Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]
Orientador(a): Fernandes, Ana Julia [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/258246
Resumo: Os estuários marinhos urbanos são frequentemente impactados por contaminação microbiológica de diversas origens como esgotos doméstico, industriais, compostos orgânicos e inorgânicos. Este estudo utilizou o estuário marinho urbano tropical do rio Itanhaém para comparar às densidades das Bactérias Indicadoras Fecais (FIB) em diferentes gradientes de salinidade. A Escherichia coli exibiu densidades acima da legislação (CONAMA 274/00) em 89% dos pontos de coleta, enquanto que Enterococcus sp exibiu densidades restritivas em 69% dos pontos de coleta indicando elevado grau de contaminação e potenciais riscos à saúde pública associados à utilização do rio para fins recreacionais entre outros. As densidades de Escherichia coli foram superiores às densidades de Enterococcus sp mesmo em águas salobras e salinas durante todas as campanhas. Os resultados obtidos indicam a possibilidade de que a Escherichia coli seja melhor indicadora de contaminação por esgotos domésticos, inclusive para águas salobras e salinas. As análises da comunidade bacteriana autóctone foram realizadas usando o Gene 16S rRNA do (eDNA) DNA ambiental com a técnica (NGS) Next Generation Sequencing nos 3 diferentes gradientes de salinidade Doce, Salobra e Salgada, gerando 34.977sequências com dominância do Filo Proteobactéria. Na água doce além da Proteobacteriatambém foram identificados os Filos Actinobactéria e Bacteroidete. As análises comparativas em nível de espécie demonstraram diferenças entre as espécies provenientes de águas salobras e salgadas e as espécies de água continentais, sendo as maiores diversidades obtidas em águas salobras e salinas. Os resultados obtidos nesse estudo demonstrou que a Escherichia coli é a melhor Indicadora Fecal tanto em água doce como em água salobra e os métodos moleculares são poderosas ferramentas para analisar a diversidade das comunidades bacterianas em nível de espécie nos diferentes gradientes de salinidades.
id UNSP_3c88055e2a4c71a4e29c66a382ea8dff
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/258246
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Fontes, Roberto Fioravanti CarelliChinellato, Roberta Alves MerguizoZampieri, Bruna Del BussoCorrêa, Flávia Marisa Prado SaldanhaFernandes, Ana Julia [UNESP]2024-11-21T22:47:15Z2024-11-21T22:47:15Z2024-09-10Ballesteros, Eliete Rodrigues. Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP. 2024. Tese (Doutorado em Biodiversidade de Ambientes Costeiros) - Instituto de Biociências do Campus do Litoral Paulista, Universidade Estadual Paulista, São Vicente, 2024.https://hdl.handle.net/11449/25824633004161001P74278718875728192Os estuários marinhos urbanos são frequentemente impactados por contaminação microbiológica de diversas origens como esgotos doméstico, industriais, compostos orgânicos e inorgânicos. Este estudo utilizou o estuário marinho urbano tropical do rio Itanhaém para comparar às densidades das Bactérias Indicadoras Fecais (FIB) em diferentes gradientes de salinidade. A Escherichia coli exibiu densidades acima da legislação (CONAMA 274/00) em 89% dos pontos de coleta, enquanto que Enterococcus sp exibiu densidades restritivas em 69% dos pontos de coleta indicando elevado grau de contaminação e potenciais riscos à saúde pública associados à utilização do rio para fins recreacionais entre outros. As densidades de Escherichia coli foram superiores às densidades de Enterococcus sp mesmo em águas salobras e salinas durante todas as campanhas. Os resultados obtidos indicam a possibilidade de que a Escherichia coli seja melhor indicadora de contaminação por esgotos domésticos, inclusive para águas salobras e salinas. As análises da comunidade bacteriana autóctone foram realizadas usando o Gene 16S rRNA do (eDNA) DNA ambiental com a técnica (NGS) Next Generation Sequencing nos 3 diferentes gradientes de salinidade Doce, Salobra e Salgada, gerando 34.977sequências com dominância do Filo Proteobactéria. Na água doce além da Proteobacteriatambém foram identificados os Filos Actinobactéria e Bacteroidete. As análises comparativas em nível de espécie demonstraram diferenças entre as espécies provenientes de águas salobras e salgadas e as espécies de água continentais, sendo as maiores diversidades obtidas em águas salobras e salinas. Os resultados obtidos nesse estudo demonstrou que a Escherichia coli é a melhor Indicadora Fecal tanto em água doce como em água salobra e os métodos moleculares são poderosas ferramentas para analisar a diversidade das comunidades bacterianas em nível de espécie nos diferentes gradientes de salinidades.Marine Urban Estuaries are frequently impacted by microbiological contamination from various sources such as domestic and industrial sewage, organic and inorganic compounds. This study used the tropical urban marine estuary at Itanhaém River to compare the densities of Fecal Indicator Bacteria (FIB) at different salinity gradients. Escherichia coli exhibited densities above legislation (CONAMA 274/00) in 89% of collection points, while Enterococcus sp exhibited restrictive densities in 69% of collection points, indicating a high degree of contamination and potential risks to public health associated with the rivers use for recreational purposes, among others. Escherichia coli densities were higher than Enterococcus sp densities, even in brackish and saline waters, during all campaigns. The results obtained indicate the possibility of Escherichia coli is a better indicator of contamination by domestic sewage, including brackish and saline waters. The analyzes of autochthonous bacterial communities were carried out using the 16S rRNA Gene from environmental DNA (eDNA) with the Next Generation Sequencing technique (NGS) in the 3 different salinity gradients Fresh, Brackish and Salty, generating 34,977 sequences with dominance of the Phylum Proteobacteria. In freshwater, in addition to Proteobacteria, two other phyla were identified Actinobacteria and Bacteroidete. The comparative analyzes at the species level demonstrated differences between species from brackish and saline waters and freshwater species, with the greatest diversities has being obtained in brackish and saline waters. The results obtained in this study had been demonstrated that Escherichia coli is the best Fecal Indicator in both freshwater and brackish water and molecular methods are powerful tools for analyzing the diversity of bacterial communities at the species level in different salinity gradients.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Capes: 001porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)SalinidadeEscherichia coliEnterococcus spBiodiversidadeMetagenômica16S rRNASalinityEscherichia coliEnterococcus spBiodiversityMetagenomic16S rRNARelação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SPRelationship of salinity with densities of bacteria indicating fecal contamination and autochthonous bacteria of the Itanhaém River - SPinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPBiodiversidade De Ambientes Costeiros - IBCLPBiodiversidadeProcessos Ecossistêmicos e Gestão de Ecossistemas AquáticosUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, São VicenteOnlineBanca públicaPublication8fd3a51e-cf3b-42eb-b3f5-8e1f23dd0717virtual::285616-18fd3a51e-cf3b-42eb-b3f5-8e1f23dd0717virtual::285616-1418e3fc0-1167-471e-9fc0-bbc787482227virtual::281676-1418e3fc0-1167-471e-9fc0-bbc787482227virtual::281676-1TEXTballesteros_er_dr_svic.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-11-22T03:13:36Z (GMT).Extracted texttext/plain102478https://repositorio.unesp.br/bitstreams/11d85ecb-148d-494b-ae96-4b486f94b770/download5e96673c9b18a0616487981a004b7215MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILballesteros_er_dr_svic.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-11-22T03:13:36Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg3115https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5412a00e-efa5-470f-80be-50e4f769c6bd/download22c603b3aa78b475190693736752a489MD54falseAnonymousREADORIGINALballesteros_er_dr_svic.pdf1 TESE Doutorado Eliete Rodrigues Ballesteros.pdfapplication/pdf2610229https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9185b156-1f1a-4fa3-8b53-6f9420005ea6/downloadb3067dd568472004be4d456261ca9c54MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-82192https://repositorio.unesp.br/bitstreams/51858a7e-a1ba-463a-9b51-de50db3c1017/download9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26cMD52falseAnonymousREAD11449/2582462026-07-22T05:27:41.655066Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/258246https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-07-22T05:27:41Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgRE8gVFJBQkFMSE8gU1VCTUVUSURPIEFPIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVORVNQCgoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGNvbW8gcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gVHJhYmFsaG8gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVW5lc3AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkYSBwZXNxdWlzYSByZWFsaXphZGEgbmEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVW5lc3ApOgphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gaW5mb3JtYWRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwpiKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSBsZWlzIGRlIGRpcmVpdG8gYXV0b3JhbDsKYykgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsKZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkYSBwZXNxdWlzYSBzdWJtZXRpZGEsIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYXMgZXRhcGFzIGRhIHBlc3F1aXNhOwpmKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIGRpc3BvbmliaWxpemFyLCBkZSBjb3BpYXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyLCBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIGFtYmllbnRlcyBpbnN0aXR1Y2lvbmFpcyBkZSBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8gb3UgYWJlcnRvIGFvIHDDumJsaWNvIGdlcmFsLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgbyB0cmFiYWxobyBpbmZvcm1hZG8gZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287CmcpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBkZXNkZSBxdWUgbsOjbyBzZWphIGFsdGVyYWRvIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWwuCgoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhOgphKSBmb3JuZWNlciB1bWEgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGNsYXJhIGRvIG5vbWUgZG8gYXV0b3IgZHVyYW50ZSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbywgZW0gYW1iaWVudGUgaW5zdGl0dWNpb25hbCwgZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvOwpiKSBzZSBuZWNlc3PDoXJpbywgcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgcXVlIG1lbGhvciByZXByZXNlbnRlbSBlIGlkZW50aWZpcXVlbSBvIHRyYWJhbGhvIHNlbSwgbm8gZW50YW50bywgY29tcHJvbWV0ZXIgc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbDsKYykgcmVzcGVpdGFyIGEgZGVjaXPDo28gZG8gYXV0b3Igc29icmUgYSB2ZXJzw6NvIHF1ZSBkZXZlcsOhIHNlciBkaXNwb25pYmlsaXphZGEgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBhcMOzcyBvIGFjZWl0ZSBkYSBzdWJtaXNzw6NvOwpkKSBuw6NvIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBubyBhcnF1aXZvIGVudmlhZG8gYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgZGVzY3JpdGFzIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
dc.title.pt.fl_str_mv Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Relationship of salinity with densities of bacteria indicating fecal contamination and autochthonous bacteria of the Itanhaém River - SP
title Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
spellingShingle Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]
Salinidade
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversidade
Metagenômica
16S rRNA
Salinity
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversity
Metagenomic
16S rRNA
title_short Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
title_full Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
title_fullStr Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
title_full_unstemmed Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
title_sort Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP
author Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]
author_facet Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]
author_role author
dc.contributor.institution.pt.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv Fontes, Roberto Fioravanti Carelli
Chinellato, Roberta Alves Merguizo
Zampieri, Bruna Del Busso
Corrêa, Flávia Marisa Prado Saldanha
dc.contributor.author.fl_str_mv Ballesteros, Eliete Rodrigues [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Fernandes, Ana Julia [UNESP]
contributor_str_mv Fernandes, Ana Julia [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Salinidade
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversidade
Metagenômica
16S rRNA
topic Salinidade
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversidade
Metagenômica
16S rRNA
Salinity
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversity
Metagenomic
16S rRNA
dc.subject.eng.fl_str_mv Salinity
Escherichia coli
Enterococcus sp
Biodiversity
Metagenomic
16S rRNA
description Os estuários marinhos urbanos são frequentemente impactados por contaminação microbiológica de diversas origens como esgotos doméstico, industriais, compostos orgânicos e inorgânicos. Este estudo utilizou o estuário marinho urbano tropical do rio Itanhaém para comparar às densidades das Bactérias Indicadoras Fecais (FIB) em diferentes gradientes de salinidade. A Escherichia coli exibiu densidades acima da legislação (CONAMA 274/00) em 89% dos pontos de coleta, enquanto que Enterococcus sp exibiu densidades restritivas em 69% dos pontos de coleta indicando elevado grau de contaminação e potenciais riscos à saúde pública associados à utilização do rio para fins recreacionais entre outros. As densidades de Escherichia coli foram superiores às densidades de Enterococcus sp mesmo em águas salobras e salinas durante todas as campanhas. Os resultados obtidos indicam a possibilidade de que a Escherichia coli seja melhor indicadora de contaminação por esgotos domésticos, inclusive para águas salobras e salinas. As análises da comunidade bacteriana autóctone foram realizadas usando o Gene 16S rRNA do (eDNA) DNA ambiental com a técnica (NGS) Next Generation Sequencing nos 3 diferentes gradientes de salinidade Doce, Salobra e Salgada, gerando 34.977sequências com dominância do Filo Proteobactéria. Na água doce além da Proteobacteriatambém foram identificados os Filos Actinobactéria e Bacteroidete. As análises comparativas em nível de espécie demonstraram diferenças entre as espécies provenientes de águas salobras e salgadas e as espécies de água continentais, sendo as maiores diversidades obtidas em águas salobras e salinas. Os resultados obtidos nesse estudo demonstrou que a Escherichia coli é a melhor Indicadora Fecal tanto em água doce como em água salobra e os métodos moleculares são poderosas ferramentas para analisar a diversidade das comunidades bacterianas em nível de espécie nos diferentes gradientes de salinidades.
publishDate 2024
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-11-21T22:47:15Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-11-21T22:47:15Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2024-09-10
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv Ballesteros, Eliete Rodrigues. Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP. 2024. Tese (Doutorado em Biodiversidade de Ambientes Costeiros) - Instituto de Biociências do Campus do Litoral Paulista, Universidade Estadual Paulista, São Vicente, 2024.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/11449/258246
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004161001P7
dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv 4278718875728192
identifier_str_mv Ballesteros, Eliete Rodrigues. Relação da salinidade com as densidades de bactérias indicadoras de contaminação fecal e de bactérias autótones do Rio Itanhaém - SP. 2024. Tese (Doutorado em Biodiversidade de Ambientes Costeiros) - Instituto de Biociências do Campus do Litoral Paulista, Universidade Estadual Paulista, São Vicente, 2024.
33004161001P7
4278718875728192
url https://hdl.handle.net/11449/258246
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/11d85ecb-148d-494b-ae96-4b486f94b770/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5412a00e-efa5-470f-80be-50e4f769c6bd/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/9185b156-1f1a-4fa3-8b53-6f9420005ea6/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/51858a7e-a1ba-463a-9b51-de50db3c1017/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 5e96673c9b18a0616487981a004b7215
22c603b3aa78b475190693736752a489
b3067dd568472004be4d456261ca9c54
9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26c
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343665357684736