Farelo e mesocarpo do côco do babaçu na alimentação de aves

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Carneiro, Maria Inez Fernandes [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/104044
Resumo: O Estado do Maranhão com sua diversidade de relevo e clima possui alimentos alternativos de origem vegetal, com destaque aqueles procedentes da palmeira do babaçu. O objetivo deste estudo foi avaliar o valor nutricional e utilização do farelo e mesocarpo de babaçu na alimentação das aves. Foram conduzidas análises da composição química e dois ensaios de metabolismo, para determinar a energia metabolizável aparente (EMA) e aparente corrigida (EMAn) e a digestibilidade verdadeira dos aminoácidos. Em seguida foram conduzidos dois ensaios de desempenho. No primeiro 360 pintainhas Dekalb com seis semanas de idade foram distribuídas em um delineamento inteiramente casualizado, com três tratamentos (0, 7,5 e 15,0% de farelo de babaçu em substituição ao farelo de trigo) e cinco repetições cada, nas fases de cria e recria. No segundo, 500 pintos de corte Ross com um dia de idade foram distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (0, 3, 6 e 9% de inclusão do mesocarpo de babaçu na ração) e cinco repetições. O experimento teve duração de 21 dias. Em ambos os ensaios foram avaliados consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar. O farelo de babaçu apresentou 18,21% de proteína bruta, 27,33% de fibra bruta, 1549 kcal/kg de energia metabolizável e a digestibilidade dos aminoácidos variando entre 42 e 87%. O mesocarpo de babaçu apresentou 3,43% de proteína bruta, 2,66% de fibra bruta, 2669 kcal/kg de EMA e 65,43% de digestibilidade do amido. Os coeficientes de digestibilidade dos aminoácidos para o farelo de babaçu variaram entre 42 e 87%. Recomenda-se a inclusão do farelo de babaçu no nível de 15% em substituição ao farelo de trigo na ração de frangas de postura. A avaliação do mesocarpo de babaçu na alimentação de frangos de corte não promoveu desempenho favorável na fase inicial de criação
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