Daqui e de lá. Afrofuturando em escrevivências. Memórias e trajetos de um encontro entre Brasil e África do Sul
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/3639 |
Resumo: | Nas concepções de espaço predominantes no cotidiano escolar, nem sempre há lugar para um saber diverso do institucionalizado, as chamadas contra-histórias. As noções que a escola atual privilegia são genéricas, globais, distantes das diversidades de vivências do espaço e por vezes das diversidades de coletivos sociais. Por esses motivos, as práticas educativas necessitam de constantes revisões. Se compreendermos que a escola é um espaço de socialização de identidades e valores, a questão que vêm à tona é: Como, então, levar à sala de aula as contra-narrativas que estabelecem a intersecção do progresso com a história, da memória com a tradição, da tecnologia com a inovação do povo negro e da cultura diaspórica? Frente a tal indagação, nesse trabalho, a Escrevivência e o Afrofuturismo são assumidos como dispositivos para a escrita de um romance. As personagens da narrativa são as vozes discursivas e responsivas do diálogo que a sua autora se propôs a construir com as referências dessa pesquisa e suas memórias e vivências dentro e fora das salas de aulas do Brasil e África do Sul. Como produto educacional foram propostas oficinas de criação literária e escrita criativa – chamadas de: AFROFUTURAS ESCREVIVENTES, tendo como público-alvo prioritário: docentes negras de escolas públicas, nessas oficinas serão trazidas identificações positivas, através da socialização racial, étnica e de gênero, dotando-as de ferramentas de leitura e produção criativa, permitindo que essas docentes sejam capazes de usar a Escrita como Arte para afirmar sua existência, bem como imaginar um mundo no qual o colonialismo e seus efeitos não são mais uma limitação para se pensar futuros possíveis para o povo negro. |
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