Padronização de ensaio ELISA “in house” para diagnóstico de leishmaniose em equinos e caninos
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado Acadêmico em Ciência Animal
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| Departamento: |
Campus Uruguaiana
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7717 |
Resumo: | As leishmanioses são doenças causadas pelo protozoário Leishmania spp. e estão distribuídas globalmente. Na América do Sul, o Brasil concentra o maior número de casos de leishmaniose visceral e cutânea em humanos. No estado do Rio Grande do Sul, na região da fronteira Oeste, é descrita a presença do flebotomíneo vetor e, também, a infecção em humanos, caninos e equinos. O cão doméstico é o principal reservatório nas zonas urbanas, entretanto, a participação dos equinos na manutenção do parasito vem sendo discutida. Diferentes técnicas diagnósticas estão disponíveis para identificação tanto do agente quanto da resposta imunológica do indivíduo. O teste de ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) permite a identificação da resposta imune por meio da ligação antígeno anticorpo. Em 2011, foi definido como teste confirmatório para Leishmaniose visceral canina (LVC) pelo Ministério da Saúde. Tendo em vista a importância da Leishmaniose em cães no município de Uruguaiana e, a necessidade de estudos referentes à manutenção da doença e possíveis reservatórios, o presente trabalho teve por objetivo a padronização de um protocolo “in house” de ELISA indireto para detecção de resposta imunológica contra Leishmania spp. nas espécies canina e equina, bem como a avaliação sorológica de amostras provenientes dos municípios de Uruguaiana e Barra do Quaraí-RS. Inicialmente, foram padronizados os protocolos para o cultivo de Leishmania no laboratório. As cepas de Leishmania infantum, espécie utilizada como antígeno, foram disponibilizadas pela FRIOCRUZ/RJ. A fixação do antígeno foi realizada utilizando as formas promastigotas do parasito, sendo que, a concentração de 10ug/ml demonstrou melhores resultados. O protocolo de ELISA utilizado para as espécies equina e canina foram iguais. O teste das diluições do anticorpo primário variou entre as espécies: para equinos foram utilizadas as concentrações 1/100, 1/200, 1/400, 1/800 e 1/1000; e para caninos 1/100, 1/400 e 1/800. As concentrações de anticorpo secundário utilizadas nos testes foram de: 1/5000 e 1/10000 para equinos e caninos. Após a padronização, foram realizados os testes sorológicos em amostras provenientes de caninos e equinos dos municípios de Barra do Quaraí e Uruguaiana. Foram testados 51 cães e 159 equinos. Dentre os 51 caninos testados, 17 (33%) foram positivos na técnica de ELISA sendo que, 16 destes foram também positivos no teste imunocromatográfico DPP®. Referente aos equinos testados, 159 animais, 16 (10%) foram positivos no ELISA. Com isso, pode-se concluir que, foi possível a padronização de um protocolo de ELISA indireto “in house” para diagnóstico da leishmaniose em equinos e caninos e, a presença de animais positivos demonstra que há circulação da doença na população estudada. |
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Thiesen, Robertohttp://lattes.cnpq.br/4636080248996522Duarte, Claudia Acostahttp://lattes.cnpq.br/8519904598953344http://lattes.cnpq.br/2891418020397983Pradella, Gabriela Döwich2022-10-24T16:06:52Z20222022-10-24T16:06:52Z2021PRADELLA, Gabriela Döwich. Padronização de ensaio ELISA “in house” para diagnóstico de Leishmaniose em equinos e caninos. 57 p. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal) - Universidade Federal do Pampa, Uruguaiana, 2021.https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7717As leishmanioses são doenças causadas pelo protozoário Leishmania spp. e estão distribuídas globalmente. Na América do Sul, o Brasil concentra o maior número de casos de leishmaniose visceral e cutânea em humanos. No estado do Rio Grande do Sul, na região da fronteira Oeste, é descrita a presença do flebotomíneo vetor e, também, a infecção em humanos, caninos e equinos. O cão doméstico é o principal reservatório nas zonas urbanas, entretanto, a participação dos equinos na manutenção do parasito vem sendo discutida. Diferentes técnicas diagnósticas estão disponíveis para identificação tanto do agente quanto da resposta imunológica do indivíduo. O teste de ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) permite a identificação da resposta imune por meio da ligação antígeno anticorpo. Em 2011, foi definido como teste confirmatório para Leishmaniose visceral canina (LVC) pelo Ministério da Saúde. Tendo em vista a importância da Leishmaniose em cães no município de Uruguaiana e, a necessidade de estudos referentes à manutenção da doença e possíveis reservatórios, o presente trabalho teve por objetivo a padronização de um protocolo “in house” de ELISA indireto para detecção de resposta imunológica contra Leishmania spp. nas espécies canina e equina, bem como a avaliação sorológica de amostras provenientes dos municípios de Uruguaiana e Barra do Quaraí-RS. Inicialmente, foram padronizados os protocolos para o cultivo de Leishmania no laboratório. As cepas de Leishmania infantum, espécie utilizada como antígeno, foram disponibilizadas pela FRIOCRUZ/RJ. A fixação do antígeno foi realizada utilizando as formas promastigotas do parasito, sendo que, a concentração de 10ug/ml demonstrou melhores resultados. O protocolo de ELISA utilizado para as espécies equina e canina foram iguais. O teste das diluições do anticorpo primário variou entre as espécies: para equinos foram utilizadas as concentrações 1/100, 1/200, 1/400, 1/800 e 1/1000; e para caninos 1/100, 1/400 e 1/800. As concentrações de anticorpo secundário utilizadas nos testes foram de: 1/5000 e 1/10000 para equinos e caninos. Após a padronização, foram realizados os testes sorológicos em amostras provenientes de caninos e equinos dos municípios de Barra do Quaraí e Uruguaiana. Foram testados 51 cães e 159 equinos. Dentre os 51 caninos testados, 17 (33%) foram positivos na técnica de ELISA sendo que, 16 destes foram também positivos no teste imunocromatográfico DPP®. Referente aos equinos testados, 159 animais, 16 (10%) foram positivos no ELISA. Com isso, pode-se concluir que, foi possível a padronização de um protocolo de ELISA indireto “in house” para diagnóstico da leishmaniose em equinos e caninos e, a presença de animais positivos demonstra que há circulação da doença na população estudada.Leishmaniasis are diseases caused by the protozoan Leishmania spp. and are distributed globally. In South America, Brazil concentrates the most significant number of visceral and cutaneous leishmaniasis cases in humans. In the western border of the state of Rio Grande do Sul, Brazil, there are reports about sandflies (the vectors) and the infection in humans, canines, and horses. The domestic dog is the main reservoir in urban areas; however, there is a discussion about horses' participation in the maintenance of the parasite. Several diagnostic techniques are available to identify both the agent and the individual's immune response. The ELISA test (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) allows identifying the immune response through antibody-antigen binding. In 2011, it was defined as a confirmatory test for canine visceral Leishmaniasis (LVC) by the Ministry of Health. Given the importance of Leishmaniasis in dogs in the municipality of Uruguaiana and the need for studies regarding the maintenance of the disease and possible reservoirs, the present work aimed to standardize an in house indirect ELISA protocol to detect an immune response against Leishmania spp. in canine and equine species, as well as the serological evaluation of samples from the municipalities of Uruguaiana and Barra do Quaraí-RS. Initially, protocols for the cultivation of Leishmania in the laboratory were standardized. The strains of Leishmania infantum, a species used as an antigen, were made available by FRIOCRUZ / RJ. Antigen fixation was performed using the parasite's promastigote forms, and the concentration of 10ug/ml demonstrated the best results. The ELISA protocol used for equine and canine species was the same. The test of the dilutions of the primary antibody varied between species: for horses, the concentrations 1/100, 1/200, 1/400, 1/800, and 1/1000 were used; and 1/100, 1/400, and 1/800 for canines. The secondary antibody concentrations used in the tests were: 1/5000 and 1/10000 for horses and canines. After standardization, serological tests were carried out on samples from canines and horses from the municipalities of Barra do Quaraí and Uruguaiana. Testes englobed 51 dogs and 159 horses. Among the 51 canines tested, 17 (33%) were positive in the ELISA technique, 16 of which were also positive in the DPP® immunochromatographic test. Regarding the tested horses, 159 animals, 16 (10%) were positive in the ELISA. With this, it was possible to conclude that it was possible to standardize an indirect ELISA protocol in house to diagnose Leishmaniasis in horses and canines. The presence of positive animals demonstrates that the disease is occurring in the studied population.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em Ciência AnimalUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS AGRARIASLeishmania sppHorsesDogsSerologyImmunoassay testTeste imunoenzimáticoCãesCavalosSorologiaPadronização de ensaio ELISA “in house” para diagnóstico de leishmaniose em equinos e caninosStandardization of an in-house ELISA assay for the diagnosis of leishmaniasis in horses and caninesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALGABRIELA DÖWICH PRADELLA.pdfGABRIELA DÖWICH PRADELLA.pdfapplication/pdf875894https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/e90db931-e6d0-45b4-a99d-78058df64242/download216037332cc9f3b44acd3b9d1c03acadMD51trueAnonymousREADAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/e3aea0e6-56c1-4e56-ae7c-beb8a10ed2c2/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/77172022-10-24 16:06:53.602open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/7717https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2022-10-24T16:06:53Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
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