Indução a puberdade de novilhas de corte Bos Taurus com progesterona injetável e prostaglandina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Possebon, Caroline Fernandes lattes
Orientador(a): Leivas, Fabio Gallas lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pampa
Programa de Pós-Graduação: Mestrado Acadêmico em Ciência Animal
Departamento: Campus Uruguaiana
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/8669
Resumo: Novilhas que possuem capacidade de estarem ciclando no início da estação reprodutiva encontram-se em anestro, o que é um fator limitante para a reprodução. Ocasionando atraso na eficiência reprodutiva e rentabilidade do rebanho. Diferentes programas de indução à puberdade vêm sendo utilizados como forma de minimizar essa deficiência, potencializando a produtividade dos rebanhos comerciais e produzindo um ciclo reprodutivo a mais na vida das fêmeas. Com isso, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da indução a puberdade com progesterona injetável (P4i) e sua associação com prostaglandina (PG) sobre a fertilidade de novilhas taurinas com idade entre 16 e 20 meses submetidas a protocolos de IATF. O experimento foi dividido em duas fases, em três fazendas comerciais da Fronteira Oeste do estado do Rio Grande do Sul. No experimento I foram utilizadas 289 novilhas pré-púberes avaliadas para peso, escore de condição corporal (ECC), escore de trato reprodutivo (ETR), ciclicidade (presença ou não de CL) nos dias D-50, D-26 e D0, taxa de prenhes e perda gestacional no D30 e D60. Foram divididas em: grupo controle negativo (C-) composto por novilhas não tratadas, e quatro grupos tratamento: T-50 receberam uma aplicação de 150mg de P4 (IM) (Sincrogest® injetável, OuroFino) no D-50; T-26 uma aplicação de 150mg de P4 (IM) no D-26, P4P4 duas doses de P4 no D-50 e D-26 (IM) e o grupo P4PG uma dose de P4 (IM) no D-50 e 12,5 mg de PG (IM) (Sincrocio®, OuroFino) no D-26. No D0 as novilhas iniciaram o protocolo de IATF e foram inseminadas no D10. O diagnóstico de gestação foi realizado 30 e 60 dias após a IA e foi calculada a taxa de perda gestacional. No experimento II, 12 novilhas pré-púberes foram distribuídas em quatro grupos tratamento: T-50, T-26, P4P4 e P4PG como descrito no experimento I. O primeiro dia do protocolo de indução à puberdade foi denominado como D-50. As novilhas foram avaliadas a cada dois dias para: peso, ECC, ETR e ciclicidade, as avaliações perduraram 52 dias. Amostras de sangue para avaliação da progesterona sérica foram coletadas por 12 dias consecutivos após cada tratamento (D-50 e D-26). Para a análise estatística utilizou-se GLIMMIX do SAS e as variáveis comparadas pelo teste Tukey (P<0.05). O diâmetro uterino dos grupos P4P4 e T26 foram similares entre si e apresentaram melhor diâmetro (16.04±0.34; 16.63±0.32). O grupo C- (15.2±0.3) foi igual aos grupos T-50 (15.8±0.4) e P4PG (15.7±0.4). A taxa de ciclicidade no D0 foi menor no grupo C- (33.9%), e a maior do grupo P4P4 (62.7%). A taxa de estro no dia da IA foi menor no grupo C- (53.6%) e maior nos grupos T-26 (84.0%) e P4P4 (83.0%). A taxa de prenhez aos 30 dias foi menor no grupo C- (50.0%), T-26 (49.0%) e P4PG (48.0%) e maior nos grupos T-50 e P4P4 (55.7%; 67.8%). No DG aos 60 dias o grupo C- e T-26 apresentaram menor média (35.7%; 37.3%) e os grupos T50 e P4P4 (49.2%; 59.3 %) maior taxa de prenhez. Na perda gestacional não houve diferença entre os grupos tratado e controle (P=0.43), assim como não houve diferença entre a tamanho do folículo na IA (P=1.00) e taxa de ciclicidade no D30 (P=0.24). Entretanto, novilhas que apresentavam diâmetro uterino >20mm tiveram melhores médias de taxa estro na IA (81.2%), prenhez aos 30 dias (68.7%) e 60 dias (68.7%) e menor perda gestacional (0.0%). Com isso, o protocolo de indução com P4i acelerou o desenvolvimento reprodutivo das novilhas pré púberes. Quando utilizada 50 e/ou 25 dias antes do início do protocolo de IATF foi capaz de estimular o desenvolvimento uterino, aumentar a taxa de ciclicidade na IA e maior taxa de prenhez.
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Com isso, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da indução a puberdade com progesterona injetável (P4i) e sua associação com prostaglandina (PG) sobre a fertilidade de novilhas taurinas com idade entre 16 e 20 meses submetidas a protocolos de IATF. O experimento foi dividido em duas fases, em três fazendas comerciais da Fronteira Oeste do estado do Rio Grande do Sul. No experimento I foram utilizadas 289 novilhas pré-púberes avaliadas para peso, escore de condição corporal (ECC), escore de trato reprodutivo (ETR), ciclicidade (presença ou não de CL) nos dias D-50, D-26 e D0, taxa de prenhes e perda gestacional no D30 e D60. Foram divididas em: grupo controle negativo (C-) composto por novilhas não tratadas, e quatro grupos tratamento: T-50 receberam uma aplicação de 150mg de P4 (IM) (Sincrogest® injetável, OuroFino) no D-50; T-26 uma aplicação de 150mg de P4 (IM) no D-26, P4P4 duas doses de P4 no D-50 e D-26 (IM) e o grupo P4PG uma dose de P4 (IM) no D-50 e 12,5 mg de PG (IM) (Sincrocio®, OuroFino) no D-26. No D0 as novilhas iniciaram o protocolo de IATF e foram inseminadas no D10. O diagnóstico de gestação foi realizado 30 e 60 dias após a IA e foi calculada a taxa de perda gestacional. No experimento II, 12 novilhas pré-púberes foram distribuídas em quatro grupos tratamento: T-50, T-26, P4P4 e P4PG como descrito no experimento I. O primeiro dia do protocolo de indução à puberdade foi denominado como D-50. As novilhas foram avaliadas a cada dois dias para: peso, ECC, ETR e ciclicidade, as avaliações perduraram 52 dias. Amostras de sangue para avaliação da progesterona sérica foram coletadas por 12 dias consecutivos após cada tratamento (D-50 e D-26). Para a análise estatística utilizou-se GLIMMIX do SAS e as variáveis comparadas pelo teste Tukey (P<0.05). O diâmetro uterino dos grupos P4P4 e T26 foram similares entre si e apresentaram melhor diâmetro (16.04±0.34; 16.63±0.32). O grupo C- (15.2±0.3) foi igual aos grupos T-50 (15.8±0.4) e P4PG (15.7±0.4). A taxa de ciclicidade no D0 foi menor no grupo C- (33.9%), e a maior do grupo P4P4 (62.7%). A taxa de estro no dia da IA foi menor no grupo C- (53.6%) e maior nos grupos T-26 (84.0%) e P4P4 (83.0%). A taxa de prenhez aos 30 dias foi menor no grupo C- (50.0%), T-26 (49.0%) e P4PG (48.0%) e maior nos grupos T-50 e P4P4 (55.7%; 67.8%). No DG aos 60 dias o grupo C- e T-26 apresentaram menor média (35.7%; 37.3%) e os grupos T50 e P4P4 (49.2%; 59.3 %) maior taxa de prenhez. Na perda gestacional não houve diferença entre os grupos tratado e controle (P=0.43), assim como não houve diferença entre a tamanho do folículo na IA (P=1.00) e taxa de ciclicidade no D30 (P=0.24). Entretanto, novilhas que apresentavam diâmetro uterino >20mm tiveram melhores médias de taxa estro na IA (81.2%), prenhez aos 30 dias (68.7%) e 60 dias (68.7%) e menor perda gestacional (0.0%). Com isso, o protocolo de indução com P4i acelerou o desenvolvimento reprodutivo das novilhas pré púberes. Quando utilizada 50 e/ou 25 dias antes do início do protocolo de IATF foi capaz de estimular o desenvolvimento uterino, aumentar a taxa de ciclicidade na IA e maior taxa de prenhez.Heifers that have the capacity to be cycling at the beginning of the reproductive season are in anestrus, which is a limiting factor for reproduction. Causing delay in the reproductive efficiency and profitability of the herd. Different puberty induction programs have been used to minimize this deficiency, enhancing the productivity of commercial herds and producing an extra reproductive cycle in females' lives. Thus, the objective of this work was to evaluate the effect of inducing puberty with injectable progesterone (iP4) and its association with prostaglandin (PG) on the fertility of taurine heifers aged between 16 and 20 months submitted to FTAI protocols. The experiment was divided into two phases, in three commercial farms in the West Frontier of the state of Rio Grande do Sul. In experiment I, 289 prepubertal heifers were used, evaluated for weight, body condition score (BCS), reproductive tract score (RTS), cyclicity (presence or absence of CL) on days D-50, D-26 and D0, pregnancy rate and pregnancy loss on D30 and D60. They were divided into: negative control group (C-) composed of untreated heifers, and four treatment groups: T-50 received an application of 150mg of P4 (IM) (injectable Sincrogest®, OuroFino) on D-50; T-26 one application of 150mg of P4 (IM) on D-26, P4P4 two doses of P4 on D-50 and D-26 (IM) and the P4PG group one dose of P4 (IM) on D-50 and 12 .5 mg of PG (IM) (Sincrocio®, OuroFino) on D-26. On D0, heifers started the FTAI protocol and were inseminated on D10. Pregnancy diagnosis was performed 30 and 60 days after AI and the pregnancy loss rate was calculated. In experiment II, 12 prepubertal heifers were distributed into four treatment groups: T-50, T-26, P4P4 and P4PG as described in experiment I. The first day of the puberty induction protocol was designated as D-50. The heifers were evaluated every two days for: weight, BCS, RTS and cyclicity, the evaluations lasted 52 days. Blood samples for serum progesterone assessment were collected for 12 consecutive days after each treatment (D-50 and D-26). For the statistical analysis, GLIMMIX from SAS was used and the variables compared by the Tukey test (P<0.05). The uterine diameter of the P4P4 and T26 groups were similar to each other and showed a better diameter (16.04±0.34; 16.63±0.32). The C- group (15.2±0.3) was equal to the T-50 (15.8±0.4) and P4PG (15.7±0.4) groups. The cyclicity rate on D0 was lowest in the C- group (33.9%), and the highest in the P4P4 group (62.7%). The estrus rate on the day of AI was lower in the C- group (53.6%) and higher in the T-26 (84.0%) and P4P4 (83.0%) groups. The pregnancy rate at 30 days was lower in the C- (50.0%), T-26 (49.0%) and P4PG (48.0%) groups and higher in the T-50 and P4P4 groups (55.7%; 67.8%). In the DG at 60 days, the C- and T-26 groups had a lower mean (35.7%; 37.3%) and the T-50 and P4P4 groups (49.2%; 59.3%) had a higher pregnancy rate. There was no difference in pregnancy loss between treated and control groups (P=0.43), as well as there was no difference between follicle size at AI (P=1.00) and cyclicity rate at D30 (P=0.24). However, heifers with uterine diameter >20mm had better means of estrus rate at AI (81.2%), pregnancy at 30 days (68.7%) and 60 days (68.7%) and lower pregnancy loss (0.0%). Thus, the induction protocol with P4i accelerated the reproductive development of prepubertal heifers. When used 50 and/or 25 days before the start of the TAI protocol, it was able to stimulate uterine development, increase the AI cyclicity rate and increase the pregnancy rate.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em Ciência AnimalUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS AGRARIASHeifersCyclicityFertilityPubertyProstaglandinNovilhasCiclicidadeFertilidadePuberdadeProstaglandinaIndução a puberdade de novilhas de corte Bos Taurus com progesterona injetável e prostaglandinaInduction to puberty in Bos Taurus beef heifers with injected progesterone and prostaglandininfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALCAROLINE FERNANDES POSSEBON.pdfCAROLINE FERNANDES POSSEBON.pdfapplication/pdf880240https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/fae44877-d8c6-4eea-8d0b-c77c9b92cb22/download3bf604123dcb42cb8e3963ff86b8d176MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/ddb78e18-ad63-4933-ad2c-7eae6a4aac1b/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/86692023-10-04 19:43:28.823open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/8669https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2023-10-04T19:43:28Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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