Uso intra-articular do plasma rico em plaquetas versus triancinolona hexacetonida versus solução salina em osteoartrite de joelhos : um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um ano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Tamashiro, José Carlos Nunes [UNIFESP]
Orientador(a): Furtado, Rita Nely Vilar [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002ckdz
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/64652
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8859254
Resumo: INTRODUÇÃO: um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um ano. Introdução: A injeção intra-articular (IIA) de plasma rico em plaquetas (PRP) tem sido considerada como opção terapêutica para osteoartrite (OA) de joelhos. No entanto, são raros os estudos comparando essa intervenção com a IIA de corticosteroide ou de solução salina. Objetivos: Comparar o efeito da IIA de PRP versus triancinolona hexacetonida (TH) versus solução salina (SS isotônica a 0,9%) na melhora da dor, função, percepção de melhora, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, qualidade de vida e evolução radiográfica a longo prazo (52 semanas) em pacientes com OA de joelhos. Métodos: Foi realizado um estudo controlado randomizado prospectivo duplo-cego em 100 pacientes com OA sintomática de joelhos. Os pacientes foram randomizados em três grupos de IIA (uma única IIA no joelho mais sintomático): grupo PRP (n = 34), grupo TH (40mg, 2ml) (n = 33) e grupo SS (0,9%, 2ml) (n = 33). As avaliações foram realizadas por três avaliadores (dentre eles, um radiologista) “cegos” em relação ao grupo que o paciente pertencia. Foram utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: escala visual analógica (EVA de 0-10 cm) de dor ao repouso (EVAr) e ao movimento (EVAm), questionário funcional WOMAC (total, dor, rigidez e função), teste Timed Up and Go (TUG), teste da caminhada de 6 minutos, porcentagem de melhora, escala de melhora tipo Likert com cinco pontos, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, e evolução radiográfica segundo a escala de Kelgreen e Lawrence- KL. Utilizaram-se cinco tempos de avaliação: T0 e T4, T8, T12 e T52 semanas. Considerou-se significância estatística de 5%. Resultados: Foram estudados 100 pacientes, 90 (90%) mulheres e 10 homens (10%), com média de idade de 67,13 (± 6,56) anos e de tempo de sintomas de 8,03 (± 5,9) anos. Na avaliação inicial, os grupos foram homogêneos para todos os parâmetros exceto para tempo de sintomas, maior no grupo PRP. A análise entre os grupos ao final do estudo, usando o teste GLM para medidas repetidas, mostrou diferença estatisticamente significante entre os grupos para as apenas seguintes variáveis: para o WOMAC DOR em T4 o grupo TH obteve média melhor que o grupo PRP {3,24 (± 2,92) versus 5,38 (± 3,05); p = 0,047}; para o WOMAC RIGIDEZ em T12 o grupo TH obteve média melhor que o grupo SS {1,12 (± 1,34) versus 2,39 (± 1,41); p = 0,035}. Para o WOMAC FUNÇÃO em T4 o grupo TH obteve melhor média que o SS{ 13,1 (± 10,6) versus 23,9 (± 11,5); p = 0,005}; xv em T8 {TH 15,0 (± 11,4) versus PRP 14,4 (± 11,6) versus SS 24,3 (± 10,1)} o grupo TH (p = 0,031) e o grupo PRP (p = 0,018) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T12 {TH 12,1 (± 10,3) versus PRP 13,5 (± 10,5) versus SS 24,2 (± 11,5)} o grupo TH (p = 0,03) e o grupo PRP (p = 0,014) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T52 {TH 14,2 (± 12,1) versus PRP 12,0 (± 10,8) versus SS 24,6 (± 12,2)} o grupo TH (p = 0,018) e o grupo PRP (p = 0,002) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00). Para a porcentagem de melhora, o grupo TH evoluiu melhor que os outros dois em todos os tempos (p = 0,032). Para a evolução radiográfica o grupo PRP foi aquele com menor evolução de classificação radiográfica de KLII para KL III; o grupo TH evoluiu de 17 para 24, o grupo SS de 17 para 30 e o grupo PRP de 20 para 21 (p = 0,015 em relação ao grupo SS). Conclusão: O grupo TH foi superior aos outros para porcentagem de melhora e para o WOMAC DOR e RIGIDEZ. Para o WOMAC FUNÇÃO, o grupo SS foi inferior aos outros. Para a evolução radiográfica segundo KL, o grupo PRP foi o que apresentou menor progressão. Não houve diferença entre a evolução dos três grupos para as outras variáveis.
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spelling Doutoradohttp://lattes.cnpq.br/4969546467649519http://lattes.cnpq.br/2730509275129464Tamashiro, José Carlos Nunes [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/7819675279464496Universidade Federal de São PauloFurtado, Rita Nely Vilar [UNIFESP]Natour, Jamil [UNIFESP]São Paulo2022-07-21T17:42:32Z2022-07-21T17:42:32Z2020-02-27INTRODUÇÃO: um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um ano. Introdução: A injeção intra-articular (IIA) de plasma rico em plaquetas (PRP) tem sido considerada como opção terapêutica para osteoartrite (OA) de joelhos. No entanto, são raros os estudos comparando essa intervenção com a IIA de corticosteroide ou de solução salina. Objetivos: Comparar o efeito da IIA de PRP versus triancinolona hexacetonida (TH) versus solução salina (SS isotônica a 0,9%) na melhora da dor, função, percepção de melhora, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, qualidade de vida e evolução radiográfica a longo prazo (52 semanas) em pacientes com OA de joelhos. Métodos: Foi realizado um estudo controlado randomizado prospectivo duplo-cego em 100 pacientes com OA sintomática de joelhos. Os pacientes foram randomizados em três grupos de IIA (uma única IIA no joelho mais sintomático): grupo PRP (n = 34), grupo TH (40mg, 2ml) (n = 33) e grupo SS (0,9%, 2ml) (n = 33). As avaliações foram realizadas por três avaliadores (dentre eles, um radiologista) “cegos” em relação ao grupo que o paciente pertencia. Foram utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: escala visual analógica (EVA de 0-10 cm) de dor ao repouso (EVAr) e ao movimento (EVAm), questionário funcional WOMAC (total, dor, rigidez e função), teste Timed Up and Go (TUG), teste da caminhada de 6 minutos, porcentagem de melhora, escala de melhora tipo Likert com cinco pontos, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, e evolução radiográfica segundo a escala de Kelgreen e Lawrence- KL. Utilizaram-se cinco tempos de avaliação: T0 e T4, T8, T12 e T52 semanas. Considerou-se significância estatística de 5%. Resultados: Foram estudados 100 pacientes, 90 (90%) mulheres e 10 homens (10%), com média de idade de 67,13 (± 6,56) anos e de tempo de sintomas de 8,03 (± 5,9) anos. Na avaliação inicial, os grupos foram homogêneos para todos os parâmetros exceto para tempo de sintomas, maior no grupo PRP. A análise entre os grupos ao final do estudo, usando o teste GLM para medidas repetidas, mostrou diferença estatisticamente significante entre os grupos para as apenas seguintes variáveis: para o WOMAC DOR em T4 o grupo TH obteve média melhor que o grupo PRP {3,24 (± 2,92) versus 5,38 (± 3,05); p = 0,047}; para o WOMAC RIGIDEZ em T12 o grupo TH obteve média melhor que o grupo SS {1,12 (± 1,34) versus 2,39 (± 1,41); p = 0,035}. Para o WOMAC FUNÇÃO em T4 o grupo TH obteve melhor média que o SS{ 13,1 (± 10,6) versus 23,9 (± 11,5); p = 0,005}; xv em T8 {TH 15,0 (± 11,4) versus PRP 14,4 (± 11,6) versus SS 24,3 (± 10,1)} o grupo TH (p = 0,031) e o grupo PRP (p = 0,018) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T12 {TH 12,1 (± 10,3) versus PRP 13,5 (± 10,5) versus SS 24,2 (± 11,5)} o grupo TH (p = 0,03) e o grupo PRP (p = 0,014) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T52 {TH 14,2 (± 12,1) versus PRP 12,0 (± 10,8) versus SS 24,6 (± 12,2)} o grupo TH (p = 0,018) e o grupo PRP (p = 0,002) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00). Para a porcentagem de melhora, o grupo TH evoluiu melhor que os outros dois em todos os tempos (p = 0,032). Para a evolução radiográfica o grupo PRP foi aquele com menor evolução de classificação radiográfica de KLII para KL III; o grupo TH evoluiu de 17 para 24, o grupo SS de 17 para 30 e o grupo PRP de 20 para 21 (p = 0,015 em relação ao grupo SS). Conclusão: O grupo TH foi superior aos outros para porcentagem de melhora e para o WOMAC DOR e RIGIDEZ. Para o WOMAC FUNÇÃO, o grupo SS foi inferior aos outros. Para a evolução radiográfica segundo KL, o grupo PRP foi o que apresentou menor progressão. Não houve diferença entre a evolução dos três grupos para as outras variáveis.INTRODUCTION: Intra-articular (IIA) injection of Platelet-Rich Plasma (PRP) has been considered a therapeutic option for knee osteoarthritis (OA). However, studies comparing this intervention with corticosteroid IIA or saline are rare. Objectives: To compare the effect of PRP versus triamcinolone hexacetonide (TH) vs. saline solution (isotonic SS at 0.9%) on improvement of pain, function, perception of improvement, ultrasound measurement of synovial hypertrophy and long-term radiographic evolution (52 weeks) in knee OA patients. Methods: A double-blind prospective, randomized controlled trial was conducted in 100 symptomatic knee OA patients. Patients were randomized into three IIAs groups (one single IIA in the most symptomatic knee): PRP group (n = 34), TH group (n = 33) and SS group (n = 33). The evaluations were performed by both "blind" clinician and radiologist. Evaluation tools: visual analogue scale (EVA of 0-10) of pain at rest (EVAr) and movement (EVAm), WOMAC questionnaire, Timed Up and Go test (TUG), improvement rate, Likert improvement scale, ultrasound measurement of knee synovial hypertrophy and radiographic evolution according to Kellgren and Lawrence – KL scale). Five evaluation times were used: T0 and T4, T8, T12 and T52 weeks. Results: A total of 100 patients, 90 (90%) women and 10 men (10%) were studied, with a mean age of 67.13 (± 6.56) years and symptom time of 8.03 (± 5.9) years. In the initial evaluation, the groups were homogeneous for all parameters except for time of symptoms, higher in PRP group. The analysis between the groups at the end of the study, using GLM test for repeated measures, showed a statistically significant difference between groups for the following variables: for WOMAC PAIN at T4, TH group obtained a mean better than PRP group {3.24 (± 2.92) versus 5.38 (± 3.05); p = 0.047); for WOMAC RIGIDITY in T12, TH group obtained a mean better than SS group (1.12 (± 1.34) versus 2.39 (± 1.41); p = 0.035). For WOMAC FUNCTION at T4, TH group had a better mean than SS (13.1 (± 10.6) versus 23.9 (± 11.5); p = 0.005); in T8 (TH 15.0 (± 11.4) versus PRP 14.4 (± 11.6) versus SS 24.3 (± 10.1)) TH group (p = 0.031) and PRP group (p = 0.018) evolved better than SS group, but without difference between TH and PRP groups (p = 1.00); in T12 (TH 12.1 (± 10.3) versus PRP 13.5 (± 10.5) versus SS 24.2 (± 11.5)) TH group (p = 0.03) and PRP group (p = 0.014) evolved better than SS group, but with no difference between TH and PRP groups xvii (p = 1.00); in T52 (TH 14.2 (± 12.1) versus PRP 12.0 (± 10.8) versus SS 24.6 (± 12.2)) TH group (p = 0.018) and PRP group (p = 0.002) evolved better than SS group, but with no difference between TH and PRP groups (p = 1.00); for improvement percentage, TH group evolved better than SS group at all times (p = 0.032); for radiographic evolution, PRP group was the one with the lowest radiographic classification from KLII to KL III (p = 0.015 in relation to SS group). Conclusion: The TH group was superior to others by percentage of improvement and by WOMAC PAIN and RIGIDITY. For WOMAC FUNCTION, SS group was lower than others. For radiographic evolution according to KL, PRP group showed the lowest progression.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)135 f.TAMASHIRO, José Carlos Nunes. Uso intra-articular do plasma rico em plaquetas versus triancinolona hexacetonida versus solução salina em osteoartrite de joelhos: um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um ano. São Paulo, 2020. [135] f. Tese (Doutorado em Ciências da saúde aplicadas à reumatologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64652https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8859254ark:/48912/001300002ckdzporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessPlasma rico em plaquetasOsteoartriteCartilagemInfiltração intra-articularOsteoartrite de joelhoInjeções intra-articularesTriancinolona acetonidaSolução salinaEnsaio clínico controlado aleatórioMétodo duplo-cegoUso intra-articular do plasma rico em plaquetas versus triancinolona hexacetonida versus solução salina em osteoartrite de joelhos : um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um anoIntra-articular use of Platelet Rich Plasma (PRP) versus triamcinolone hexacetonide versus saline solution in knee osteoarthritis: a randomized double-blind controlled trial with one-year follow-upinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP Escola Paulista de Medicina (EPM)Ciências da saúde aplicadas à reumatologiaPropedêutica em reumatologiaDoenças osteometabólicasORIGINALTese.pdfapplication/pdf2271204https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/61df7d3b-0215-4ac6-bc75-3c0394b53a88/download6aada81a888cb29fb00675320391da7cMD59TEXTJOSE CARLOS NUNES TAMASHIRO.pdf.txtJOSE CARLOS NUNES TAMASHIRO.pdf.txtExtracted texttext/plain102774https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/8bde3920-7f84-4d3b-b629-2465ed66cee3/downloadd73a030c5f556bb89890a6a18a601b61MD57THUMBNAILJOSE CARLOS NUNES TAMASHIRO.pdf.jpgJOSE CARLOS NUNES TAMASHIRO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3652https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/54cd98e8-8bb4-4d19-a193-a88edbd5b547/downloadfd589d0bf9d04756133ae026f33de189MD5811600/646522025-05-29 12:40:58.476oai:repositorio.unifesp.br:11600/64652https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-05-29T12:40:58Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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description INTRODUÇÃO: um estudo controlado randomizado duplo cego com seguimento de um ano. Introdução: A injeção intra-articular (IIA) de plasma rico em plaquetas (PRP) tem sido considerada como opção terapêutica para osteoartrite (OA) de joelhos. No entanto, são raros os estudos comparando essa intervenção com a IIA de corticosteroide ou de solução salina. Objetivos: Comparar o efeito da IIA de PRP versus triancinolona hexacetonida (TH) versus solução salina (SS isotônica a 0,9%) na melhora da dor, função, percepção de melhora, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, qualidade de vida e evolução radiográfica a longo prazo (52 semanas) em pacientes com OA de joelhos. Métodos: Foi realizado um estudo controlado randomizado prospectivo duplo-cego em 100 pacientes com OA sintomática de joelhos. Os pacientes foram randomizados em três grupos de IIA (uma única IIA no joelho mais sintomático): grupo PRP (n = 34), grupo TH (40mg, 2ml) (n = 33) e grupo SS (0,9%, 2ml) (n = 33). As avaliações foram realizadas por três avaliadores (dentre eles, um radiologista) “cegos” em relação ao grupo que o paciente pertencia. Foram utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: escala visual analógica (EVA de 0-10 cm) de dor ao repouso (EVAr) e ao movimento (EVAm), questionário funcional WOMAC (total, dor, rigidez e função), teste Timed Up and Go (TUG), teste da caminhada de 6 minutos, porcentagem de melhora, escala de melhora tipo Likert com cinco pontos, medida ultrassonográfica de hipertrofia sinovial, e evolução radiográfica segundo a escala de Kelgreen e Lawrence- KL. Utilizaram-se cinco tempos de avaliação: T0 e T4, T8, T12 e T52 semanas. Considerou-se significância estatística de 5%. Resultados: Foram estudados 100 pacientes, 90 (90%) mulheres e 10 homens (10%), com média de idade de 67,13 (± 6,56) anos e de tempo de sintomas de 8,03 (± 5,9) anos. Na avaliação inicial, os grupos foram homogêneos para todos os parâmetros exceto para tempo de sintomas, maior no grupo PRP. A análise entre os grupos ao final do estudo, usando o teste GLM para medidas repetidas, mostrou diferença estatisticamente significante entre os grupos para as apenas seguintes variáveis: para o WOMAC DOR em T4 o grupo TH obteve média melhor que o grupo PRP {3,24 (± 2,92) versus 5,38 (± 3,05); p = 0,047}; para o WOMAC RIGIDEZ em T12 o grupo TH obteve média melhor que o grupo SS {1,12 (± 1,34) versus 2,39 (± 1,41); p = 0,035}. Para o WOMAC FUNÇÃO em T4 o grupo TH obteve melhor média que o SS{ 13,1 (± 10,6) versus 23,9 (± 11,5); p = 0,005}; xv em T8 {TH 15,0 (± 11,4) versus PRP 14,4 (± 11,6) versus SS 24,3 (± 10,1)} o grupo TH (p = 0,031) e o grupo PRP (p = 0,018) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T12 {TH 12,1 (± 10,3) versus PRP 13,5 (± 10,5) versus SS 24,2 (± 11,5)} o grupo TH (p = 0,03) e o grupo PRP (p = 0,014) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00); em T52 {TH 14,2 (± 12,1) versus PRP 12,0 (± 10,8) versus SS 24,6 (± 12,2)} o grupo TH (p = 0,018) e o grupo PRP (p = 0,002) evoluíram melhor que o grupo SS, mas sem diferença entre os grupos TH e PRP (p = 1,00). Para a porcentagem de melhora, o grupo TH evoluiu melhor que os outros dois em todos os tempos (p = 0,032). Para a evolução radiográfica o grupo PRP foi aquele com menor evolução de classificação radiográfica de KLII para KL III; o grupo TH evoluiu de 17 para 24, o grupo SS de 17 para 30 e o grupo PRP de 20 para 21 (p = 0,015 em relação ao grupo SS). Conclusão: O grupo TH foi superior aos outros para porcentagem de melhora e para o WOMAC DOR e RIGIDEZ. Para o WOMAC FUNÇÃO, o grupo SS foi inferior aos outros. Para a evolução radiográfica segundo KL, o grupo PRP foi o que apresentou menor progressão. Não houve diferença entre a evolução dos três grupos para as outras variáveis.
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