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Estudo comparativo entre as técnicas de expansão óssea e osseodensificação na região posterior da maxila

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Brandão, Tiago Lessa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/30103/001300000326m
Idioma: por
Instituição de defesa: UNISA
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.unisa.br/handle/123456789/3222
Resumo: A estabilidade primária é um dos principais fatores na cirurgia dos implantes dentário, sendo essencial para se alcançar uma osseointegração bem sucedida. O procedimento cirúrgico, a quantidade e a qualidade óssea estão entre os fatores mais comuns que afetam a estabilidade primária. A técnica de expansão óssea (Summers) é a mais usada até o momento. Um novo conceito de perfuração para colocação de implantes foi introduzido recentemente, denominado de Osseodensificação. O objetivo deste estudo longitudinal foi comparar a técnica de Expansão óssea, por meio do uso de osteótomos, com a técnica de Osseodensificação com utilização de brocas multilaminadas (Densah-Bur). Com isso, os parâmetros analisados permitiram avaliar qual a técnica que promove uma maior expansão óssea e uma maior estabilidade primaria para os implantes instalados na região posterior da maxila. Foram avaliados um total de 10 implantes instalados, em 3 pacientes, em região posterior de maxila, sendo 5 implantes inseridos pela técnica da expansão óssea e 5 pela técnica da Osseodensificação. Em cada paciente foram instalados no mínimo 2 implantes, sendo que os mesmos foram em lados opostos e em cada lado realizado uma das técnicas. Antes da inserção dos implantes, imediatamente após a inserção e na reabertura foi realizada a medição do rebordo ósseo, com a utilização de um paquímetro cirúrgico, bem como medida a estabilidade primaria em ISQ, por meio do OSTELL, logo após a inserção do implante e na reabertura dos mesmos. De acordo com os resultados apresentados no estudo, não observamos diferenças nas medidas para as duas técnicas em relação ao ganho na espessura óssea pré, trans, pós-operatório imediato e na reabertura após 6 meses. Em relação da estabilidade primária, não observamos diferenças estatísticas no pós-operatório imediato e após 6 meses na reabertura entre as técnicas.
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