Predição de estenose em acesso vascular para hemodiálise
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/151742 |
Resumo: | A insuficiência renal crônica (IRC) é uma desordem metabólica de instalação lenta e irreversível muito prevalente. Estima-se que existam cerca de 1,2 a 1,5 milhão de pacientes no Brasil. Condições clínicas como: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, lúpus, infecções, traumas são os principais causadores da IRC. Para a realização da hemodiálise são utilizados acessos temporários como os cateteres, ou confeccionada um acesso definitivo que são as fístulas arteriovenosas (FAVs), que podem apresentar complicações como trombose, hipertensão venosa, roubo de fluxo ou infecções, as quais podem contribuir para a perda do acesso. Para análise da condição funcional da FAV, pode-se utilizar o conhecimento da pressão intra-acesso (PIA) venosa e arterial, que podem ser correlacionadas com parâmetros hemodinâmicos como pressão venosa (PV) e o fluxo de sangue (QB) fornecidos durante a hemodiálise pela máquina. Neste estudo prospectivo, serão aferidas as PIAs dos pacientes do setor de hemodiálise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/UNESP que possuem FAV com o objetivo de se identificar sinais indicativos de estenose subclínica, correlacionando-os com os parâmetros ultrassonográficos (velocidade de pico sistólico, velocidade diastólica final e volume de fluxo). O método utilizado baseia-se no isolamento da pressão do sistema e do dialisador visando aferir a pressão estática e coleta dos valores de PV e do QB. Esses dados serão colocados em planilha Excel para análise estatística e correlação desses parâmetros com os dados ultrassonográficos. O diagnóstico precoce de estenose subclínica pode prevenir a falência do acesso que pode trazer sérias complicações clinicas para o paciente. |
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Predição de estenose em acesso vascular para hemodiálisePrediction of stenosis in vascular access for hemodialysisInsuficiência renal crônicaFístula arteriovenosaEstenoseUltrassonografiaPressão intra-acessoChronic renal failureArteriovenous fistulaStenosisUltrasonographyIntra-access pressureA insuficiência renal crônica (IRC) é uma desordem metabólica de instalação lenta e irreversível muito prevalente. Estima-se que existam cerca de 1,2 a 1,5 milhão de pacientes no Brasil. Condições clínicas como: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, lúpus, infecções, traumas são os principais causadores da IRC. Para a realização da hemodiálise são utilizados acessos temporários como os cateteres, ou confeccionada um acesso definitivo que são as fístulas arteriovenosas (FAVs), que podem apresentar complicações como trombose, hipertensão venosa, roubo de fluxo ou infecções, as quais podem contribuir para a perda do acesso. Para análise da condição funcional da FAV, pode-se utilizar o conhecimento da pressão intra-acesso (PIA) venosa e arterial, que podem ser correlacionadas com parâmetros hemodinâmicos como pressão venosa (PV) e o fluxo de sangue (QB) fornecidos durante a hemodiálise pela máquina. Neste estudo prospectivo, serão aferidas as PIAs dos pacientes do setor de hemodiálise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/UNESP que possuem FAV com o objetivo de se identificar sinais indicativos de estenose subclínica, correlacionando-os com os parâmetros ultrassonográficos (velocidade de pico sistólico, velocidade diastólica final e volume de fluxo). O método utilizado baseia-se no isolamento da pressão do sistema e do dialisador visando aferir a pressão estática e coleta dos valores de PV e do QB. Esses dados serão colocados em planilha Excel para análise estatística e correlação desses parâmetros com os dados ultrassonográficos. O diagnóstico precoce de estenose subclínica pode prevenir a falência do acesso que pode trazer sérias complicações clinicas para o paciente.Chronic renal failure (CRF) is a very prevalent slow and irreversible metabolic disorder. It is estimated that there are approximately 1.2 to 1.5 million patients in Brazil. Clinical conditions such as: diabetes mellitus, systemic arterial hypertension, lupus, infections, traumas are the main causes of CRF. For hemodialysis, temporary accesses are used, such as catheters, or a definitive access to arteriovenous fistulas (AVF), which may present complications such as thrombosis, venous hypertension, flow theft or infections, which may contribute to the loss of the access. In order to study the functional status of the AVF, the knowledge of intravenous and arterial intra-arterial pressure (IAP), which can be correlated with hemodynamic parameters such as venous pressure (VF) and blood flow (QB) supplied during the Hemodialysis by the machine. This prospective study, they will be assessed the PIAs of patients in the hemodialysis unit of the Hospital of the Faculty of Medicine of Botucatu / UNESP having FAV in order to identify indicative signals of subclinical stenosis, correlating them with the sonographic parameters (speed Systolic peak, final diastolic velocity, and flow volume). The method used is based on the insulation of the pressure of the system and the dialyzer in order to check the static pressure and collect the values of PV and QB. These data will be placed in an Excel spreadsheet for statistical analysis and correlation of these parameters with the ultrasound data. Early diagnosis of subclinical stenosis can prevent access failure that can lead to serious clinical complications for the patient.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2013/2688-9Universidade Estadual Paulista (Unesp)Sobreira, Marcone Lima [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Moura, Felipe do Carmo [UNESP]2017-09-28T19:04:21Z2017-09-28T19:04:21Z2017-08-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/15174200089248633004064088P49609324832591382porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T05:05:47Zoai:repositorio.unesp.br:11449/151742Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T05:05:47Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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A insuficiência renal crônica (IRC) é uma desordem metabólica de instalação lenta e irreversível muito prevalente. Estima-se que existam cerca de 1,2 a 1,5 milhão de pacientes no Brasil. Condições clínicas como: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, lúpus, infecções, traumas são os principais causadores da IRC. Para a realização da hemodiálise são utilizados acessos temporários como os cateteres, ou confeccionada um acesso definitivo que são as fístulas arteriovenosas (FAVs), que podem apresentar complicações como trombose, hipertensão venosa, roubo de fluxo ou infecções, as quais podem contribuir para a perda do acesso. Para análise da condição funcional da FAV, pode-se utilizar o conhecimento da pressão intra-acesso (PIA) venosa e arterial, que podem ser correlacionadas com parâmetros hemodinâmicos como pressão venosa (PV) e o fluxo de sangue (QB) fornecidos durante a hemodiálise pela máquina. Neste estudo prospectivo, serão aferidas as PIAs dos pacientes do setor de hemodiálise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/UNESP que possuem FAV com o objetivo de se identificar sinais indicativos de estenose subclínica, correlacionando-os com os parâmetros ultrassonográficos (velocidade de pico sistólico, velocidade diastólica final e volume de fluxo). O método utilizado baseia-se no isolamento da pressão do sistema e do dialisador visando aferir a pressão estática e coleta dos valores de PV e do QB. Esses dados serão colocados em planilha Excel para análise estatística e correlação desses parâmetros com os dados ultrassonográficos. O diagnóstico precoce de estenose subclínica pode prevenir a falência do acesso que pode trazer sérias complicações clinicas para o paciente. |
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