Resposta enzimática, fisiológica e produtiva do tomateiro e desempenho de porta enxertos resistentes à murcha bacteriana

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Silva, Ewerton Gasparetto da [UNESP]
Orientador(a): Goto, Rumy [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/133999
http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/03-02-2016/000858275.pdf
Resumo: A murcha bacteriana causada por Ralstonia solanacearum (Rs) é uma das principais doenças do tomateiro. Não existe no mercado brasileiro cultivares/híbridos com nível de resistência satisfatório ao patógeno. Os porta-enxertos com resistência são utilizados com finalidade de controlar a murcha bacteriana. O patógeno tem a capacidade de permanecer no solo por muitos anos e com isso, inviabilizar o cultivo. Também influenciam nas trocas gasosas, na atividade das enzimas envolvidas em mecanismos de defesa e na produtividade das plantas afetadas. Diante do exposto, os objetivos do trabalho foram: avaliar a atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POD), polifenoloxidase (PPO) e fenilalanina amônia liase (PAL) como respostas bioquímicas ao estresse relacionado à defesa contra murcha bacteriana em tomateiro; avaliar a eficiência da enxertia no controle da murcha bacteriana; comparar as trocas gasosas das plantas enxertadas e não enxertadas com a doença, e avaliar a produtividade dessas plantas em ambiente protegido infestado com o patógeno. Para isso, conduziram-se três experimentos, sendo dois em casa de vegetação, na Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP - Câmpus de Botucatu, Botucatu - SP e o terceiro em ambiente protegido, na Fazenda Ituaú, no município de Salto - SP. No primeiro experimento, foram avaliadas as atividades enzimáticas (SOD, CAT, POD, PPO e PAL) nas folhas e caule das plantas enxertadas e não enxertadas, inoculadas com Rs em nove coletas que foram realizadas às 0, 12, 24, 48, 72, 96, 120, 144 e 288 horas após a inoculação. No segundo, avaliou-se a incidência da murcha bacteriana com 0, 5, 10, 15 e 20 dias após inoculação (DAI) e trocas gasosas com 0, 3, 6, 9 e 12 DAI em plantas enxertadas e não enxertadas inoculadas com Rs. No terceiro experimento, foi avaliada a incidência da murcha bacteriana aos 10, 20, 30, 40, ...
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Os porta-enxertos com resistência são utilizados com finalidade de controlar a murcha bacteriana. O patógeno tem a capacidade de permanecer no solo por muitos anos e com isso, inviabilizar o cultivo. Também influenciam nas trocas gasosas, na atividade das enzimas envolvidas em mecanismos de defesa e na produtividade das plantas afetadas. Diante do exposto, os objetivos do trabalho foram: avaliar a atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POD), polifenoloxidase (PPO) e fenilalanina amônia liase (PAL) como respostas bioquímicas ao estresse relacionado à defesa contra murcha bacteriana em tomateiro; avaliar a eficiência da enxertia no controle da murcha bacteriana; comparar as trocas gasosas das plantas enxertadas e não enxertadas com a doença, e avaliar a produtividade dessas plantas em ambiente protegido infestado com o patógeno. Para isso, conduziram-se três experimentos, sendo dois em casa de vegetação, na Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP - Câmpus de Botucatu, Botucatu - SP e o terceiro em ambiente protegido, na Fazenda Ituaú, no município de Salto - SP. No primeiro experimento, foram avaliadas as atividades enzimáticas (SOD, CAT, POD, PPO e PAL) nas folhas e caule das plantas enxertadas e não enxertadas, inoculadas com Rs em nove coletas que foram realizadas às 0, 12, 24, 48, 72, 96, 120, 144 e 288 horas após a inoculação. No segundo, avaliou-se a incidência da murcha bacteriana com 0, 5, 10, 15 e 20 dias após inoculação (DAI) e trocas gasosas com 0, 3, 6, 9 e 12 DAI em plantas enxertadas e não enxertadas inoculadas com Rs. No terceiro experimento, foi avaliada a incidência da murcha bacteriana aos 10, 20, 30, 40, ...Bacterial wilt caused by Ralstonia solanacearum (Rs) is one of major disease on tomato. There is no market cultivars / commercial hybrids resistant to the pathogen. Rootstocks with resistance are used in order to control bacterial wilt (BW). The pathogen can survive in the soil for many years. Also, to influence gas exchange, in the activity of enzymes involved in defense mechanisms and productivity of the affected plants. The above, the objectives of the study were to evaluate the activity of the enzymes superoxide dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POD), polyphenol oxidase (PPO) and phenylalanine ammonia lyase (PAL) as biochemical stress responses related to defense against bacterial wilt in tomato; evaluate the efficiency of grafting to control bacterial wilt; compare gas exchange of grafted and not grafted plants inoculated with BW and also check the productivity of these plants in plastic house with the pathogen. Three trial were conducted, two in a plastic house at the Faculty of Agricultural Sciences of Botucatu UNESP, and the third in a protected environment in Ituaú Farm in the Salto city. In the first trial, we evaluated the enzymatic activities (SOD, CAT, POD, PPO and PAL) in the leaves and stems of grafted and not grafted plants, inoculated with Rs in nine samples that were performed at 0, 12, 24, 48, 72, 96, 120, 144 and 288 hours after inoculation. In the second, we evaluated the incidence of bacterial wilt with 0, 5, 10, 15 and 20 days after inoculation (DAI) and gas exchange with 0, 3, 6, 9 and 12 DAI on grafted and not grafted plants inoculated with Rs . The third trial it was evaluated the incidence of bacterial wilt at 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70 and 80 days after transplantat in grafted plants on three different rootstocks and non grafted plants at soil naturally infested with Rs. Based on the results were concluded: The enzymes SOD, CAT and PAL, to the leaves, and SOD, ...xi, 85 f. : il. color., grafs., tabsporUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPTomate - EnxertiaTomate - CultivoTomate - Doenças e pragasEstufa (Plantas)TomatoesResposta enzimática, fisiológica e produtiva do tomateiro e desempenho de porta enxertos resistentes à murcha bacterianaEnzymatic response, physiological and productive tomato and rootstock performance resistant to bacterial wiltinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessAgronomia (Horticultura) - FCAHorticulturaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agronômicas, Botucatu2334622501062875Publicationef1a6328-7152-4981-9835-5e79155d5511virtual::78693-1ef1a6328-7152-4981-9835-5e79155d5511virtual::78693-1fb2b8e29-958c-4290-abff-97ca350cad86virtual::201071-1fb2b8e29-958c-4290-abff-97ca350cad86virtual::201071-1ORIGINAL000858275.pdfapplication/pdf2667802https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b0063b36-1ffa-4195-b394-20cb5eb6f731/download013d2f3ce672b7dc45f5a07fb0084a29MD51trueAnonymousREADTHUMBNAIL000858275.pdf.jpgIM Thumbnailimage/jpeg4596https://repositorio.unesp.br/bitstreams/47371d34-bd99-486c-ac07-f64e7962435a/downloadf13b3e58dff541995b2b758dde929777MD52falseAnonymousREADTEXT000858275.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-03-27T06:35:31Z (GMT).Extracted texttext/plain102719https://repositorio.unesp.br/bitstreams/48504d35-e12f-4364-8b8b-9017fd5ec505/download624a9b94b5af6612ceffd2d4c1f729bdMD53falseAnonymousREAD11449/1339992026-03-11T14:42:18.937448Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/133999https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-11T14:42:18Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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