Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/314522
Resumo: INTRODUÇÃO: A doença renal do diabetes é uma complicação crônica que acomete aproximadamente 35% dos pacientes diabéticos, sendo a principal causa de doença renal crônica (DRC) no mundo. Em estudo prévio realizado por nosso grupo, foi identificada uma associação entre albuminúria e intolerância ao esforço em uma coorte de indivíduos diabéticos. A compreensão dos mecanismos fisiopatológicos que explicam esse fenômeno é fundamental; no entanto, não foram encontrados estudos na literatura que tenham abordado essa questão de forma específica. OBJETIVO: Verificar possíveis associações entre a tolerância ao exercício físico, disfunções cardíacas, hematológicas, pulmonares ou musculares em portadores de doença renal do diabetes, com o intuito de elucidar mecanismos que possam estar relacionados à intolerância ao esforço físico. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal prospectivo, conduzido com pacientes acompanhados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. Foram incluídos indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, diabéticos, albuminúricos e diagnosticados com DRC. Após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, os participantes elegíveis e que consentiram em participar foram submetidos a avaliação clínica, exames laboratoriais, exames de imagem e ao teste de caminhada de seis minutos (TC6). Os participantes foram divididos em dois grupos de acordo com o desempenho no TC6, com base na mediana da pontuação na escala de Borg: (1) desempenho superior à mediana; (2) desempenho inferior à mediana. As comparações entre os grupos foram realizadas por meio dos testes do Qui-quadrado, teste t de Student ou teste de Mann-Whitney. Foi realizada regressão logística tendo-se como variável desfecho a fração de ejeção, saturação periférica de oxigênio e força de preensão palmar. A variável de interesse foi a distância percorrida no TC6 e as variáveis de confusão preservadas na análise, foram aquelas que apresentaram diferença estatisticamente significante entre os grupos. Em todas as análises foram consideradas estatisticamente significante o valor de p<0,05. RESULTADOS: A amostra foi composta por 43 pacientes, em relação ao desempenho no TC6, os pacientes com desempenho inferior (< mediana da distância percorrida) apresentaram menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (61,81 ± 18,89 vs. 73,45 ± 10,68; p=0,01), menor saturação periférica de oxigênio ao final do TC6 (92,52 ± 1,62% vs. 94,55 ± 1,82%; p=0,00) e menor força muscular esquelética por preensão palmar direita (26,55 ± 5,33 kgf vs. 30,62 ± 4,66 kgf; p=0,01), esquerda (25,07 ± 5,01 kgf vs. 29,80 ± 5,07 kgf; p=0,00) e dominante (26,8 ± 5,48 kgf vs. 30,9 ± 4,92 kgf; p=0,01). Observou-se também menor saturação periférica de oxigênio em repouso nos indivíduos com menor desempenho (94,65 ± 1,99% vs. 96,40 ± 1,57%; p=0,00). Em relação aos exames laboratoriais, o grupo de pior desempenho apresentou níveis significativamente mais elevados de ureia (107,43 ± 43,58 mg/dL vs. 76,50 ± 41,98 mg/dL; p=0,02), PTH (165,65 ± 100,42 pg/mL vs. 114,04 ± 49,62 pg/mL; p=0,04), glicemia (143,09 ± 58,27 mg/dL vs. 111,55 ± 36,03 mg/dL; p=0,04) e hemoglobina glicada (7,09 ± 1,33% vs. 6,22 ± 1,22%; p=0,03). A regressão logística demonstrou que menor SpO₂ em repouso (p=0,007; OR=1,87; IC95%: 1,18–2,93) e menor fração de ejeção (p=0,024; OR=1,06; IC95%: 1,01–1,12) foram preditores independentes de baixo desempenho funcional. CONCLUSÃO: Esses resultados sugerem que a intolerância ao esforço em pacientes com doença renal do diabetes decorre de disfunções cardíacas, comprometimento na oxigenação tecidual e perda de força muscular esquelética, configurando um fenótipo de fragilidade funcional. Conclui-se que o TC6 é uma ferramenta sensível para triagem funcional e deve ser considerado no monitoramento clínico desses pacientes.
id UNSP_3cd70ff2be80109eaeca3d96acea8e75
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/314522
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetesMechanisms of Exercise Intolerance in Diabetic Kidney DiseaseDoença renal do diabetesTeste de caminhada de seis minutosFração de ejeçãoOxigenaçãoForça muscularFragilidade funcionalINTRODUÇÃO: A doença renal do diabetes é uma complicação crônica que acomete aproximadamente 35% dos pacientes diabéticos, sendo a principal causa de doença renal crônica (DRC) no mundo. Em estudo prévio realizado por nosso grupo, foi identificada uma associação entre albuminúria e intolerância ao esforço em uma coorte de indivíduos diabéticos. A compreensão dos mecanismos fisiopatológicos que explicam esse fenômeno é fundamental; no entanto, não foram encontrados estudos na literatura que tenham abordado essa questão de forma específica. OBJETIVO: Verificar possíveis associações entre a tolerância ao exercício físico, disfunções cardíacas, hematológicas, pulmonares ou musculares em portadores de doença renal do diabetes, com o intuito de elucidar mecanismos que possam estar relacionados à intolerância ao esforço físico. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal prospectivo, conduzido com pacientes acompanhados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. Foram incluídos indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, diabéticos, albuminúricos e diagnosticados com DRC. Após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, os participantes elegíveis e que consentiram em participar foram submetidos a avaliação clínica, exames laboratoriais, exames de imagem e ao teste de caminhada de seis minutos (TC6). Os participantes foram divididos em dois grupos de acordo com o desempenho no TC6, com base na mediana da pontuação na escala de Borg: (1) desempenho superior à mediana; (2) desempenho inferior à mediana. As comparações entre os grupos foram realizadas por meio dos testes do Qui-quadrado, teste t de Student ou teste de Mann-Whitney. Foi realizada regressão logística tendo-se como variável desfecho a fração de ejeção, saturação periférica de oxigênio e força de preensão palmar. A variável de interesse foi a distância percorrida no TC6 e as variáveis de confusão preservadas na análise, foram aquelas que apresentaram diferença estatisticamente significante entre os grupos. Em todas as análises foram consideradas estatisticamente significante o valor de p<0,05. RESULTADOS: A amostra foi composta por 43 pacientes, em relação ao desempenho no TC6, os pacientes com desempenho inferior (< mediana da distância percorrida) apresentaram menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (61,81 ± 18,89 vs. 73,45 ± 10,68; p=0,01), menor saturação periférica de oxigênio ao final do TC6 (92,52 ± 1,62% vs. 94,55 ± 1,82%; p=0,00) e menor força muscular esquelética por preensão palmar direita (26,55 ± 5,33 kgf vs. 30,62 ± 4,66 kgf; p=0,01), esquerda (25,07 ± 5,01 kgf vs. 29,80 ± 5,07 kgf; p=0,00) e dominante (26,8 ± 5,48 kgf vs. 30,9 ± 4,92 kgf; p=0,01). Observou-se também menor saturação periférica de oxigênio em repouso nos indivíduos com menor desempenho (94,65 ± 1,99% vs. 96,40 ± 1,57%; p=0,00). Em relação aos exames laboratoriais, o grupo de pior desempenho apresentou níveis significativamente mais elevados de ureia (107,43 ± 43,58 mg/dL vs. 76,50 ± 41,98 mg/dL; p=0,02), PTH (165,65 ± 100,42 pg/mL vs. 114,04 ± 49,62 pg/mL; p=0,04), glicemia (143,09 ± 58,27 mg/dL vs. 111,55 ± 36,03 mg/dL; p=0,04) e hemoglobina glicada (7,09 ± 1,33% vs. 6,22 ± 1,22%; p=0,03). A regressão logística demonstrou que menor SpO₂ em repouso (p=0,007; OR=1,87; IC95%: 1,18–2,93) e menor fração de ejeção (p=0,024; OR=1,06; IC95%: 1,01–1,12) foram preditores independentes de baixo desempenho funcional. CONCLUSÃO: Esses resultados sugerem que a intolerância ao esforço em pacientes com doença renal do diabetes decorre de disfunções cardíacas, comprometimento na oxigenação tecidual e perda de força muscular esquelética, configurando um fenótipo de fragilidade funcional. Conclui-se que o TC6 é uma ferramenta sensível para triagem funcional e deve ser considerado no monitoramento clínico desses pacientes.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)141193/2021-2Universidade Estadual Paulista (Unesp)Martin, Luis Cuadrado [UNESP]FMBUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Bazan, Silméia Garcia Zanatti [UNESP]Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]2025-10-22T12:31:16Z2025-09-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfDANIEL, Juliana Maria Rodrigues. Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes. 2025. Tese (Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31452233004064020P070764850243824620000-0002-1331-6755porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-23T04:26:32Zoai:repositorio.unesp.br:11449/314522Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-23T04:26:32Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
dc.title.none.fl_str_mv Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
Mechanisms of Exercise Intolerance in Diabetic Kidney Disease
title Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
spellingShingle Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]
Doença renal do diabetes
Teste de caminhada de seis minutos
Fração de ejeção
Oxigenação
Força muscular
Fragilidade funcional
title_short Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
title_full Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
title_fullStr Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
title_full_unstemmed Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
title_sort Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes
author Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]
author_facet Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Martin, Luis Cuadrado [UNESP]
FMB
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Bazan, Silméia Garcia Zanatti [UNESP]
dc.contributor.author.fl_str_mv Daniel, Juliana Maria Rodrigues [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Doença renal do diabetes
Teste de caminhada de seis minutos
Fração de ejeção
Oxigenação
Força muscular
Fragilidade funcional
topic Doença renal do diabetes
Teste de caminhada de seis minutos
Fração de ejeção
Oxigenação
Força muscular
Fragilidade funcional
description INTRODUÇÃO: A doença renal do diabetes é uma complicação crônica que acomete aproximadamente 35% dos pacientes diabéticos, sendo a principal causa de doença renal crônica (DRC) no mundo. Em estudo prévio realizado por nosso grupo, foi identificada uma associação entre albuminúria e intolerância ao esforço em uma coorte de indivíduos diabéticos. A compreensão dos mecanismos fisiopatológicos que explicam esse fenômeno é fundamental; no entanto, não foram encontrados estudos na literatura que tenham abordado essa questão de forma específica. OBJETIVO: Verificar possíveis associações entre a tolerância ao exercício físico, disfunções cardíacas, hematológicas, pulmonares ou musculares em portadores de doença renal do diabetes, com o intuito de elucidar mecanismos que possam estar relacionados à intolerância ao esforço físico. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal prospectivo, conduzido com pacientes acompanhados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. Foram incluídos indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, diabéticos, albuminúricos e diagnosticados com DRC. Após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, os participantes elegíveis e que consentiram em participar foram submetidos a avaliação clínica, exames laboratoriais, exames de imagem e ao teste de caminhada de seis minutos (TC6). Os participantes foram divididos em dois grupos de acordo com o desempenho no TC6, com base na mediana da pontuação na escala de Borg: (1) desempenho superior à mediana; (2) desempenho inferior à mediana. As comparações entre os grupos foram realizadas por meio dos testes do Qui-quadrado, teste t de Student ou teste de Mann-Whitney. Foi realizada regressão logística tendo-se como variável desfecho a fração de ejeção, saturação periférica de oxigênio e força de preensão palmar. A variável de interesse foi a distância percorrida no TC6 e as variáveis de confusão preservadas na análise, foram aquelas que apresentaram diferença estatisticamente significante entre os grupos. Em todas as análises foram consideradas estatisticamente significante o valor de p<0,05. RESULTADOS: A amostra foi composta por 43 pacientes, em relação ao desempenho no TC6, os pacientes com desempenho inferior (< mediana da distância percorrida) apresentaram menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (61,81 ± 18,89 vs. 73,45 ± 10,68; p=0,01), menor saturação periférica de oxigênio ao final do TC6 (92,52 ± 1,62% vs. 94,55 ± 1,82%; p=0,00) e menor força muscular esquelética por preensão palmar direita (26,55 ± 5,33 kgf vs. 30,62 ± 4,66 kgf; p=0,01), esquerda (25,07 ± 5,01 kgf vs. 29,80 ± 5,07 kgf; p=0,00) e dominante (26,8 ± 5,48 kgf vs. 30,9 ± 4,92 kgf; p=0,01). Observou-se também menor saturação periférica de oxigênio em repouso nos indivíduos com menor desempenho (94,65 ± 1,99% vs. 96,40 ± 1,57%; p=0,00). Em relação aos exames laboratoriais, o grupo de pior desempenho apresentou níveis significativamente mais elevados de ureia (107,43 ± 43,58 mg/dL vs. 76,50 ± 41,98 mg/dL; p=0,02), PTH (165,65 ± 100,42 pg/mL vs. 114,04 ± 49,62 pg/mL; p=0,04), glicemia (143,09 ± 58,27 mg/dL vs. 111,55 ± 36,03 mg/dL; p=0,04) e hemoglobina glicada (7,09 ± 1,33% vs. 6,22 ± 1,22%; p=0,03). A regressão logística demonstrou que menor SpO₂ em repouso (p=0,007; OR=1,87; IC95%: 1,18–2,93) e menor fração de ejeção (p=0,024; OR=1,06; IC95%: 1,01–1,12) foram preditores independentes de baixo desempenho funcional. CONCLUSÃO: Esses resultados sugerem que a intolerância ao esforço em pacientes com doença renal do diabetes decorre de disfunções cardíacas, comprometimento na oxigenação tecidual e perda de força muscular esquelética, configurando um fenótipo de fragilidade funcional. Conclui-se que o TC6 é uma ferramenta sensível para triagem funcional e deve ser considerado no monitoramento clínico desses pacientes.
publishDate 2025
dc.date.none.fl_str_mv 2025-10-22T12:31:16Z
2025-09-26
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv DANIEL, Juliana Maria Rodrigues. Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes. 2025. Tese (Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.
https://hdl.handle.net/11449/314522
33004064020P0
7076485024382462
0000-0002-1331-6755
identifier_str_mv DANIEL, Juliana Maria Rodrigues. Mecanismos da intolerância ao esforço físico na doença renal do diabetes. 2025. Tese (Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.
33004064020P0
7076485024382462
0000-0002-1331-6755
url https://hdl.handle.net/11449/314522
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1854954461742497792