Avaliação da atividade nematicida da α-tujona em Caenorhabditis elegans

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Guerra, Matteus Teixeira lattes
Orientador(a): Ávila, Daiana Silva de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pampa
Programa de Pós-Graduação: Doutorado em Bioquímica
Departamento: Campus Uruguaiana
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/9752
Resumo: As infecções parasitárias afetam aproximadamente 2 bilhões de pessoas globalmente, apresentando sintomas clínicos como desnutrição, anemia e diarreia, enquanto comprometem o sistema imunológico, tornando os indivíduos mais suscetíveis a infecções secundárias. A resistência dos parasitas aos medicamentos atuais demanda pesquisa de novos fármacos, como a promissora α-tujona. A α-tujona é encontrada em plantas como Artemisia absinthium e Salvia officinalis, exibindo efeitos neurotóxicos, tornando-se um candidato potencial para tratamento anti-helmíntico. No entanto, o desenvolvimento de novos medicamentos enfrenta desafios, incluindo o acesso aos estágios relevantes do ciclo de vida do parasita. Portanto, o uso de Caenorhabditis elegans como modelo alternativo oferece vantagens no estudo dos efeitos anti-helmínticos, dada sua semelhança com nematoides parasitas e conservação dentro do filo Nematoda. Neste estudo, exploramos o potencial anti-helmíntico da α-tujona utilizando o modelo C. elegans. Os vermes foram expostos a um tratamento crônico de α-tujona (0.5, 0.75, 1 e 1.5 Mm) e 48h após foram submetidos as análises para avaliar o potencial nematicida. A α-tujona foi capaz de diminuir a sobrevivência, produção de ovos e o tamanho da ninhada em cepas N2 em concentrações de 1,0 mM e 1,5 mM, além de reduzir a motilidade do verme a uma concentração de 1,5 mM. Em cepas resistentes a anti-helmínticos comerciais, α-tujona exibiu efeitos variados: a cepa resistente a ivermectina mostrou-se susceptível aos efeitos de α-tujona, enquanto cepas resistentes a levamisol e monepantel demonstraram alguma resistência, apresentando apenas redução na motilidade do nematoide. Através de nossas análises, observamos um potencial nematicida em α-tujona, indicando que poderia ser uma alternativa para cepas resistentes a ivermectina, o que sugere que α-tujona necessita do sistema colinérgico para atuar.
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A α-tujona é encontrada em plantas como Artemisia absinthium e Salvia officinalis, exibindo efeitos neurotóxicos, tornando-se um candidato potencial para tratamento anti-helmíntico. No entanto, o desenvolvimento de novos medicamentos enfrenta desafios, incluindo o acesso aos estágios relevantes do ciclo de vida do parasita. Portanto, o uso de Caenorhabditis elegans como modelo alternativo oferece vantagens no estudo dos efeitos anti-helmínticos, dada sua semelhança com nematoides parasitas e conservação dentro do filo Nematoda. Neste estudo, exploramos o potencial anti-helmíntico da α-tujona utilizando o modelo C. elegans. Os vermes foram expostos a um tratamento crônico de α-tujona (0.5, 0.75, 1 e 1.5 Mm) e 48h após foram submetidos as análises para avaliar o potencial nematicida. A α-tujona foi capaz de diminuir a sobrevivência, produção de ovos e o tamanho da ninhada em cepas N2 em concentrações de 1,0 mM e 1,5 mM, além de reduzir a motilidade do verme a uma concentração de 1,5 mM. Em cepas resistentes a anti-helmínticos comerciais, α-tujona exibiu efeitos variados: a cepa resistente a ivermectina mostrou-se susceptível aos efeitos de α-tujona, enquanto cepas resistentes a levamisol e monepantel demonstraram alguma resistência, apresentando apenas redução na motilidade do nematoide. Através de nossas análises, observamos um potencial nematicida em α-tujona, indicando que poderia ser uma alternativa para cepas resistentes a ivermectina, o que sugere que α-tujona necessita do sistema colinérgico para atuar.Parasitic infections affect approximately 2 billion people globally, presenting clinical symptoms such as malnutrition, anemia, and diarrhea, while compromising the immune system and rendering individuals more susceptible to secondary infections. The resistance of parasites to current drugs necessitates the exploration of new therapeutics, such as the promising α-thujone. α-thujone is found in plants like Artemisia absinthium and Salvia officinalis, exhibiting neurotoxic effects and emerging as a potential candidate for anti-helminthic treatment. However, developing new medications faces challenges, including accessing relevant stages of the parasite's life cycle. Therefore, utilizing Caenorhabditis elegans as an alternative model offers advantages in studying anti-helminthic effects, given its similarity to parasitic nematodes and conservation within the Nematoda phylum. In this study, we explore the anti-helminthic potential of α-thujone using the C. elegans model. Worms were exposed to chronic α-thujone treatment (0.5, 0.75, 1, and 1.5 mM), and 48 hours later, were subjected to analyses to assess nematicide potential. α-thujone was capable of reducing survival, egg production, and brood size in N2 strains at concentrations of 1.0 mM and 1.5 mM, as well as decreasing worm motility at a concentration of 1.5 mM. In strains resistant to commercial anti-helminthics, α-thujone exhibited varied effects: the ivermectin-resistant strain showed susceptibility to α-thujone effects, while levamisole and monepantel-resistant strains demonstrated some resistance, exhibiting only reduced nematode motility. Through our analyses, we observed nematicide potential in α-thujone, suggesting it could be an alternative for ivermectin-resistant strains, implying that α-thujone requires the cholinergic system to act.porUniversidade Federal do PampaDoutorado em BioquímicaUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASSalvia officinalisGABAParasitosArtemisia absinthiumAnti-helmínticoSalvia officinalisAnthelminticParasitesAvaliação da atividade nematicida da α-tujona em Caenorhabditis elegansEvaluation of nematicidal activity of α-thujone in Caenorhabditis elegansinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALMATTEUS TEIXEIRA GUERRA.pdfMATTEUS TEIXEIRA GUERRA.pdfapplication/pdf1377170https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/f3757641-f17a-4a17-bfba-990ee27b3790/download6751286f1bdfa1e89e1af00da789ee19MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/46e92b3a-3918-46ff-99cd-9322da107938/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/97522024-11-25 19:00:17.439open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/9752https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2024-11-25T19:00:17Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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