Guardiões da infância: desenvolvimento, implementação e avaliação de um programa da Polícia Federal de prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes em ambientes virtuais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: RODRIGUES, Sergio Victor de Almeida lattes
Orientador(a): MELO, Daniela de Castro lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional
Departamento: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/2045
Resumo: Em 2022, o Brasil registrou o maior número de estupros da história, sendo que, a cada 10 vítimas, 6 têm até 13 anos. Cerca de 95% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país. À medida que a utilização da tecnologia on-line por crianças e adolescentes brasileiros aumenta, torna-se essencial reconhecer, prevenir e lidar com os riscos e possíveis danos que esses indivíduos podem enfrentar nesse ambiente. Nesse sentido, este trabalho teve por objetivo desenvolver, implementar e avaliar um programa policial de prevenção às situações de violência sexual contra crianças e adolescentes que ocorrem em ambientes virtuais. A partir de uma revisão integrativa da literatura, da análise de casos práticos e da adaptação de metodologias preventivas preexistentes, criou-se o programa Guardiões da Infância. Promovido por policiais federais, a iniciativa destina-se a alunos de 11 a 17 anos, bem como para seus pais e professores. Posteriormente o programa foi ampliado para também atender à demanda de agentes que atuam na rede de proteção à infância e adolescência. O módulo para crianças e adolescentes foi dividido em 05 partes. A primeira delas trata da relação entre redes sociais e ambientes digitais com bem-estar e saúde mental; a segunda aborda conceitos e práticas em torno da segurança e privacidade na internet; na terceira discute-se sobre empatia nas redes, relacionandoa a problemas como bullying e cyberbullying; a quarta parte versa sobre combate à desinformação; a última parte diz respeito a relações seguras on-line, abordando-se temas relacionados a grooming, sextorsão e compartilhamento desautorizado (vazamento) de vídeos e imagens íntimas. O módulo para a família busca conscientizar os responsáveis em torno do problema investigado, bem como exortálos a adotar uma postura ativa diante dos filhos, na qual o diálogo, o monitoramento, a definição de limites e uma relação de confiança são estimuladas. Já no módulo para professores, busca-se motivá-los a realizarem atitudes que se edificam a partir de três pilares: identificar; acolher; não se omitir. Criado em 2024, já foram promovidas 135 capacitações do programa Guardiões da Infância: 89 para crianças e adolescentes, 18 para familiares, 16 para professores e 12 para outros públicos (agentes da rede de proteção). Em relação à quantidade total de público atendido, foram 4.222 alunos, 817 familiares, 616 professores e 311 agentes da rede de proteção (incluindo conselheiros tutelares, gestores, auxiliares educacionais, psicólogos, assistentes sociais, dentre outros). Em 13% das capacitações realizadas, houve uma notícia de crime reportada por algum participante após a formação, sendo que em 05 casos ocorreu uma revelação espontânea por parte da própria vítima. Buscou-se, ao longo das formações, avaliar as percepções do público-alvo, visando a identificar o quão efetiva foi a promoção do programa. Dessa forma, uma amostra de 20 alunos foi submetida a um questionário semiestruturado, com respostas formatadas em uma escala likert, as quais foram analisadas por meio da estatística Qui-quadrado, em momento prévio e posterior à formação. Já os familiares (n = 07) e professores (n = 12) foram submetidos a entrevistas, e suas respostas foram processadas por meio da Análise de Conteúdo. Pôde-se concluir que a amostra de alunos submetida ao programa apresentou resultados que demonstraram uma melhora de competências referentes a: verificar se uma informação encontrada na rede está correta; reagir a discursos de ódio na internet de forma responsável; denunciar um conteúdo ofensivo praticado contra crianças ou adolescentes; procurar canais de ajuda diante de situações envolvendo violências on-line; agir corretamente se fossem postados conteúdos ofensivos de forma pública na internet; saber o que fazer diante de ameaças on-line, de um uso não autorizado de informações pessoais na rede, principalmente para o cometimento de atos ilícitos, e a como agir diante da divulgação não autorizada de conteúdos íntimos. Além disso, após a formação, a amostra apresentou evidências de que o tempo em contato com telas foi reduzido. Os familiares, por sua vez, trouxeram relatos que vão foram ao encontro de pontos desenvolvidos ao longo da formação, da mesma forma em que apresentaram percepções positivas referentes à experiência vivenciada. Por fim, os professores consideraram que a formação proposta pelo programa foi eficaz em melhorar a compreensão e a capacidade de lidar com casos de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. Destaca-se que, ao final desta dissertação, consta um Produto Técnico-Tecnológico, no formato de Relatório Técnico, que sintetiza as informações apresentadas ao longo deste estudo.
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A partir de uma revisão integrativa da literatura, da análise de casos práticos e da adaptação de metodologias preventivas preexistentes, criou-se o programa Guardiões da Infância. Promovido por policiais federais, a iniciativa destina-se a alunos de 11 a 17 anos, bem como para seus pais e professores. Posteriormente o programa foi ampliado para também atender à demanda de agentes que atuam na rede de proteção à infância e adolescência. O módulo para crianças e adolescentes foi dividido em 05 partes. A primeira delas trata da relação entre redes sociais e ambientes digitais com bem-estar e saúde mental; a segunda aborda conceitos e práticas em torno da segurança e privacidade na internet; na terceira discute-se sobre empatia nas redes, relacionandoa a problemas como bullying e cyberbullying; a quarta parte versa sobre combate à desinformação; a última parte diz respeito a relações seguras on-line, abordando-se temas relacionados a grooming, sextorsão e compartilhamento desautorizado (vazamento) de vídeos e imagens íntimas. O módulo para a família busca conscientizar os responsáveis em torno do problema investigado, bem como exortálos a adotar uma postura ativa diante dos filhos, na qual o diálogo, o monitoramento, a definição de limites e uma relação de confiança são estimuladas. Já no módulo para professores, busca-se motivá-los a realizarem atitudes que se edificam a partir de três pilares: identificar; acolher; não se omitir. Criado em 2024, já foram promovidas 135 capacitações do programa Guardiões da Infância: 89 para crianças e adolescentes, 18 para familiares, 16 para professores e 12 para outros públicos (agentes da rede de proteção). Em relação à quantidade total de público atendido, foram 4.222 alunos, 817 familiares, 616 professores e 311 agentes da rede de proteção (incluindo conselheiros tutelares, gestores, auxiliares educacionais, psicólogos, assistentes sociais, dentre outros). Em 13% das capacitações realizadas, houve uma notícia de crime reportada por algum participante após a formação, sendo que em 05 casos ocorreu uma revelação espontânea por parte da própria vítima. Buscou-se, ao longo das formações, avaliar as percepções do público-alvo, visando a identificar o quão efetiva foi a promoção do programa. 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Pôde-se concluir que a amostra de alunos submetida ao programa apresentou resultados que demonstraram uma melhora de competências referentes a: verificar se uma informação encontrada na rede está correta; reagir a discursos de ódio na internet de forma responsável; denunciar um conteúdo ofensivo praticado contra crianças ou adolescentes; procurar canais de ajuda diante de situações envolvendo violências on-line; agir corretamente se fossem postados conteúdos ofensivos de forma pública na internet; saber o que fazer diante de ameaças on-line, de um uso não autorizado de informações pessoais na rede, principalmente para o cometimento de atos ilícitos, e a como agir diante da divulgação não autorizada de conteúdos íntimos. Além disso, após a formação, a amostra apresentou evidências de que o tempo em contato com telas foi reduzido. Os familiares, por sua vez, trouxeram relatos que vão foram ao encontro de pontos desenvolvidos ao longo da formação, da mesma forma em que apresentaram percepções positivas referentes à experiência vivenciada. Por fim, os professores consideraram que a formação proposta pelo programa foi eficaz em melhorar a compreensão e a capacidade de lidar com casos de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. Destaca-se que, ao final desta dissertação, consta um Produto Técnico-Tecnológico, no formato de Relatório Técnico, que sintetiza as informações apresentadas ao longo deste estudo.In 2022, Brazil recorded the highest number of reported rapes in its history, with 6 out of every 10 victims being under the age of 13. Approximately 95% of the population aged 9 to 17 are internet users in the country. As the use of online technology by Brazilian children and adolescents increases, it becomes essential to recognize, prevent, and address the risks and potential harms these individuals may face in this environment. In this context, this study aimed to develop, implement and evaluate a police program to prevent sexual violence against children and adolescents in virtual environments. Through integrative literature review, analysis of practical cases and adaptation of pre-existing preventive methodologies, the Guardians of Childhood program was created. Promoted by federal police officers, the initiative targets students aged 11 to 17, as well as their parents and teachers. The program was later expanded to also meet the demand of agents working in the child and adolescent protection network. The module for children and adolescents was divided into 5 parts. The first addresses the relationship between social media, digital environments, and mental health and well-being; the second explores concepts and practices regarding internet safety and privacy; the third discusses empathy online, relating it to issues such as bullying and cyberbullying; the fourth focuses on combating misinformation; and the final part concerns safe online relationships, covering topics such as grooming, sextortion, and the unauthorized sharing (leakage) of intimate videos and images. The family module aims to raise awareness among caregivers about the investigated problem and encourage them to adopt an active approach with their children, emphasizing dialogue, monitoring, boundary-setting, and building trust. The teacher’s module, in turn, seeks to motivate educators to engage in actions based on three pillars: identification, support, and non-omission. Created in 2024, the Guardians of Childhood program has already delivered 135 training sessions: 89 for children and adolescents, 18 for family members, 16 for teachers, and 12 for other audiences (protection network agents). Regarding the total number of people reached, the program has served 4.222 students, 817 family members, 616 teachers, and 311 protection network agents (including guardianship counselors, managers, educational assistants, psychologists, social workers, among others). In 13% of the training sessions, a crime report was made by a participant after the session, with five cases involving spontaneous disclosure by the victim. Throughout the training sessions, efforts were made to assess the perceptions of the target audience to identify how effective the program was. Thus, a sample of 20 students was subjected to a semistructured questionnaire, with responses formatted on a Likert scale, which were analyzed using the Chi-square statistical test, both before and after the training. Family members (n = 7) and teachers (n = 12) were interviewed, and their responses were processed through Content Analysis. It was concluded that the sample of students submitted to the program presented results that demonstrated an improvement in skills related to: verifying whether information found on the network is correct; reacting to hate speech on the internet in a responsible manner; reporting offensive content practiced against children or adolescents; seeking help channels in situations involving online violence; acting correctly if offensive content was posted publicly on the internet; knowing what to do in the face of online threats, unauthorized use of personal information on the Internet, especially for committing illegal acts, and how to act in the face of unauthorized disclosure of intimate content. Furthermore, after the training, the sample showed evidence that screen time was reduced. Family members, in turn, provided reports that are consistent with the points developed during the training, and also presented positive perceptions regarding the experience. Finally, teachers considered that the training proposed by the program was effective in improving their understanding and ability to deal with cases of sexual violence against children and adolescents. At the end of this dissertation, there is a Technical-Technological Product, in the format of a Technical Report, which summarizes the information presented throughout this study.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede NacionalUFTMBrasilPró-Reitoria de Pesquisa e Pós-GraduaçãoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICAViolência sexual.Internet.Crianças e adolescentes.Programa.Prevenção.Polícia Federal.Guardiões da infância.Sexual violence.Internet.Children and adolescents.Program.Prevention.Guardians of childhood.Federal Police.Guardiões da infância: desenvolvimento, implementação e avaliação de um programa da Polícia Federal de prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes em ambientes virtuaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALDissert Sergio V A Rodrigues.pdfDissert Sergio V A Rodrigues.pdfDissert Sergio V A Rodriguesapplication/pdf582961http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2045/1/Dissert%20Sergio%20V%20A%20Rodrigues.pdfcd03dd8c51d9f57bef2def123e5933c0MD51Dissert Sergio V A Rodrigues a partir p 43.pdfDissert Sergio V A Rodrigues a partir p 43.pdfDissert Sergio V A Rodrigues a partir p 43application/pdf1047162http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2045/2/Dissert%20Sergio%20V%20A%20Rodrigues%20a%20partir%20p%2043.pdfae9226ce5982a51902febfcf828d4699MD52Dissert Sergio V A Rodrigues a partir p 87.pdfDissert Sergio V A Rodrigues a partir p 87.pdfDissert Sergio V A Rodrigues a partir p 87application/pdf1108600http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/2045/3/Dissert%20Sergio%20V%20A%20Rodrigues%20a%20partir%20p%2087.pdf733a9d9daf9245d4b7a380ec3694ab06MD53Dissert Sergio V A Rodrigues a partir p 131.pdfDissert Sergio V A 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dc.subject.cnpq.fl_str_mv CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICA
topic CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICA
Violência sexual.
Internet.
Crianças e adolescentes.
Programa.
Prevenção.
Polícia Federal.
Guardiões da infância.
Sexual violence.
Internet.
Children and adolescents.
Program.
Prevention.
Guardians of childhood.
Federal Police.
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Crianças e adolescentes.
Programa.
Prevenção.
Polícia Federal.
Guardiões da infância.
Sexual violence.
Internet.
Children and adolescents.
Program.
Prevention.
Guardians of childhood.
Federal Police.
description Em 2022, o Brasil registrou o maior número de estupros da história, sendo que, a cada 10 vítimas, 6 têm até 13 anos. Cerca de 95% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país. À medida que a utilização da tecnologia on-line por crianças e adolescentes brasileiros aumenta, torna-se essencial reconhecer, prevenir e lidar com os riscos e possíveis danos que esses indivíduos podem enfrentar nesse ambiente. Nesse sentido, este trabalho teve por objetivo desenvolver, implementar e avaliar um programa policial de prevenção às situações de violência sexual contra crianças e adolescentes que ocorrem em ambientes virtuais. A partir de uma revisão integrativa da literatura, da análise de casos práticos e da adaptação de metodologias preventivas preexistentes, criou-se o programa Guardiões da Infância. Promovido por policiais federais, a iniciativa destina-se a alunos de 11 a 17 anos, bem como para seus pais e professores. Posteriormente o programa foi ampliado para também atender à demanda de agentes que atuam na rede de proteção à infância e adolescência. O módulo para crianças e adolescentes foi dividido em 05 partes. A primeira delas trata da relação entre redes sociais e ambientes digitais com bem-estar e saúde mental; a segunda aborda conceitos e práticas em torno da segurança e privacidade na internet; na terceira discute-se sobre empatia nas redes, relacionandoa a problemas como bullying e cyberbullying; a quarta parte versa sobre combate à desinformação; a última parte diz respeito a relações seguras on-line, abordando-se temas relacionados a grooming, sextorsão e compartilhamento desautorizado (vazamento) de vídeos e imagens íntimas. O módulo para a família busca conscientizar os responsáveis em torno do problema investigado, bem como exortálos a adotar uma postura ativa diante dos filhos, na qual o diálogo, o monitoramento, a definição de limites e uma relação de confiança são estimuladas. Já no módulo para professores, busca-se motivá-los a realizarem atitudes que se edificam a partir de três pilares: identificar; acolher; não se omitir. Criado em 2024, já foram promovidas 135 capacitações do programa Guardiões da Infância: 89 para crianças e adolescentes, 18 para familiares, 16 para professores e 12 para outros públicos (agentes da rede de proteção). Em relação à quantidade total de público atendido, foram 4.222 alunos, 817 familiares, 616 professores e 311 agentes da rede de proteção (incluindo conselheiros tutelares, gestores, auxiliares educacionais, psicólogos, assistentes sociais, dentre outros). Em 13% das capacitações realizadas, houve uma notícia de crime reportada por algum participante após a formação, sendo que em 05 casos ocorreu uma revelação espontânea por parte da própria vítima. Buscou-se, ao longo das formações, avaliar as percepções do público-alvo, visando a identificar o quão efetiva foi a promoção do programa. Dessa forma, uma amostra de 20 alunos foi submetida a um questionário semiestruturado, com respostas formatadas em uma escala likert, as quais foram analisadas por meio da estatística Qui-quadrado, em momento prévio e posterior à formação. Já os familiares (n = 07) e professores (n = 12) foram submetidos a entrevistas, e suas respostas foram processadas por meio da Análise de Conteúdo. Pôde-se concluir que a amostra de alunos submetida ao programa apresentou resultados que demonstraram uma melhora de competências referentes a: verificar se uma informação encontrada na rede está correta; reagir a discursos de ódio na internet de forma responsável; denunciar um conteúdo ofensivo praticado contra crianças ou adolescentes; procurar canais de ajuda diante de situações envolvendo violências on-line; agir corretamente se fossem postados conteúdos ofensivos de forma pública na internet; saber o que fazer diante de ameaças on-line, de um uso não autorizado de informações pessoais na rede, principalmente para o cometimento de atos ilícitos, e a como agir diante da divulgação não autorizada de conteúdos íntimos. Além disso, após a formação, a amostra apresentou evidências de que o tempo em contato com telas foi reduzido. Os familiares, por sua vez, trouxeram relatos que vão foram ao encontro de pontos desenvolvidos ao longo da formação, da mesma forma em que apresentaram percepções positivas referentes à experiência vivenciada. Por fim, os professores consideraram que a formação proposta pelo programa foi eficaz em melhorar a compreensão e a capacidade de lidar com casos de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. Destaca-se que, ao final desta dissertação, consta um Produto Técnico-Tecnológico, no formato de Relatório Técnico, que sintetiza as informações apresentadas ao longo deste estudo.
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