Influência da remoção do plasma seminal na criotolerância do sêmem ovino
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado Acadêmico em Ciência Animal
|
| Departamento: |
Campus Uruguaiana
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/4963 |
Resumo: | A técnica de criopreservação permite a formação de bancos genéticos e a comercialização de gametas e embriões em diferentes espécies. Porém, o sêmen criopreservado ovino quando utilizado na inseminação artificial cervical ou por laparoscopia apresenta resultados insatisfatórios, como baixo índice de prenhez, alto custo e falta de mão de obra especializada. Diante disso, são necessárias algumas alternativas para diminuir as injúrias a essas células, como a retirada do plasma seminal, que já é uma prática comum em outras espécies. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência do plasma seminal na qualidade espermática durante a criopreservação de sêmen ovino. O ejaculado de quatro carneiros foi coletado e avaliado quanto ao volume, cor, aspecto e motilidade. Posteriormente, foi realizado um pool com os ejaculados e dividido em três grupos: Controle (GC) onde o sêmen foi diluído de maneira tradicional, Sem Plasma Seminal (SPS) no qual o sêmen foi centrifugado a 4000 x g por 10 minutos para a remoção do plasma, e Controle Centrifugado (CC) em que o sêmen foi centrifugado porém não teve seu plasma retirado. O sêmen foi diluído em diluente comercial (OptiXcellTM, IMV medium), envasado em palhetas de 0,25 mL em concentração final de 400x106 espermatozoides/mL, sendo as palhetas resfriadas a 5oC por 2 horas, posteriormente expostas ao vapor de nitrogênio por 15 minutos e estocadas a -196oC. Após a criopreservação as palhetas foram descongeladas a 37°C por 20 segundos e as seguintes avaliações foram realizadas: cinética espermática, integridade de membrana plasmática e acrossomal, viabilidade mitocondrial, fragmentação de DNA, morfologia espermática, estresse oxidativo e capacidade fecundante. O grupo CC foi inferior aos grupos GC e SPS quanto a motilidade total e progressiva (P= 0,05), espermatozoides rápidos (P=0,05) e lentos (P=0,03). A integridade acrossomal foi superior no grupo SPS (P=0,05) quando comparada aos grupos CC e CG. Portanto, a remoção do plasma seminal não influenciou a qualidade do sêmen de carneiro. A cinética espermática não foi afetada e o grupo SPS preservou a integridade da membrana acrossomal durante a criopreservação, no entanto, não incrementou a capacidade fecundante dos espermatozoides. |
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Brum, Daniela dos Santoshttp://lattes.cnpq.br/7161639654325086Rauber, Lucio Pereirahttp://lattes.cnpq.br/1945224421561112http://lattes.cnpq.br/5662448585569168Dacampo, Lucas Dalle Laste2020-05-04T11:47:18Z20192020-05-04T11:47:18Z2019-12-06DACAMPO, Lucas Dalle Laste. Influência da remoção do plasma seminal na criotolerância do sêmem ovino. 47. p. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal) – Universidade Federal do Pampa, Campus Uruguaiana, Uruguaiana, 2019.https://dspace.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/4963A técnica de criopreservação permite a formação de bancos genéticos e a comercialização de gametas e embriões em diferentes espécies. Porém, o sêmen criopreservado ovino quando utilizado na inseminação artificial cervical ou por laparoscopia apresenta resultados insatisfatórios, como baixo índice de prenhez, alto custo e falta de mão de obra especializada. Diante disso, são necessárias algumas alternativas para diminuir as injúrias a essas células, como a retirada do plasma seminal, que já é uma prática comum em outras espécies. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência do plasma seminal na qualidade espermática durante a criopreservação de sêmen ovino. O ejaculado de quatro carneiros foi coletado e avaliado quanto ao volume, cor, aspecto e motilidade. Posteriormente, foi realizado um pool com os ejaculados e dividido em três grupos: Controle (GC) onde o sêmen foi diluído de maneira tradicional, Sem Plasma Seminal (SPS) no qual o sêmen foi centrifugado a 4000 x g por 10 minutos para a remoção do plasma, e Controle Centrifugado (CC) em que o sêmen foi centrifugado porém não teve seu plasma retirado. O sêmen foi diluído em diluente comercial (OptiXcellTM, IMV medium), envasado em palhetas de 0,25 mL em concentração final de 400x106 espermatozoides/mL, sendo as palhetas resfriadas a 5oC por 2 horas, posteriormente expostas ao vapor de nitrogênio por 15 minutos e estocadas a -196oC. Após a criopreservação as palhetas foram descongeladas a 37°C por 20 segundos e as seguintes avaliações foram realizadas: cinética espermática, integridade de membrana plasmática e acrossomal, viabilidade mitocondrial, fragmentação de DNA, morfologia espermática, estresse oxidativo e capacidade fecundante. O grupo CC foi inferior aos grupos GC e SPS quanto a motilidade total e progressiva (P= 0,05), espermatozoides rápidos (P=0,05) e lentos (P=0,03). A integridade acrossomal foi superior no grupo SPS (P=0,05) quando comparada aos grupos CC e CG. Portanto, a remoção do plasma seminal não influenciou a qualidade do sêmen de carneiro. A cinética espermática não foi afetada e o grupo SPS preservou a integridade da membrana acrossomal durante a criopreservação, no entanto, não incrementou a capacidade fecundante dos espermatozoides.Semen cryopreservation technique has allowed the formation of genetic banks and the commercialization of gametes and embryos in different species. However, sheep cryopreserved semen when used in a cervical artificial insemination or laparoscopy presents unsatisfactory results, such as low pregnancy rate, high cos and lack of specialized labor. Given this, some alternatives are needed to reduce injuries to the cells, such as the removal of seminal plasma, which is already routine in other species. The aim of this study was to evaluate the influence of seminal plasma on semen quality during cryopreservation of sheep semen. The ejaculate of four ram was collected and evaluated for volume, color, appearance, motility. Subsequently, a pool with the ejaculates was performed and split into three groups: Control Group (CG) where semen was diluted in a traditional form, Without Seminal Plasma (WSP) in which semen was centrifuged at 4000 x g for plasma removal, and Centrifuged Control (CC) in which semen was centrifuged but not plasma withdrawn. Semen was diluted in commercial extender (OptixcellTM IMV medium), filled in 0.25mL straws at a final concentration of 400x106 sperm / mL, and straws were cooled at 5 °C for 2 hours, then exposed to nitrogen vapor for 15 minutes and stored. at -196 °C. After cryopreservation the straws were thawed at 37 °C for 20 seconds and the following evaluations were performed: sperm kinetics, plasma and acrossomal membrane integrity, mitochondrial viability, DNA fragmentation, sperm morphology, oxidative stress and fecundating capacity. The CC group was inferior to the CG and WSP groups in total and progressive motility (P = 0.05), fast (P = 0.05) and slow motility (P = 0.03). The acrosomal integrity was higher in the WSP group (P = 0.05) when compared to the CG and CC. Therefore, the removal of seminal plasma did not influence the quality of ram semen. The sperm kinetics was not affected and the WSP group preserved the integrity of the acrosomal membrane during cryopreservation, however, did not increase the fecundating capacity of sperm.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em Ciência AnimalUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS AGRARIASSpermRamFlow cytometryEspermatozoideCarneiroCitometria de fluxoCASAReprodução animalGenética animalAnimal geneticsAnimal reproductionOvinosSheepSemên animalAnimal semenInfluência da remoção do plasma seminal na criotolerância do sêmem ovinoInfluence of seminal plasma removal on cryotolerance of sheep semeninfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALLUCAS DALLE LASTE DACAMPO.pdfLUCAS DALLE LASTE DACAMPO.pdfapplication/pdf809181https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/d390cbaa-0344-4d3b-a170-70fae746a6df/download006b4b6e94a9897179b03515a35a7e8aMD51trueAnonymousREADTEXTLUCAS DALLE LASTE DACAMPO.pdf.txtLUCAS DALLE LASTE DACAMPO.pdf.txtExtracted texttext/plain70798https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/5119a7fd-0b50-4092-ad56-76cc4608eab3/downloadd1839b44c355a859da5ed5423063dff4MD53falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/495833af-3c6a-4567-9db8-49fbe84dfda4/download43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52falseAnonymousREADriu/49632020-05-05 06:07:42.168open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/4963https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2020-05-05T06:07:42Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
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