Educação em baque: a cosmopercepção da oralidade nos modos de vida da Nação do Maracatu Leão da Campina
| Ano de defesa: | 2026 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Alfenas
Sede Mestrado Profissional em História Ibérica |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em História Ibérica
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| Departamento: |
Instituto de Ciências Humanas e Letras
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Área do conhecimento CNPq: | |
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Resumo: | O maracatu de baque virado é uma expressão cultural pernambucana nascida da confluência entre outras instituições existentes desde o início da colonização portuguesa. Sua história está ligada ao povo negro escravizado e sua relação com as religiões de matrizes africanas levou a perseguições ao longo de toda sua existência. A partir das décadas de 1980 e 1990, os modos de vida das nações foram afetados pelos grupos percussivos. Esses modos de vida foram ressignificados, demonstrando a resistência e adaptação das nações frente às demandas do presente. A pesquisa busca demonstrar as oralidades como elementos essenciais para essa resistência, bem como para a ressignificação de práticas e saberes das nações de maracatu. Para alcance dos resultados aqui apresentados foram realizadas pesquisas em campo observando e participando de vivências com a Nação do Maracatu Leão da Campina, além da utilização de bibliografia específica sobre os temas abordados. Conclui-se que a cosmopercepão da oralidade, presente no Leão da Campina, se expressa para além da fala e está presente em diversos elementos do batuque, do cortejo, no dia a dia e em eventos. Por fim, pretende-se elucidar como a aprendizagem, manutenção e transmissão de saberes e práticas acontecem independente da cultura escrita, proporcionando, portanto, novas metodologias pautadas nas cosmopercepções afro e na corporeidade. Para o Objeto de Aprendizagem foi desenvolvido um blog onde parte da pesquisa foi apresentada e também as atividades propostas. |
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Silva, Jéssica Helena daDalfino, Leonara LacerdaMonteiro, Lívia NascimentoSantos, Elaine Ribeiro da Silva dos.2026-03-04T19:33:08Z2026-03-04T19:33:08Z2026-02-09https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3333http://lattes.cnpq.br/6602869994219751http://lattes.cnpq.br/66689344504287422023.2.215.003O maracatu de baque virado é uma expressão cultural pernambucana nascida da confluência entre outras instituições existentes desde o início da colonização portuguesa. Sua história está ligada ao povo negro escravizado e sua relação com as religiões de matrizes africanas levou a perseguições ao longo de toda sua existência. A partir das décadas de 1980 e 1990, os modos de vida das nações foram afetados pelos grupos percussivos. Esses modos de vida foram ressignificados, demonstrando a resistência e adaptação das nações frente às demandas do presente. A pesquisa busca demonstrar as oralidades como elementos essenciais para essa resistência, bem como para a ressignificação de práticas e saberes das nações de maracatu. Para alcance dos resultados aqui apresentados foram realizadas pesquisas em campo observando e participando de vivências com a Nação do Maracatu Leão da Campina, além da utilização de bibliografia específica sobre os temas abordados. Conclui-se que a cosmopercepão da oralidade, presente no Leão da Campina, se expressa para além da fala e está presente em diversos elementos do batuque, do cortejo, no dia a dia e em eventos. Por fim, pretende-se elucidar como a aprendizagem, manutenção e transmissão de saberes e práticas acontecem independente da cultura escrita, proporcionando, portanto, novas metodologias pautadas nas cosmopercepções afro e na corporeidade. Para o Objeto de Aprendizagem foi desenvolvido um blog onde parte da pesquisa foi apresentada e também as atividades propostas.Não recebeu apoio/financiamentoMaracatu de baque virado is a cultural expression from Pernambuco that emerged from the confluence of other institutions existing since the beginning of portuguese colonization. Its history is closely linked to the enslaved black population, and its relationship with african-based religions led to persecution throughout its existence. From the 1980s and 1990s onward, the ways of life of the maracatu nations were affected by percussion groups. These ways of life were re-signified, demonstrating the resistance and adaptability of the maracatu nations in response to contemporary demands. This research aims to demonstrate oralities as essential elements for such resistance, as well as for the re-signification of practices and knowledge within the maracatu nations. To achieve the results presented here, field research was conducted through observation and participation in experiential activities with the Nação do Maracatu Leão da Campina, in addition to the use of specialized bibliography on the topics addressed. It is concluded that the worl-sense of orality present in Leão da Campina extends beyond spoken language and manifests itself in various elements of the batuque, the procession, everyday life, and events. Finally, this study seeks to elucidate how the learning, maintenance, and transmission of knowledge and practices occur independently of written culture, thus providing new methodologies grounded in afro world-sense and corporeality. For the Learning Object, a blog was developed in which part of the research and the proposed activities were presented.90Termo de autorização SEI 1730635Universidade Federal de AlfenasSedeMestrado Profissional em História IbéricaPrograma de Pós-graduação em História IbéricaUNIFAL-MGInstituto de Ciências Humanas e Letrasinfo:eu-repo/semantics/openAccessCiências HumanasMaracatus naçãoOralidadeResistênciaModos de vidaCosmopercepçãoMaracatus naciónOralidadResistenciaModos de vidaCosmopercepciónEducação em baque: a cosmopercepção da oralidade nos modos de vida da Nação do Maracatu Leão da Campinainfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal de Alfenas - RiUnifalinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdfDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdfapplication/pdf2373694https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/807eeb99-ac09-444e-9e16-068763b91169/downloadd5df728d6613315c115b1694508622f3MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81932https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/07631743-cfab-414b-912e-2d766a7816f5/download2d55f76c30219ed79a1f28867e1a074dMD52TEXTDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdf.txtDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain103090https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/6110d03f-6a56-4c8f-909a-4f36dc679369/downloadea48a68304669b3eab72f75fdea3919aMD54THUMBNAILDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdf.jpgDissertação de Jéssica Helena da Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2664https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/17d02a5a-cf3a-4a71-bdcd-7cbf71b4f613/download526c86bef8365a813204255933e5f4e2MD55123456789/33332026-03-05 03:00:56.246open.accessoai:repositorio.unifal-mg.edu.br:123456789/3333https://repositorio.unifal-mg.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttps://bdtd.unifal-mg.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@unifal-mg.edu.bropendoar:2026-03-05T06:00:56Repositório Institucional da Universidade Federal de Alfenas - RiUnifal - Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy0gRVhDTFVTSVZBCgpBbyBhc3NpbmFyIGUgZW52aWFyIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChhdXRvcihlcykgb3UgcHJvcHJpZXTDoXJpbyBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgQWxmZW5hcyAoVU5JRkFMLU1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgY29udmVydGVyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pLCBjb211bmljYXIgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlL3N1Ym1ldGlkbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBlbSB0b2RvIG8gbXVuZG8gZW0gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvLCBtYXMgbsOjbyBzZSBsaW1pdGFuZG8gYSDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JRkFMLU1HIHBvZGVyw6EsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCBjb252ZXJ0ZXIgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUvc3VibWV0aWRvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVTklGQUwtTUcgcG9kZXLDoSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlc3RlIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2t1cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gw6kgc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHRlbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIFZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUvc3VibWV0aWRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50byBsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UgZW50aWRhZGUuCgpTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gY29udGl2ZXIgbWF0ZXJpYWwgc29icmUgbyBxdWFsIHZvY8OqIG7Do28gZGV0w6ltIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcHJvcHJpZXTDoXJpbyBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVTklGQUwtTUcgb3MgZGlyZWl0b3MgZXhpZ2lkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZW52aW8uCgpTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZS9zdWJtZXRpZG8gw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVTklGQUwtTUcsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyIG9icmlnYcOnw7VlcyBleGlnaWRhcyBwZWxvIHJlc3BlY3Rpdm8gY29udHJhdG8gb3UgYWNvcmRvLgoKQSBVTklGQUwtTUcgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgc2V1IChzKSBub21lIChzKSBjb21vIG8gKHMpIGF1dG9yIChlcykgb3UgZGV0ZW50b3IgKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlL3N1Ym1ldGlkbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRhcyBwZXJtaXRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgoK |
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