Análise do relato de uma trabalhadora doméstica de Varginha-MG sobre as violências que sofreu no ambiente de trabalho
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Alfenas
Campus Varginha Mestrado em Gestão Pública e Sociedade |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública e Sociedade
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| Departamento: |
Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
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| País: |
Não Informado pela instituição
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Resumo: | O Brasil configura-se como um dos países com o maior número de pessoas empregadas no trabalho doméstico remunerado, atividade marcada por profundas relações de classe, raça e gênero. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, (DIEESE, 2025) 93,5% das pessoas ocupadas nesse setor são mulheres, sendo 68,5% delas negras, o que evidencia a permanência de um legado escravocrata que estruturou e naturalizou o trabalho doméstico como uma função feminina, subalterna e racializada. Historicamente, as trabalhadoras domésticas enfrentaram relações de exploração, precarização, desvalorização e opressão, traços que remontam ao período colonial e que ainda se manifestam nas dinâmicas contemporâneas. Diante desse cenário, esta pesquisa teve como objetivo analisar, à luz da Teoria da Reprodução Social, as formas de violência vivenciadas por uma trabalhadora doméstica, bem como investigar o reconhecimento dessas situações enquanto formas de violência. A investigação, de abordagem qualitativa, utilizou entrevista semiestruturada como método de coleta de dados, permitindo a escuta atenta das experiências e desafios enfrentados por essa mulher em sua trajetória laboral. O resultado revelou que a trabalhadora doméstica reconhece, de forma mais objetiva, ter sofrido violência sexual. Contudo, tanto a violência patrimonial quanto as relações de dominação e exploração foram frequentemente neutralizadas pelos vínculos afetivos estabelecidos com os empregadores. Isso evidencia a complexidade dessas relações e a naturalização de práticas opressivas no cotidiano do trabalho doméstico |
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Marques, Patrícia de OliveiraPereira, Cilene MargareteOnuma, Fernanda Mitsue SoaresOliveira, Aline Lourenço de2025-09-16T14:00:09Z2025-09-16T14:00:09Z2025-07-09https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2958http://lattes.cnpq.br/4278253292262008http://lattes.cnpq.br/01850624104182642023.1.212.017O Brasil configura-se como um dos países com o maior número de pessoas empregadas no trabalho doméstico remunerado, atividade marcada por profundas relações de classe, raça e gênero. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, (DIEESE, 2025) 93,5% das pessoas ocupadas nesse setor são mulheres, sendo 68,5% delas negras, o que evidencia a permanência de um legado escravocrata que estruturou e naturalizou o trabalho doméstico como uma função feminina, subalterna e racializada. Historicamente, as trabalhadoras domésticas enfrentaram relações de exploração, precarização, desvalorização e opressão, traços que remontam ao período colonial e que ainda se manifestam nas dinâmicas contemporâneas. Diante desse cenário, esta pesquisa teve como objetivo analisar, à luz da Teoria da Reprodução Social, as formas de violência vivenciadas por uma trabalhadora doméstica, bem como investigar o reconhecimento dessas situações enquanto formas de violência. A investigação, de abordagem qualitativa, utilizou entrevista semiestruturada como método de coleta de dados, permitindo a escuta atenta das experiências e desafios enfrentados por essa mulher em sua trajetória laboral. O resultado revelou que a trabalhadora doméstica reconhece, de forma mais objetiva, ter sofrido violência sexual. Contudo, tanto a violência patrimonial quanto as relações de dominação e exploração foram frequentemente neutralizadas pelos vínculos afetivos estabelecidos com os empregadores. Isso evidencia a complexidade dessas relações e a naturalização de práticas opressivas no cotidiano do trabalho domésticoNão recebeu apoio/financiamentoBrazil is one of the countries with the highest number of people employed in paid domestic work, an activity marked by profound class, race, and gender relations. According to the Inter-Union Department of Statistics and Socioeconomic Studies (DIEESE, 2025), 93.5% of people employed in this sector are women, 68.5% of whom are black, which highlights the persistence of a slave-owning legacy that structured and naturalized domestic work as a female, subordinate, and racialized function. Historically, domestic workers have faced exploitation, precariousness, devaluation, and oppression, traits that date back to the colonial period and are still evident in contemporary dynamics. Given this scenario, this research aimed to analyze, in light of Social Reproduction Theory, the forms of violence experienced by a domestic worker, as well as to investigate the recognition of these situations as forms of violence. The qualitative research used semi-structured interviews as a data collection method, allowing for attentive listening to the experiences and challenges faced by these women in their work history. The results revealed that domestic workers recognize, in a more objective way, that they have suffered sexual violence. However, both economic violence and relationships of domination and exploitation were often neutralized by the emotional bonds established with employers. This highlights the complexity of these relationships and the normalization of oppressive practices in the daily routine of domestic work108Universidade Federal de AlfenasCampus VarginhaMestrado em Gestão Pública e SociedadePrograma de Pós-Graduação em Gestão Pública e SociedadeUNIFAL-MGInstituto de Ciências Sociais AplicadasCiências HumanasCiências Sociais AplicadasTrabalho doméstico remuneradoDesigualdade de gêneroRaça e classeDominaçãoExploraçãoPaid domestic workGender, race, and class inequalityDominationExploitationDomestic violenceAnálise do relato de uma trabalhadora doméstica de Varginha-MG sobre as violências que sofreu no ambiente de trabalhoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFALinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81932https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/02ab9f19-9ef7-4532-b434-89486155ebb4/download2d55f76c30219ed79a1f28867e1a074dMD51ORIGINALDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdfDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdfapplication/pdf1188263https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/828a0bae-3424-40b6-967d-869133bc9031/download5f597de170b8638966001b15f6a61e05MD52TEXTDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdf.txtDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdf.txtExtracted texttext/plain103092https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/7546a3c3-0ac7-4367-b45a-48cd6595117c/download5b34b01193e24c72639d5b29c63fb32dMD53THUMBNAILDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdf.jpgDissertação de Patrícia Marques de Olivira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2572https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/9ae656ac-45ef-4e96-a5aa-95826e74af2b/download88eaa14f00bbd36b94fafd04815542e8MD54123456789/29582025-09-17 01:00:39.045open.accessoai:repositorio.unifal-mg.edu.br:123456789/2958https://repositorio.unifal-mg.edu.brBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPUBhttps://bdtd.unifal-mg.edu.br:8443/oai/requestbdtd@unifal-mg.edu.br || bdtd@unifal-mg.edu.bropendoar:2025-09-17T04:00:39Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFAL - Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy0gRVhDTFVTSVZBCgpBbyBhc3NpbmFyIGUgZW52aWFyIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChhdXRvcihlcykgb3UgcHJvcHJpZXTDoXJpbyBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgQWxmZW5hcyAoVU5JRkFMLU1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgY29udmVydGVyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pLCBjb211bmljYXIgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlL3N1Ym1ldGlkbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBlbSB0b2RvIG8gbXVuZG8gZW0gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvLCBtYXMgbsOjbyBzZSBsaW1pdGFuZG8gYSDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JRkFMLU1HIHBvZGVyw6EsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCBjb252ZXJ0ZXIgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUvc3VibWV0aWRvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVTklGQUwtTUcgcG9kZXLDoSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlc3RlIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2t1cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gw6kgc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHRlbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIFZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUvc3VibWV0aWRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50byBsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UgZW50aWRhZGUuCgpTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gY29udGl2ZXIgbWF0ZXJpYWwgc29icmUgbyBxdWFsIHZvY8OqIG7Do28gZGV0w6ltIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcHJvcHJpZXTDoXJpbyBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVTklGQUwtTUcgb3MgZGlyZWl0b3MgZXhpZ2lkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZW52aW8uCgpTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVTklGQUwtTUcsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyIG9icmlnYcOnw7VlcyBleGlnaWRhcyBwZWxvIHJlc3BlY3Rpdm8gY29udHJhdG8gb3UgYWNvcmRvLgoKQSBVTklGQUwtTUcgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgc2V1IChzKSBub21lIChzKSBjb21vIG8gKHMpIGF1dG9yIChlcykgb3UgZGV0ZW50b3IgKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlL3N1Ym1ldGlkbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRhcyBwZXJtaXRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgoK |
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