Perfil do grau de atividade física na confiabilidade e acurácia de dois testes clínicos para epicondilite lateral
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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UNISA
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/287 |
Resumo: | Introdução: O nível de atividade física (AF) é utilizado principalmente em atletas e adultos destreinados para verificar o estresse físico dos exercícios sobre o sistema musculoesquelético, mas ainda não tem sido considerada em testes clínicos para exame físico de adultos com diagnóstico de epicondilite lateral. Objetivo: Avaliar e comparar em adultos com epicondilite lateral: (a) os testes clínicos entre os grupos de AF; a confiabilidade inter-teste de Cozen e Mill para cada nível de AF, (b) sua validade comparada a imagem de ultrassonografia do tendão em cada nível de AF, e (c) suas relações com o gasto energético da AF. Métodos: Estudo do tipo transversal com desenho observacional de três grupos. Um total de 102 adultos com epicondilite lateral (idade: 46,1 ± 7,4 anos; estatura: 1,6 ± 0,12; massa corporal: 74,9 ± 13,9 kg) foram avaliados e divididos em grupos por nível de AF: Baixa (n=19); moderada (n=42) e alta (n=41), utilizando o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Foram mensurados a dor pela escala visual analógica, os testes clínicos de Cozen e Mill por meio do exame físico e a imagem ultrassonográfica do tendão do cotovelo afetado para diagnóstico de epicondilite lateral. Análise Estatística: Análise de Variância inter-grupos e teste t student inter-testes clínicos foram realizados. A confiabilidade inter-testes foi realizada pelo Índice de Concordância Intra-Classe (ICC) e a validade em relação ao exame de ultrassom pelo teste de Kappa e análise de Bland Altman. Análise de regressão linear múltipla foi realizada entre o gasto energético da AF (MET/min/s) e a dor provado durante os testes clínicos, considerando um nível de significância de 5%. Resultados: Os testes: Cozen e Mill se diferenciam entre os grupos de níveis AF, sendo o Mill mais provocativo da dor no cotovelo. Fraca confiabilidade inter-testes clínicos para diagnóstico da epicondilite lateral do cotovelo nos diferentes níveis de AF. O teste de Mill apresentou excelente concordância de validade para os diferentes níveis de AF (baixa ICC=1,0; moderada ICC=0,82 e alta ICC=0,99), em relação ao “padrão-ouro” do exame de imagem do tendão do cotovelo através da ultrassonografia, com baixa diferença de concordância pela análise de Bland-Altman (0,0; 0,11 e 0,02, respectivamente). O teste de Cozen apresentou boa concordância, mas com diferenças significativas entre os exames de ultrassonografia positiva e negativa nos diferentes grupos de AF: baixa (ICC=0,80), moderada (ICC=0,74) e alta (ICC=0,73) e observada pela alta diferença de concordância expressa pela análise de Bland-Altman (0,14-0,17). Na análise de Regressão Linear Múltipla pode-se observar que o sintoma de dor provocado pelos testes clínicos de Cozen e Mill não tem relação com o nível de gasto energético (MET/min/s) para os diferentes níveis de prática da AF. Conclusão: O teste de Mill mostrou-se mais provocativo da dor sobre o tendão entre os níveis de AF. A confiabilidade inter-testes clínicos foi fraca entre os níveis de AF. O teste de Mill mostrou-se válido em relação ao “padrão-ouro” do exame de ultrassonografia do tendão afetado. O sintoma de dor provocado pelos testes de Cozen e Mill não tem relação com o nível de gasto energético (MET/min/s) para os diferentes níveis de prática da AF. |
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Introdução: O nível de atividade física (AF) é utilizado principalmente em atletas e adultos destreinados para verificar o estresse físico dos exercícios sobre o sistema musculoesquelético, mas ainda não tem sido considerada em testes clínicos para exame físico de adultos com diagnóstico de epicondilite lateral. Objetivo: Avaliar e comparar em adultos com epicondilite lateral: (a) os testes clínicos entre os grupos de AF; a confiabilidade inter-teste de Cozen e Mill para cada nível de AF, (b) sua validade comparada a imagem de ultrassonografia do tendão em cada nível de AF, e (c) suas relações com o gasto energético da AF. Métodos: Estudo do tipo transversal com desenho observacional de três grupos. Um total de 102 adultos com epicondilite lateral (idade: 46,1 ± 7,4 anos; estatura: 1,6 ± 0,12; massa corporal: 74,9 ± 13,9 kg) foram avaliados e divididos em grupos por nível de AF: Baixa (n=19); moderada (n=42) e alta (n=41), utilizando o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Foram mensurados a dor pela escala visual analógica, os testes clínicos de Cozen e Mill por meio do exame físico e a imagem ultrassonográfica do tendão do cotovelo afetado para diagnóstico de epicondilite lateral. Análise Estatística: Análise de Variância inter-grupos e teste t student inter-testes clínicos foram realizados. A confiabilidade inter-testes foi realizada pelo Índice de Concordância Intra-Classe (ICC) e a validade em relação ao exame de ultrassom pelo teste de Kappa e análise de Bland Altman. Análise de regressão linear múltipla foi realizada entre o gasto energético da AF (MET/min/s) e a dor provado durante os testes clínicos, considerando um nível de significância de 5%. Resultados: Os testes: Cozen e Mill se diferenciam entre os grupos de níveis AF, sendo o Mill mais provocativo da dor no cotovelo. Fraca confiabilidade inter-testes clínicos para diagnóstico da epicondilite lateral do cotovelo nos diferentes níveis de AF. O teste de Mill apresentou excelente concordância de validade para os diferentes níveis de AF (baixa ICC=1,0; moderada ICC=0,82 e alta ICC=0,99), em relação ao “padrão-ouro” do exame de imagem do tendão do cotovelo através da ultrassonografia, com baixa diferença de concordância pela análise de Bland-Altman (0,0; 0,11 e 0,02, respectivamente). O teste de Cozen apresentou boa concordância, mas com diferenças significativas entre os exames de ultrassonografia positiva e negativa nos diferentes grupos de AF: baixa (ICC=0,80), moderada (ICC=0,74) e alta (ICC=0,73) e observada pela alta diferença de concordância expressa pela análise de Bland-Altman (0,14-0,17). Na análise de Regressão Linear Múltipla pode-se observar que o sintoma de dor provocado pelos testes clínicos de Cozen e Mill não tem relação com o nível de gasto energético (MET/min/s) para os diferentes níveis de prática da AF. Conclusão: O teste de Mill mostrou-se mais provocativo da dor sobre o tendão entre os níveis de AF. A confiabilidade inter-testes clínicos foi fraca entre os níveis de AF. O teste de Mill mostrou-se válido em relação ao “padrão-ouro” do exame de ultrassonografia do tendão afetado. O sintoma de dor provocado pelos testes de Cozen e Mill não tem relação com o nível de gasto energético (MET/min/s) para os diferentes níveis de prática da AF. |
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