Tecno-eustress e tecno-distress: um olhar sobre o tecnoestresse em gestores públicos educacionais de uma Instituição de ensino superior

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Lencina, Marjori Gonçalves lattes
Orientador(a): Corso, Kathiane Benedetti lattes
Banca de defesa: Medeiros, Igor Baptista de Oliveira lattes, Bobsin, Debora lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pampa
Programa de Pós-Graduação: Mestrado Acadêmico em Administração
Departamento: Campus Santana do Livramento
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/9735
Resumo: A presente pesquisa pretende analisar como os gestores educacionais de uma instituição federal de ensino superior (IES) lidam com os efeitos do tecnoestresse em suas práticas de trabalho. Considerando o contexto específico, fenômeno do tecnoestresse refere-se ao estresse sofrido pelos usuários finais, em função de um envolvimento entre a tecnologia da informação e um ambiente de trabalho. Mas o ponto-chave é que as reações ao uso da tecnologia no ambiente organizacional variam entre os indivíduos, gerando diferentes problemáticas. Nesta pesquisa, reconhece-se que o tecnoestresse possui uma dualidade, ou seja, manifesta-se tanto como efeito positivo (tecno-eustress) quanto um efeito negativo (tecno-distress). Com isso em mente, a análise é conduzida sob essa perspectiva. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, utilizando o método história oral temática, os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas. Como sujeitos da pesquisa, têm-se os gestores educacionais da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) com função de coordenador de curso (FCC). No que se refere a análise dos dados, foi utilizada a análise interpretativa. Os resultados indicam que o tecnoestresse e seus efeitos, manifestam-se no uso das diversas tecnologias utilizadas pelos coordenadores de curso, sejam estas institucionais ou fora do domínio da universidade. Entre os sistemas institucionais, o SEI se destaca como o principal gerador de tecnoestresse, especialmente devido às formalidades que envolvem a atuação dos coordenadores. O uso intensivo do WhatsApp, fora do domínio institucional, também é identificado como uma fonte significativa de tecnoestresse, apesar de ser amplamente utilizado nas práticas de trabalho. Considerando as dinâmicas do contexto explorado, foi possível verificar que algumas práticas estão entrelaçadas aos criadores de tecnoestresse em mais de uma dimensão do fenômeno. A rotina dos gestores educacionais é marcada por tecnossobrecarga, especialmente em períodos de alta demanda, somando-se à tecnoinsegurança ao lidar com novas funcionalidades sem suporte adequado e à tecnocomplexidade dos sistemas institucionais como o SEI. Além disso, a tecnoincerteza, manifesta-se a partir da confusão com interfaces tecnológicas, por fim, a tecnoinvasão afeta o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Vale ressaltar que os resultados apontam que embora alguns gestores consigam transformar o estresse em oportunidades de crescimento (tecno-eustress), muitos ainda enfrentam frustrações e tecno-distress. Além disso, salienta-se que os resultados contribuem com a teoria de diversas formas, ao expandir o conceito de tecnoestresse e sugerir dimensões específicas para seus efeitos tecno-eustress e tecno-distress. Contribuem ainda de forma prática-gerencial com as instituições e com gestores ao incentivar a reflexão para questões de psicologia organizacional e para o uso de tecnologia, para que assim possam aprender a lidar, mitigar o tecno-distress e potencializar os efeitos do tecno-eustress. O estudo contribui ainda metodologicamente para a ampliação do uso do método História Oral Temática como um método eficaz para explorar as experiências e percepções sobre o impacto da tecnologia. Como contribuições para a sociedade, o estudo fornece novas perspectivas sobre a adoção e uso de sistemas institucionais como o SEI, especialmente em contextos educacionais. Destaca-se como principal limitação deste estudo, as questões geográficas, visto que, o surgimento de cenários críticos como as enchentes no estado do Rio Grande do Sul podem ter impactado tanto nos achados, quanto na coleta de dados do estudo.
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Considerando o contexto específico, fenômeno do tecnoestresse refere-se ao estresse sofrido pelos usuários finais, em função de um envolvimento entre a tecnologia da informação e um ambiente de trabalho. Mas o ponto-chave é que as reações ao uso da tecnologia no ambiente organizacional variam entre os indivíduos, gerando diferentes problemáticas. Nesta pesquisa, reconhece-se que o tecnoestresse possui uma dualidade, ou seja, manifesta-se tanto como efeito positivo (tecno-eustress) quanto um efeito negativo (tecno-distress). Com isso em mente, a análise é conduzida sob essa perspectiva. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, utilizando o método história oral temática, os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas. Como sujeitos da pesquisa, têm-se os gestores educacionais da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) com função de coordenador de curso (FCC). No que se refere a análise dos dados, foi utilizada a análise interpretativa. 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A rotina dos gestores educacionais é marcada por tecnossobrecarga, especialmente em períodos de alta demanda, somando-se à tecnoinsegurança ao lidar com novas funcionalidades sem suporte adequado e à tecnocomplexidade dos sistemas institucionais como o SEI. Além disso, a tecnoincerteza, manifesta-se a partir da confusão com interfaces tecnológicas, por fim, a tecnoinvasão afeta o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Vale ressaltar que os resultados apontam que embora alguns gestores consigam transformar o estresse em oportunidades de crescimento (tecno-eustress), muitos ainda enfrentam frustrações e tecno-distress. Além disso, salienta-se que os resultados contribuem com a teoria de diversas formas, ao expandir o conceito de tecnoestresse e sugerir dimensões específicas para seus efeitos tecno-eustress e tecno-distress. Contribuem ainda de forma prática-gerencial com as instituições e com gestores ao incentivar a reflexão para questões de psicologia organizacional e para o uso de tecnologia, para que assim possam aprender a lidar, mitigar o tecno-distress e potencializar os efeitos do tecno-eustress. O estudo contribui ainda metodologicamente para a ampliação do uso do método História Oral Temática como um método eficaz para explorar as experiências e percepções sobre o impacto da tecnologia. Como contribuições para a sociedade, o estudo fornece novas perspectivas sobre a adoção e uso de sistemas institucionais como o SEI, especialmente em contextos educacionais. Destaca-se como principal limitação deste estudo, as questões geográficas, visto que, o surgimento de cenários críticos como as enchentes no estado do Rio Grande do Sul podem ter impactado tanto nos achados, quanto na coleta de dados do estudo.The present research aims to analyze how educational managers at a federal institution of higher education (IES) deal with the effects of technostress in their work practices. Considering the specific context, the phenomenon of technostress refers to the stress experienced by end users due to the involvement between information technology and a work environment. However, the key point is that reactions to the use of technology in the organizational environment vary between individuals, leading to different problems. In this research, it is recognized that technostress has a duality, meaning it manifests both as a positive effect (techno-eustress) and a negative effect (techno-distress). With this in mind, the analysis is conducted from this perspective. The research adopts a qualitative approach, using the thematic oral history method, and data were collected through semi-structured interviews. The subjects of the research are educational managers at the Federal University of Pampa (UNIPAMPA) who hold the position of course coordinator (FCC). Regarding data analysis, interpretive analysis was used. The results indicate that technostress and its effects manifest in the use of the various technologies employed by course coordinators, whether these are institutional or outside the university's domain. Among the institutional systems, SEI stands out as the main generator of technostress, especially due to the formalities involved in the coordinators' work. The intensive use of WhatsApp, outside the institutional domain, is also identified as a significant source of technostress, despite being widely used in work practices. Considering the dynamics of the explored context, it was possible to verify that some practices are intertwined with the creators of technostress in more than one dimension of the phenomenon. The routine of educational managers is marked by techno-overload, especially during periods of high demand, combined with techno-insecurity in dealing with new functionalities without adequate support and the techno-complexity of institutional systems like SEI. Furthermore, techno-uncertainty manifests through confusion with technological interfaces, and finally, techno-invasion affects the balance between personal and professional life. It is worth noting that the results indicate that while some managers manage to transform stress into growth opportunities (techno-eustress), many still face frustrations and techno-distress. Additionally, it is emphasized that the results contribute to theory in various ways, by expanding the concept of technostress and suggesting specific dimensions for its effects, techno-eustress and techno-distress. They also offer practical-managerial contributions to institutions and managers by encouraging reflection on organizational psychology issues and the use of technology, so they can learn to cope, mitigate techno-distress, and enhance the effects of techno-eustress. The study also contributes methodologically by expanding the use of the Thematic Oral History method as an effective method for exploring experiences and perceptions about the impact of technology. As contributions to society, the study provides new perspectives on the adoption and use of institutional systems like SEI, especially in educational contexts. The main limitation of this study is geographic issues, as critical scenarios such as the floods in the state of Rio Grande do Sul may have impacted both the findings and the data collection for the study.La presente investigación pretende analizar cómo los gestores educativos de una institución federal de enseñanza superior (IES) manejan los efectos del tecnoestrés en sus prácticas laborales. Considerando el contexto específico, el fenómeno del tecnoestrés se refiere al estrés sufrido por los usuarios finales, como resultado de una interacción entre la tecnología de la información y un entorno laboral. Sin embargo, el punto clave es que las reacciones al uso de la tecnología en el entorno organizacional varían entre los individuos, generando diferentes problemáticas. En esta investigación, se reconoce que el tecnoestrés tiene una dualidad, es decir, se manifiesta tanto como un efecto positivo (tecno-eustrés) como un efecto negativo (tecno-distrés). Con esto en mente, el análisis se lleva a cabo desde esta perspectiva. La investigación adopta un enfoque cualitativo, utilizando el método de historia oral temática, y los datos se recopilaron a través de entrevistas semiestructuradas. Los sujetos de la investigación son los gestores educativos de la Universidad Federal de Pampa (UNIPAMPA) que ocupan el cargo de coordinador de curso (FCC). En cuanto al análisis de los datos, se utilizó el análisis interpretativo. Los resultados indican que el tecnoestrés y sus efectos se manifiestan en el uso de las diversas tecnologías empleadas por los coordinadores de curso, ya sean estas institucionales o fuera del dominio de la universidad. Entre los sistemas institucionales, el SEI destaca como el principal generador de tecnoestrés, especialmente debido a las formalidades que implican las funciones de los coordinadores. El uso intensivo de WhatsApp, fuera del dominio institucional, también se identifica como una fuente significativa de tecnoestrés, a pesar de ser ampliamente utilizado en las prácticas laborales. Considerando las dinámicas del contexto explorado, fue posible verificar que algunas prácticas están entrelazadas con los creadores de tecnoestrés en más de una dimensión del fenómeno. La rutina de los gestores educativos está marcada por tecnosobrecarga, especialmente en períodos de alta demanda, sumándose a la tecnoinseguridad al manejar nuevas funcionalidades sin el soporte adecuado y a la tecnocomplejidad de los sistemas institucionales como el SEI. Además, la tecnoincertidumbre se manifiesta a partir de la confusión con las interfaces tecnológicas, y finalmente, la tecnoinvasión afecta el equilibrio entre la vida personal y profesional. Cabe señalar que los resultados indican que, aunque algunos gestores logran transformar el estrés en oportunidades de crecimiento (tecno-eustrés), muchos aún enfrentan frustraciones y tecno-distrés. Además, se destaca que los resultados contribuyen a la teoría de diversas formas, al expandir el concepto de tecnoestrés y sugerir dimensiones específicas para sus efectos, tecno-eustrés y tecno-distrés. También contribuyen de manera práctica y gerencial con las instituciones y los gestores al incentivar la reflexión sobre cuestiones de psicología organizacional y el uso de la tecnología, para que así puedan aprender a manejar, mitigar el tecno-distrés y potenciar los efectos del tecno-eustrés. El estudio también contribuye metodológicamente a la ampliación del uso del método Historia Oral Temática como un método eficaz para explorar las experiencias y percepciones sobre el impacto de la tecnología. Como contribuciones para la sociedad, el estudio ofrece nuevas perspectivas sobre la adopción y el uso de sistemas institucionales como el SEI, especialmente en contextos educativos. Se destaca como principal limitación de este estudio las cuestiones geográficas, dado que la aparición de escenarios críticos como las inundaciones en el estado de Rio Grande do Sul pueden haber afectado tanto los hallazgos como la recopilación de datos del estudio.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em AdministraçãoUNIPAMPABrasilCampus Santana do LivramentoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASTecnoestresseTecno-distressTecno-eustressHistória oral temáticaThematic oral historyTecnoestrésTecno-eustrésTecno-distrésHistoria oral temáticaTecno-eustress e tecno-distress: um olhar sobre o tecnoestresse em gestores públicos educacionais de uma Instituição de ensino superiorTechno-eustress and techno-distress: a look at technostress in public educational managers at a higher education institutionTecno-euestrés y tecno-distress: una mirada al tecnoestrés en gestores educativos públicos de una institución de educación superiorinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALMarjori_versao_final_.pdfMarjori_versao_final_.pdfDissertação Marjori Gonçalves Lencina - 2024application/pdf3039205https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/34ee21c8-b08c-4ea8-a9b6-abe2b2eb7f1d/download2b5bd1d553c09cdc74026963c9b75761MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/cba72cc5-f14d-469b-bce5-d209d527a76a/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/97352024-11-14 16:53:47.97open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/9735https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2024-11-14T16:53:47Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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