O estado disruptivo: perspectivas da paradiplomacia de dados para cidades inteligentes e sustentáveis

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Saravalli, Tadeu Luciano Seco [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/318432
Resumo: O estado disruptivo, constituído na cidade inteligente e sustentável, é o locus de amplificação das relações paradiplomáticas para a transformação digital decorrente da quarta revolução industrial. Ele amplia a qualidade e escala nos propósitos das estratégias de smart cities, considerando a inovação disruptiva e o uso de novas tecnologias, como uso de sistemas de inteligência artificial (IA) no setor público, big data, ciência de dados, todos, provedoras de valor inteligente nas comunidades locais, obtendo vantagens significativas na atração de investimentos na infraestrutura física, humana e sustentável nos problemas urbanos. O presente estudo objetiva realizar uma discussão teórica e propor reflexões sobre como a paradiplomacia de dados, inserção internacional do estado disruptivo, conjugada com o tema da inovação disruptiva pode auxiliar os municípios brasileiros a utilizarem estratégias de cidades inteligentes e sustentáveis, a partir do acompanhamento das evidências das metas globais da principal cidade inteligente brasileira, o município de São Paulo nas relações com Lisboa, Barcelona e Santiago, no recorte de 2022 a 2025, no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, no âmbito local. A pesquisa parte da análise dos conceitos de estado, paradiplomacia, inovação disruptiva, cidades inteligentes, desenvolvidos por autores como Schwab, Keohane e Nye; Soldatos, Schumpeter, Mazzucato e Chistensen. Adicionalmente, a partir da metodologia qualitativa observar-se-á a evolução, percepção e condução do estado subnacional municipal nessas relações paradiplomáticas para tal finalidade.
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