O filosofar pressupõe o Leiturar: uma reabilitação semântica do conceito de leitura
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Palmas |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/7712 |
Resumo: | Nossa pesquisa realizou uma “expedição arqueológica” para buscar maiores esclarecimentos sobre o alicerce e o percurso de construção do conceito de leitura no contexto brasileiro. E para conseguirmos informações mais precisas, analisamos minunciosamente alguns outros conceitos que lhe são subjacente e servem de sustentação: analfabetismo, alfabetização e texto. O que conseguimos constatar nessa jornada foi que houve graves manipulações semânticas no processo de construção desses conceitos na realidade brasileira e isso provocou neles, especialmente no de leitura, uma grave deformação semântica. E por ser fruto de construções falaciosas, essas graves deformações semânticas nos levaram a chamar de leitura, um processo que não pode receber esse nome, pois trata-se apenas de uma das etapas da leitura, a decodificação. Constatamos que esse tipo de concepção de leitura produz efeitos devastadores na vida dos estudantes e na construção do tecido social. Por essas razões, nossa pesquisa propõe uma reabilitação semântica do conceito de leitura, por meio de uma prática leitora que contemple todas as etapas desse complexo processo chamado Leiturar: decodificar, interpretar, compreender e inferir. Nesse contexto, sustentamos a tese de que sem uma leitura que percorra todas essas etapas, não é possível realizar leituras filosóficas, filosofar. Essa tese foi comprovada na análise que fizemos a partir dos dados coletados na nossa intervenção: um conjunto de oficinas de leitura que realizamos numa turma de primeiro ano do ensino médio da escola estadual Zulmira Xavier, situada em Luís Correia, Piauí. Este texto é constituído de “enfáticas” constatações e inferências sobre o complexo processo do Leiturar. |
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Santos, João Paulo de CarvalhoFaustino, Lucas Rocha2025-06-27T17:37:10Z2025-06-27T17:37:10Z2024-05-16SANTOS, João Paulo de Carvalho. O filosofar pressupõe o Leiturar: uma reabilitação semântica do conceito de leitura.2024.130f. Dissertação (Mestrado Profissional em Filosofia) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Palmas, 2024.http://hdl.handle.net/11612/7712Nossa pesquisa realizou uma “expedição arqueológica” para buscar maiores esclarecimentos sobre o alicerce e o percurso de construção do conceito de leitura no contexto brasileiro. E para conseguirmos informações mais precisas, analisamos minunciosamente alguns outros conceitos que lhe são subjacente e servem de sustentação: analfabetismo, alfabetização e texto. O que conseguimos constatar nessa jornada foi que houve graves manipulações semânticas no processo de construção desses conceitos na realidade brasileira e isso provocou neles, especialmente no de leitura, uma grave deformação semântica. E por ser fruto de construções falaciosas, essas graves deformações semânticas nos levaram a chamar de leitura, um processo que não pode receber esse nome, pois trata-se apenas de uma das etapas da leitura, a decodificação. Constatamos que esse tipo de concepção de leitura produz efeitos devastadores na vida dos estudantes e na construção do tecido social. Por essas razões, nossa pesquisa propõe uma reabilitação semântica do conceito de leitura, por meio de uma prática leitora que contemple todas as etapas desse complexo processo chamado Leiturar: decodificar, interpretar, compreender e inferir. Nesse contexto, sustentamos a tese de que sem uma leitura que percorra todas essas etapas, não é possível realizar leituras filosóficas, filosofar. Essa tese foi comprovada na análise que fizemos a partir dos dados coletados na nossa intervenção: um conjunto de oficinas de leitura que realizamos numa turma de primeiro ano do ensino médio da escola estadual Zulmira Xavier, situada em Luís Correia, Piauí. Este texto é constituído de “enfáticas” constatações e inferências sobre o complexo processo do Leiturar.Our research carried out an “archaeological expedition” to seek further clarification on the foundation and path of construction of the concept of reading in the Brazilian context. And to obtain more precise information, we thoroughly analyzed some other concepts that underlie and serve as support: illiteracy, literacy and text. What we were able to determine on this journey was that there were serious semantic manipulations in the process of constructing these concepts in the Brazilian reality and this caused them, especially in the case of reading, a serious semantic deformation. And because it is the result of fallacious constructions, these serious semantic deformations led us to call reading a process that cannot be given this name, since it is only one of the stages of reading, decoding. We found that this type of conception of reading produces devastating effects on the lives of students and on the construction of the social fabric. For these reasons, our research proposes a semantic rehabilitation of the concept of reading, through a reading practice that encompasses all the stages of this complex process called Reading: decoding, interpreting, understanding and inferring. In this context, we support the thesis that without a reading that encompasses all these stages, it is not possible to carry out philosophical readings, to philosophize. This thesis was proven in the analysis we made based on the data collected in our intervention: a set of reading workshops that we held with a first-year high school class at the Zulmira Xavier state school, located in Luís Correia, Piauí. This text consists of “emphatic” findings and inferences about the complex process of Reading: the concept of reading in the Brazilian reality has been elevated to the category of a philosophical problem; there are serious problems related to this concept; a semantic rehabilitation of the concept of reading is urgent: we need to Read, we need to philosophize.Universidade Federal do TocantinsPalmasPrograma de Pós-Graduação em FilosofiaBrasilCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIADecodificar. Interpretar. Compreender. Inferir. Leiturar. Leitura filosófica. Decoding. Interpreting. Understanding. Inferring. Reading. Philosophical readingO filosofar pressupõe o Leiturar: uma reabilitação semântica do conceito de leiturainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFTinstname:Universidade Federal do Tocantins (UFT)instacron:UFTLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7712/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdfJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdfapplication/pdf2617841http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7712/1/Jo%c3%a3o%20Paulo%20de%20Carvalho%20Santos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf8631350229a482729b9429944e612df9MD51TEXTJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdf.txtJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdf.txtExtracted texttext/plain240408http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7712/3/Jo%c3%a3o%20Paulo%20de%20Carvalho%20Santos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf.txtfc2b64f516808df647a47f85251b3504MD53THUMBNAILJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdf.jpgJoão Paulo de Carvalho Santos - Dissertação.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1147http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7712/4/Jo%c3%a3o%20Paulo%20de%20Carvalho%20Santos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf.jpgc44ead5c61200a809c0cde915c7d4723MD5411612/77122025-06-28 03:03:54.499oai:repositorio.uft.edu.br:11612/7712Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.uft.edu.br/oai/requestcoordbiblio@uft.edu.br||biblioarraias@uft.edu.br || bibliogpi@uft.edu.br || bibliomira@uft.edu.br || bibliopalmas@uft.edu.br || biblioporto@uft.edu.br || biblioarag@uft.edu.br || dirbib@ufnt.edu.br || bibliocca@uft.edu.br || bibliotoc@uft.edu.bropendoar:2025-06-28T06:03:54Repositório Institucional da UFT - Universidade Federal do Tocantins (UFT)false |
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