Redes de interações entre esfingídeos (Lepdoptera – Sphingidae) e plantas em distintos ecossistemas em regiões neotropicais : estrutura e processos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Giffu, Murilo Massufaro [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/193331
Resumo: Redes de interações mutualísticas podem ser estruturadas por processos neutros ou baseados em nicho. Processos neutros levam em consideração eventos estocásticos, como o encontro aleatório de duas espécies devido suas abundâncias. Processos baseados em nicho, são influenciados pelas características dos indivíduos, dessa maneira a correspondência morfológica entre as espécies é fundamental para que as interações ocorram. Em redes de interações planta-esfingídeos as características morfológicas são importantes para que as interações aconteçam. As alterações na diversidade funcional de comunidades podem ocasionar em mudanças nas redes de interações resultando em modificações nos nichos ocupados pelos indivíduos. Em redes planta-esfingídeos, a forma como os indivíduos interagem podem estar ligadas as características morfológicas, pois espécies com probóscides longas são capazes de interagir tanto com plantas de tubo longo, quanto curto, enquanto que espécies com probóscide curta, são impedidas morfologicamente de interagir com plantas de tubo longo. Para entender como as redes de interações plantas-esfingídeos são estruturadas, calculamos métricas ao nível de rede e das espécies, diversidade funcional e criamos modelos para testar quais fatores estruturam essas redes planta-esfingídeo em seis comunidades nas Américas. Nossos resultados mostram uma redundância funcional entre as comunidades e uma relação positiva entre as estruturas das redes com variáveis neutras, indicando que os processos neutros são os possíveis responsáveis pela estruturação das redes de interação planta-esfingídeo.
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