Avaliação do extrato aquoso da casca do caule de ceiba Speciosa (a. St.-Hill) ravenna (paineira), quanto ao potencial Antioxidante e o acúmulo lipídico utilizando caenorhabditis Elegans como modelo experimental
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Doutorado em Bioquímica
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| Departamento: |
Campus Uruguaiana
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7435 |
Resumo: | As plantas são amplamente usadas na medicina popular devido às suas propriedades farmacológicas. Uma destas é a Ceiba speciosa, conhecida popularmente como paineira-rosa, barriguda, árvore-de-lã, entre outras. A espécie é encontrada no Noroeste do Rio Grande do Sul sendo nativa do alto Uruguai. O chá obtido da casca do caule é empregado na medicina popular para reduzir dos níveis de colesterol, triglicerídeos e glicose. Entretanto, não existem estudos na literatura comprovando a eficácia do chá, nem a respeito da segurança do seu uso. Para o estudo, foi utilizado um extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa. Foi determinada a atividade antioxidante in vitro através do método clássico de DPPH. Para os testes toxicológicos, C. elegans N2 (tipo selvagem) foram tratados com o extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa no primeiro estágio larval (L1) nas concentrações de 5μg/mL, 25μg/mL, 50μg/mL, 250μg/mL, para a determinação da sobrevivência. Para avaliação de um possível papel protetor, os nematóides foram tratados com Paraquat (0,5 mM) e Peróxido de Hidrogênio H2O2 (1mM) após o tratamento com o extrato. Os resultados deste estudo permitiram observar que a exposição aguda às diferentes concentrações do extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa não alterou a taxa de sobrevivência nem a reprodução de C. elegans. O extrato apresentou atividade sequestradora de radicais livres in vitro, possível graças à grande quantidade de compostos fenólicos presente no extrato. Entretanto, in vivo, não foi capaz de proteger os nematoides contra a toxicidade induzida por agentes pró-oxidantes (paraquat e H2O2). Além disso, o extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa, por si só, não apresentou capacidade de redução do acúmulo lipídico e nem redução dos níveis de triacilglícerideos, assim como não afetou os batimentos da faringe. Em particular, o extrato protegeu contra o dano induzido da glicose, uma vez que os animais tratados apresentaram aumento na longevidade que havia sido reduzida pela glicose. Entretanto, o acúmulo de lipídios induzido pela glicose não foi diminuído pelo tratamento com os extratos. Apesar dos resultados preliminares, acreditamos que o extrato apresenta-se promissor para estudos posteriores em relação ao modelo de hiperglicemia em C. elegans. |
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Ávila, Daiana Silvahttp://lattes.cnpq.br/4355211015887363http://lattes.cnpq.br/6693122388098182Santos, Fabrine Bianchin dos2022-08-04T18:07:09Z20222022-08-04T18:07:09Z2017SANTOS, Fabrine Bianchin dos. Avaliação do extrato aquoso da casca do caule de ceiba Speciosa (a. St.-Hill) ravenna (paineira), quanto ao potencial Antioxidante e o acúmulo lipídico utilizando caenorhabditis Elegans como modelo experimental. 58 p. Dissertação (Mestrado em Bioquimica) - Universidade Federal do Pampa, Uruguaiana, 2017.https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7435As plantas são amplamente usadas na medicina popular devido às suas propriedades farmacológicas. Uma destas é a Ceiba speciosa, conhecida popularmente como paineira-rosa, barriguda, árvore-de-lã, entre outras. A espécie é encontrada no Noroeste do Rio Grande do Sul sendo nativa do alto Uruguai. O chá obtido da casca do caule é empregado na medicina popular para reduzir dos níveis de colesterol, triglicerídeos e glicose. Entretanto, não existem estudos na literatura comprovando a eficácia do chá, nem a respeito da segurança do seu uso. Para o estudo, foi utilizado um extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa. Foi determinada a atividade antioxidante in vitro através do método clássico de DPPH. Para os testes toxicológicos, C. elegans N2 (tipo selvagem) foram tratados com o extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa no primeiro estágio larval (L1) nas concentrações de 5μg/mL, 25μg/mL, 50μg/mL, 250μg/mL, para a determinação da sobrevivência. Para avaliação de um possível papel protetor, os nematóides foram tratados com Paraquat (0,5 mM) e Peróxido de Hidrogênio H2O2 (1mM) após o tratamento com o extrato. Os resultados deste estudo permitiram observar que a exposição aguda às diferentes concentrações do extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa não alterou a taxa de sobrevivência nem a reprodução de C. elegans. O extrato apresentou atividade sequestradora de radicais livres in vitro, possível graças à grande quantidade de compostos fenólicos presente no extrato. Entretanto, in vivo, não foi capaz de proteger os nematoides contra a toxicidade induzida por agentes pró-oxidantes (paraquat e H2O2). Além disso, o extrato aquoso da casca do caule de C. speciosa, por si só, não apresentou capacidade de redução do acúmulo lipídico e nem redução dos níveis de triacilglícerideos, assim como não afetou os batimentos da faringe. Em particular, o extrato protegeu contra o dano induzido da glicose, uma vez que os animais tratados apresentaram aumento na longevidade que havia sido reduzida pela glicose. Entretanto, o acúmulo de lipídios induzido pela glicose não foi diminuído pelo tratamento com os extratos. Apesar dos resultados preliminares, acreditamos que o extrato apresenta-se promissor para estudos posteriores em relação ao modelo de hiperglicemia em C. elegans.Plants are widely used in folk medicine because of their pharmacological properties. One of these is Ceiba speciosa, popularly known as paineira-rosa, barriguda, tree-of-wool, among others. The species is found in the Northwest of Rio Grande do Sul being native of the upper Uruguay. Tea obtained from stem bark is employed in folk medicine to reduce cholesterol, triglyceride and glucose levels. However, there are no studies in the literature proving the efficacy of tea, nor regarding the safety of its use. For the study, an aqueous extract of the stem bark of C. speciosa was used. In vitro antioxidant activity was determined by the classical DPPH method. For the toxicological tests, C. elegans N2 (wild type) were treated with the aqueous extract of C. speciosa stem bark in the first larval stage (L1) at concentrations of 5μg / mL, 25μg / mL, 50μg / mL, 250μg / ML, for the determination of survival. For evaluation of a possible protective role, the nematodes were treated with Paraquat (0.5 mM) and Hydrogen Peroxide (H2O2 1 mM) after treatment with the extract. The results of this study allowed us to observe that the acute exposure to the different concentrations of the aqueous extract of C. speciosa stem bark did not alter the survival rate nor the reproduction of C. elegans. The extract showed free radical scavenging activity in vitro, due to the large amount of phenolic compounds present in the extract. However, in vivo, it was not able to protect the nematodes against the toxicity induced by pro-oxidants (paraquat and H2O2). In addition, the aqueous extracts of C. speciosa stem bark alone did not have the capacity to reduce lipid accumulation or reduce triacylglyceride levels, nor did it affect pharyngeal beats. In particular, the extract protected against induced glucose damage, since treated animals had increased longevity that had been reduced by glucose. However, the glucose-induced accumulation of lipids was not diminished by treatment with the extracts. Despite the preliminary results, we believe that the extract is promising for further studies in relation to the hyperglycemia model in C. elegans.porUniversidade Federal do PampaDoutorado em BioquímicaUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEAntioxidant activityCaenorhabditis elegansCeiba speciosaLipid accumulationAntioxidanteCaenorhabditis elegansCeiba speciosaAcúmulo lipídicoAvaliação do extrato aquoso da casca do caule de ceiba Speciosa (a. St.-Hill) ravenna (paineira), quanto ao potencial Antioxidante e o acúmulo lipídico utilizando caenorhabditis Elegans como modelo experimentalEvaluation of the aqueous extract of the stem bark of ceiba Speciosa (a. St.-Hill) ravenna (paineira), in terms of antioxidant potential and lipid accumulation using caenorhabditis Elegans as an experimental modelinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPALICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/4672a592-ab96-4418-8e4d-cfc80c9162b5/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADORIGINALFABRINE DOS SANTOS.pdfFABRINE DOS SANTOS.pdfapplication/pdf999723https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/f4199bb1-d0fb-4f30-bd28-97454f4fa743/download257154c4686301b3196d62288364990eMD51trueAnonymousREADriu/74352022-08-04 18:07:09.984open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/7435https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2022-08-04T18:07:09Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
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