Orientação empreendedora e capital intelectual em programas de Pós- Graduação em Administração de universidades públicas no Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva Júnior, Alessandro Carlos da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Administração
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://locus.ufv.br/handle/123456789/34295
https://doi.org/10.47328/ufvbbt.2025.385
Resumo: Essa tese analisou se há percepção de orientação empreendedora (OE) e adoção de abordagens não convencionais nos programas de pós-graduação stricto sensu em Administração no Brasil. Para tal, foram conduzidos três artigos independentes e complementares. O primeiro artigo, investigou, na literatura nacional e internacional, as diferentes perspectivas utilizadas na análise da OE no contexto das universidades públicas. Foram identificadas três perspectivas de análise: a externa, focada em relações institucionais, produção científica, formação empreendedora e transferência de tecnologia; a organizacional, centrada em atributos internos que promovem a OE; e a individual, baseada em características e comportamentos que favorecem a OE e o uso de abordagens não convencionais. Como contribuição teórica, o estudo amplia as formas de analisar a OE no contexto universitário, mostrando que ela vai além da geração de patentes ou spin-offs. No campo prático, ressalta a importância de fomentar o intraempreendedorismo e construir uma cultura organizacional robusta, sustentada por uma governança eficaz que favoreça parcerias com instituições públicas e privadas. O segundo artigo, verificou a percepção da OE nos PPGs e sua influência na formação para o mercado de trabalho. Metodologicamente, trata-se de um estudo quantitativo, que utilizou a Escala ENTRE-U para avaliar a percepção da orientação empreendedora, com aplicação de Análise Fatorial Exploratória (AFE) e Regressão Linear Múltipla (RLM). Os resultados revelam quatro dimensões explicativas da OE: colaboração em pesquisa, reputação institucional, inovação e não convencionalidade, e políticas universitárias. Destaca-se ainda, que a percepção dessas dimensões exerce influência positiva e significantemente na formação para o mercado de trabalho, em conjunto com a produtividade em pesquisa. Já o gênero demostrou influenciar negativamente na formação. As contribuições deste estudo estão relacionadas com a identificação de fatores que influenciam na formação nos programas de pós-graduação na área de administração, e a necessidade de fomentar um ambiente propício ao empreendedorismo e à inovação. O terceiro artigo, focou em compreender as abordagens não convencionais adotadas pelos programas em administração no Brasil, com base nas dimensões do capital intelectual. Metodologicamente, o estudo foi conduzido por meio de uma abordagem qualitativa e da análise de conteúdo, em uma perspectiva multicaso, com oito programas acadêmicos no Brasil. Os resultados apontam um conjunto de boas práticas adotas pelo programa, de acordo com as dimensões do capital intelectual. A nível de capital humano, destaca-se o estímulo a disciplinas que conectam a academia e o mercado, fomento a participação em grupos de pesquisa e adoção de metodologias e abordagens de ensino inovadoras. Para o capital estrutural, destaca- se a necessidade de criar uma cultura de empreendedorismo e inovação, com a proposição de normativas e estímulos organizacionais a buscarem novas práticas de ensino e pesquisa. Em relação ao capital relacional, destaca-se o fomento à formação de parcerias, busca por fontes alternativas de financiamento e ações de internacionalização e visibilidade dos programas. Como conclusão, observa que a maioria dos programas ainda não possuem uma cultura orientada ao empreendedorismo formalizada e que muitas das ações são reativas e adaptativas às induções que a CAPES fornece aos programas. Neste sentido, a partir da construção dos três artigos, buscou-se defender a seguinte tese: há percepção da OE e adoção de abordagem não convencionais nos PPGs em Administração, contribuindo com a formação para o mercado de trabalho. No entanto, isso ainda ocorre de forma incipiente e com diferentes níveis de maturidade entre os programas. Além disso, observa-se uma predominância de posturas reativas diante das mudanças implementadas, frequentemente motivadas por estímulos e diretrizes estabelecidos pela CAPES. Palavras-chave: Educação superior; Empreendedorismo; Inovação
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spelling Orientação empreendedora e capital intelectual em programas de Pós- Graduação em Administração de universidades públicas no BrasilEntrepreneurial orientation and intellectual capital in postgraduate programs in Administration at public universities in BrazilEnsino superiorEmpreendedorismoInovações educacionaisAdministração PúblicaEssa tese analisou se há percepção de orientação empreendedora (OE) e adoção de abordagens não convencionais nos programas de pós-graduação stricto sensu em Administração no Brasil. Para tal, foram conduzidos três artigos independentes e complementares. O primeiro artigo, investigou, na literatura nacional e internacional, as diferentes perspectivas utilizadas na análise da OE no contexto das universidades públicas. Foram identificadas três perspectivas de análise: a externa, focada em relações institucionais, produção científica, formação empreendedora e transferência de tecnologia; a organizacional, centrada em atributos internos que promovem a OE; e a individual, baseada em características e comportamentos que favorecem a OE e o uso de abordagens não convencionais. Como contribuição teórica, o estudo amplia as formas de analisar a OE no contexto universitário, mostrando que ela vai além da geração de patentes ou spin-offs. No campo prático, ressalta a importância de fomentar o intraempreendedorismo e construir uma cultura organizacional robusta, sustentada por uma governança eficaz que favoreça parcerias com instituições públicas e privadas. O segundo artigo, verificou a percepção da OE nos PPGs e sua influência na formação para o mercado de trabalho. Metodologicamente, trata-se de um estudo quantitativo, que utilizou a Escala ENTRE-U para avaliar a percepção da orientação empreendedora, com aplicação de Análise Fatorial Exploratória (AFE) e Regressão Linear Múltipla (RLM). Os resultados revelam quatro dimensões explicativas da OE: colaboração em pesquisa, reputação institucional, inovação e não convencionalidade, e políticas universitárias. Destaca-se ainda, que a percepção dessas dimensões exerce influência positiva e significantemente na formação para o mercado de trabalho, em conjunto com a produtividade em pesquisa. Já o gênero demostrou influenciar negativamente na formação. As contribuições deste estudo estão relacionadas com a identificação de fatores que influenciam na formação nos programas de pós-graduação na área de administração, e a necessidade de fomentar um ambiente propício ao empreendedorismo e à inovação. O terceiro artigo, focou em compreender as abordagens não convencionais adotadas pelos programas em administração no Brasil, com base nas dimensões do capital intelectual. Metodologicamente, o estudo foi conduzido por meio de uma abordagem qualitativa e da análise de conteúdo, em uma perspectiva multicaso, com oito programas acadêmicos no Brasil. Os resultados apontam um conjunto de boas práticas adotas pelo programa, de acordo com as dimensões do capital intelectual. A nível de capital humano, destaca-se o estímulo a disciplinas que conectam a academia e o mercado, fomento a participação em grupos de pesquisa e adoção de metodologias e abordagens de ensino inovadoras. Para o capital estrutural, destaca- se a necessidade de criar uma cultura de empreendedorismo e inovação, com a proposição de normativas e estímulos organizacionais a buscarem novas práticas de ensino e pesquisa. Em relação ao capital relacional, destaca-se o fomento à formação de parcerias, busca por fontes alternativas de financiamento e ações de internacionalização e visibilidade dos programas. Como conclusão, observa que a maioria dos programas ainda não possuem uma cultura orientada ao empreendedorismo formalizada e que muitas das ações são reativas e adaptativas às induções que a CAPES fornece aos programas. Neste sentido, a partir da construção dos três artigos, buscou-se defender a seguinte tese: há percepção da OE e adoção de abordagem não convencionais nos PPGs em Administração, contribuindo com a formação para o mercado de trabalho. No entanto, isso ainda ocorre de forma incipiente e com diferentes níveis de maturidade entre os programas. Além disso, observa-se uma predominância de posturas reativas diante das mudanças implementadas, frequentemente motivadas por estímulos e diretrizes estabelecidos pela CAPES. Palavras-chave: Educação superior; Empreendedorismo; InovaçãoThis thesis analyzed the perception of entrepreneurial orientation (EO) and the adoption of non-conventional approaches in stricto sensu graduate programs in Business Administration in Brazil. To this end, three independent yet complementary articles were developed. The first article examined, through national and international literature, the different perspectives used to analyze EO in the context of public universities. Three analytical perspectives were identified: the external perspective, focused on institutional relations, scientific production, entrepreneurial education, and technology transfer; the organizational perspective, centered on internal attributes that promote EO; and the individual perspective, based on characteristics and behaviors that foster EO and the adoption of non-conventional approaches. As a theoretical contribution, the study broadens the analytical scope of EO in the university context, showing that it goes beyond the mere generation of patents or spin-offs. On a practical level, it emphasizes the importance of promoting intrapreneurship and establishing a strong organizational culture supported by effective governance that facilitates partnerships with public and private institutions. The second article examined the perception of EO within graduate programs and its influence on training for the labor market. Methodologically, it is a quantitative study that employed the ENTRE-U Scale to assess EO perception, using Exploratory Factor Analysis (EFA) and Multiple Linear Regression (MLR). The results revealed four explanatory dimensions of EO: research collaboration, institutional reputation, innovation and non-conventionality, and university policies. Notably, the perception of these dimensions has a positive and significant influence on labor market preparation, alongside research productivity. Conversely, gender was found to negatively affect training outcomes. The study's contributions lie in identifying factors that influence educational outcomes in graduate business programs and highlighting the need to foster an environment conducive to entrepreneurship and innovation. The third article focused on understanding the non-conventional approaches adopted by business programs in Brazil, based on the dimensions of intellectual capital. Methodologically, the study employed a qualitative approach and content analysis, using a multicase study of eight academic programs in Brazil. The results pointed to a set of best practices aligned with the dimensions of intellectual capital. In terms of human capital, notable practices included the promotion of courses connecting academia and the market, encouragement of research group participation, and the adoption of innovative teaching methods and approaches. Regarding structural capital, the need to establish a culture of entrepreneurship and innovation was emphasized, along with the development of organizational norms and incentives aimed at fostering new teaching and research practices. In terms of relational capital, the findings highlighted the encouragement of partnerships, the pursuit of alternative funding sources, and efforts toward internationalization and program visibility. In conclusion, the study found that most programs do not yet have a formally established culture oriented toward entrepreneurship, and many actions are reactive and adaptive responses to guidelines issued by CAPES. Thus, based on the findings of the three articles, the central thesis proposed is that there is a perception of EO and the adoption of non- conventional approaches in Business Administration graduate programs, contributing to labor market preparation. However, these practices remain incipient and vary in maturity across programs. Moreover, there is a predominance of reactive postures in response to the implemented changes, which are often driven by guidelines and incentives established by CAPES. Keywords: Higher education; Entrepreneurship; InnovationFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de ViçosaAdministraçãoEmmendoerfer, Magnus Luizhttp://lattes.cnpq.br/6287212703285021Valadares, Josiel LopesSilva Júnior, Alessandro Carlos da2025-06-30T17:32:07Z2025-04-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfJUNIOR, Alessandro Carlos da Silva. Orientação empreendedora e capital intelectual em programas de Pós- Graduação em Administração de universidades públicas no Brasil. 2025. 184 f. Tese (Doutorado em Administração) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2025.https://locus.ufv.br/handle/123456789/34295https://doi.org/10.47328/ufvbbt.2025.385porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2025-07-01T06:03:03Zoai:locus.ufv.br:123456789/34295Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452025-07-01T06:03:03LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false
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