Prevalência e caracterização de lesões musculoesqueléticas em competidores das categorias de base de karatê de acordo com a modalidade karatê e kumitê
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física
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| Departamento: |
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação Física
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/2012 |
Resumo: | O karatê é uma arte marcial japonesa altamente difundida e que vem conquistando diversos adeptos de todas as idades. Essa luta milenar em competições é caracterizada por duas vertentes, o Katá e Kumitê. O Katá é definido como uma demonstração individual de técnicas em uma sequência pré determinada, já o Kumitê, é o combate real aplicando as técnicas aprendidas. O karatê vem crescendo exponencialmente ao longo do tempo assim como o número de lesões em seus praticantes. Como a maioria das modalidades esportivas, está sujeito às lesões musculoesqueléticas que, quando ocorrem, podem causar importantes repercussões físicas e socioeconômicas aos esportistas. Por isso, é essencial o conhecimento dos fatores epidemiológicos relacionados ao surgimento dessas lesões, principalmente quando se referem a especificidades da modalidade. Na literatura há poucos dados, de uma forma geral, sobre as características epidemiológicas das lesões que envolvem o karatê em seus competidores mais novos, e tem sido pouco difundida a influência das categorias de base na prevalência dessas lesões, assim como as características das lesões que acontecem no segmento anatômico mais acometido nessa população. O objetivo do estudo foi averiguar a incidência e os locais anatômicos mais acometidos por lesões musculoesqueléticas em competidores das categorias de base da divisão especial das modalidades kata e kumitê de karatê. A pesquisa contou com a participação de 99 competidores das categorias de base (14 a 21 anos), sendo 42 competidores do gênero masculino e 57 do feminino, participantes de competições expressivas como campeonatos estaduais, nacionais e internacionais. Os participantes foram divididos em 3 grupos conforme a modalidade que disputam em competições, sendo eles: somente kata (n=12), somente kumitê (n=43) e kata e kumitê (n=44). Todos responderam a um questionário continha questões fechadas contendo dados pessoais, histórico do esporte e das lesões. Os dados obtidos por meio dos questionários aplicados com os atletas foram tratados e tabulados estatisticamente de maneira descritiva (média, desvio padrão frequência e percentuais). 77 competidores, que corresponde a 77,8% da amostra, relataram já ter sofrido alguma injúria. As áreas mais afetadas foram as dos membros inferiores, com prevalência do joelho com 56,57%. Não houve diferença significativa entre os locais de lesões em competidores de kata e de kumitê. Os competidores com maior idade e com maior graduação foram mais susceptíveis a lesões desportivas. |
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Por isso, é essencial o conhecimento dos fatores epidemiológicos relacionados ao surgimento dessas lesões, principalmente quando se referem a especificidades da modalidade. Na literatura há poucos dados, de uma forma geral, sobre as características epidemiológicas das lesões que envolvem o karatê em seus competidores mais novos, e tem sido pouco difundida a influência das categorias de base na prevalência dessas lesões, assim como as características das lesões que acontecem no segmento anatômico mais acometido nessa população. O objetivo do estudo foi averiguar a incidência e os locais anatômicos mais acometidos por lesões musculoesqueléticas em competidores das categorias de base da divisão especial das modalidades kata e kumitê de karatê. A pesquisa contou com a participação de 99 competidores das categorias de base (14 a 21 anos), sendo 42 competidores do gênero masculino e 57 do feminino, participantes de competições expressivas como campeonatos estaduais, nacionais e internacionais. Os participantes foram divididos em 3 grupos conforme a modalidade que disputam em competições, sendo eles: somente kata (n=12), somente kumitê (n=43) e kata e kumitê (n=44). Todos responderam a um questionário continha questões fechadas contendo dados pessoais, histórico do esporte e das lesões. Os dados obtidos por meio dos questionários aplicados com os atletas foram tratados e tabulados estatisticamente de maneira descritiva (média, desvio padrão frequência e percentuais). 77 competidores, que corresponde a 77,8% da amostra, relataram já ter sofrido alguma injúria. As áreas mais afetadas foram as dos membros inferiores, com prevalência do joelho com 56,57%. Não houve diferença significativa entre os locais de lesões em competidores de kata e de kumitê. Os competidores com maior idade e com maior graduação foram mais susceptíveis a lesões desportivas.Karate is a highly disseminated Japanese martial art that has been conquering many enthusiasts of all ages. This millenial combat is characterized in competitions by twofold: Katá and Kumite. Kata is defined as an individual demonstration of techniques in a predetermined sequence, while Kumite is real combat applying the techniques learned. Karate has been growing exponentially over time as well as the number of injuries in its practitioners. Like most sports, the practitioner is subject to musculoskeletal injuries that, when they occur, can cause important physical and socioeconomic consequences to athletes. Therefore, knowledge of the epidemiological factors related to the appearance of these injuries is essential, especially when referring to the particularities of the modality. There is little data in the literature, in general, on the epidemiological characteristics of injuries involving karate in younger competitors. The influence of base categories on the prevalence of these injuries has been little disseminated, as well as the characteristics of injuries that happens in the most affected anatomical segment in this population. The objective of the study was to investigate the incidence and anatomical sites most affected by musculoskeletal injuries in competitors of the special division of the base category of kata and kumite modalities. The survey had the participation of 99 competitors from the base categories (14 to 21 years old), being 42 male competitors and 57 female competitors, participants of significant competitions such as state, national and international championships. Participants were divided into 3 groups according to the modality they attended in competitions, namely: only kata (n=12), only kumite (n=43) and kata and kumite (n=44). Everyone answered a closed questionnaire containing personal data, sports and injuries background. The data obtained through the questionnaires applied to the athletes were treated and statistically tabulated in a descriptive way (mean, standard deviation, frequency and percentages). 77 competitors, corresponding to 77.8% of the sample, reported having already suffered an injury. The most affected areas were the lower limbs, with a prevalence of the knee with 56.57%. There was no significant difference between injury sites in kata and kumite competitors. Older and higher ranked competitors were more susceptible to sports injuries.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação em Educação FísicaUFTMBrasilInstituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação FísicaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICALesões em atletas.Epidemiologia.Artes marciais.Injuries in athletes.Epidemiology.Martial arts.Prevalência e caracterização de lesões musculoesqueléticas em competidores das categorias de base de karatê de acordo com a modalidade karatê e kumitêinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALDissert Paula G Silva.pdfDissert Paula G Silva.pdfDissert Paula G Silvaapplication/pdf1139105http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2012/1/Dissert%20Paula%20G%20Silva.pdf52cc151a874dbabdbe2a474a377a3890MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2012/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTDissert Paula G Silva.pdf.txtDissert Paula G Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain86437http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2012/3/Dissert%20Paula%20G%20Silva.pdf.txtfad7b059c936cf512bfee3cfae4bdbeeMD53THUMBNAILDissert Paula G Silva.pdf.jpgDissert Paula G Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1117http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2012/4/Dissert%20Paula%20G%20Silva.pdf.jpg69ce89f250545f8b58fd026fcfb88be3MD54123456789/20122025-08-11 23:02:40.439oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/2012Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2025-08-12T02:02:40Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false |
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