A antitrombinaplasmática em pacientes portadores de esclerose múltipla nas formas clínicas surto-remissão e secundária progressiva.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Magalhães, Marilza Campos de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/unirio/12414
Resumo: n/a
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spelling A antitrombinaplasmática em pacientes portadores de esclerose múltipla nas formas clínicas surto-remissão e secundária progressiva.Antithrombinaplasmatics in patients with multiple sclerosis in clinical forms of remission and progressive secondary.CIÊNCIAS DA SAÚDEMEDICINANEUROLOGIAAntithrombinMultiple sclerosisHemostasisCoagulationInflammationAntitrombinaEsclerose múltiplaHemostasiaCoagulaçãoInflamaçãon/aThe inflammation of Multiple Sclerosis (MS) depends of mechanisms associated with endothelial function, lymphocyte migration and blood-brain-barrier (BBB). The coagulaton as a step of inflammation and its activated factors were altered in plasma of animals with Experimental Alergic Encephalomyelitis. Thrombin is the key factor and its inhibitors are the Antithrombin (AT) in plasma and the protease Nexin 1 (NP1) in central nervous system (CNS). The objective of this study was to investigate if AT plasma levels are related with clinical forms relapsing-remitting (RRMS) and secondary progressive (SPMS) of MS and compared with control group. The method of synthetic chromogenic substrate amidolytic action adapted to reading in ELISA (enzyme linked immunoabsorbent assay) was used in AT assays. Statistical analysis was performed by using chi-square of Pearson (χ2), Student t test, one-way ANOVA with Bonferroni post-test. to compare means. Ours results showed a total of 69 patients with MS included: 37 (53,6%) with RRMS, 32 (46,3%) with SPMS e 34 healthy subjects as control group. In the RRMS group, 7/37 (18,9%) were male and 30/37 (81,0%) female; in SPMS group, 10/32 (31,2%) were male and 22/32 (68,7%) female, and in the control group, 12/34 (32,2%) were male and 22/34 (64,7%) female. Mean AT values of patients with MS (n= 69) were 109,68 ± 18,39 (range 25,00 to 147,00)% was not statistically different from mean of the control group (109,44 ± 22,08%) (t = 0,0574; p =0,9543). Mean AT levels were 107,16 ± 16,19 (72,00 to 147,00) % in patients RRMS; 112,59 ± 20,53 (25,00 to 140,00) % in patients SPMS and 109,44 ± 22,80 (62,00 to 152,00) % in controls. No significant difference was found among means of those groups (ANOVA p = 0,1481). Plasma levels were not different in relation to disease activities (t = 0,1154; p = 0,9085) and control (ANOVA p =0,9943). AT means in RRMS relapsed group (109,88 ± 17,26%) and control (109,44 ± 22,80%) were not different (t =0,4776; p =0,6355), as well in RRMS remission (107,38 ± 16,19%) vs control (t = 0,4776; p = 0,6927), in RRMS relapsing vs RRMS remitting (t = 0,3088; p = 0,7593), in RRMS relapsing vs SPMS (112,59 ± 20,53 %) (t = 0,9594; p = 0,3433) and when comparing RRMS remitting and SPMS (t = 0,9053; p = 0,3690). Mean AT values of the group with more 10 years of disease (n = 29; 113,14 ± 21,04%) were not different from means of patients with less 10 years of disease (n = 40; 107,20 ± 16,01%) and control group (ANOVA p =0,4789). No association was shwon between values of EDSS and AT levels. We concluded that plasma levels of AT appears to demonstrate no relationship with MS, with the disease duration, morbidity estimated by EDSS, treatment or with remmiting and relapsed forms of disease.n/aA inflamação da Esclerose Múltipla (EM) depende de mecanismos associados à função endotelial, migração linfocitária e barreira hematoencefálica. A coagulação, uma das etapas da inflamação, e seus fatores ativados estão alterados no plasma de animais com Encefalite Alérgica Experimental. A trombina é fator chave e seus inibidores são a antitrombina (AT) no plasma e a protease Nexina 1 no sistema nervoso central. O objetivo deste estudo foi investigar se níveis plasmáticos de AT de pacientes com EM em formas clínicas surto-remissão (EMSR) e secundária progressiva (EMSP) têm relação com a doença quando comparados aos controles. O método de digestão amidolítica em substrato sintético cromogênico e adaptado para determinação em leitor de ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) foi utilizado para dosagem de AT. A análise estatística foi realizada utilizando-se os testes qui-quadrado (χ2), t de Student e one-way ANOVA com pós-teste de Bonferroni para comparação entre os grupos. Foram incluídos 69 pacientes com EM, dos quais 37 (53,6%) com EMSR, 32 (46,3%) com EMSP e 34 indivíduos saudáveis como grupo controle. Nossos resultados mostraram que no grupo com EMSR, 7/37 (18,9%) eram homens e 30/37 (81,0%) mulheres, no grupo com EMSP, 10/32 (31,2%) eram homens e 22/32 (68,7%) mulheres e no grupo controle, 12/34 (32,2%) eram homens e 22/34 (64,7%) mulheres. Os valores de AT dos pacientes com EM (n=69) foi de 109,68 ± 18,39 (25,00 a 147,00) %, sem diferença significativa com o grupo controle (109,44 ± 22,08%) (t = 0,0574; p =0,9543). A AT apresentou média de 107,16 ± 16,19 (72,00 a 147,00) % nos pacientes EMSR, de 112,59 ± 20,53 (25,00 a 140,00) % nos pacientes EMSP e de 109,44 ± 22,80 (62,00 a 152,00) % nos controles. Os grupos não apresentaram diferença em relação às médias dos níveis de AT (ANOVA p = 0,1481). Em relação à atividade da doença, os níveis plasmáticos de AT nos pacientes com EM não foram diferentes entre si (t = 0,1154; p = 0,9085) e dos controles (ANOVA = 0,9943). As médias de AT dos grupos EMSR em surto (109,88 ± 17,26%) e controle (109,44 ± 22,80%) não apresentaram diferenças (t =0,4776; p =0,6355), assim como o grupo EMSR em remissão (107,38 ± 16,19%) vs controle (t = 0,4776; p = 0,6927), e entre si (EMSR em surto vs EMSR em remissão) (t = 0,3088; p = 0,7593), EMSR em surto vs EMSP (112,59 ± 20,53 %) (t = 0,9594; p = 0,3433), e quando comparados EMSR em remissão e EMSP (t = 0,9053; p = 0,3690). As médias de AT do grupo com mais de10 anos de doença (n = 29; 113,14 ± 21,04%), do grupo com menos de 10 anos (n = 40; 107,20 ± 16,01%) e dos controles quando comparados entre si (ANOVA p =0,4789) não foram diferentes. Não foi observada associação entre os valores de EDSS e os níveis de AT. Concluímos que os níveis plasmáticos de AT não têm relação com EM nas formas clínicas estudadas, seja com o tempo de doença, o tratamento, a morbidade determinada pela escala de EDSS ou com períodos de atividade da doença.Leon, Soniza Vieira AlvesLeon, Soniza Vieira AlvesSá, Carlos Alberto Morais deGadelha, Telma BarbosaMagalhães, Marilza Campos de2018-08-31T16:51:05Z2018-08-31T16:51:05Z2006-04-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMAGALHÂES, Marilza Campos de. A antitrombinaplasmática em pacientes portadores de esclerose múltipla nas formas clínicas surto-remissão e secundária progressiva. 2006.104 f. Dissertação (Mestrado em Neurologia) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006.http://hdl.handle.net/unirio/12414info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-08-31T16:51:05Zoai:localhost:unirio/12414Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:58:34.619266Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false
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