Interseccionalidade de raça/cor, gênero e classe social em espaços de sociabilidade juvenil e relações afetivas de meninas negras de um bairro popular em Salvador- BA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Lima, Gisele Maria de Brito
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado da Bahia
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (MEPISCO)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/6141
Resumo: A adolescência não pode ser universalizada, uma vez que a experiência de adolescer ocorre em contextos múltiplos e plurais, influenciados pela cultura e socialização. Nesse cenário, ser jovem, negra e da periferia demarca relações de poder que posicionam a adolescente continuamente em situações de vulnerabilidade e desigualdade. Essa pesquisa foi um recorte do estudo guarda-chuva “Contextos de vulnerabilidade ao HIV entre jovens de camadas populares: um estudo multicêntrico em cinco cidades do Brasil - Espaços Jovens” e teve como objetivo geral compreender os contextos de exposição ao HIV e outras IST entre adolescentes e jovens, com idade de 15 a 19 anos e identificar a diversidade existente no território, em comunidades localizadas nas capitais brasileiras de Porto Alegre, São Paulo, Salvador, Manaus e Rio de Janeiro. Para este trabalho, foi utilizado o material empírico coletado na cidade de Salvador, com adolescentes negras de 15 a 19 anos, sendo 16 entrevistas, realizadas entre maio e dezembro/2021 e 1 grupo focal, com 12 meninas, em agosto/2022. Em relação ao perfil das entrevistadas, todas se declararam cisgênero e solteiras. A idade predominante foi de 15 a 16 anos. 13 se autodeclararam pretas e 3 pardas e em relação à distorção idade-série, 14 meninas apresentaram algum atraso escolar. Após a coleta dos dados, o material foi transcrito e analisado a partir da análise de conteúdo de Bardin, para tanto foram levantadas as seguintes categorias temáticas: relações entre racismo e discriminação de classe social no território; experiências de violência e discriminação no território; entrelaçamentos entre racismo e sexismo, e experiências de violência sexual; relações afetivas, sexismo e racismo e o diálogo como estratégia de enfrentamento ao racismo. Nos espaços de sociabilidade, a intersecção de raça/cor e classe social produziu experiências de discriminação e violência. Já nas relações afetivas, o entrecruzamento entre racismo e sexismo esteve presente, na preferência dos meninos pelo padrão estético branco e na objetificação das jovens negras. Sendo assim, as relações sociais de poder interseccionais, como o racismo, sexismo e discriminação por classe social são evidentes nos espaços de sociabilidade e relações afetivas de meninas negras. Portanto, recomenda-se investimentos em políticas públicas intersetoriais de equidade, bem como o fortalecimento do movimento social negro e de programas e projetos sociais que valorizem uma identidade negra positiva. Esta dissertação resultou em dois produtos: um artigo de pesquisa com abordagem qualitativa que teve como objetivo analisar a intersecção de raça/cor, gênero e classe social em espaços de sociabilidade juvenil e relações afetivas de meninas negras de um bairro popular de Salvador, Bahia e no produto técnico intitulado Oficinas para o enfrentamento da discriminação baseada na raça/cor, gênero e classe social para profissionais de uma USF em Salvador-BA, para sensibilizar, discutir e refletir a temática para fomentar práticas de saúde com mais equidade.
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Essa pesquisa foi um recorte do estudo guarda-chuva “Contextos de vulnerabilidade ao HIV entre jovens de camadas populares: um estudo multicêntrico em cinco cidades do Brasil - Espaços Jovens” e teve como objetivo geral compreender os contextos de exposição ao HIV e outras IST entre adolescentes e jovens, com idade de 15 a 19 anos e identificar a diversidade existente no território, em comunidades localizadas nas capitais brasileiras de Porto Alegre, São Paulo, Salvador, Manaus e Rio de Janeiro. Para este trabalho, foi utilizado o material empírico coletado na cidade de Salvador, com adolescentes negras de 15 a 19 anos, sendo 16 entrevistas, realizadas entre maio e dezembro/2021 e 1 grupo focal, com 12 meninas, em agosto/2022. Em relação ao perfil das entrevistadas, todas se declararam cisgênero e solteiras. A idade predominante foi de 15 a 16 anos. 13 se autodeclararam pretas e 3 pardas e em relação à distorção idade-série, 14 meninas apresentaram algum atraso escolar. Após a coleta dos dados, o material foi transcrito e analisado a partir da análise de conteúdo de Bardin, para tanto foram levantadas as seguintes categorias temáticas: relações entre racismo e discriminação de classe social no território; experiências de violência e discriminação no território; entrelaçamentos entre racismo e sexismo, e experiências de violência sexual; relações afetivas, sexismo e racismo e o diálogo como estratégia de enfrentamento ao racismo. Nos espaços de sociabilidade, a intersecção de raça/cor e classe social produziu experiências de discriminação e violência. Já nas relações afetivas, o entrecruzamento entre racismo e sexismo esteve presente, na preferência dos meninos pelo padrão estético branco e na objetificação das jovens negras. Sendo assim, as relações sociais de poder interseccionais, como o racismo, sexismo e discriminação por classe social são evidentes nos espaços de sociabilidade e relações afetivas de meninas negras. Portanto, recomenda-se investimentos em políticas públicas intersetoriais de equidade, bem como o fortalecimento do movimento social negro e de programas e projetos sociais que valorizem uma identidade negra positiva. Esta dissertação resultou em dois produtos: um artigo de pesquisa com abordagem qualitativa que teve como objetivo analisar a intersecção de raça/cor, gênero e classe social em espaços de sociabilidade juvenil e relações afetivas de meninas negras de um bairro popular de Salvador, Bahia e no produto técnico intitulado Oficinas para o enfrentamento da discriminação baseada na raça/cor, gênero e classe social para profissionais de uma USF em Salvador-BA, para sensibilizar, discutir e refletir a temática para fomentar práticas de saúde com mais equidade.Adolescence cannot be universalized, since the experience of becoming a teenager occurs in multiple and plural contexts, influenced by culture and socialization. Being young, black and from the periphery demarcates power relations that continually position the adolescent in situations of vulnerability and inequality. This research was part of the umbrella study “Contexts of vulnerability to HIV among young people from lower income classes: a multicenter study in five cities in Brazil - Espaços Jovens” and its general objective was to understand the contexts of exposure to HIV and other STIs among adolescents and young people, aged 15 to 19 years old and identify the diversity that exists in the territory, in communities located in the Brazilian capitals of Porto Alegre, São Paulo, Salvador, Manaus and Rio de Janeiro. For this work, empirical material collected in the city of Salvador was used, with black adolescents aged 15 to 19 years old, comprising 16 interviews, carried out between May and December/2021 and 1 focus group, with 12 girls, in August/2022. Regarding the profile of the interviewees, all declared themselves cisgender and single. The predominant age was 15 to 16 years old. 13 declared themselves black and 3 mixed race and in relation to the age-grade distortion, 14 girls showed some delay in school. After data collection, the material was transcribed and analyzed using Bardin's content analysis, for which the following thematic categories were raised: relations between racism and social class discrimination in the territory; experiences of violence and discrimination in the territory; intertwinings between racism and sexism, and experiences of sexual violence; affective relationships, sexism and racism and dialogue as a strategy to combat racism. In spaces of sociability, the intersection of race/color and social class produced experiences of discrimination and violence. In emotional relationships, the intersection between racism and sexism was present, in the boys' preference for the white aesthetic standard and in the objectification of young black women. Therefore, intersectional social relations of power, such as racism, sexism and discrimination based on social class, are evident in the spaces of sociability and affective relationships of black girls. Therefore, investments in intersectoral public equity policies are recommended, as well as the strengthening of the black social movement and social programs and projects that value a positive black identity. This dissertation resulted in two products: a research article with a qualitative approach that aimed to analyze the intersection of race/color, gender and social class in spaces of youth sociability and affective relationships of black girls from a popular neighborhood in Salvador, Bahia and in the technical product entitled Workshops to combat discrimination based on race/color, gender and social class for professionals from a USF in Salvador-BA, to raise awareness, discuss and reflect on the topic to promote more equitable health practices. Keywords: Adolescent; Gender Perspective;Social Class; Black PeopleUniversidade do Estado da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (MEPISCO)Sousa, Laio Magno Santos deFerreira, Suiane CostaMonteiro, SimoneLima, Gisele Maria de Brito2024-09-03T11:46:27Z2024-09-03T11:46:27Z2023-08-31info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfapplication/pdfLIMA, Gisele Maria de Brito. Interseccionalidade de raça/cor, gênero e classe social em espaços de sociabilidade juvenil e relações afetivas de meninas negras de um bairro popular em Salvador- BA. Orientador: Laio Magno Santos de Sousa. 2023. 95 f. 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