do LCA apresentaram aumento progressivo significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos, verticalizando-se progressivamente nas faixas etárias avaliadas. O ângulo de inclinação do teto da fossa intercondilar demonstrou redução progressiva significativa (p<0,001) com a idade em ambos os sexos. Distância bicondilar evidenciou aumento progressivo significativo (p<0,001) com a idade em ambos os sexos. No sexo feminino apresentou um crescimento mais acentuado até os 12 anos. No sexo masculino observou-se um crescimento progressivo, no entanto, mais linear e homogêneo. Largura da fossa intercondilar demonstrou aumento até os 10 anos em meninas e 11 anos em meninos, com relativa estabilização até os 13 —14 anos e discreta redução dos seus valores nas idades subsequentes. Índice fossa intercondilar / distância bicondilar apresentou redução discreta, linear e homogênea com a idade em ambos os sexos. Conclusão: A área do LCA e largura da fossa intercondilar apresentam padrão de crescimento e desenvolvimento semelhantes, interrompendo o seu crescimento aos 10-11 no sexo feminino e 11-12 anos no sexo masculino, com relativa estabilização até os 13-14 anos e discreta redução das suas dimensões nas idades subsequentes. A área do LCA não acompanha o padrão de crescimento do seu comprimento longitudinal e crescimento estatural em crianças e adolescentes. Observou-se ainda verticalização progressiva do LCA, bem como do teto da fossa intercondilar nas idades avaliadas.Purpose: To evaluate the characteristics of development of the anterior cruciate ligament (ACL) and intercondylar notch in the pediatric population with magnetic resonance imaging, emphasizing the differences between males and females. Methods: In this retrospective study, musculoskeletal radiologists evaluated length, area, coronal and sagittal inclination of the ACL, inclination of the intercondylar notch, intercondylar notch width, bicondylar distance and notch width index (NWI). A total of 253 MR examinations (130 males and 123 females between 6 and 18 years of age) were included. The association between measurements, sex and age was considered. Linear and fractional polynomial regression models were used to evaluate the relationships between measurements. Results: ACL Length showed significant progressive growth (p<0.001) with age in both sexes, without characterization of growth peaks. ACL Area in female showed more pronounced growth up to 11 years, stabilized from 11 to 14 years and then sustained a slight reduction. In male, ACL Area showed more pronounced growth up to 12 years, stabilized from 12 to 14 years and then sustained slight reduction. Coronal and sagittal inclination of the ACL showed a significant progressive increase (p<0.001) with age in both sexes, progressively verticalizing. The intercondylar roof inclination angle showed significant progressive reduction (p<0.001) with age in both sexes. Intercondylar notch width increased up to 10 years of age in females and 11 years of age in males, with relative stabilization up to 13 years in girls and 14 years in boys and a slight reduction in values at subsequent ages. Bicondylar distance showed significant progressive growth with age in both sexes. NWI showed a discrete and homogenous reduction with age in both sexes. Conclusion: The ACL area and the intercondylar notch width show a similar development pattern, interrupting its growth around 10—11 years of age in female and 11—12 years of age in males, with relative stabilization up to 13—14 years and a slight reduction in dimensions in subsequent ages. The ACL area does not accompany skeletal maturation or its longitudinal growth, interrupting its growth around 11—12 years. We also observed progressive verticalization of the ACL as well as of the intercondylar notch roof in the evaluated ages.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)LIMA, Fernando Mesquita. Desenvolvimento do ligamento cruzado anterior e fossa intercondilar na população pediátrica : estudo por ressonância magnética. 2020. São Paulo, [93] p. Tese (Doutorado em Medicina: radiologia clínica) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64596https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10696140ark:/48912/001300001fx4fporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessLigamento cruzado anteriorJoelhoRessonância magnéticaCriançaAnterior Cruciate LigamentKneeMagnetic ResonanceChildrenDesenvolvimento do ligamento cruzado anterior e fossa intercondilar na população pediátrica: estudo por ressonância magnéticaThe development of the anterior cruciate ligament and the intercondylar notch in the paediatric population a MRI studyinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (radiologia clínica)Diagnóstico por imagemEstudo das alterações e patologias do sistema musculoesqueléticoORIGINALTese.pdfapplication/pdf10958858https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/cb49dd7c-f686-41e6-a4eb-4bdd98b0598a/download7b93ad4c8d16cb07afae9570180a9f1cMD5111600/645962025-04-03 09:24:06.97oai:repositorio.unifesp.br:11600/64596https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-04-03T09:24:06Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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