Memórias e vivências de Santana do Camisão: um estudo de antroponímia urbana
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/4373 |
Resumo: | A Toponímia se ocupa de estudar o nome próprio de lugar. Nesta pesquisa, objetiva-se apresentar os resultados do estudo acerca da toponímia urbana de Ipirá, com atenção especial aos antropotopônimos, os nomes de lugares que têm como motivação nomes de pessoas. O corpus constitui-se de 160 designativos urbanos, indicados em fichas lexicográfico- toponímicas, consoante modelo Dick (2004). O estudo está alicerçado nos pressupostos teóricos da linguística (SAUSSURRE, 2006; DURANTI, 2000; COSERIU, 1979; entre outros); da História Local (BITTENCOURT, 2011; GOUBERT, 1988, CORREA, 2002, entre outros); da Lexicologia, (SAPIR, 1969; ISQUERDO 2012; entre outros) da Toponímia (DICK 1990a, 1990b, 1999; FARIA, 2017; DAUZAT, 1971 entre outros). Neste estudo, além da apresentação de uma sugestão de subtaxes para os antropotopônimos, buscou-se averiguar quais os fatores que possivelmente influenciaram na motivação para a atribuição dos nomes aos logradouros que compõem o corpus analisado. Por se tratar de uma análise toponímica pautada na história local, na perspectiva da história oral, para o estudo dos dados, fez-se entrevistas com pessoas que constataram e vivenciaram a história da cidade e dos sujeitos homenageados. Além desses testemunhos, buscou-se pesquisar em outras fontes como documentos oficiais, obras literárias, sites, jornais, entre outros. Feita a análise, resgatou-se relevantes informações a respeito dos topônimos que mapeiam o perfil socioeconômico dos sujeitos homenageados. Verificou-se que na escolha dos nomes para nomear os logradouros, há uma predominância de pessoas de origem ipiraense que sempre viveram na cidade, observou-se ainda a prática de render homenagens a pessoas “simples”, oriundas da zona rural ou residentes do centro urbano, lavradores e comerciantes, respectivamente. No que tange ao gênero da pessoa homenageada, notou-se que a toponímia urbana de Ipirá parece seguir a tendência da toponímia brasileira: prevalência de render homenagens aos homens, colocando a mulher em segundo plano. |
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Neste estudo, além da apresentação de uma sugestão de subtaxes para os antropotopônimos, buscou-se averiguar quais os fatores que possivelmente influenciaram na motivação para a atribuição dos nomes aos logradouros que compõem o corpus analisado. Por se tratar de uma análise toponímica pautada na história local, na perspectiva da história oral, para o estudo dos dados, fez-se entrevistas com pessoas que constataram e vivenciaram a história da cidade e dos sujeitos homenageados. Além desses testemunhos, buscou-se pesquisar em outras fontes como documentos oficiais, obras literárias, sites, jornais, entre outros. Feita a análise, resgatou-se relevantes informações a respeito dos topônimos que mapeiam o perfil socioeconômico dos sujeitos homenageados. Verificou-se que na escolha dos nomes para nomear os logradouros, há uma predominância de pessoas de origem ipiraense que sempre viveram na cidade, observou-se ainda a prática de render homenagens a pessoas “simples”, oriundas da zona rural ou residentes do centro urbano, lavradores e comerciantes, respectivamente. 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A Toponímia se ocupa de estudar o nome próprio de lugar. Nesta pesquisa, objetiva-se apresentar os resultados do estudo acerca da toponímia urbana de Ipirá, com atenção especial aos antropotopônimos, os nomes de lugares que têm como motivação nomes de pessoas. O corpus constitui-se de 160 designativos urbanos, indicados em fichas lexicográfico- toponímicas, consoante modelo Dick (2004). O estudo está alicerçado nos pressupostos teóricos da linguística (SAUSSURRE, 2006; DURANTI, 2000; COSERIU, 1979; entre outros); da História Local (BITTENCOURT, 2011; GOUBERT, 1988, CORREA, 2002, entre outros); da Lexicologia, (SAPIR, 1969; ISQUERDO 2012; entre outros) da Toponímia (DICK 1990a, 1990b, 1999; FARIA, 2017; DAUZAT, 1971 entre outros). Neste estudo, além da apresentação de uma sugestão de subtaxes para os antropotopônimos, buscou-se averiguar quais os fatores que possivelmente influenciaram na motivação para a atribuição dos nomes aos logradouros que compõem o corpus analisado. Por se tratar de uma análise toponímica pautada na história local, na perspectiva da história oral, para o estudo dos dados, fez-se entrevistas com pessoas que constataram e vivenciaram a história da cidade e dos sujeitos homenageados. Além desses testemunhos, buscou-se pesquisar em outras fontes como documentos oficiais, obras literárias, sites, jornais, entre outros. Feita a análise, resgatou-se relevantes informações a respeito dos topônimos que mapeiam o perfil socioeconômico dos sujeitos homenageados. Verificou-se que na escolha dos nomes para nomear os logradouros, há uma predominância de pessoas de origem ipiraense que sempre viveram na cidade, observou-se ainda a prática de render homenagens a pessoas “simples”, oriundas da zona rural ou residentes do centro urbano, lavradores e comerciantes, respectivamente. No que tange ao gênero da pessoa homenageada, notou-se que a toponímia urbana de Ipirá parece seguir a tendência da toponímia brasileira: prevalência de render homenagens aos homens, colocando a mulher em segundo plano. |
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